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Linha Editorial

  • "Mídia Construtiva é também lançar o olhar crítico sobre problemas, apontar falhas, denunciar. Contribuindo para a corrente que tenta transformar o negativo em positivo."

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Taiza Brito

Taiza Brito

Tratar de um tema tão subjetivo como a felicidade não é nada fácil. Pela própria diversidade que tal sentimento representa na vida de qualquer indivíduo, discuti-lo exige, ao menos, certa dose de tolerância. No ambiente pedagógico, mesmo sem a inclusão da “felicidade” na grade curricular das escolas, o assunto vem sendo cada vez mais colocado pela sociedade por organizações sociais. No Porvir, já falamos de pesquisas como a do Instituto Akatu e de instituições de ensino como a Escola Caminho do Meio, que ao basear-se no budismo, coloca o sentimento como base de suas práticas. Além disso, com a discussão atual da importância do desenvolvimento de habilidades socioemocionais, como a empatia e a solidariedade, dentro das práticas pedagógicas, o tema também vem ganhando cada vez mais destaque.

Ciente de tamanha importância, Elena Aguilar, especialista norte-americana em educação, resolveu detalhar algumas dicas “simples e práticas” que podem estimular professores a cultivarem a felicidade nas escolas. Em depoimento ao portal Edutopia, Aguilar, que tem experiência como docente em escolas da Califórnia, detalha alguns pontos sobre o assunto. Confira a compilação que o Porvir fez sobre as principais ideias da especialista: são sugestões de colocar mais música nas salas de aulas até de estimular a prática da meditação entre os membros da comunidade escolar.

1. A ordem é desacelerar

Há uma correlação direta entre os níveis de satisfação física e psicológica e o ritmo em que as pessoas vivem suas respectivas vidas. Assim, quando os indivíduos desaceleram um pouco a velocidade em que executam as atividades rotineiras, eles conseguem desenvolvê-las de forma mais cuidadosa. No universo escolar não é diferente. Dessa forma, tanto alunos como professores podem se beneficiar desse “abrandamento” para que dessa maneira ambos possam melhor lidar com suas relações interpessoais, com seus objetivos de vida e também nos processos de aprendizagem.

Na prática, os docentes, por exemplo, podem estimular esse ambiente menos acelerado do mundo contemporâneo propondo atividades que estimulem uma maior integração com e entre os alunos, além de sugerir momentos de relaxamento e descontração. Para tanto, o professor pode dedicar um tempo extra para uma conversa aberta entre os estudantes durante parte da aula ou propor um jogo lúdico para os alunos que recém ingressam às salas depois do recreio.

2. Vá lá para fora

Estar do lado de fora da sala durante a aula, mesmo que por apenas alguns minutos, pode aumentar o estado de bem-estar dos alunos. As pessoas quando respiram ar puro e entram em contato com o calor do sol, o cheiro do vento, a umidade da chuva acabam se conectando mais com o mundo natural.

Se o clima estiver agradável, por que não propor uma aula ao ar livre? Caso contrário, se o ambiente externo estiver muito frio ou quente, é possível que uma caminhada rápida e silenciosa pelo pátio da escola, por exemplo, possa estimular momentos de satisfação.

Atividades extraclasse e excursões também são válidas. Nessas situações, torna-se mais fácil conversar, aproximar-se dos alunos e aprender mais com eles durante essas saídas.

3. Aperta o play

O efeito da música pode ter o poder de fazer as pessoas (incluindo os alunos) de se sentirem mais felizes. Isso porque, o efeito do relaxamento produzido pela audição de uma canção, por exemplo, pode estimular o melhor funcionamento da pressão arterial, diminuindo assim a ansiedade e tendo repercussões até no sistema imunológico dos indivíduos. Sendo assim, deixar uma música sendo tocada enquanto os alunos chegam à sala logo no início das aulas pode ser uma alternativa para que o professor consiga criar um atmosfera acolhedora e positiva entre o grupo.

4. Sorria mais

Mesmo que você não seja uma pessoa sorridente , tente sorrir com mais frequência. “Caso encontre dificuldades em produzir um sorriso mais genuíno, tente, ao menos, fingir um sorriso mais autêntico”, sugere Aguilar. Segundo ela, até o mais “fake” dos sorrisos tem o poder de inspirar um melhor estado de espírito no ambiente em que ele é produzido.

5. Tá na hora de meditar

De acordo com Aguilar, já há uma “abundância de evidências” sobre como a meditação pode estimular sentimentos de calma e bem-estar entre os praticantes. As escolas podem buscar incorporar a meditação dentro do ambiente educacional. “A ideia é propor que tal prática possa ser incorporada na rotina de professores e estudantes. Tudo isso para estimular ainda mais a criação de um ambiente mais tranquilo propício à aprendizagem e ao bem-estar na rotina diária dos praticantes.”

Quarta, 15 Janeiro 2014 03:08

São números surpreendentes

Por Cesar Vanucci *

 

“Em matéria de recursos públicos, o que se desperdiça

constitui verdadeira afronta aos direitos humanos.”

(Antônio Luiz da Costa, educador)

 

Uma das teclas mais marteladas na rebelião das ruas em junho passado foi o gasto exagerado com a construção e adaptação de estádios para a Copa. E não é que os manifestantes estavam entupidos de razão? Dados e números de fontes qualificadas, recentemente trazidos ao conhecimento público, provam a procedência do clamor popular. Levantamento da consultora suíça HPMG sustenta que os gastos brasileiros com a preparação dos estádios superam os das últimas edições da Copa. A de 2006, na Alemanha, e a de 2010, na África do Sul.

 

A avaliação toma por base, nos cálculos procedidos, a quantidade de assentos disponíveis nas arenas esportivas. Estabelece, consoante com tal metodologia, um ranking em matéria de custos que mostra nosso país, numa lista de 20, com a metade dos estádios mais caros do mundo.

 

O “Mané Garrincha”, de Brasília, figura no terceiro lugar da relação, atrás de dois estádios ingleses, o Wembley e o “Emirates Stadium”, pertencente ao Arsenal. Sua construção, de acordo com o critério apontado, chegou aos R$20.770 por assento, enquanto que os valores despendidos nos dois outros estádios citados foram respectivamente de R$32.480 e R$23.370.

 

Na sétima colocação, o Maracanã custou R$15.640. A Arena da Amazônia, décima posição, custou R$13.780. O Itaquerão, em São Paulo, vai ficar em 12º lugar: R$12.820 por assento. Em 13º, a Arena Pantanal (R$11.860); em 14º, a Arena Pernambuco (R$11.540); em 15º, a Fonte Nova, Bahia, com R$10.570; em 19º, o Mineirão, com R$10.250; em 17º, o Castelão (R$8.970); e em 20º, a Arena das Dunas (R$7.690,00).

 

Um estudo paralelo concernente ao mesmo tema, este elaborado pelo Instituto Braudel em colaboração com a ong “Play the Game”, ambas também europeias, revela que cada assento nos doze estádios brasileiros que sediarão jogos do Mundial custaria R$13.500. As médias apuradas por assento nas arenas das Copas da África, Alemanha, Japão/Coreia foram, respectivamente, de R$12.100, R$7.900 e R$11.600,00.

 

Esses levantamentos todos apontam outras cifras para efeitos comparativos. O novo estádio Wembley, na Inglaterra, ficou em R$ 2 bilhões, 920 mil reais. O estádio de Brasília tem custo estimado de R$ 1 bilhão, 430 mil reais. Na nova arena da Juventus (Itália), incluída no ranking em 18º lugar (R$9.290 por assento), foram aplicados R$ 384 milhões de reais.

 

Esses dados e números suscitam algumas considerações e interrogações. Vamos lá a algumas, das mais chamativas. Por que cargas d’água, essa decisão de se construir o Itaquerão, em São Paulo? Não seria mais correto, e provavelmente, bem menos dispendioso optar-se pela modernização de um estádio já pronto? Caso, por exemplo, do Morumbi? Adiante. Em Manaus e Natal ocorreram fatos totalmente desprovidos de um mínimo de bom senso. Colocou-se abaixo, na capital amazonense, um estádio de 40 mil lugares, implantado em 1970 dentro de concepção arquitetônica bastante elogiada na época, para erguer-se uma outra arena. Algo similar ocorreu no Rio Grande do Norte. Uma arena nunca utilizada na plenitude de sua capacidade foi jogada no chão, para ser substituída por um estádio com o dobro de assentos. Como explicar isso?

 

O tema clama por outras observações. Os custos do Maracanã e do Mineirão são – pra dizer o mínimo – surpreendentes. Afinal de contas, ambas as arenas, de feição arquitetônica moderna, majestosas, em condições de acolher multidões, já tidas antes de envergarem suas novas e vistosas roupagens como marcos referenciais entre os estádios do mundo, passaram por um processo de adaptação danado de dispendioso, envolvendo cifrões superiores aos de outras arenas nascidas do nada. Precisava ser mesmo assim? O Comitê Organizador da Copa está na obrigação de prestar à opinião pública os esclarecimentos necessários acerca dessas elevadas aplicações nas obras de reforma desses estádios. Aliás, falar verdade, os esclarecimentos por todos aguardados terão que abranger o conjunto inteiro das ações levadas avante com o aplaudido objetivo de fazer da Copa de 2014 um evento histórico.

 

A circunstância de parte dos recursos investidos derivarem de fontes privadas não desobriga, de maneira alguma, os órgãos governamentais do dever de oferecerem à apreciação da sociedade uma prestação de contas de transparência solar. Até porque não se pode deixar de lado a marcante a participação do BNDES e de outros Bancos oficiais nos investimentos.

 

De outro lado, os dirigentes do Comitê Organizador do torneio necessitam, também, se conscientizarem de um indeclinável dever. A abertura, com urgência, dos debates a respeito do que poderá ser feito, tão logo concluídos os jogos, no sentido de impedir que alguns estádios se transformem em “elefantes brancos”. Ou seja, em afrontosos monumentos ao desperdício.

 

* O jornalista Cesar Vanucci (O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ) escreve para o Blog Viva Pernambuco semanalmente.

Zumbis invadem o Brasil em campanha contra o crackCom informações da Revista Exame
A Master Roma Waiteman criou uma campanha informativa sobre o crack para a Associação Parceria Contra Drogas (APCD) e Editora Aymará utilizando zumbis como mote.
Após inúmeras pesquisas do que havia sido feito no país e fora dele, a agência enxergou a falta de uma comunicação consistente, que apresentasse os problemas do crack para milhões de jovens e crianças que ainda não haviam experimentaram a droga.
“A campanha pensada pela agência procura informar numa linguagem apreciada por adolescentes, quais as armadilhas do crack, além de mostrar claramente a droga e ainda explica o mal que ela faz” conta Flavia Waiteman, sócio e VP de criação da Master Roma Waiteman.
No dia 22 de novembro, 60 salas de cinema da rede Cinemark em São Paulo, Brasília, Curitiba, Rio de Janeiro, Manaus e Salvador exibiram o trailer Zombie – A origem, que dá a entender ter sido rodado no Brasil.
Cerca de 100 mil pessoas assistiram ao trailer. Foram mais de 70 mil comentários no Twitter e outros milhares no Facebook e YouTube. A grande maioria partindo dos adolescentes, foco da campanha na expectativa do lançamento do filme. A peça também foi assunto dos principais blogs do país para o público-alvo, como o Não Salvo, Kefera, Superinteressante entre outros.
“O trailer sobre o primeiro filme de zumbis no Brasil deu inicio a uma campanha densa e consistente sobre o crack” relata Waiteman.
“Depois de chamarmos a atenção nas redes sociais apenas com o trailer de um minuto, lançamos o filme de sete minutos com os depoimentos que contam a origem do zombie no Brasil, que é o crack”, explica o criativo.
No dia 29 de novembro, o filme subiu para o canal do youtube onde antes estava hospedado o trailer. No roteiro, personagens caracterizados como zumbis contam histórias reais, retiradas de depoimentos verdadeiros de dependentes quimicos do crack. O filme figurou entre os 10 mais vistos do youtube no final de semana e na categoria Ativismo do canal ficou entre os 3 mais vistos do mundo. Em um final de semana os dois videos já somam 400 mil views, sem compra de mídia.
“Esperemos que esse conteúdo se propague pela rede por muito tempo. E em dois dias apenas ser capa no youtube, com 400 mil visualizações (sem dinheiro de mídia) mostra que o publico gostou do tema” comemora Waiteman.

 

A estratégia de mídia concentrou-se em Cinema, PR e Web.


Ficha Técnica
Cliente: APCD
Título: Zumbi – A Origem
VP/ Criação: Flavio Waiteman
Diretor de Criação: Tiago Frechiani, Hugo Barros
Redação: Erick Moneró, Fabio Nascimento
Diretor de Arte: Fabio Nascimento, Tiago Frechiani
Produção Gráfica: Felipe Lopes
Ilustrador: Guilherme Araújo
Manipulação 3D: Un Mariachi
Produção RTVC: Caio Baldini, Adriana Kordon, Tatiana Martins
Produtora de filme: O2 filmes
Produtora de audio: In Sonoris
Direção de Comercial: RodrigoMeirelles e Kiko Meirelles
VP/Planejamento: Marcelo Romanewicz
Web Design: Jimmy Nisgoski
Estrategia digital: IQ. Digital(Rica Grandi) Não Salvo (SID)
Atendimento: Patrik Shulze, Juliana Berthe, Juliana Cunha
Aprovação: Hiran Castello Branco, Luiz Roberto Ferreira Valente FIlho, Marylin Tatto, Isabel Lopes Figueira, Marcelo Arantes, Ana Paula Piccoli, Selma Costa
Cliente: APCD, Editora Aymará, Greenville.

Atores, esportistas e jornalistas pernambucanos participam da Campanha Natal Permanente da LBV — Jesus, o Pão Nosso de cada dia!, promovida pela Legião da Boa Vontade. A iniciativa visa entregar 900 toneladas de alimentos em cestas a mais de 50 mil famílias em situação de pobreza no Brasil. Cada cesta é composta de arroz, feijão, óleo, açúcar, leite em pó, macarrão, farinha de mandioca e de trigo, fubá, goiabada, gelatina, massa para bolo, extrato de tomate e sal.

Na produção deste trabalho, a LBV recebeu o apoio do fotógrafo Chico Barros e do maquiador Jailson Khalil e de várias personalidades como a pentatleta e medalhista olímpica Yane Marques; o zagueiro Alison, do Clube Náutico Capibaribe; os forrozeiros Cezzinha, Derico Alves e Pequeno; o DJ Fofão; o cantor Neo; os jornalistas Eduardo Moura, Thiago Raposo e Sérgio Dionízio; o radialista Rodrigo Collaço; o ator Petreson Eloy; o cantor Amarelinho do Cavaco, vocalista do grupo Recomeço; os integrantes do grupo Balanço Black; e o saxofonista Chuchu.

A nadadora Joanna Maranhão, medalhista pan-americana, destacou: “Participar da Campanha [da LBV] é uma vitória tão prazerosa quanto vencer nas piscinas. O Natal tem que ser permanente, porque Cristo nasce todos os dias. Só assim teremos um mundo melhor”.

As jogadoras de hóquei sobre patins Anny Fernandes e Marcela Couto, do Clube Náutico Capibaribe, também participaram da sessão fotográfica. “Sempre tive vontade em ajudar com ações solidárias. Amo as crianças e, quando recebi o convite da LBV, fiquei mais alegre ainda”, disse Marcela.

Outro atleta que vestiu a camiseta da Solidariedade foi o atacante André Dias que atua no Santa Cruz Futebol Clube: “Estou extremamente feliz em contribuir. ‘Doe vida, crie esperança e cultive o amor’, esse é o lema da minha vida”, destacou.

A banda Fina Tonelada também aderiu à campanha. “É importante compartilhar o que temos de melhor em nós. Estou honrado de estar com a LBV nessa mobilização”, comentou Mauricinho. Destaque também para outra presença. “Ajudar o próximo é o alimento para a alma, toca o coração quando vemos o sorriso verdadeiro de uma criança. E a LBV faz com que vejamos esses maravilhosos sorrisos. Somos fãs da Legião da Boa Vontade”, disse Nino, integrante do grupo Sem Razão.

A entrega em Pernambuco ocorrerá entre os dias 11 e 18 de dezembro. Os interessados em contribuir com doações para essa tradicional mobilização solidária podem ligar para o tel. (81) 3413.8600, acessar a página eletrônica www.lbv.org/natal ou dirigir-se a unidade de atendimento da LBV no Recife, localizada na Rua dos Coelhos, 219 – Coelhos – próximo ao Cais José Mariano.

 

Da EcoD

Em novembro, cadeirantes resolveram fazer um protesto inusitado em Lisboa, Portugal. Eles deram um castigo as pessoas que usam, irregularmente, as vagas de estacionamento destinadas a deficientes físicos e colocaram cadeiras de rodas localizadas no centro de vagas para carros em uma rua portuguesa.

A campanha usa a mesma filosofia de outras que circulam pela internet e ironiza a famosa desculpa de quem estaciona em vagas reservadas: “Fomos ali e não demoramos nada”.

No Brasil, há uma campanha que tenta conscientizar sobre a importância do respeito com os deficientes físicos em estacionamentos de Curitiba desde 2011, que também utilizou a ideia das cadeiras de rodas em vagas de carros.

A mobilização “Esta vaga não é sua nem por um minuto” é uma iniciativa da agência TheGetz e surgiu a partir de um incidente envolvendo a empresária Mirella Prosdócimo e uma motorista por causa do uso indevido das vagas exclusivas e o desrespeito com os cadeirantes.

Mirella, que é tetraplégica, viu uma mulher sem problemas físicos parar o carro na vaga exclusiva para deficientes e sugeriu que procurasse outra. A empresária foi ignorada pela motorista e pela gerência do supermercado, que afirmou que o problema deveria ser fiscalizado pelo Detran e não por eles.

“Precisamos conscientizar as pessoas que vagas especiais são para pessoas com necessidades especiais. Ajude a educar a população repassando esta campanha e dando o bom exemplo nas ruas”, dizem os responsáveis pela iniciativa no perfil oficial da campanha no Facebook.

Para quem apoia o projeto e deseja denunciar quem viola vaga para deficientes em estacionamento, o aplicativo Parking Mobility está disponível gratuitamente na App Store e viabiliza a geração de um relatório que pode ser enviado diretamente as autoridades. Os usuários devem enviar três fotos: uma com a placa do carro, uma da janela da frente e uma da vaga de estacionamento.

Assista ao vídeo da campanha:

Por Juliana Guarexick, da Envolverde

Cerca de 70% das mulheres no mundo sofrem algum tipo de violência no decorrer de sua vida, segundo dados da ONU. Estes números evidenciam que, apesar de estarmos no século 21, ainda sobressaem mentes retrógadas e machistas. A violência de gênero caracteriza-se não somente pela agressão física e sexual, mas também verbal, podendo causar danos emocionais e psicológicos à vítima e aos familiares.

Segundo estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), mulheres jovens são as principais vítimas, e as agressões ocorrem principalmente na rua, com 31%, contra 29% em domicílio e 25% em hospital ou outro estabelecimento de saúde. No Brasil, estima-se que, entre 2009 e 2011, o país registrou 16,9 mil mortes de mulheres por conflito de gênero, ou feminicídios, quando há morte de mulheres em razão de seu sexo.

Sobre este assunto o Dr. Angelo Carbone, advogado especialista em defesa da mulher e da criança, lança o Manual de Sobrevivência da Mulher, baseado em casos já vivenciados em seu escritório. Distribuído gratuitamente, o guia não só orienta as mulheres, mas também todos os que sofrem com agressões que se enquadram, ou não, na Lei Maria da Penha, como crianças, idosos e gays.

Em sua segunda edição, agora mais completa, o manual dá diretrizes claras e mostra que a busca pelos direitos pode ser menos burocrática do que se imagina. “As mulheres podem se defender sem necessidade de um advogado particular”, enfatiza Carbone. Ele explica que a vítima pode buscar ajuda na delegacia do bairro, na delegacia da mulher ou em um fórum mais próximo.

Lei Maria da Penha

Desde 2006, existe uma ferramenta jurídica que cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher. É a Lei Maria da Penha, em reconhecimento a esta farmacêutica maltratada por seu marido, que tentou assassiná-la duas vezes em 1983, a primeira com disparos que a deixaram paraplégica.

“A lei foi feita para hoje e para o futuro. É uma lei visionária. Antigamente o filho presenciava o pai bater na mãe, e depois batia em sua própria esposa. Hoje, os filhos veem os pais agredirem a mãe, verbal ou fisicamente, e presenciam o agressor responder pelo crime, às vezes até ser preso”, complementa o Dr. Ângelo.

É preciso muito mais

“Aqui no escritório tenho dois casos: um marido que matou a mulher com uma facada certeira no coração enquanto ela cozinhava, e outra jovem que foi morta na frente dos pais no dia do seu aniversário. Os dois assassinos ainda estão soltos”, relata Carbone.

Apesar dos avanços, casos gravíssimos se repetem diariamente. A sociedade espera passos mais largos e certeiros. “A lei precisa ser difundida nos confins do Amazonas, nas tribos indígenas, por exemplo. Ainda há muitas mulheres que apanham e são mortas por nada”, completa ele.

A cada ano, entre 25 de novembro e 10 de dezembro, a comunidade internacional e as organizações de defesa dos direitos das mulheres realizam 16 dias de Ativismo Contra a Violência Dirigida às Mulheres. Esforços conjuntos como esse são sempre bem-vindos quando se busca combater um problema dessa proporção.

“Existe apenas uma verdade universal, aplicável a todos os países, culturas e comunidades: a violência contra as mulheres nunca é aceitável, nunca é perdoável, nunca é tolerável”, reforça o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon. Quando a briga entre marido e mulher viola os direitos humanos, é preciso que todos metam a colher.

Do Ciclo Vivo

 

O Natal se aproxima e todos já estão enfeitando suas casas. Para te ajudar, o CicloVivo separou dez passo a passos do site Madame Criativa, que de maneira única e com muito bom gosto, reutilizam materiais na decoração natalina.

As autoras do site, que são mãe e filha, acreditam que baixo custo não significa mau gosto e reciclagem não significa pobreza. “Reaproveitar materiais significa inteligência e consciência ambiental. E se a reciclagem for feita com capricho e bom gosto, qualquer projeto pode ficar elegante e chique”, diz Bianca Barreto, que é Artista Plástica e Fotógrafa. Confira as dicas que separamos:

1 – Árvore feita com revista dobrada

A beleza pode estar na simplicidade e esta decoração natalina feita com revista dobrada e pintada com tinta spray é a prova disso. Para fazer a árvore basta retirar a capa e fazer uma dobradura. Depois é só decorar como quiser. Confira aqui o passo a passo completo.

2 – Estrela 3D em papel

A estrela de papel dá um efeito muito legal para a decoração natalina. Com uma folha de papel é possível dar volume a uma estrela. Você pode tanto fazer várias estrelas pequenas para substituir as tradicionais bolas, como fazer uma grande para o topo da árvore. Veja aqui o passo a passo.

3 – Anjinho de rolha

O anjinho feito com rolha pode ser feito até mesmo por quem não tem familiaridade com artesanato e todo o material pode ser encontrado em casa. Você vai precisar de uma rolha e um arame de pedaços de papel alumínio, papel branco ou papel laminado e uma tirinha de renda ou outro tecido. Clique aqui para ver o passo a passo.

4 – Pendentes em papel

Este passo a passo é feito apenas com um quadrado de papel, alguns cortes e um pouco de cola. Você pode abusar da criatividade na escolha dos papéis e das cores para fazer os pendentes. Veja aqui como é simples de fazer.

5 – Duendes de rolo de papel higiênico

Utilizando papelão de rolo de papel higiênico e feltro você pode criar belos duendes de Natal. Crianças podem ajudar nessa decoração, já que eles são muito fáceis de se fazer. Confira aqui o passo a passo.

6 – Festão de pipoca

Se você já enjoou dos seus enfeites natalinos e não quer investir em enfeites novos, inove com um festão baratinho e criativo. Esta é uma ideia muito simples e antiga que mexe com a imaginação da criançada. Veja aqui como fazer.

7 – Porta velas de garrafa

Este porta velas feito com garrafa de vidro fica muito elegante e ainda tem a vantagem de não apagar com o vento. Para fazer a pintura com bolinhas, você pode usar adesivos e tinta spray. Clique aqui para o passo a passo.

8 – Ouriços de palito

Esta decoração natalina é para quem curte o estilo “clean”. Os ouriços são feitos com palitos espetados em um pedaço de sabão. As peças tem glitter prateado no centro para dar brilho e mantém as pontas com madeira aparente. Saiba como fazer aqui.

9 – Flocos de neve de papel

Este é outro tipo de artesanato ideal para fazer com a criançada. Os flocos de neve de papel possuem um desenho único que só é revelado quando ele é desdobrado. Os recortes criam lindas mandalas decorativas. Acesse aqui o passo a passo.

10 – Lanternas com potes de vidro

O porta velas feito com potes de vidro é um objeto decorativo muito singelo, porém encantador. Você vai precisar de potes de vidro, papel, fita de tecido e arame. Veja aqui o passo a passo.

 

Clique aqui para ver outras 10 dicas de decorações natalinas sustentáveis.

Segunda, 25 Novembro 2013 17:55

“Jovem é quem caminha com a ideia”

Por Thaís Herrero, da Página 22

“Baseado em minha experiência clínica de mais de 45 anos, constatei que as pessoas reagem de forma diferente às crises. Alguns caminham com a ideia, outros se mantêm estruturadas. Quem caminha com a ideia eu chamo de jovem, sem critério de idade. Tenho 79 anos e me considero muito jovem, estou desestruturando tudo para reestruturar. Quem é estruturado eu chamo de velho, também sem critério de idade. Conheço tantos velhos de 30 anos que já chegaram à verdade final e não têm mais dúvidas, não querem mudar nada no seu relacionamento afetivo, na profissão.”

O texto acima foi escrito por Paulo Gaudencio, médico psiquiatra, em sua página do Facebook em 2 de outubro. Aproveitando o ensejo da reportagem “Telefone sem fio”, fomos entrevistá-lo para saber mais sobre as relações intergeracionais e a juventude sem idade.

Atualmente, Gaudencio atende e uma clínica em Pinheiros, na cidade de São Paulo. Quarenta e quatro anos atrás, no entanto, atendia todo o Brasil. Ele foi apresentador do programa “Jovem Urgente” da TV Cultura. Era uma espécie de terapia em grupo em que jovens presentes na plateia discutiam suas preocupações do momento. Gaudencio ficava em uma cadeira giratória bem no meio do palco circular.

Foram temas as liberdades femininas, relações familiares, religião e até desenvolvimento sexual. Esse último desagradou o governo militar que o tirou do ar alegando que se tratava de um programa sobre sexualidade, como conta o ex-apresentador em seu blog.

O contato próximo com a juventude permitiu que Gaudencio desenvolvesse um olhar crítico sobre as mudanças que aconteceram desde aqueles tempos. A família e sociedade dos anos 1960 eram diferentes desse início de século XXI. Em entrevista a PÁGINA22, ele se lembra que, naquela época, as mulheres ainda tinham como função a educação dos filhos e o cuidado com a casa. Aos poucos, o cenário se transformou e, hoje, devido à maior liberdade para elas e à entrada maciça no mercado de trabalho, os homens também mudaram seu papel da família.

“Agora, os homens têm mais interesse pelos filhos. Como a mulher também trabalha fora, não é mais a única responsável pela educação deles”, diz. O resultado disso, para ele, foi uma possibilidade de pais e filhos mais próximos. “Quando eu era criança, a relação com pai e mãe era muito hierárquica e distante”, lembra

Para o médico psiquiatra, essa possibilidade de abertura não isenta os conflitos de diálogo entre quem nasceu e viveu em épocas diferentes. Ele acredita que os pais até tentam entender seus filhos, mas no fundo, bem no fundo, muitas vezes continuam com as mesmas ideias. “A psicologia oriental fala muito sobre a necessidade de mudar as ideias no coração, mais do que na cabeça. Por isso, acho que as gerações mais velhas não conseguem mudar muito”, reflete.

Gaudencio, no entanto, não é de todo pessimista. Retomando seu texto do Facebook, explica mais sobre o que é “ser jovem” em sua opinião. “Jovem é aquele que está sempre buscando uma verdade final, sem parar. Quando a gente chega a um ponto, as ‘verdades do mundo’ caminham, mudam. E o jovem também caminha e se renova”.

Parte da juventude que Gaudencio tem dentro de si fez com que ele mantivesse seu site, blog e Facebook ativos. Como não tem afinidade com os sistemas de publicação e com o computador, escreve tudo no papel para que a secretária transcreva. “E peço sempre a ajuda do filho da vizinha para consertar minha internet”, diz entre risos.

Sobre como os jovens deveriam se comportar sobre as gerações mais maduras, é enfático: “Os mais velhos têm sabedorias e experiências que são exatamente o que os jovens devem querer alcançar”.

“Jovem é quem caminha com a ideia”  

Thaís Herrero, da Página 22

“Baseado em minha experiência clínica de mais de 45 anos, constatei que as pessoas reagem de forma diferente às crises. Alguns caminham com a ideia, outros se mantêm estruturadas. Quem caminha com a ideia eu chamo de jovem, sem critério de idade. Tenho 79 anos e me considero muito jovem, estou desestruturando tudo para reestruturar. Quem é estruturado eu chamo de velho, também sem critério de idade. Conheço tantos velhos de 30 anos que já chegaram à verdade final e não têm mais dúvidas, não querem mudar nada no seu relacionamento afetivo, na profissão.”

O texto acima foi escrito por Paulo Gaudencio, médico psiquiatra, em sua página do Facebook em 2 de outubro. Aproveitando o ensejo da reportagem “Telefone sem fio”, fomos entrevistá-lo para saber mais sobre as relações intergeracionais e a juventude sem idade.

Atualmente, Gaudencio atende e uma clínica em Pinheiros, na cidade de São Paulo. Quarenta e quatro anos atrás, no entanto, atendia todo o Brasil. Ele foi apresentador do programa “Jovem Urgente” da TV Cultura. Era uma espécie de terapia em grupo em que jovens presentes na plateia discutiam suas preocupações do momento. Gaudencio ficava em uma cadeira giratória bem no meio do palco circular.

Foram temas as liberdades femininas, relações familiares, religião e até desenvolvimento sexual. Esse último desagradou o governo militar que o tirou do ar alegando que se tratava de um programa sobre sexualidade, como conta o ex-apresentador em seu blog.

O contato próximo com a juventude permitiu que Gaudencio desenvolvesse um olhar crítico sobre as mudanças que aconteceram desde aqueles tempos. A família e sociedade dos anos 1960 eram diferentes desse início de século XXI. Em entrevista a PÁGINA22, ele se lembra que, naquela época, as mulheres ainda tinham como função a educação dos filhos e o cuidado com a casa. Aos poucos, o cenário se transformou e, hoje, devido à maior liberdade para elas e à entrada maciça no mercado de trabalho, os homens também mudaram seu papel da família.

“Agora, os homens têm mais interesse pelos filhos. Como a mulher também trabalha fora, não é mais a única responsável pela educação deles”, diz. O resultado disso, para ele, foi uma possibilidade de pais e filhos mais próximos. “Quando eu era criança, a relação com pai e mãe era muito hierárquica e distante”, lembra

Para o médico psiquiatra, essa possibilidade de abertura não isenta os conflitos de diálogo entre quem nasceu e viveu em épocas diferentes. Ele acredita que os pais até tentam entender seus filhos, mas no fundo, bem no fundo, muitas vezes continuam com as mesmas ideias. “A psicologia oriental fala muito sobre a necessidade de mudar as ideias no coração, mais do que na cabeça. Por isso, acho que as gerações mais velhas não conseguem mudar muito”, reflete.

Gaudencio, no entanto, não é de todo pessimista. Retomando seu texto do Facebook, explica mais sobre o que é “ser jovem” em sua opinião. “Jovem é aquele que está sempre buscando uma verdade final, sem parar. Quando a gente chega a um ponto, as ‘verdades do mundo’ caminham, mudam. E o jovem também caminha e se renova”.

Parte da juventude que Gaudencio tem dentro de si fez com que ele mantivesse seu site, blog e Facebook ativos. Como não tem afinidade com os sistemas de publicação e com o computador, escreve tudo no papel para que a secretária transcreva. “E peço sempre a ajuda do filho da vizinha para consertar minha internet”, diz entre risos.

Sobre como os jovens deveriam se comportar sobre as gerações mais maduras, é enfático: “Os mais velhos têm sabedorias e experiências que são exatamente o que os jovens devem querer alcançar”.

Segunda, 25 Novembro 2013 17:47

E se fosse por aqui?

Por Cesar Vanucci *

 

 “Quem não tem cão, caça com gato.”

(Provérbio popular)

 

Talqualmente o Brasil, os Estados Unidos defrontam-se neste momento com o problema da escassez de médicos. Segundo estimativas oficiais, mais de 50 milhões de americanos residem em regiões com acesso insatisfatório a assistência medica. Assim postas as coisas, as autoridades estadunidenses deliberaram colocar em execução, por meio de atos legislativos, um plano emergencial de atendimento à saúde com características – indispensável frisar - revolucionárias.

Foi expedida autorização a enfermeiros, pós-graduados em saúde, a realizarem procedimentos médicos. Fazerem consultas de rotina, diagnósticos básicos, prescrição de remédios e acompanhamento de doenças crônicas, nas vastas extensões territoriais desprovidas da presença de médicos. A decisão, está visto, responde pragmaticamente a uma demanda importante de cunho social. Aplicou-se ao caso aquele famoso axioma de que quem não tem cão, caça com gato...

Com o olhar fixado nas reações suscitadas nalguns redutos pela implantação do programa “Mais médicos para o Brasil”, andei inquirindo os botões de meu pijama sobre como seria recebida entre nós uma medida do Ministério da Saúde nesses mesmos termos? O que seria dito a respeito em editoriais da grande mídia? E em manifestações dos Conselhos médicos? Nos discursos de porta-vozes políticos da oposição, ou por pessoas que, volta e meia, acusam o governo federal de atos estatizantes e populistas, mas que costumeiramente alardeiam a ideia de que aquilo que é bom para os Estados Unidos é bom também para o Brasil? Hein?

Seja a informação provinda dos Estados Unidos acrescida de outro relevante dado. A inédita medida governamental não provocou reações inflamadas, apesar da constatação de que correntes poderosas da opinião pública no país, pertencentes sobretudo a facções do Partido Republicano, antepõem-se à ideia da universalização dos serviços públicos de saúde, nos moldes vigentes aqui no Brasil.

 

• Não me espantará nem um tiquinho se, de repente, guarnecido de informações confiáveis, algum órgão levante a suspeita de que as denúncias contra a brasileira Embraer, divulgadas em publicações estrangeiras, têm como motivação principal a circunstância de a indústria aeronáutica norte-americana haver ficado de fora nas cogitações de compra de caças para a FAB. Como se recorda, a hipótese do fornecimento dos aparelhos vir a ser feito pela Boeing, na disputa pela conquista da encomenda com fabricantes francês, sueco e russo, passou a ser descartada por Brasília a partir da comprovação da existência do esquema de arapongagem eletrônica, montado por agências norte-americanas contra os interesses políticos e econômicos brasileiros. É bom também registrar, de outra parte, que a empresa brasileira, terceira maior fabricante de aeronaves do mundo, com unidades operacionais, além do Brasil, em outros cinco países, presença marcante nos mercados da aviação regional em todos os continentes, vem sendo alvejada ao longo de uma trajetória vitoriosa não poucas vezes por concorrentes preocupados com sua sempre crescente expansão.

O jornalista Cesar Vanucci (O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ) escreve para o Blog Viva Pernambuco semanalmente.

A partir desta terça-feira, 26 de novembro, Olinda passa a contar com um novo modelo de lixeira. A Secretaria de Serviços Públicos começa a instalar, pelo Varadouro, novos coletores inspirados no padrão parisiense. As lixeiras têm estrutura de ferro galvanizado, ou seja, não enferrujam e são chumbadas ao chão. A adoção deste modelo foi realizada com o objetivo de evitar roubos e vandalismo, o que vinha ocorrendo com os equipamentos de plástico, usados convencionalmente.

Cada lixeira possui 40 cm de profundidade. Sacos plásticos serão acoplados a estrutura de ferro, o que irá facilitar o recolhimento dos resíduos pelos agentes da limpeza urbana. Neste primeiro momento, em nível de experiência, será implantado um total de 80 unidades, nos seguintes bairros: Varadouro, Carmo, Bairro Novo e Casa Caiada. Entretanto, se os objetivos da adoção deste novo modelo forem atingidos, a meta da Secretaria de Serviços Públicos é distribuir pela cidade 500 novas lixeiras até abril do próximo ano.

Manoel Sátiro, Secretário de Serviços Públicos, afirmou o seguinte: “estamos preparando a cidade para a implantação do sistema de multas para quem joga lixo na rua, que pretendemos colocar em vigor já partir do próximo ano”. As novas lixeiras são cerca de 20% mais baratas que as de plástico e possuem maior resistência e durabilidade.

Além das lixeiras, mas duas caixas estacionárias, vulgarmente chamadas de coletoras, foram colocadas em pontos críticos da PE-15, ou seja, locais em que a população costuma jogar lixo indevidamente. Agora a cidade conta 22 dessas caixas, que têm capacidade de 5.000 litros, porém, até março de 2014 a Secretaria de Serviços públicos pretende instalar mais 10 unidades do equipamento.

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