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A Orquestra do Movimento Pró-Criança começa a ganhar o mundo. O grupo foi convidado para se apresentar na França no próximo ano. O convite partiu dos organizadores do Festival de Tolouse, que ofertaram hospedagem e alimentação. Segundo a gestora Espaço Maria Helena Marinho/Movimento Pró-Criança, Rosa Campello, agora será preciso conseguir apoio para bancar as despesas com as passagens.

“O pessoal de Toulouse ficou encantado com a mistura entre o erudito e o popular e a qualidade musical dos meninos. O convite é um grande presente. Agora precisamos conseguir as passagens e já estamos na batalha em busca de apoio para realizar esse grande sonho”, diz Rosa.

Na estrada – Na próxima sexta-feira (22) e no sábado (23), os meninos e meninas da orquestra deixam pela primeira vez o Recife para duas apresentações em Afogados da Ingazeira, no Sertão, a convite da Diocese do município, no Cine Teatro São José. No primeiro dia o concerto começa às 20h e no segundo está marcado para 19h30, no Bairro da Pitombeira. “Tudo foi possível graças ao apoio do Consulado do Japão e do HSBC”, explica Rosa.

A Orquestra do Movimento Pró-Criança agora está completa depois de receber novos instrumentos em abril de um grupo holandeses alunos do saxofonista Fred Berkemeier, que também ficou sensibilizado com o trabalho em uma visita que fez ao. O grupo, que se prepara também para a gravação de um disco, foi criado a partir do esforço do maestro Crisóstomo Santos e do professor Márcio Pereira.

“Antes havia aulas de piano e violino, mas não tinha uma orquestra. As aulas de violino começaram a ficar complicadas e a direção estava pensando em parar. Então tivemos a ideia de formar a orquestra”, explica Márcio. Dos treze integrantes do começo, passou para 23, sendo 19 de cordas e quatro de percussão. “Eram quatro violinos, depois veio viola, violoncelo, novos violinos e agora tem até contrabaixo. A orquestra de cordas está completa, mas faltavam ainda outros instrumentos de percussão para termos uma orquestra inteira. Com a iniciativa de Fred Berkemeier, só temos o que celebrar. A qualidade musical está cada vez mais impressionante”, comemora Crisóstomo.

A doação dos holandeses abriu novas vagas na orquestra, para percussão e contrabaixo, e os interessados em estudar e fazer parte do projeto devem entrar em contato com o Movimento Pró-Criança do Recife Antigo.

Histórias emocionantes de jovens que vão mudando a vida se misturam com os passos da Orquestra Pró-Criança. A de Bernardo José, de 16 anos, que mora com a mãe, o pai e sua irmã em Brasília Teimosa, é uma delas. No último mês de janeiro foi convidado pela Associação de Moreno e começou a dar aulas de violino para crianças da cidade todos os sábados pela manhã. Com o salário, está ajudando sua família, já comprou um computador e colocou internet em casa. Além das aulas em Moreno e das apresentações com o grupo do Pró-Criança, Bernardo formou um quarteto com três amigos e estão tocando em festas, casamentos e eventos. “Depois que a música entrou na minha vida, todo dia eu penso nela”, diz.

“Meu objetivo é dar aula, ser músico e continuar vivendo da música. Nunca mais eu deixo. A música representa para mim uma forma de esperança, um sonho possível”, emociona-se Fábio Eduardo, que completou 18 anos no último dia 2 de fevereiro. Morador do bairro do Coque, no Recife, com as economias que tinha e a ajuda do tio conseguiu comprar em março seu próprio contrabaixo. No mesmo mês foi aprovado no Conservatório Pernambucano para integrar a Orquestra Jovem. Fábio está dando aulas de musicalização infantil na escola municipal Novo Mangue. “Meu sonho é viajar o mundo fazendo música”, declara.

Publicado em Blog
Quarta, 13 Outubro 2010 18:39

Os talebãs de outras paragens

burka1Por Cesar Vanucci *

“Turcos e árabes estão empenhados em produzir (na Alemanha) mais garotinhas de véu.”
(Thilo Sarrazin, influente prócer político alemão, de tendência fundamentalista)

Os abomináveis talebãs, que concentram de modo especial no Paquistão e no Afeganistão seu desvario religioso e político, sem deixar de alcançar, via terrorismo, outras partes do mundo com tresloucadas ações, são apontados no ocidente como o exemplo mais virulento e ruidoso do radicalismo religioso. Seus avultados “feitos” explicam porque são assim reconhecidos.

Como cúmplices da sinistra “Al Qaeda”, fomentam e participam, volta e meia, de atos terroristas. Houve período, como é sabido por muitos e não sabido por outros, que eles mandaram politicamente, com pulso de ferro, no Afeganistão. Isso aconteceu logo após a retirada das forças russas de ocupação, por eles, talebãs, tenazmente combatidas com a decisiva ajuda do governo dos Estados Unidos.

Foi à essa época, aliás, que o notório Bin Laden pontificou como leal aliado dos norteamericanos e seus fervorosos adeptos, conhecidos por “mujadins”, se viram alçados à condição de “guerrilheiros da liberdade”, exaltados em filmes de Hollywood. Lembram-se das aventuras do invencível Rambo? Pois bem, no exercício de mando tirânico, os extremistas religiosos tornaram mais rígidas e cruéis as regras milenares de subjugação da mulher praticadas em numerosos domínios maometanos. 

Desmantelaram as parcas conquistas femininas de acesso a direitos elementares, como o de estudar e o de trabalhar fora. Ordenaram, por outro lado, em gesto de apavorante insânia, a dinamitação de colossal complexo de estátuas de Buda, o maior do mundo, patrimônio arquitetônico da humanidade, esculpido em rocha viva.

Mas não é que esses alucinados, que representam, de certa forma, a quinta-essência da paixão religiosa retrógrada, andam encontrando, em setores aparentemente opostos às suas idéias, noutras partes do mundo, partidários entusiastas para algumas de suas práticas repulsivas!

De que outro modo entender o que vem rolando neste momento na culta França, pra estupefação dos homens e mulheres de boa vontade, de todos os credos e nacionalidades? Mas logo na França, fonte matricial das liberdades públicas, explodem justamente essas atordoantes decisões oficiais sobre uso de véu e de discriminação a ciganos e outras minorias étnicas!

Quem poderia imaginar que o Senado francês, sob pressão do governo Sarkozy, aprovasse uma lei vedando a mulheres de confissão islamita o uso de véu em local público? Como não inferir de uma maluquice dessas que a legislação francesa esteja a incorporar, às avessas, um cânone religioso radical de inequívoca inspiração talebã?

Nas áreas sob controle de extremistas dessa seita, vale repetir, as mulheres são proibidas – ao inverso do que vai acontecer em território gaulês a partir de janeiro – de circular sem véu protetor. No caso, um véu denso que oculte por completo o rosto, à exceção dos olhos. Não é o caso de recordar aqui, a esta altura, que o uso obrigatório de véu,  constituía há pouco tempo,  mais que um hábito cultural, uma imposição religiosa, para o ingresso da mulher em templos cristãos franceses e de outros países?

E essa outra decisão recente, também francesa, envolvendo o direito de ir e vir de ciganos romenos? Também não é de molde a evocar eventos tenebrosos ocorridos na Europa durante a Segunda Guerra Mundial? Viviane Reding, representante de Luxemburgo na Comunidade Européia, é de parecer que sim. Disse-o, com todas as letras, num encontro em que se fizeram ouvidas outras vozes de reprovação categórica à postura de Paris.

As forças fundamentalistas religiosas, entrelaçadas com interesses políticos xenófobos, tal como ocorreu na Alemanha hitlerista, mostram-se muito ativas, nesta hora, também, noutras regiões européias. No livro intitulado “A Alemanha destrói a si mesma”, campeão de vendagens nas livrarias, Thilo Sarrazin, político social-democrata que exerceu, até pouco, a função de diretor do Banco Central, anda incitando seus compatriotas a hostilizarem minorias raciais e religiosas.

Num dos trechos emblemáticos de seu discurso fundamentalista, o autor se confessa apreensivo com a “terrível constatação” de que os alemães “poderão se tornar minoria no próprio país até 2100”. A culpa, prega ele, é dos turcos e árabes. Gente de segunda classe empenhada em “produzir mais garotinhas de véu”... Ora, êpa!

* Jornalista (O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. )

Publicado em Artigos
Sexta, 17 Setembro 2010 15:05

O crescimento da xenofobia na Europa

ciganos1Do El País, *Tradução de Katarina Peixoto

O primeiro ministro italiano, Silvio Berlusconi, mostrou seu apoio ao presidente francês, Nicolas Sarkozy, em sua política de deportações de romenos e búlgaros de origem cigana. “A senhora Reding”, disse Berlusconi fazendo alusão à Comissária de Justiça da União Européia, faria melhor tratando desse assunto privadamente com os dirigentes franceses, ao invés de publicamente, como tem feito”. Em uma entrevista exclusiva concedida ao jornal francês Le Figaro, Berlusconi manifestou que “a convergência ítalo-francesa ajudará a agitar a Europa e a resolver os problemas com políticas comuns”.

As palavras de Berlusconi atiçam uma controvérsia que segue quente apesar de o governo francês ter pedido a Bruxelas calma e diálogo frente a uma possível sanção pela expulsão ilegal de romenos de origem cigana. Durante uma reunião com senadores, Sarkozy manifestou que “não haveria nenhum” problema se os luxemburgueses quisessem acolher os ciganos.

O presidente respondia assim às críticas da comissária de Justiça, Viviane Reding, que é de Luxemburgo, que comparou as deportações com os fatos ocorridos durante a Segunda Guerra Mundial e depois foi obrigada a se retratar dizendo ter sido mal interpretada. Um alto funcionários dos Estados Unidos disse que “é preciso convidar a França e outros países a respeitar os direitos dos romenos”. A chanceler alemã Ângela Merkel criticou o tom e as declarações de Reding, qualificando-as como “não apropriadas”.

O porta-voz em Bruxelas da Liga Norte, partido xenófobo aliado do governo italiano, foi mais longe que Berlusconi. “Quantos romenos Luxemburgo vai acolher?” - perguntou Mario Borghezio. “Convido a senhora Reding a confirmar ou desmentir se em seu país há campos nômades graças ao endurecimento das normas de expulsão de 2008″, declarou o porta-voz.

A União Européia ainda não entendeu

“O problema com os romenos não é um problema especificamente francês”, disse Berlusconi na entrevista ao Le Figaro. “Concerne a todos os países da Europa. É preciso incluir esse assunto na ordem do dia do Conselho de Chefes de Estado e de Governo para que discutam juntos e encontrem uma posição comum”, afirmou o primeiro ministro italiano. Além disso, Berlusconi assinalou que a União Européia ainda não entendeu que o problema com os romenos e com a “imigração clandestina” não é só “francês, italiano, grego ou espanhol”.

O governo de Silvio Berlusconi empreendeu sua cruzada contra os ciganos em abril de 2008. Assim que tomou posse do cargo, o ministro do Interior, Roberto Maroni (da Liga Norte), proclamou que sua prioridade seria devolver aos cidadãos a segurança perdida sob o governo de centro-esquerda.

Entre apelos para expulsar do país as “hordas de bárbaros”, o gabinete aprovou o Pacote de Segurança, um projeto que associava imigração com delinqüência e previa diversas medidas contra os 150 mil romenos que teoricamente estavam morando no país: fechamento de fronteiras e bloqueio do Tratado de Schengen contra os ciganos romenos, destruição dos acampamentos ilegais de romenos com prisões e deportações, e criação de cargos especiais para lidar com a “emergência” cigana em Nápoli, Roma e Milão.

Enquanto a lei era aprovada, houve um programa organizada pela Camorra em Ponticelli (Nápoli) e o Ministério do Interior realizou um censo dos nômades que viviam no país, utilizando fichas com a raça e a origem, incluindo aí crianças. Ambas as coisas levaram muitos romenos a sair do país por seus próprios meios. As recorrentes condenações da ONU, do Parlamento Europeu e da Comissão Européia chegaram tarde. Milão e Roma seguem ainda hoje destruindo acampamentos, mas só restam os ciganos para desalojar.

França tenta baixar a tensão

O conflito entre a Comissão Européia, personificada na figura da comissária da Justiça, Viviane Reding, e o governo francês, obrigou o presidente da França, Nicolas Sarkozy, a pedir calma e um cessar fogo. As duras críticas de Reding contra o que considera equívocos franceses e contra a política de expulsões de ciganos romenos e búlgaros (evocando inclusive a Segunda Guerra Mundial) irritaram o governo francês.

Tanto o ministro da Imigração, Eric Besson, como o secretário de Estado para Assuntos Europeus, Pierre Lellouche, muito irritados, qualificaram de “escorregão” as declarações da comissária. O governo francês foi obrigado a fazer uma mediação e emitiu nesta quarta pela manhã um comunicado no qual critica a intervenção “não usual” de Reding, mas chama para “um diálogo tranquilo sobre o pano de fundo do problema”.

Mas pouco depois, durante um encontro com senadores da União por um Movimento Popular (UMP), Nicolas Sarkozy, segundo relato de várias pessoas presentes, insinuou que se Reding não estava de acordo com sua maneira de tratar os ciganos romenos que os acolhesse em Luxemburgo, país de origem da comissária.

“O presidente disse que só estamos aplicando o regulamento europeu e as leis francesas e que não há nada a reprovar em nossa política, mas que se os luxemburgueses quiserem acolhê-los podem fazê-lo sem nenhum problema”, disse na saída da reunião o senador da região de Haute-Marne, Brudo Sido, para a agência France Press.

O comentário de Sarkozy chega logo após vários ministros e líderes políticos franceses, além do próprio governo por meio de seu comunicado, terem qualificado de “inaceitável”, de “escorregão” e de “escandaloso” a comparação feita por Reding das expulsões de ciganos romenos na França com fatos ocorridos na Segunda Guerra Mundial.

Lellouche assegurou que essa frase de Reding “é muito grave, porque a França sofreu uma ocupação”. Depois acrescentou que o que busca agora, sobretudo, “é acabar com essa polêmica estéril e começar a trabalhar por essa minoria”. Agora, essa minoria deve regressar e ficar na Romênia. “Cada Estado deve ser responsável por sua população”. Lellouche recordou que o desmantelamento de acampamentos de ciganos romenos “não começou neste verão”, mas foi nas últimas semanas que se intensificou o ritmo de deportações e que, além disso, “acabou-se com a hipocrisia”. Ele acrescentou, referindo-se aos outros países europeus: “Quando deixarem de atacar a França, que olhem para o seu próprio jardim”.

Um pouco mais calmo, Besson também qualificou de “escorregão” a intervenção da comissária, que anunciou que pensa em propor ao presidente da Comissão a abertura de um processo de punição contra a França por uma aplicação discriminatória da diretriz de livre circulação de pessoas - os ciganos romenos e búlgaros são cidadãos da União Européia. Não obstante, anunciou que a França vai dar explicações a Bruxelas sobre a famosa circular de 5 de agosto, que esgotou a paciência de Reding.

Nesta circular, o governo instrui a polícia para que desmantele os acampamentos ilegais “tomando como prioridade os dos ciganos romenos”, o que prova, para Reding, discriminação racial por um lado e equívocos do Executivo francês por outro, já que Besson e Lellouche deram garantias à própria comissária de que as expulsões estavam ocorrendo caso a caso, sem atender a critérios de raça ou nacionalidade. “Viviane Redin escreveu-me ontem para pedir explicações sobre a circular. Vamos responder e dar-lhe explicações”, disse Besson.

As explicações, basicamente, consistem em que dita circular já foi emendada, eliminando a referência aos ciganos romenos. Assim falou o secretário de Estado da habitação, Benoist Apparu. “Não dissimulamos nem mentimos. A circular existia e foi corrigida. Ponto. Acabou”.

Diálogo acabou

O fato é que o cruzamento de declarações fez a França reagir, buscando, sem êxito até aqui, que o assunto não siga adiante. Após a reunião do Conselho de Ministros, um porta-voz do governo tentou acalmar os ânimos: “Não se trata de polemizar, nem com a Comissão nem com o Parlamento.Não obstante, certas declarações simplesmente não são aceitáveis”. Recordando anteriores intervenções “moderadas” do presidente da Comissão, José Manuel Durão Barroso, sobre o assunto, o governo francês atribuiu as palavras de Reding à famosa circular de 5 de agosto, “que foi substituída pela do dia 13 de setembro”.

É hora de um diálogo tranqüilo sobre o pano de fundo desse assunto. Há vontade de tratar as coisas a fundo e não deixar-se embarcar em uma polêmica estéril, declarou uma fonte da presidência que deixou escapar que o presidente francês, Nicolas Sarcozy, poderia entrevistar-se sobre o assunto com o presidente romeno, Traian Basescu, na próxima reunião do Conselho Europeu, que ocorrerá esta semana em Bruxelas.

Publicado em Viva Mundo
Domingo, 22 Agosto 2010 02:15

França investe em energias limpas

francaPor Fabiano Ávila, do CarbonoBrasil

A França sempre teve tradição em investir em energias limpas, mas a novidade agora é o país deixar de ser tão focado em nuclear e eólica e destinar quantias substanciais de recursos públicos para outras tecnologias.

O programa “Demonstrateurs energies renouvelables et chimie verte”, algo como “Demostrativos de Energias Renováveis e Química Verde”, irá distribuir €1.35 bilhões no decorrer dos próximos quatro anos na forma de subsídios (€450 milhões) e de empréstimos com baixos juros (€900 milhões).

Segundo autoridades francesas os fundos serão destinados para tecnologias que possuam altos custos de desenvolvimento, como energia solar, marinha e geotermal, assim como projetos de captura e armazenamento de carbono (CCS) e bicombustíveis avançados.

Cerca de €190 milhões devem ser investidos já em 2010 e outros €290 milhões anualmente até 2014.

Além dos recursos públicos, o governo francês está buscando parceiros na iniciativa privada para gerar mais €2 bilhões para as energias limpas. De acordo com a Bloomberg, a França deve ainda liberar €1 bilhão para transportes verdes e €250 milhões para redes elétricas inteligentes (smart grids).

O anúncio desse programa demonstra uma mudança na estratégia da França com relação às energias limpas. No decorrer das últimas décadas eram as fontes nucleares que recebiam grande destaque governamental, seguidas de longe pelas eólicas.

A Agência de Energia e Meio Ambiente francesa afirmou que o próximo passo agora é buscar empresas e projetos que mereçam os investimentos.

Japão

Não são apenas os franceses que estão de olho em tecnologias verdes, o governo japonês também está trabalhando em um plano de estímulo para o setor que deve ser anunciado em setembro.

O objetivo seria desenvolver produtos como baterias de lítio para automóveis, lâmpadas LED e outras mercadorias nas quais o Japão já é referência. Seriam assim concedidos subsídios para empresas que permitissem ao país consolidar sua liderança mundial.

Além disso, existe a previsão de ajuda para pequenos e médios negócios e para a formação de novos profissionais especializados em tecnologias verdes.

Diante desses anúncios uma coisa parece certa, o país que deixar de lado os investimentos em novas energias e em educação vai ficar para trás na corrida pelo mercado global das próximas décadas.

Publicado em Viva Mundo

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