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Linha Editorial

  • "Mídia Construtiva é também lançar o olhar crítico sobre problemas, apontar falhas, denunciar. Contribuindo para a corrente que tenta transformar o negativo em positivo."

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Sábado, 01 Maio 2010 18:31

Corrida para onde? Sexta-feira

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Por Eduardo Shor, da Página 22

Sexta-feira, seis e meia da tarde, hora de deixar o escritório. De acordo com uma pesquisa realizada entre agosto e setembro de 2009, pelo Movimento Nossa São Paulo, em parceria com o Ibope, o paulistano gasta 2 horas e 43 minutos no trânsito, todo dia. Isso inclui a ida ao trabalho e a volta, bem como o que se despende no trajeto para compras ou diversão. É parte do que o professor Ladislau Dowbor, da PUC-SP, considera como tempo social, dedicado às tarefas necessárias para cuidarmos da vida dentro e fora do trabalho.

No livro Democracia Econômica, Dowbor calcula o valor desse tempo. Tirando o tempo de uso individual, como sono e convívio familiar em casa, suponha que o tempo social seja de 12 horas diárias. São 60 horas por semana. Em 52 semanas (daí subtraem-se quatro, de férias), o resultado é de 2.880 horas “comerciais” no ano. Ao se considerar um PIB de US$ 700 bilhões, para uma população de 180 milhões, tem-se PIB per capita de US$ 3.900.

O PIB per capita dividido pelas 2.880 horas dá US$ 1,35/ hora, o valor de sua hora “ativa”. “Digamos que uma rede ampla de metrô economizasse meia hora do tempo médio de deslocamento do paulistano economicamente ativo, cerca de 5 milhões de pessoas. Seriam 2,5 milhões de horas economizadas por dia, o que multiplicado por US$ 1,35 significaria uma economia diária da ordem de US$ 3,4 milhões. Isto por sua vez implica que cada 30 dias pagariam a ampliação de um quilômetro deste meio de transporte”, escreve o professor.

Dowbor cita também estatísticas de que cada 10 minutos a mais gastos no tempo diário de transporte individual para o trabalho reduzem o envolvimento comunitário em 10% – “menos participação em reuniões públicas”, por exemplo.

Sábado, 01 Maio 2010 18:26

Corrida para onde? Quinta-feira

Escrito por

Por Eduardo Shor, da Página 22

Quinta-feira, meio-dia e quarenta, você encontra espaço na agenda para almoçar. Procura, na empresa, um colega para dividir a mesa. José Carlos, do Financeiro, está no telefone. Renata, da Controladoria, em reunião. Fátima, da área de Recursos Humanos, entrevistando um candidato a estagiário. Todos ocupados. Resta-lhe ir sozinho ao restaurante. Na TV do estabelecimento, uma reportagem sobre redução de jornada de trabalho.

Não sem polêmicas entre patrões e empregados, os franceses puseram em prática uma lei que estabeleceu jornada de 35 horas semanais, em 1998, no governo socialista do então primeiroministro Lionel Jospin. Dez anos depois, Nicolas Sarkozy considerou a lei como “catástrofe generalizada para a economia francesa”. E a França aprovou uma novidade. A legislação atual mantém as 35 horas, mas permite a cada organização incrementar o tempo de trabalho, desde que isso seja feito mediante acordo dos empresários com os sindicatos.

Na sociedade brasileira, enquanto uma parte da população não encontra tempo para realizar algo além de trabalho, outros milhões de pessoas estão desempregadas. Em vez de privilégio, o ócio vira preocupação. “Há um desequilíbrio na repartição do tempo de serviço. Enquanto 45% dos trabalhadores têm jornadas superiores a 44 horas semanais, que crescem com horas extras, outra parte fica parada”, aponta Marcio Pochmann, presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Hoje, discute-se no Brasil a redução da jornada de 44 para 40 horas semanais, com aumento do custo da hora extra, de 50% para 75%, e sem diminuição dos salários. Uma das apostas dos trabalhadores é que, em vez de pagar hora extra, as companhias abririam novas vagas.

Segundo dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), dessa maneira um milhão de postos de trabalho poderiam surgir, dentro do total de 2,5 milhões de oportunidades que a redução da jornada criaria. Ainda de acordo com o Dieese, com a aprovação da lei trabalhista, o custo total da produção industrial aumentaria apenas 1,99%. No debate, há empresários que não preveem aumento do número de empregos nem aumento baixo de custos.

Independente dos argumentos contra ou a favor de soluções criadas para reduzir os índices de desemprego, o sociólogo Rafael Osório, pesquisador do Ipea, lembra que a definição das 8 horas de trabalho, 8 horas de descanso e 8 horas de lazer vem de uma época em que a própria inserção das mulheres no mercado de trabalho era diferente. “Quando mais mulheres entram no mercado, a oferta de tempo que a classe de trabalhadores tem a oferecer à empresa aumenta, mas o tempo disponível para o cuidado com o lar diminui”, ressalta.

Assim, há uma tendência de aumentar a participação masculina na realização de tarefas caseiras, embora ainda ocorra aí um desequilíbrio.

Rafael é um dos autores de um estudo sobre o tempo dedicado por homens e mulheres ao trabalho doméstico, não remunerado; e ao trabalho fora de casa, que garante o salário do empregado. A análise considerou o caso da Bolívia, onde, com base nos números da pesquisa, as mulheres tendem a ter uma jornada, no lar e no local de trabalho somadas, mais de três vezes maior do que a dos homens. A questão existe em outros países, em menor ou maior grau, sendo influenciada, fortemente, pela cultura de cada um.

Em nações do Norte da Europa, o Estado provê serviços eficientes, como creches, que facilitam a vida dos pais. No Brasil, os casais de classe média e alta “compram o tempo” dos empregados domésticos, na maioria mulheres, para o cuidado com a prole. “Há empregados domésticos que também têm filhos pequenos, mas, sem orçamento, precisam se virar para deixá-los com alguém e ir para o trabalho. Eles não têm nem tempo de buscar o filho na escola, na hora do almoço. Por isso, a escola de tempo integral é importante”, analisa o sociólogo.

As tarefas divididas pelos donos da casa e os empregados domésticos são mais importantes do que podem parecer. Por exemplo, a cultura da valorização do estudo e do trabalho, para o alcance do crescimento pessoal e profissional, é disseminada na escola; porém, principalmente, no lar.

A formação do futuro trabalhador, o sustento da mão de obra que chega diariamente às estações de trabalho e o bem-estar do ser humano são providos, em grande parte, pelo esforço realizado em casa. Atividades como ajudar na lição que os filhos trazem do colégio, preparar o jantar, passar roupa, limpar o quarto. Atualmente, essas tarefas não são somadas ao PIB. “Há correntes que buscam quantificar essas ações. Verificar quanto custaria lavar roupa durante quatro horas, na semana. Por que a gente não inclui no cálculo a produtividade doméstica, se ela também gera valor?”, questiona Rafael.

Sábado, 01 Maio 2010 18:23

Corrida para onde? Quarta-feira

Escrito por

Por Eduardo Shor, da Página 22

Quarta-feira, às 11 da noite, portaria do prédio do seu escritório. Na roda de conversa entre amigos que se encontraram por ali, é vergonha dizer que trabalhou menos. Ganha conceito alto no grupo aquele que não teve tempo para almoçar. Admite-se, no máximo, um sanduíche. Mesmo assim, lá pelas 4 da tarde. Nada de sair do escritório às 6, depois de 8 horas de jornada. Amigo digno de respeito saiu às 9, 10 da noite. E haja cafezinho.

A tecnologia agilizou processos na indústria, permitiu avanços na medicina, facilitou a comunicação das pessoas, entre diversos benefícios. No entanto, a expectativa de que o tempo economizado na realização das tarefas se refletisse em menos trabalho não surtiu efeito. Essas horas foram preenchidas com mais trabalho, exigindo maior esforço do ser humano.

Além disso, o desenvolvimento trouxe laptops, telefones celulares, internet sem fio. Recursos que permitem ao trabalhador estar conectado a seus afazeres 24 horas. Assim, ele passou a ter ainda menos tempo “livre”.

Na França, houve gente se matando de tanto trabalhar. Entre fevereiro de 2008 e outubro de 2009, a France Telecom anunciou suicídio de 25 empregados. Os sindicatos do país culparam as condições de trabalho oferecidas e a reestruturação da companhia, que levou à saída de 22 mil funcionários entre 2006 e 2008. Diante do quadro, o governo de Nicolas Sarkozy obrigou empresas com mais de mil empregados a ter planos de combate ao estresse.

A tampa do vaso sanitário

Como destaca o professor Ladislau Dowbor, da Pós-Graduação em Economia e Administração da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), participamos de uma “corrida global de ratos”.

A mentalidade competitiva faz um correr na frente do outro, sem se importar com quem ficou para trás. “A necessidade de produzir e consumir mais leva ao endeusamento da competição e ao individualismo. Todavia, nos EUA, existem pesquisas indicando que, depois de o valor do PIB alcançar certo nível, a percepção de satisfação com a vida permanece inalterada, ou declina”, diz.

Um dos antídotos, segundo ele, é a evolução para uma sociedade colaborativa, em que o conhecimento vale mais que os bens materiais. Exemplo: “Se eu tiro um bem material de alguém, ele fica sem. Se eu tiro conhecimento, essa pessoa continua com ele e nós dois juntos geramos mais conhecimento ainda”. É uma relação de colaboração, que a sociedade moderna, apegada ao modelo mental competitivo, ainda precisa desenvolver.

Dowbor conta que há algum tempo foi comprar uma tampa de vaso sanitário e se deparou com 586 modelos diferentes, na loja. E acrescenta o exemplo de incontáveis modelos de carro, como poderia usar o de roupas, calçados ou geladeiras. “Você não tem mais consumo pela utilidade, mas pela construção de outros tipos de valores. Eu não preciso escolher entre 586 modelos de tampa de privada”, avalia.

O excesso de consumo e produção vem levando não apenas ao desgaste do ser humano, com seu tempo perdido em tantas escolhas inúteis, mas ao esgotamento dos recursos do mundo. Aumento nos casos de doenças do coração, problemas gástricos e depressão. Desequilíbrio climático, poluição generalizada, ex-tinção acelerada de espécies. Um cenário que nos leva a pensar em alternativas que permitam continuar viáveis a vida e o bemestar da humanidade.

No livro The Overworked American: the unexpected decline of leisure (na tradução, algo como “O Americano Sobrecarregado: o inesperado declínio do lazer), de 1992, a professora do departamento de Sociologia da Boston College Juliet Schor observa que, entre 1948 e os primeiros anos da década de 1990, o nível de produtividade do trabalhador americano mais do que dobrou. Em suas palavras, “poderíamos agora alcançar nosso padrão de vida de 1948 (medido em bens e serviços comercializados) em menos da metade do tempo usado naquele ano. Poderíamos ter escolhido a jornada de quatro horas. Ou um ano de trabalho que durasse seis meses”.

Sábado, 01 Maio 2010 18:14

Corrida para onde? Terça-feira

Escrito por

Por Eduardo Shor, da Página 22

Terça-feira, às oito e meia, em vez de bater bola na praia, bateu ponto mais cedo no escritório. Trocou o mergulho na piscina do clube pelo mergulho no software de gestão que a companhia acabara de instalar.

O bate-papo no café da manhã, ao lado da família, deu vez à lista de argumentos com objetivo de sua equipe realizar melhores vendas. A viagem ao interior para visitar os avós no feriado foi adiada, pois era preciso dar prioridade à visita ao cliente. Você concluiu e anotou no bloco de rascunhos que trabalhar é necessário e saudável, contanto que os pesos do trabalho e do lazer estejam equilibrados.

Com razão. Dizer que alguém trabalhou 12 ou 14 horas em um dia é quase retroceder ao começo da Revolução Industrial, no século XIX. É grave se imaginarmos um estudante que passe quatro horas na faculdade, oito no escritório e outras quatro em trânsito. O que lhe sobra para o resto?

“O trabalho tornou-se referência central na vida do indivíduo e da sociedade. Tudo se converte em tarefa. O filme que seria assistido para enriquecimento pessoal ou pura admiração da arte é deixado de lado. Acaba substituído, muitas vezes, por uma obra que melhore o rendimento no emprego e tenha aplicação no trabalho”, explica Scarlett Marton, professora titular de Filosofia Contemporânea da Universidade de São Paulo (USP).

Na Grécia Antiga, o ócio era mais valorizado do que as atividades manuais. Trabalhar era tarefa, principalmente, destinada aos escravos. O trabalho apenas começou a ganhar algum lugar de expressão na vida social a partir do século XVII, com a expansão marítima e os grandes descobrimentos. Posteriormente, foi valorizado também na época da ascensão da burguesia, no contexto da Revolução Francesa.

Daí em diante, ele passou a ser avaliado como fator de progresso. O ser humano se viu como dominador da natureza. E o esforço foi uma das formas de ampliar suas conquistas. Hoje, existe a figura do workaholic, o indivíduo viciado em trabalho, que pensa em suas tarefas, na carreira, na performance e na eficiência o tempo todo.

Homens e mulheres poderiam ter feito outra opção. No lugar da sociedade do consumo, a sociedade da abundância, na qual se preserva e economiza mais do que se destrói e gasta. Mas isso não ocorreu. Trabalhamos cada vez mais, porque é fundamental ter cada vez mais. Por comprarmos itens além do necessário, precisamos aumentar a produção sempre.

Quando as pessoas entram na lógica do consumo, elas perdem a figura do “ser humano integral”, aquele que decide o que quer sem se atrelar ao último modelo de carro, à grife mais famosa, aos apelos do marketing e da propaganda. “Corremos o risco de perder o cidadão com interesses diversificados. O que tem desejo por conhecer a si mesmo, o mundo. O que tem vontade de estabelecer relações com os outros pelo simples desejo de se relacionar ou fazer amizades”, afirma Scarlett.

Segundo a professora, outra consequência do posicionamento hegemônico que o trabalho assumiu na vida das pessoas se traduz por determinadas estratégias de networking*. Dessa forma, tendo que escolher número reduzido de convidados, ao promover uma festa em casa, os anfitriões passam a excluir amigos ou conhecidos da lista, privilegiando pessoas ligadas a seu meio que podem lhes oferecer melhores oportunidades de emprego no futuro.

*A manutenção de contatos que podem, em algum momento da vida, facilitar uma melhor colocação do profissional no mercado de trabalho.

Sábado, 01 Maio 2010 18:11

Corrida para onde? Segunda-feira

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Neste 1º de maio, dia do Trabalho, poderíamos publicar um texto exaltando o trabalho e o trabalhador, divulgando programações festivas, mas resolvemos fazer diferente. Navegando pela página do Mercado Ético (www.mercadoetico.org.br) encontramos publicado um texto de Eduardo Shor, da Página 22, que serve de reflexão para muito de nós. Ele fala da rotina atribulada de trabalho, que faz com que a gente, muitas vezes, esqueça de compromissos com a família, com nós mesmos, e com quem deveríamos prestar um pouco mais de atenção. Shor pontua o texto com reflexões pontuadas entre segunda e sexta-feira. Vale a pena conferir o texto, intitulado: “Corrida para onde?”.

Por Eduardo Shor, da Página 22

Segunda-feira, às 9 da manhã, no escritório. Você torce para os cinco dias seguintes passarem voando, até que possa respirar sábado e domingo. Olha o calendário. Às vezes, olhar o calendário é calcular. Durante o ano, são 52 semanas, menos as quatro de férias. O resultado final é um indivíduo 48 semanas apressado. Cada tarefa riscada na agenda significa o surgimento súbito e inexplicável de outras duas, três, quatro. O monitor do computador está lotado de post-its amarelos. A sua testa franzida estaria livre para colar mais um, não fosse ali já anunciado pelas rugas: ocupado. Quem dá conta?

As crianças cresceram logo, parece que os Beatles lançaram o primeiro álbum há 15 dias e você se lembra do impeachment do ex-presidente Fernando Collor como se fosse ontem. Além disso, chega dezembro e comenta com o pessoal: “Nossa, mas o ano passou tão rápido”. Também, pudera. São 240 dias querendo que a vida corra*, contra 96, a todo custo, tentando pisar no freio; aproveitar, enfim, a tranquilidade.

*Há também o caso dos autônomos, que apostam uma corrida contra o relógio, a fim de conseguirem entregar o produto ou o serviço a tempo. O trabalho engole sábados, domingos, feriados. Férias? Que férias?

Nas pouco mais de duas centenas de dias chamados úteis, em boa parte das horas, a última coisa que você fez foi algo que, de fato, desejaria fazer. Não ofereceu a atenção que os amigos e a família mereciam. No mais, realizou tarefas um tanto estressantes que nem sempre contribuíram para a qualidade de vida ou o bem-estar.

O Ministério da Cultura vai investir R$ 30,6 milhões em 300 bibliotecas públicas brasileiras para a modernização dos equipamentos, a construção dos espaços em distritos, bairros periféricos ou zonas rurais e a adequação do local, acervo, programação e atendimento às pessoas portadoras de deficiência.

Prefeituras municipais e governos de Estados podem apresentar seus projetos, pleiteando uma verba que varia de R$ 85 mil a R$ 115 mil, por meio do Edital Mais Cultura de Apoio às Bibliotecas Públicas. As inscrições encerram-se em 15 de junho.

O edital é mais uma das ações do MinC visando a democratização do acesso ao livro e o fortalecimento do sistema de bibliotecas públicas do país. Entre 2003 e 2009, o MinC investiu mais de R$ 286 milhões em políticas públicas de incentivo à leitura e acesso ao livro.

O aporte de recursos no setor saltou de R$ 6 milhões, em 2003, para R$ 95 milhões em 2009, por meio do Mais Cultura – crescimento superior a 1.500%. Neste período, foram implantadas mais de 1.200 bibliotecas públicas municipais e modernizadas 509.

Desde o final de 2007, com a instituição do Programa, as ações de livro e leitura foram impulsionadas dentro do MinC. Apenas no período de 2009 e 2010 o programa está investindo R$ 156,6 milhões, mais a contrapartida dos estados e municípios de R$ 34 milhões, em ações para o livro e leitura.

Para este ano, além do Edital Mais Cultura de Apoio às Bibliotecas Públicas estão previstos R$ 21 milhões para a implantação de 420 bibliotecas e R$ 8,5 milhões para modernização de 250 bibliotecas em cidades com até 20 mil habitantes. Até o fim do ano serão investidos mais R$ 14,3 milhões em equipamentos de grande porte e bibliotecas onde funcionam as coordenações estaduais do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas (SNBP).

Estão contempladas neste recurso: a Biblioteca de Cruzeiro do Sul (2ª parcela); Biblioteca Digital Latinoamericana, no Pará; Biblioteca Pública de Santa Catarina; Biblioteca Pública do Rio Grande do Sul; Biblioteca Thiago de Mello (2ª etapa); Biblioteca de Referência de Canoas, no Rio Grande do Sul; e Biblioteca Pública do Rio de Janeiro.

As ações estão em consonância com o Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), que prevê como eixos principais a democratização do acesso ao livro e leitura, o fomento à leitura e formação de mediadores, a valorização da leitura e comunicação e o fomento da economia do livro.

Sábado, 01 Maio 2010 17:08

Mais dados da pesquisa da FGV

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Segundo a pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV), 85% dos municípios do estado possuem o equipamento. As cidades que não receberão kits já estão reabrindo ou implantando suas bibliotecas.

A região tem uma média de 2,23 bibliotecas por 100 mil habitantes. Em Pernambuco este índice é de 1,85. O município pernambucano com maior número de bibliotecas por 100 mil habitantes é Igarasssu (0,99). O pior índice do estado é em Recife (0,12).

Os pernambucanos vão mais às BPMs para fazer pesquisas escolares (74%), índice acima da média nacional (65%). Apenas 1% vai ao estabelecimento para lazer, abaixo da média brasileira (8%).

Os assuntos mais pesquisados nas bibliotecas da região são Geografia e História (91%); obras gerais – enciclopédias e dicionários – (77%); e Literatura (74%). A resposta a esta questão era de múltipla escolha e, portanto, a soma é superior a 100%.

Frequência - Segundo o levantamento, a média de visita às BPMs é de 3,7 vezes por semana. O estado perde apenas para Roraima (4,1/semana). O índice de Pernambuco é superior ao nacional (1,9/semana).

Acervos - A maior parte das bibliotecas tem acervo de 2 mil a 5 mil volumes (42%). Nas demais faixas são: entre 5 mil e 10 mil (32%), acima de 10 mil (18%) e abaixo de 2 mil (9%). Na média brasileira, as bibliotecas têm acervo entre 2 mil e 5 mil volumes (35%).

Empréstimos - Em Pernambuco os empréstimos de livros (146,7/mês) são inferiores à média nacional (296/mês).

Serviço para pessoas com deficiência - Apenas 7% das BPMs oferecem serviços para deficientes visuais (audiolivros, livros em Braille, etc), índice inferior ao nacional (9%). No caso de serviços especializados para surdos-mudos, deficientes mentais ou físicos, o índice é o mesmo. No país, a média é de 6%.

Internet – O Estado tem menos bibliotecas com internet (28%) que a média nacional (45%). E em apenas 18% das BPMs os usuários têm acesso à rede, inferior à média brasileira (29%).

Funcionários - As BPMs pernambucanas têm mais funcionários (7,2) que a média brasileira (4,2). O levantamento mostra que 87% dos dirigentes das bibliotecas são mulheres e menos da metade tem nível superior (47%). No Brasil são 84% mulheres e 57% com nível superior.

Pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV), encomendada pelo Ministério da Cultura, revela o perfil das Bibliotecas Públicas Municipais (BPMs) de todo o país. Mapeamento permitirá o aperfeiçoamento das políticas para o setor.

O 1º Censo Nacional das Bibliotecas Públicas Municipais, divulgado na sexta-feira (30) mostra que à noite, 68% das bibliotecas pernambucanas estão abertas, mais que o dobro da média nacional (24%). É o melhor índice no País.

O censo revela que, em 2009, 85% dos municípios pernambucanos possuíam ao menos uma biblioteca aberta, o que corresponde a 164 bibliotecas em 158 municípios. Em 7% dos casos as BPMs ainda estão em fase de implantação ou reabertura e 7% estão fechadas ou nunca existiram. Considerando apenas as que estão em funcionamento, são 1,85 bibliotecas por 100 mil habitantes.

O levantamento aponta que as BPMs emprestam 146,7 livros por mês e concentram acervo entre 2 mil e 5 mil volumes (42%). Menos da metade possui computador com acesso à internet (28%) e somente 18% oferecem este serviço para o público. Os usuários frequentam o local 3,7 vezes por semana e utilizam o equipamento preferencialmente para pesquisas escolares (74%).  Quase todas funcionam de dia (99%), de segunda à sexta (100%), algumas aos sábados (5%), poucas aos domingos (1%). No período noturno, 68% estão abertas aos usuários – é a melhor média nacional.  A maioria dos dirigentes das BPMs são mulheres (87%) e menos da metade tem nível superior (47%).

Foram pesquisados todos os 5.565 municípios brasileiros. Em 4.905 municípios foram realizadas visitas in loco para a investigação sobre a existência e condições de funcionamento de BPMs, no período de setembro a novembro de 2009. Os 660 municípios restantes - identificados sem bibliotecas entre 2007 e 2008 pelo Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas e atendidos pelo Ministério da Cultura (MinC), por meio do Programa Mais Cultura, com a instalação de BPMs - foram pesquisados por contato telefônico, até janeiro de 2010.

O Censo Nacional tem por objetivo subsidiar o aperfeiçoamento de políticas públicas em todas as esferas de governo – federal, estadual e municipal – voltadas à melhoria e valorização das bibliotecas públicas brasileiras. Segundo o levantamento, em 420 municípios as BPMs foram extintas, fechadas ou nunca existiram. Deste total, 12 estavam no estado. O MinC - por meio da Fundação Biblioteca Nacional, com recursos do Programa Mais Cultura - em parceira com as prefeituras municipais, promoverá a implantação ou reinstalação dessas bibliotecas, com a distribuição de kits com acervo de dois mil livros, mobiliário e equipamentos, no valor de R$ 50 mil/cada, totalizando R$ 600 mil no estado. As BPMs receberão, ainda, Telecentros Comunitários do Ministério das Comunicações.

Quinta, 29 Abril 2010 20:59

É preciso reciclar os conceitos

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 Por Carol Bradley

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) reconheceu em decisão inédita, na última terça-feira (27), como noticiamos aqui, a legitimidade da adoção por casais homossexuais. O STJ analisou o caso específico de duas mulheres de Bagé (RS), mas certamente abre uma brecha para que os outros juízes sigam esse posicionamento.

A Igreja Católica, através do padre Luiz Antônio Bento, assessor da Comissão para Vida e Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), se posicionou contra a decisão afirmando que a adoção por casais do mesmo sexo, tira da criança a possibilidade de crescer em um ambiente familiar formado por pai e mãe.

“Nem sempre o que é legal é moral e ético. Cremos que a questão da adoção por casais homossexuais fere o direito da criança de crescer nessa referência familiar," justifica o religioso.

Ora, se crescer num lar heterossexual fosse garantia de uma vida equilibrada, como aconteceriam casos como dos Nardoni e dos Richthofen, em que a família era formada por homens e mulheres?

Está na hora de a Igreja Católica rever os seus dogmas. Proibir o uso de anticoncepcionais que evitariam filhos indesejados é um crime contra essas crianças, que nascem sem ter um lar e que muitas vezes acabam na fila de adoção.

No Brasil, existem muitas crianças abandonadas em abrigos públicos. Possibilitar a adoção por casais homossexuais aumenta a chance de que elas sejam acolhidas, amadas e respeitadas. É claro que é preciso verificar a condição do casal – seja hetero ou homo – mas atendendo aos requisitos básicos, a adoção deve sim, ser formalizada.

Posição diferente da Igreja Católica manifestou a Federação Espírita Brasileira (FEB) "O mais importante em termos de educação e família é o amor. Com ele, não se entra na questão da sexualidade", disse Geraldo Campetti, diretor-executivo da FEB.

Para Campetti, o importante é a preservação da família e a formação do caráter. "O maior problema das uniões é a promiscuidade, tanto em relações entre homem e mulher quanto em relações entre pessoas do mesmo sexo".

Certamente criticar a adoção por homossexuais e condenar o uso de anticoncepcional como tem feito a Igreja Católica, não ajuda em nada a situação dessas crianças que vem ao mundo sem pedir, e aqui estão sem ter com quem contar.

alimentosA partir de hoje estaremos publicando periodicamente informações sobre como estilo de vida e alimentação podem ser geradores de doença ou de saúde, com alertas e recomendações.

As informações a serem divulgadas fazem parte de compilação realizada pelo professor Marcelo Pelizzoli, doutor em Filosofia, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), com assessoria de médicos pesquisadores Júlio Barreto Lins e Alberto Peribañez, e que brevemente estarão reunidas em livro a ser lançado no segundo semestre pela Editora Vozes. Este primeiro traz informações importantes sobre alimentos que consumimos:

 

Por Marcelo Pellizzoli, Júlio Barreto Lins e Alberto Peribañez

Neste alerta, estamos partilhando com você alguns cuidados básicos com a alimentação e a saúde contemporânea, as quais estão ligadas direta ou indiretamente ao aumento assustador de doenças e mortes prematuras.

Além do fumo e do álcool - drogas já amplamente pesquisadas em seus males infindáveis para a saúde mental e física, social e ambiental, além deles, há uma gama de outros produtos que estão difundidos e apoiados pelas indústrias, comércio e mídia, os quais lucram com a doença.

Tais produtos são mantidos no mercado a um alto custo social e econômico, poderes escusos, poder político, à revelia da saúde integral da população e do ambiente.

Neste sentido, as terapêuticas naturais e complementares têm alguns pontos quase consensuais sobre o que deve ser evitado e o que deve ser preferido.

Entre eles, apenas citaremos alguns para que o leitor saiba o que está cada vez mais sendo desmascarado e posto em questão. Ao final deste capítulo, você encontrará endereços de internet que contêm informações mais precisas sobre o.

O que você deve necessariamente evitar ingerir:

Açúcar branco - Use mel ou melaço.

Adoçantes - Aspartame, acesulfame, sacarina, ciclamato, sorbitol - Use stévia natural ou frutose.

Aditivos químicos alimentares - evite ao máximo, fuja deles ao máximo lendo as embalagens e buscando informações.
 
Alimentos cozidos/gordurosos - prefira as gorduras vegetais de castanhas, coco, dendê, abacate etc. Use pelo menos 50 % de sua alimentação crua.
Carnes vermelhas e frango - use proteínas vegetais, ovos “caipira” ou peixe do mar.

Doces e salgados empacotados - São cada vez mais quimificados, artificiais - Use frutas e doces naturais em variedade.

Farinha refinada e arroz branco - Use sempre integral. Bem melhor: use grãos germinados em preparados crus.

Leite e queijos - Os leites UHT são os piores, processados e precários. Prefira leite da terra, de soja, kefir e tofú.

Margarinas - verdadeira bomba química, com uso gordura trans e também transgênicos.

Plásticos e alumínios – Evite ao máximo seu uso junto aos alimentos. Micro-ondas, raspar fundos de potes, potes com alimentos congelados - quanto a isso veja o sítio da Refrigerantes: use suco natural feito na hora. Misture sucos com água gaseificada.

Inseticidas - use substitutos naturais, ecológicos ou proteções criativas.
 
Produtos de higiene e limpeza - use os que contiverem menos aditivos químicos, os fitoterápicos, tradicionais, o mais natural possível.

*  Saiba o leitor que estamos vivendo uma epidemia de doenças pelo mundo devido ao estilo de vida atual. Nos EUA, como referência, são 1,3 milhões de casos de câncer e 500 mil óbitos por ano! cf. http://www.preventcancer.com/.

Uma em cada 3 pessoas nos EUA terá durante sua vida algum tipo de doença degenerativa, especialmente o câncer. Trata-se de verdadeira uma epidemia silenciosa. Consulte: http://www.healthy-communications.com.

Nestes sítios da interne você encontrará uma lista com mais de 500 aditivos químicos danosos à saúde: http://www.healthy-communications.com/epstein'spage.html.

Leite da terra ou vegetal, suco verde, suco de luz, é altamente nutritivo e curativo, feito em casa com verduras, brotos e frutas. Veja os sítios de internet e livros citados, entre eles, “Lugar de médico é na cozinha”, de Alberto P. Gonzales.

 

Quinta, 29 Abril 2010 20:14

Seminário orienta sobre profissões

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edu

Jovens interessados em tirar dúvidas sobre a profissão que deseja seguir ou mais informações sobre a área de atuação terão oportunidade de fazê-los durante o  III Simpósio das Profissões Educ@rTecnologias, que acontecerá Senac de Paulista, no Grande Recife, que acontece entre os dias 26, 27 e 28 de maio.

As inscrições para o III Simpósio das Profissões Educ@rTecnologias poderão ser feitas a partir deste sábado (1º de maio), através do site www.SimposioDasProfissoes.com ou no local do evento de terça a sexta-feira, das 10h às 16h, e aos sábados, das 8h às 12h.

O valor será de R$ 15,00 – para inscrições de 1º a 20 de maio – e R$ 20,00 – para inscrições de 21 a 25 de maio. Segundo os organizadores, a taxa é uma ajuda de custo revertida para manutenção do evento, dos projetos e ações do Grupo Educ@rTecnologias, cuja atuação é voluntária e sem fins lucrativos.

O Grupo Educ@rTecnologias realiza anualmente o Simpósio das Profissões  tendo como principal objetivo propiciar através de palestras, mesas redondas e debates um ambiente onde jovens que estão prestes a enfrentar o vestibular ou mesmo decidir sua vida profissional possam conhecer diferentes profissões e suas áreas de atuação.

São esperados para o evento cerca de 300 estudantes do ensino médio da rede pública e privada de ensino. Haverá a participação de palestrantes das diversas áreas acadêmicas.

“Temos a certeza da importância do Simpósio das Profissões, pois conseguimos propagar informações importantes não só apenas para os participantes, pois eles multiplicam aquilo que apreendem” comentam os professores coordenadores do evento Ivanilton Junior, Luci Lima e Walquíria Souza.

Quinta, 29 Abril 2010 19:56

Ajude os desabrigados do Pina!

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BodeQuem estiver disposto a ajudar as famílias que perderam suas moradias no incêndio que atingiu no último dia 19 as comunidades do Bode e da Beira Rio, no Pina, Zona Sul do Recife, pode entrar em contato o Instituto de Assistência Social e Cidadania (Iasc), que desde o último dia 20 está arrecadando donativos. O contato pode ser feito pelos telefones: 0800-281-0248 ou 3355-2997.

Outra opção é levar o material à sede do Instituto, que fica localizado na Rua Imperial, 203, no bairro de São José, área central do Recife.

A assessora executiva do Instituto, Tereza Jacinta, orienta aqueles que estiverem dispostos a fazer doações que dêem prioridade a produtos de higiene pessoal, material de limpeza, lençóis, travesseiros, utensílios domésticos e outros objetos de uso diário.

“Isso é fundamental, pois várias dessas pessoas estão hospedadas provisoriamente em casas de parentes e os produtos facilitariam um pouco a vida delas neste momento difícil, explicou.

Até agora o Iasc recebeu 1,5 tonelada de alimentos e 1 tonelada de água repassada pelo Exército Brasileiro. Também recebeu 10 mil peças de roupas e centenas de calçados arrecadadas pelo Centro Social Polivalente do Alto da Bondade, situado em Olinda.

Por Daine Lourenço, do Correio Braziliense

Cada vez mais as empresas estão despertando para a Gestão Participativa como forma de motivação e reconhecimento dos funcionários. Durante o ciclo de palestras promovido pelo Centro de Integração Empresa Escola (CIEE) em parceria com os Diários Associados, o sócio-diretor da Consultoria Dialogar, José Emídio Teixeira, abordou o tema Excelência nos Programas de Participação nos Lucros e Resultados.

Segundo o especialista, desenvolver programas como esse nas empresas contribui para o emocional do trabalhador. “A Participação nos Lucros e Resultados [PLR] é a forma como a empresa reconhece os funcionários. O empregado se dedica como se fosse o patrão, mas para isso, o patrão tem que recompensar e reconhecer o trabalhador. Tudo com transparência. As pessoas não têm noção do benefício desse modelo administrativo para os colaboradores. Como vantagens desse programa aos trabalhadores pode-se destacar a remuneração e a visibilidade de sua contribuição para a empresa. Isso é um estímulo emocional que propicia para a satisfação e diálogo com os patrões”, revela.

Teixeira ressalta que os empregados são o diferencial competitivo das empresas e explica como o trabalhador pode ganhar com isso. “Pela nossa cultura, os trabalhadores preferem receber em dinheiro, mas existe empresa que paga com ações da empresa. O PLR interessa aos patrões e aos funcionários. Todos ganham. Os clientes se sentem melhor ao receber um atendimento exemplar”.

Quinta, 29 Abril 2010 16:05

Revista Filme Cultura será lançada no Cine PE

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A revista Filme Cultura, uma referência de leitura sobre cinema no Brasil entre 1966 e 1988, volta a ser publicada a partir deste mês. O lançamento da edição número 50 no Nordeste será no sábado, dia 1º de maio, às 16h30, no Hotel Golden Tulip Recife Palace, no Recife, dentro da programação do Cine PE – Festival do Audiovisual. Na ocasião haverá um bate papo com a editora executiva da Revista, Joana Nin, e haverá demonstração do site da Filme Cultura.

O novo projeto Filme Cultura consiste, além da revista, no lançamento do website www.filmecultura.org.br e da coleção histórica em versões fac-símile e microfilmes, esta em convênio com a Biblioteca Nacional. Para viabilizar o projeto, foi feita uma parceria entre o CTAv e o Instituto Herbert Levy, com patrocínio da Petrobras através dos incentivos da Lei 8.313/91 (Lei Rouanet).   

A publicação será trimestral e poderá ser adquirida em livrarias de referência e na Funarte, no Rio. A lista de pontos de venda será constantemente atualizada no website. A revista também será distribuída gratuitamente a bibliotecas e instituições culturais de todo o país. A coleção histórica em fac-símile também estará à venda a partir de julho. A versão em microfilmes pode ser consultada na sessão de periódicos da Biblioteca Nacional.

Em texto de apresentação do número 50, o Secretário do Audiovisual do Minc, Silvio Da-Rin, fala da vocação de fênix da Filme Cultura: “Desaparecida, por vicissitudes comuns às iniciativas que vicejam no campo estatal, por várias vezes renasceu, renovada, para cumprir a função que o singelo título sugere, em forma de binômio indissolúvel.”

O número 50 - A Filme Cultura 50 traz um núcleo temático intitulado “Cinema Brasileiro Agora”, com artigos e mesa-redonda sobre o estado atual do cinema na Bahia, Ceará, Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo. “Viajar de Norte a Sul pelos ambientes de produção audiovisual que estão gerando novos olhares é uma opção que se impôs, como recomeço de conversa”, afirma no editorial o diretor da revista, Gustavo Dahl.

Outros textos abrangem ensaios, críticas e diversas seções voltadas para aspectos de atualidades, tecnologia, curtas-metragens, resenhas de livros e internet, perfil de personalidades da cultura cinematográfica brasileira, republicação de textos históricos, etc (veja adiante o sumário completo da edição). Além do corpo de redatores fixos da revista, escrevem também críticos e pesquisadores de várias regiões do país.

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Por Lisiane Wandscheer, da Agência Brasil

Travestis de todo o país, juntamente com o governo federal, lançaram hoje (28) uma campanha de combate ao preconceito nos serviços de saúde e na sociedade. Para o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, o sistema de saúde precisa estar preparado para atender às demandas das travestis.

“Esta é a demanda mais importante das travestis, que têm o direito de cuidar de sua saúde. Elas têm problemas específicos e o sistema de saúde tem que atender às suas singularidades”, afirmou Temporão.

A campanha “Sou Travesti. Tenho Direito de Ser Quem Sou” foi criada pelas próprias travestis com o apoio do Ministério da Saúde e das Secretaria Especial de Direitos Humanos. O objetivo é sensibilizar as pessoas contra o preconceito e a discriminação, além de informar as travestis sobre as formas de prevenção da aids.

Foram criados folhetos dirigidos aos serviços de saúde que orientam os profissionais a dar um atendimento de melhor qualidade e sem discriminação às travestis. Na capa do material, o título informa "Olhe, Olhe de Novo e Veja Além do Preconceito. Travesti Tem Direito a um Bom Atendimento no Serviço de Saúde”.  

Segundo Temporão, muitos travestis são expostos a constrangimento no serviço de saúde quando são chamadas por seu nome de registro e não por seu nome social (nome feminino adotado).

“As travestis sofrem agressões nos espaços públicos, a exemplo do que ocorre quando são chamadas em público, por profissionais de saúde, por seus nomes de registro e não por seu nome social. Muitas  passam a evitar o serviço de saúde”, afirmou o ministro.

Fernanda Benvenuti é técnica em enfermagem em João Pessoa, na Paraíba. Segundo ela, precisa haver um trabalho de humanização com todos os profissionais que trabalham nos serviços de saúde, a começar pelo segurança que atende na entrada do posto.

“Eles precisam aprender a lidar com a gente. Em um serviço público, que é um dever do Estado, você recebe a mesma discriminação da rua. As pessoas enxergam as travestis como se fossem uma mazela social, mas nós não somos, nós pagamos impostos e ajudamos a construir esta sociedade”, disse.

O material da campanha orienta sobre os procedimentos adequados às pacientes. Constam informações sobre as especificidades das travestis como a aplicação de silicone, o uso de hormônios, a aparência física feminina, o uso do banheiro e a identificação das situações de risco que podem levar à infecção pelo HIV.

A campanha foi elaborada durante uma oficina de criatividade, realizada em janeiro em Brasília, com a participação de 16 travestis de cinco regiões brasileiras. Os materiais gráficos serão distribuídos pelo Ministério da Saúde para postos de saúde e instituições não governamentais que atuam na área. 

Quarta, 28 Abril 2010 19:59

Se você testemunhar maus-tratos, denuncie!

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ursinhoPor Taíza Brito

Dois casos envolvendo situações de maus-tratos contra crianças chamaram atenção hoje (28) no noticiário de Pernambuco e nacional.

Um deles foi o do menino de 9 anos atraído por um carroceiro no bairro do Curado IV, em Jaboatão dos Guararapes, e levado à força para o município de Paulista, também no Grande Recife, onde foi escravizado por 11 dias.

A criança, resgatada ontem (27) pelo pai, que recebeu informações sobre o paradeiro do filho por meio de um telefonema anônimo, aproximou-se do estranho levado pela promessa de ganhar uma bicicleta. E acabou sendo pego à força, tendo pés e mãos amarrados e levado dentro de uma caçamba de ferro-velho ao local, onde foi obrigado a trabalhar como catador de lixo e passou fome.

Na delegacia, a criança com a aparência assustada e marcas de agressão pelo corpo, contou que apanhou várias vezes. Ele ficou em cárcere privado em uma espécie de ferro-velho, sem a mínima estrutura.

Graças à denúncia anônima o garoto foi resgatado pelo pai, que chegou ao local onde o filho estava acompanhado de um amigo e de dois conselheiros tutelares do bairro onde mora. O homem que subtraiu o garoto até foi imobilizado, mas ele conseguiu se soltar e fugir antes da polícia chegar. Ao correr atrás do carroceiro, o pai do menino acabou sendo atropelado, quebrando um braço e uma perna, e foi hospitalizado.

Mesmo com todo o infortúnio, a mãe do garoto, agradeceu aos anônimos que deram as pistas que permitiram trazer o filho ao convívio familiar.

Já no Rio de Janeiro, uma menina de 2 anos foi retirada por conselheiros tutelares do apartamento da procuradora Vera Lúcia Sant’Anna Gomes, que havia adotado a criança em março, após denúncias de que ela a espancava com frequência. A criança tinha o rosto cheio de hematomas, segundo relatos, sem conseguir abrir um dos olhos.

Encontrada no último dia 14 a menina dividia com um cão um espaço apertado na ampla residência. Em gravação de áudio entregue à polícia pelo Conselho Tutelar, uma mulher ofende uma criança, que chora após ouvir-se barulho semelhante ao de uma bofetada. Na gravação, reproduzida no Jornal da Globo anteontem (26), a mulher obriga a criança a comer e a xinga de “maluca”, “vaquinha” e “sua cachorra”.

A menina foi levada para o Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea, onde recebeu atendimento. Em seguida foi levada para o abrigo de onde foi adotada, enquanto a polícia aguarda o laudo do exame de corpo de delito que poderá dizer se foi vítima de tortura.

Depois das denúncias de maus-tratos, a Promotoria da Infância e Juventude do Rio informou que a guarda da menina foi revogada e a certificação de Vera Lúcia junto ao Cadastro Nacional de Adoção foi cancelada. E que ingressará com uma ação contra a procuradora pelo descumprimento dos deveres inerentes ao poder familiar ou do guardião.

Os dois casos, que chocam pelas agressões cometidas contra as crianças vitimadas, trazem uma lição que serve para todos. Não devemos, em hipótese alguma, fechar os olhos diante de qualquer tipo de violência. Muitas vezes, como nos casos do garoto pernambucano e da menina carioca, males mais graves podem ser evitados se tivermos coragem de denunciar episódios desta natureza às autoridades competentes.

Por isso, se você for testemunha de maus-tratos, denuncie!  

Quarta, 28 Abril 2010 15:32

Relíquias de Buda no Recife

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buda2As relíquias do Princípe Sidarta, que se tornou conhecido por Buda, o Desperto, já estão em Pernambuco, trazidas por guardiões londrinos. A informação foi repassada nesta quarta (28) por João Vale, coordenador da exposição das Relíquias do Buda no Recife, programada para o próximo dia 7 de maio, a partir 18h, no Museu da Abolição do Recife, situado no bairro da Madalena.

Não apenas os budistas estão sendo convidados, mas  também praticantes de todas as tradições espirituais para conhecerem as relíquias, que estarão à disposição do público de 7 a 9 de maio, das 10h às 18h. Mais detalhes sobre a programação podem ser obtidos pelo telefone (81) 9737-1415 ou ligando para o próprio museu: (81) 3228-3248. A programação completa também está disponível em www.reliquiasdobuda.com.br

Debates - Para os interessados em participar do I Ciclo de Debates Budismo e Diálogos Contemporâneos, que acontece durante toda esta semana, numa promoção do Centro de Estudos Budistas Bodisatva (CEBB) e o Mestrado de Ciências da Religião da Unicap, vale apena conferir a programação, que trata sobre meditação, educação, diálogo inter-religioso e ecologia.

A programação também pode ser acessada pelo site www.cebb.org.br:

Quarta-feira (28): O encontro do meio ambiente com a espiritualidade

O penúltimo debate do ciclo pretende trazer à tona uma visão integral do ser humano, a partir da investigação de como o desenvolvimento sustentável tem relações com a espiritualidade. Surge a partir da experiência de Thomas Enlazador (permaculturista e fundador do Sítio Agroecológico Bicho do Mato), Gustavo Lima (pesquisador da UFPB no campo de budismo e ecologia) e do também pesquisador Lúcio Flávio (teólogo com pesquisas na área de meio-ambiente e espiritualidade). O evento acontece às 17h, no Espaço Loyola da Universidade Católica de Pernambuco, Rua do Príncipe, 526. Térreo do bloco B.

Quinta-feira: Os caminhos da educação com o Budismo

A educação é uma área onde diferentes métodos e abordagens tentam dar conta da transformação efetiva dos sujeitos envolvidos nas práticas pedagógicas. Mas é possível uma educação para a liberdade? É essa a questão que irá nortear o debate com participação do professor Alexandre Freitas (Programa de Pós-Graduação em Educação da UFPE e NEIMFA), Janise Paiva (dançarina e educadora da Pedagogia Waldorf) e Luiz Libório, do Mestrado de Ciências da Religião da Unicap. O evento é aberto ao público e acontece no Espaço Loyola da Universidade Católica de Pernambuco, Rua do Príncipe, 526, térreo do bloco B, das 17h âs 19h.

 Sexta-feira: A cultura de paz como um caminho possível

Oo professor Sérgio Douet (Mestrado de Ciências da Religião da UNICAP), e o psicanalista e escritor Antonio Guinho irão receber representantes de várias tradições espirituais para conversarem sobre a paz e o diálogo interreligioso. O encontro se inicia às 7h40 da manhã com uma meditação silenciosa e, às 8h, se inicia a roda de debates, no Centro Rio Ganges, Rua dos Prazeres, 248, Ilha do Leite (próximo à praça Miguel de Cervantes). Mais informações: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ou (81) 9268-8120.

Quarta, 28 Abril 2010 14:20

Consumo consciente, uma reflexão necessária

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consumo_conscientePor Éricka Melo

Pra reflexão: Você consume levando em consideração os impactos provocados pela compra? O que significa isso?  Quer dizer que o consumidor pode, por meio de suas escolhas, maximizar os impactos positivos e minimizar os negativos dos seus atos de consumo e desta forma contribuir na construção de um mundo melhor. E isso chama-se consumo consciente, voltado à sustentabilidade.

Agindo desta maneira você pode criar ondas de estímulos e contagiar, positivamente, família, amigos, colegas de trabalho, enfim, todos que estão ao seu redor. Façamos então uma avaliação simples: Quais são os princípios que nos guiam em nossas escolhas e hábitos de consumo?

Abaixo segue 10 itens consciente para o consumo:  

  1. Planeje suas compras – Quem planeja antes compra menos e melhor.
  2. Separe seu lixo – Reciclar é uma maneira de contribuir para a economia de recursos naturais, a redução da degradação ambiental e a geração de empregos.
  3. Avalie os impactos do que consome – Ao comprar, leve em consideração danos que a fabricação e o uso do produto causam ao meio ambiente e à sociedade.
  4. Consuma apenas o necessário –Reflita sobre suas reais necessidades.
  5. Reutilize produtos e embalagens – Se você pode consertar, transformar e reutilizar, porque comprar outro?
  6. Valorize a responsabilidade social das empresas – O valor de um produto vai além de seu preço e sua qualidade. Ele pode incluir a responsabilidade do fabricante com funcionários, sociedade e meio ambiente.
  7. Não compre produtos “piratas” ou contrabandeados – combata ao crime organizado e a violência.
  8. Use crédito conscientemente – comprar à vista é sempre a melhor pedida
  9. Contribua para a melhoria de produtos e serviços – o consumidor ativo envia às empresas sugestões e críticas que ajudam na melhoria da qualidade e serviços.
  10. Divulgue o consumo consciente – sensibilize outros consumidores, multiplique informações, valores e práticas deste tipo de consumo.

 

carro_eletricoCom informações do site ecoDesenvolvimento

O mercado dos carros elétricos vai ganhar um reforço de peso ainda esse ano. A montadora Nissan anunciou que a partir de dezembro seus clientes já poderão levar para casa o modelo Leaf, hatch compacto totalmente elétrico, por US$ 25.280.

O modelo da montadora japonesa tem valor oficial de U$ 32.780 e começará a ser vendido nos Estados Unidos com um bônus federal de US$ 7.500, devido a uma política do governo Obama que pretende incentivar o mercado de veículos elétricos. O objetivo do presidente norte-americano é colocar um milhão de veículos elétricos nas ruas até 2015.

Em função do incentivo do governo americano, o carro de emissões zero torna-se competitivo com outros modelos tradicionais, como o Honda Civic e o Toyota Prius.  Nos três primeiros dias de reserva, a Nissan contabilizou mais de 6.600 pedidos de futuros compradores somente nos Estados Unidos. O número representa mais de 10% da produção do Leaf no seu primeiro ano.

O sucesso é tão grande que nos primeiros anos, cada Leaf construído já terá dono antes mesmo de chegar à concessionária, disse ao jornal The Washington Post Dan Davids, presidente do Plug In America, grupo que pressiona as fabricantes de automóveis a produzir carros elétricos.

Certamente, depois do resultado do Leaf, a própria Nissan e outras montadoras vão ter mais interesse em investir no segmento de carros elétricos. Desta forma, a tendência é que se tornem cada vez mais eficientes e populares. O meio ambiente agradece.

O carro

O Leaf é totalmente elétrico e tem autonomia de 160 km com uma única carga. A bateria de Íon lítio não emite nenhum gás poluente e o motor elétrico de 80 kW de faz o carro atingir 140km/h.

O tempo de recarga previsto pela montadora é de 16 a 18 horas para tomadas de 110V e oito horas para correntes de 220V. Já nas estações de recarga rápida será possível reabastecer 80% da bateria em apenas 26 minutos.

 

 

Com informações do site ecoDesenvolvimento

O conceito de sustentabilidade deve começar desde cedo. Por isso é importante que pais e professores adotem no ambiente escolar, práticas de conservação ambiental, assim, as crianças já vão aprendendo a desenvolver um olhar mais consciente da realidade. Abaixo, dicas simples e importantes, sobre como pais podem ajudar a fazer da escola, um momento mais sustentável.

Dê o exemplo

Promover a sustentabilidade em casa é o primeiro passo para que os filhos sejam estimulados a adotarem práticas semelhantes na escola. A reciclagem, a doação de roupas que não sirvam mais e o cuidado com os gastos de energia e água dentro do lar são atividades básicas e que podem contar com a participação da garotada

Festa da Troca de Livros

A Festa da Troca de Livros é uma boa ideia para os pais que querem reduzir a pegada que deixam no planeta. Sem precisar ir a livrarias para comprar livros novos, os pais que optarem pela festa da troca estarão contribuindo para diminuir a quantidade de CO2 a ser eliminada por eles, já que não será preciso se locomover muito para ir a diferentes locais e evitarão a produção de novos materiais, já que os livros trocados serão reutilizados. Com a possibilidade de interagir de maneira mais descontraída com outros pais, todos sairão ganhando.

Carona amiga

Quase sempre, algum colega de escola mora perto do seu filho, e isso pode ser algo excelente para você e para o planeta. As famosas Caronas Amigas cairão como uma luva para quem quer reduzir os gases poluentes que elimina na atmosfera e os gastos com o combustível no final do mês. Identificando os “amigos vizinhos” e os possíveis roteiros que podem ser adotados, fica ainda mais fácil dividir o carro com mais de uma criança.

Fiscal do lanche

O cuidado com a hora do lanche deve ser da embalagem que os alimentos serão guardados até a quantidade de agrotóxicos que pode estar escondida atrás de determinada fruta. É preciso fiscalizar com olhos aguçados a lancheira que sai de casa ou a cantina que oferece o lanche dentro da escola. Se for em casa, convide o seu filho a escolher opção saudáveis de comidas, já no caso do lanche na escola, procure a instituição e cobre alimentos saudáveis e até mesmo opções naturais.

Estimule o contato com a natureza

Com regularidade, estimule o seu filho a conhecer um pouco mais sobre a natureza. Pode ser em um momento mais descontraído, como a visita a um parque, ou mesmo pesquisando um pouco mais sobre algum animal ou flor. É saudável criar um vínculo entre o verde e as crianças, assim, ficará ainda mais fácil e prazeroso o cuidado da garotada com o meio ambiente e com o coletivo.

Exponha a sua opinião

O elo entre pais e escola é essencial para a manutenção de atividades responsáveis no ambiente escolar. Mostre as sua opinião e apresente suas ideias para o supervisor direto do seu filho. Pode ser alguma sugestão, como a opção de tecidos orgânicos no uniforme, ou mesmo uma dúvida quanto a inserção do tema nas aulas. Essa troca só terá resultados positivos, tanto para os pais, que verão seus filhos inseridos no mundo da sustentabilidade, como para a escola, que conseguirá desenvolver os seus projetos com a parceria de todos. 

Quarta, 28 Abril 2010 13:06

Bazar beneficente do Lar de Clara

Escrito por

lar_de_claraA ONG Lar de Clara organiza um bazar beneficente com mercadorias apreendidas e doadas pela Receita Federal nos próximos dias 30 de abril, 1º e 2 de maio, no Glamour Recepções, em Piedade. Toda renda das vendas dos produtos será revertida para a instituição, localizada em Pontezinha, no Cabo de Santo Agostinho.

Ao todo, são aproximadamente 700 itens, entre roupas, eletrônicos, brinquedos, utensílios domésticos, produtos de decoração, material de caça e perfume. O bazar ocorre na casa de festas Glamour Recepções, localizada na Rua Professor Severiano Tolentino, 382, Piedade, em Jaboatão dos Guararapes, Pernambuco. Na sexta-feira (30/04), o evento acontece das 14h às 19h; no sábado (1º/05), das 10h às 18h; e no domingo, das 9h às 13h.

Sobre o Lar de Clara - A ONG, que existe há cinco anos, foca seu trabalho na inclusão social de crianças, adolescentes e jovens de comunidades carentes de Jaboatão dos Guararapes e do Cabo de Santo Agostinho, por meio da oferta de Educação Infantil e do Ensino Fundamental I. O trabalho da instituição também agrega atividades extra-curriculares (arte, teatro, música, balé, capoeira, educação física, oratória e oficina de leitura) em regime de semi-internato. Todas as crianças atendidas pelo Lar de Clara recebem cinco refeições diárias e atendimento médico, odontológico, além de acompanhamento de psicólogas, assistentes sociais e fonoaudiólogas.

Quem desejar contribuir com a instituição pode entrar em contato pelos telefones (81) 3479-4081 e 3479-2246 ou pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. . Quem quiser, também pode fazer um depósito em dinheiro, pela agência 2988-2 do Banco do Brasil. O número da conta corrente é o 18784-4.

Serviço
Bazar beneficente Lar de Clara
Glamour Recepções
Rua Professor Severino Tolentino, 382, Piedade, Jaboatão dos Guararapes – PE 
30 de abril (sexta-feira), das 14h às 19h 
1º de maio (sábado), das 10h às 18h 
02 de maio (domingo), das 9h às 13h

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