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Quinta, 16 Junho 2011 02:29

Outdoor de lixo supreende baianos

Com informações de Fabiano Prado Barreto, do Global Garbage

Os motoristas que trafegaram na Avenida Contorno de Salvador, na capital baiana, se surpreenderam com um outdoor da Bahia Marina com um inusitado aplique de lixo: pneus velhos e sacos plásticos. O lixo, colocado numa plataforma, em frente ao outdoor chamava a atenção pelo contraste com a imagem do mar limpo impressa no painel, onde podia ser lida a mensagem “Não deixe o fundo do mar virar lixeira”. A campanha da Bahia Marina para marcar o Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado no último dia 5 de junho, ficará na memória de quem passou pelo local.

A ação da Bahia Marina foi criada pela agência Engenhonovo com o objetivo de alertar contra o despejo de lixo na Baía de Todos os Santos e ao mesmo tempo conscientizar os soteropolitanos sobre a necessidade de preservar as nossas riquezas naturais. A ação prosseguiu com a retirada do lixo por um caminhão da Limpurb. Um ator com figurino de gari fez a retirada do material deixando o mar limpinho como deve ser. Ideia que faz refletir sobre nossos atos.

Assista aqui o making off da campanha

Publicado em Blog

visita-ao-muncab-009Por Taíza Brito, com informações do Ministério da Cultura

Salvador estará em festa nesta segunda-feira, 22 de novembro. Dois dias após o Dia da Consciência Negra, o ministro da Cultura, Juca Ferreira, assinara na capital soteropolitana a liberação de R$ 3,8 milhões da primeira parcela do convênio que apoiará o Museu Nacional da Cultura Afrobrasileira (Muncab), no Centro Histórico de Salvador.

Estarão presentes à solenidade o governador da Bahia, Jaques Wagner, e o presidente da Sociedade Amigos da Cultura Afrobrasileira (Amafro), José Carlos Capinan. Ainda este ano, o museu receberá mais R$ 1,8 milhão e, para 2011, está prevista a liberação de outros R$ 4,3 milhões, num total de aproximadamente R$ 10 milhões.

A cerimônia começa com uma coletiva de imprensa às 16h, na sede do Muncab, antigo prédio do Tesouro. Logo depois será celebrado o convênio entre o MinC e a Amafro e, em seguida, apresentações musicais encerram a cerimônia. Haverá shows de Carlinhos Brown, Olodum, Ilê Ayiê, entre outros.

O Muncab ocupará também a antiga sede do Pronto-socorro Municipal. Os dois prédios estão sendo restaurados, numa ação que faz parte do processo de revitalização do Centro Histórico. A proposta de construir um museu afrobrasileiro no Estado com maior população negra do Brasil foi da Amafro e já há um planejamento de ações até 2020.

O museu deve funcionar como um centro de referências e articulação de memórias locais e nacionais. Diversas comunidades do entorno do Muncab já foram consultadas e acordaram em funcionar em rede com o museu, que divulgará as memórias preservadas por elas.

Os prédios do Tesouro do Estado e do antigo Pronto-socorro Municipal são imagens representativas da vida de Salvador. Os edifícios foram construídos na década de 20, durante o governo Seabra, com a mesma técnica, porém em estilos arquitetônicos diferentes. Ambos estão sendo restaurados com recursos do Ministério da Cultura.

O investimento na recuperação dos imóveis é de mais de R$ 2 milhões. Depois de restaurados e modernizados, os prédios deverão receber plenamente o Museu Nacional da Cultura Afrobrasileira (Muncab).

Mesmo em obras, já foi realizada uma exposição sobre as proximidades culturais entre Benin e Brasil, de novembro de 2009 a janeiro de 2010, intitulada “O Benin está vivo ainda lá”, com curadoria de Emanoel Araújo. O acervo do museu contará com obras vindas da Universidade Federal da Bahia (UFBA), do Centro de Estudos Afro-Orientais e da Fundação Pierre Verger.

Serviço:

Cerimônia de assinatura da ordem de empenho do apoio do MinC ao Muncab

Segunda-feira, 22 de novembro de 2010, 16h

Sede do Muncab: Rua do Tesouro, s/nº, Centro Histórico de Salvador (próximo ao Terminal da Rua Chile) – Bahia

Publicado em Viva Brasil

O aumento no consumo do crack e sua disseminação entre as classes sociais vêm preocupando as autoridades brasileiras. Como ainda faltam no Brasil dados precisos sobre o perfil do usuário da droga, o Ministério da Saúde informou na segunda-feira (4) que pretende divulgar até o início do ano que vem os resultados de um estudo que está desenvolvendo nas cidades do Rio de Janeiro, de Macaé (RJ) e de Salvador (BA). O objetivo é direcionar de forma mais eficiente as ações do Plano de Enfrentamento ao Crack e outras Drogas, que está recebendo R$ 140,9 milhões, em verbas federais.

De acordo com o ministério, essas cidades foram escolhidas porque já eram alvo de atividades na área, promovidas pelas universidades federais locais – Universidade Federal do Rio de Janeiro e Universidade Federal da Bahia.

Para mapear a situação, o levantamento está dividido em seis partes que incluem a coleta de dados sobre moradia, idade e sexo de pessoas que usam crack; além de comportamentos de risco para doenças sexualmente transmissíveis, como hepatite e aids, já que muitos dependentes se prostituem em troca de dinheiro para comprar a droga.

Outro aspecto que o estudo vai traçar é o diagnóstico do tipo de serviço público mais procurado por quem deseja abandonar o vício. De acordo com o Ministério da Saúde, um dos principais desafios é garantir a vinculação do paciente ao trabalho desenvolvido por essas instituições, evitando que o paciente abandone o tratamento, que precisa ser cada vez mais rápido, como destaca a diretora do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Atenção ao Uso de Drogas (Nepad), ligado à Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Ivone Ponczek.

"O crack trouxe muitas mudanças no tipo de tratamento oferecido. Como é uma droga que causa dependência rapidamente, temos que agir da mesma forma. Antes da sua disseminação, a ação era gradativa. Com ele, pode não dar tempo, principalmente pela compulsão forte que é provocada e porque muitas vezes o paciente vai e não volta mais", explicou, afirmando que a proporção de atendimentos de viciados na droga aumentou bastante nos últimos três anos.

"Hoje, de cada dez atendimentos, cerca de sete são em função do crack", disse. A diretora do Nepad também alerta para a progressiva redução da faixa etária de usuários da droga, "atingindo crianças de 8, 9 anos, num processo estarrecedor", completou.

Segundo ela, o baixo preço – com R$ 0,50 é possível comprar uma pedra – aliado à rapidez das sensações que provoca ajudam a explicar a procura pela substância.

O psiquiatra Jairo Werner, professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e da Universidade Federal Fluminense (UFF), destacou que além das consequências físicas, há os graves problemas sociais já que, para comprar a droga, a pessoa com o vício é capaz de agir com violência, cometer crimes e se prostituir.

"É uma questão social grave que já não está restrita às classes econômicas mais baixas. Para combatê-la e evitar que essa tragédia aumente é preciso desenvolver um trabalho preventivo enorme, envolvendo diversos setores da sociedade, como saúde, assistência social e segurança, tanto na esfera governamental como fora dela". 

Publicado em Viva Brasil

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