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Linha Editorial

  • "Mídia Construtiva é também lançar o olhar crítico sobre problemas, apontar falhas, denunciar. Contribuindo para a corrente que tenta transformar o negativo em positivo."

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logofazendaO lema acima é usado nos informativos da Fazenda da Esperança, entidade filantrópica composta por leigos consagrados, religiosos e voluntários que trabalham na recuperação de dependentes químicos.

Presente em quase todos os Estados brasileiros, a Fazenda Esperança – que em Pernambuco tem duas unidades em Garanhuns e uma Caruaru e mais de 50 unidades em 10 países – realiza um trabalho extraordinário.

Os familiares dos jovens recuperados a cada ano que o digam. A situação daqueles que têm um parente viciado em drogas ou álcool é terrificante. Pois além do drama de testemunhar um ser humano se autodestruir, dar fim a bens e objetos pessoais em troca de bebidas e drogas, ainda vive-se com a cruel expectativa de que aquele parente venha a ser morto pelos traficantes que alimentam seu vício. 

Além disso, não é fácil convencer um dependente de que a droga e o álcool fazem mal ao seu organismo, à sua atividade mental, à sua vida social e familiar, a ele próprio e de que precisa de tratamento.

E mesmo com experiências como o da Fazenda Esperança, ainda há muitas cidades no país descobertas de serviços desta natureza, sem falar daquelas famílias simplesmente não têm dinheiro buscar para este tipo de ajuda.

Chegar a uma das unidades da Fazenda da Esperança para ingressar um parente que vivencia o inferno das drogas/álcool realmente dá esperança. Pois ali abre-se uma porta para o retorno à vida.

A Fazenda Esperança acolhe pessoas com idade entre 15 e 45 anos e lhes propiciam moradia, alimentação e outras necessidades básicas.

Para ser acolhido o dependente químico precisa desejar e manifestar a vontade de ter uma vida livre das drogas e do álcool, pedindo uma segunda chance via carta escrita de próprio punho. Isso é necessário porque o tratamento tem que ser feito de espontânea vontade e os internos não ficam em locais fechados por muros ou portões.

Ao ser aceito, é preciso passar por uma bateria de exames clínicos e passar pela avaliação de um psiquiatra. Como as unidades se auto-sustentam é solicitado uma doação de três salários mínimos na entrada e o pagamento mensal de um salário mínimo, que passa a ser trocado por uma cesta de produtos produzidos pelo próprio recuperando, que é vendida pela família para ser revertida na mensalidade seguinte.

O tratamento dura 12 meses e pais e irmãos são acompanhados e frequentam reuniões separadas do interno antes do primeiro encontro com o mesmo no terceiro mês da recuperação.

Cada fazenda tenha uma diversidade de produção. Em Pernambuco são biscoitos caseiros, doces, produtos de limpeza e mudas na unidade masculina e bijuterias e produtos artesanais na feminina.

O trabalho da Fazenda Esperança já tem 25 anos e mais de 10 mil vidas de jovens e adultos recuperadas.

 

Serviço:

 www.fazenda.org.br

 

Levar banho de dejetos, andar nu pelas ruas, ou qualquer outra forma de agressão física ou psicológica são práticas que não condizem com um momento tão importante da vida como o ingresso no Ensino Superior. Para repudiar estes atos criminosos, a Faculdade Maurício de Nassau baixou uma resolução proibindo trotes violentos, sob pena de expulsão, e abriu um canal Online para a denúncia de casos. Para discutir o tema, a instituição promove um encontro nesta terça-feira (02), a partir das 12h, no Auditório do Bloco B, na rua Guilherme Pinto, 400, no Derby.

Durante o evento será apresentado o Projeto Trote Legal pelos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, com ações de sensibilização e envolvimento dos calouros da Nassau em ações de coleta de donativos destinados a crianças e gestantes residentes no interior de Pernambuco.

“Em lugar de trotes violentos, a conquista da tão sonhada vaga na faculdade combina com solidariedade. Responsabilidade social é uma atitude que deve ser adotada logo no início da vida universitária e se tornar uma constante na trajetória profissional” destaca o coordenador executivo do Instituto Maurício de Nassau, Sérgio Murilo Filho.  

 
Serviço:

Faculdade Maurício de Nassau

Rua Guilherme Pinto, 400, Derby

Terça, 02 Março 2010 13:02

Pernambuco no batente

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O Governo do Estado através da Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos iniciou as aulas do Programa de Inclusão Produtiva “Pernambuco no Batente”, na Ilha de Deus, comunidade localizada no bairro da Imbiribeira, no Recife.  A ação tem como objetivo profissionalizar os moradores em 10 áreas diferentes, focando o mercado de trabalho e a geração de renda.

“O Pernambuco no Batente é dividido em três etapas: A primeira tem como meta a elevação de escolaridade, inclusão social, o empreendedorismo e a economia solidária. A segunda é voltada para a qualificação profissional. E a terceira dirige seu foco para a inclusão produtiva”, disse o secretário executivo de Desenvolvimento e Assistência Social, Acácio de Carvalho. A ação na Ilha de Deus contempla, inicialmente, 150 moradores. Num primeiro momento, seis cursos estão sendo oferecidos: Serigrafia, Reciclagem e Reaproveitamento, Cabeleireiro, Informática, Construção Civil e Cozinha Comunitária.

Apenas as pessoas que estão com o perfil do CadÚnico - sistema que registra todos os beneficiários dos programas sociais do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome - e que têm idade entre 16 a 29 anos podem participar.

As aulas são realizadas de segunda à quinta-feira, das 17h30 às 21h30, na própria Ilha de Deus: no Centro de Desenvolvimento Integral Vida II e na Escola Municipal Capela Santo Antônio. As formações têm duração de 3 meses e são divididas em duas etapas: aulas teóricas e práticas, com carga horária de 200h/aula. Os inscritos têm direito a material didático, fardamento, uma alimentação variada e material de trabalho para a qualificação.

Os alunos também recebem noções sobre ética, cidadania, direitos humanos, direitos trabalhistas, meio ambiente e qualidade de vida. Eles terão ainda a oportunidade de conhecer a rotina de trabalho dos profissionais das áreas escolhidas.

 Programa - O Pernambuco no Batente é voltado para as comunidades em situação de vulnerabilidade social e risco. Em Pernambuco, a ação já contempla 11 municípios: Arcoverde, Brejo da Madre de Deus, Camocim de São Félix, Chã Grande, Granito, Joaquim Nabuco, Lagoa Grande, Recife, Sairé, São Vicente Férrer e Tuparetama.

Ilha de Deus - De acordo com o levantamento da Secretaria Estadual de Planejamento e Gestão, feito em 2007, a comunidade é formada por 1.152 pessoas, distribuídas em aproximadamente 350 imóveis. A principal atividade econômica dos moradores é a pesca. Cinquenta por cento deles sobrevivem dos criatórios e dos mangues.

Segunda, 01 Março 2010 18:48

Festival Shiv Ratri celebra nascimento de Deus

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shiv_ratri_2010Por Taíza Brito

Você sabe quando se comemora o aniversário de Deus? Para os indianos a data é celebrada um dia antes da Lua Nova na noite mais longa do ano. Isso aconteceu no último domingo, dia 28 de fevereiro, e foi festejada em Pernambuco na Organização Brahma Kumaris, sediada em Olinda. Na ocasião os participantes foram convidados a presentear a Deus com os seus vícios, jogando-os fora de vez. "Joguem fora a raiva, a ganância, o apego, o egoísmo, enfim todos os sentimentos que impedem que nossa luz brilhe", convocou a coordenadora da Brahma Kumaris, Eliane Rangel, que organizou a celebração.

"Neste festival nós celebramos o nacimento de Deus e o nosso nascimento", enfatizou, ao explicar que a celebração marca o início de um novo ano. "Assim deixamos tudo que existe de ruim para trás e abrimos nossos corações para receber Deus", comemorou.

Na ocasião, os convidados usaram máscaras de Carnaval, simbolizando os personagens que cada um representa no cotidiano, sendo chamados a tirá-las depois de descobrirem o significado da celebração. "Retirando estas máscaras mostramos o nosso verdadeiro espírito, que carrega em si pureza, amor, misericórdia, caridade", ensinou Eliane.

Os participantes encerraram a celebração com um corte de bolo e distribuição de doces.

A Brahma Kumaris funciona como escola, onde são ministrados cursos de meditação e capacitação sobre como vivenciar os valores da vida.

Serviço:

Brahma Kumaris

Rua Luiz Gomes, 144, farol, na Cidade Alta. Fone:3429.4550.

Por Taíza Brito

O que pode ser entendido como fome da alma? Para a dona de casa recifense Ana Cristina Albuquerque Mesquita, de 36 anos, fome da alma é o que sentem os moradores de Sítio Baixo e Cercadinho, no município de Manari, a 402 quilômetros da capital pernambucana.

“Fome da alma é quando o ser humano necessita de condições de dignidade. Isso significa o desejo de ter o mínimo, que para mim é moradia, educação, saúde, acesso a água, oportunidade de trabalho”, diz ao contar sobre a dura realidade que conheceu no final do ano de 2008, quando foi a Manari, com um grupo de voluntários, levar 15 toneladas de alimentos que havia arrecadado em campanha para minimizar a fome daquelas pessoas.

Ana Cristina foi sensiblizada a sair de seu “mundinho” após ver uma reportagem que tratava sobre a fome e mostrava, entre outras histórias, a de crianças e suas fammílias que estavam em estado de saúde deplorável por conta de não terem o que comer.

“Quando acabei de ler a matéria decidi que não podia ficar inerte diante daquele quadro”, conta. Foi assim que nasceu o Projeto Console, que inicialmente objetivou promover campanhas para arrecadar donativos, brinquedos e roupas para doar às pessoas retratadas na matéria.

Contudo, depois de levar por três ocasiões os donativos para Sítio Baixo e Cercadinho – em dezembro de 2008, maio e dezembro de 2009 – Ana Cristina e o grupo de pessoas que formam o Console perceberam que levar alimentos àquelas pessoas não bastava.

“Comida acaba e só estávamos acabando momentaneamente com a fome deles. E mesmo assim só com a fome do organismo. E eles tem uma fome maior, que é a de viver com dignidade, sustentabilidade e não ficar permanentemente precisando de donativos”, explica Ana Crsitina.

Assim, a dona de casa resolveu criar a ONG Console, em parceria com o grupo que conheceu no início do Projeto, formado por engenheiros, advogados, arquitetos, publicitários, assistentes sociais e empresários imbuídos do mesmo propósito de praticar solidariedade.

“Foi aí que surgiu a idéia de fazer uma campanha para construir casas, com cisternas, para as famílias das duas localidades”, conta. Só que o grupo está tendo dificuldade de conseguir apoio financeiro para a nova empreitada. Ana Cristina acredita que tendo moradia de verdade e possibilidade de armazenar água da chuva aquelas famílias poderão produzir o que comer e melhoria nas condições de saúde.

Ela também sonha que tais famílias venham a ter acesso a serviços de saúde, educação e oportunidade de trabalho.

Por isso a equipe do Viva Pernambuco solidariza-se com o propósito da ONG Console e propõe-se a dar visibilidade a suas ações, como forma de sensibilizar outras pessoas e ajudár os membros da organização nesta nova fase da campanha em prol das famílias de Sítio Baixo e Cercadinho.

Até agora a ONG tem o cadastro de 100 famílias das duas localidades e estuda que tipo de material seria melhor para construir as moradias. “Já recebemos uma doação do Rotary Boa Vista, mas estimamos que o arrecadado dê apenas para uma casa. Precisamos de mais gente engajada no projeto”, revela ao convocar a sociedade pernambucana a colaborar com a iniciativa.

Serviço:

Projeto Console

e-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

 

Segunda, 01 Março 2010 16:17

Imagens para reflexão – Água

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 agua_felicidade

Neste mês de março há no calendário uma data embemática para reflexão. É o 22 de março, Dia Mundial das Águas, adotado desde 1993 pela Assembléia Geral das Nações Unidas por recomendação da Conferência sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento e institucionalizado no Brasil por meio da Lei federal n.º 10.670, de 14 de maio de 2003.

É voz corrente que a água é um bem precioso, indispensável à vida. Também é de conhecimento que este recurso natural não é compartilhado por todos os habitantes do planeta. E não apenas por questões geográficas, mas por conta do desperdício e mau uso.

Para lembrar que cada um de nós é responsável por esse bem – que entre os nossos irmãos nordestinos muitas vezes é escasso –, a repórter fotográfica Teresa Maia, postou no link principal de fotos do Viva Pernambuco imagens para reflexão no mês do Dia Mundial da Água.

São imagens de quem não tem acesso à agua potável e da tamanha alegria de crianças que podem contar com esse recurso natural no dia a dia.

Segunda, 01 Março 2010 16:13

Água é mal distribuída no Brasil

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 aguaO Brasil é um país privilegiado, pois aqui estão 11,6% de toda a água doce do planeta. Aqui também se encontram o maior rio do mundo - o Amazonas - e o maior reservatório de água subterrânea do planeta - o Sistema Aqüífero Guarani.

No entanto, essa água está mal distribuída: 70% das águas doces do Brasil estão na Amazônia, onde vivem apenas 7% da população. Essa distribuição irregular deixa apenas 3% de água para o Nordeste. Essa é a causa do problema de escassez de água verificado em alguns pontos do país.

Em Pernambuco existem apenas 1.320 litros de água por ano por habitante, quando o recomendado são 2.000 litros.

Mas, ainda assim, não se chega nem próximo à situação de países como Egito, África do Sul, Síria, Jordânia, Israel, Líbano, Haiti, Turquia, Paquistão, Iraque e Índia, onde os problemas com recursos hídricos já chegam a níveis críticos.

Em todo o mundo, domina uma cultura de desperdício de água, pois ainda se acredita que ela é um recurso natural ilimitado. O que se deve saber é que apesar de haver 1,3 milhão de km\3 livre na Terra, segundo dados do Ministério Público Federal, nem sequer 1% desse total pode ser economicamente utilizado, sendo que 97% dessa água se encontra em áreas subterrâneas, formando os aqüíferos, ainda inacessíveis pelas tecnologias existentes.

Políticas públicas e um melhor gerenciamento dos recursos hídricos em todos os países tornam-se hoje essenciais para a manutenção da qualidade de vida dos povos.

 Mas não apenas isso. Você já pensou no que pode fazer para combater o despèrdício da água?

 Se não, algumas dicas importantes de especialistas no assunto:

 Verificar se há torneiras e chuveiros vazando em sua casa;

Não dar descargas prolongadas desnecessariamente;

Não utilizar mangueiras para “varrer” calçadas e quintais;

Fechar a torneira enquanto estiver escovando os dentes;

Sempre que possível, reutilizar a água em sua casa;

Verificar se o relógio que mede o consumo de água de sua casa está em perfeito estado;

Não tomar banhos demorados;

Não deixar o chuveiro aberto enquanto estiver se ensaboando;

Ao ensaboar as louças, manter a torneira fechada;

Regar o jardim à noite.

Segunda, 01 Março 2010 14:29

E você, o que faria?

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 duvida13

Por Ayrton Maciel

Certa ocasião, em plena aula de telejornalismo, no curso de Jornalismo da Unicap - pelos anos 80 - nos foi colocado uma questão que mexia muito com o lado humano. Ao mesmo tempo, dimensionava o profissional. Não era uma contradição, era uma oposição. Algo entre ética e profissionalismo, entre o humano e o insensato. O assunto ultrapassou a aula. E passamos a colocar exemplos do que poderiam ser encruzilhadas na vida de um jornalista e ser humano. Um deles me chamou a atenção: caso você estivesse com uma câmera não, realizando uma pauta, e, de repente, se deparasse com um flagrante de iminente tragédia, como: uma mãe e seu filho caem em um rio e correm risco de morte, o que faríamos? Largaríamos a câmera para tentar salvar as pessoas ou continuaríamos a registrar a cena? Naquele instante, como estudante, respondi: "manteria a câmera ligada, muitos iriam tentar salvar a ambos". Era o lado profissional sobressaindo-se. Vinte e cinco anos depois, repenso e mudo: largaria a câmera.

Hoje, tenho consciência de que o Jornalismo não é tudo, e também não é o principal. Perdería o flagrante, as imagens, o furo, mas salvaria duas vidas. A ordem dos valores altera - nessa situação - os fins. Mais valem duas vidas do que um flagrante jornalístico. Relembro essa passagem acadêmica para pensar sobre o Jornalismo que o mundo profissionalizou, e que a tecnologia o tornou online, imediato, ao vivo. Será que devemos largar a câmera para socorrer um soldado que tomba no campo de batalha? Creio que sim. Digo isso ao avaliar o muito que se tem condenado a imprensa moderna no mundo, acusando-a de optar pelo sensacionalismo gratuito e barato, a teatralização dos fatos e das coberturas e a prevalência ou prioridade pela notícia sobre o que é ruim, trágico ou deprimente.

É uma verdade, mas não é uma verdade absoluta. Precisamos abrir mais espaço para notícias sobre coisas boas, mas não podemos, não devemos e não temos como omitir aquilo que nos fere, nos incomoda ou nos escandaliza. O Jornalismo não tem sentimentos. O que temos de pensar é: há mais fatos ruins do que bons no mundo? Pergunta a ser respondida. Notícias sobre coisas ruins são tão jornalísticas quanto as sobre coisas boas, notícias sobre coisas boas são tão jornalísticas quanto as sobre coisas ruins. O que tem de pesar é a dimensão do fato. O critério é este. É elementar.

Então, não condeno a imprensa no mundo. Mas, o que deve pesar como critério de edição é a importância da notícia. Aí, tanto faz ser sobre coisas boas quanto sobre coisas ruins. Enfim, o problema ou a responsabilidade recai sobre o jornalista: será que a maioria pensa que notícia boa é só aquela que aborda fato ruim? Caso sim, é um equívoco. Assim, o que temos é de mudar o conceito, e buscar abrir espaço para as notícias sobre fatos bons. Afinal, é elementar: o que tem de pesar é a importância do fato.

Segunda, 01 Março 2010 13:59

Kits escolares para as crianças da LBV

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foto_lbv

Foto: Diogo Franco

A Legião da Boa Vontade(LBV) entrega amanhã, (2) a partir das 10h, centenas de kits de material escolar aos participantes do programa LBV — Criança: Futuro no Presente!, desenvolvido no Centro Comunitário e Educacional da Instituição na capital pernambucana.

Essa ação é resultado da Campanha Criança Nota 10 — Sem Educação não há Futuro!,que conta com a adesão de voluntários, colaboradores, artistas, personalidades da mídia, e, principalmente, da população, convertendo-se em uma grande mobilização social. Em todo o Brasil, a LBV entrega mais de doze mil kits de material escolar às crianças que estudam nas escolas de Educação Básica da Instituição em dezenas de cidades brasileiras.

Os kits são adequados as modalidade de ensino e compostos de vários itens essenciais, como mochila, estojo, lápis preto nº 2, caixa de lápis de cor com 12 unidades, canetas esferográficas azul e preta, estojo com dois marca-textos, apontador com depósito, borracha, tesoura sem ponta, tubos de cola, cadernos de desenho e universitários, papel almaço, régua e jogo pedagógico.

Serviço:

LBV

Rua dos Coelhos, 219 – Boa Vista. (81) 3413.8600.

biodiverApesar de 2010 ser o Ano Internacional da Biodiversidade, não há muito o que comemorar. Pesquisadores estimam que 150 espécies sejam extintas todos os dias no mundo. Segundo o secretário da Convenção sobre a Diversidade Biológica da ONU, Oliver Hillel, o lançamento das atividades pelas Nações Unidas neste domingo (10/1), em Berlim, na Alemanha, e no Brasil, na última quinta-feira (6/1), em Curitiba, servem para colocar o tema no foco das discussões.

Ele reforça que, junto com a questão das mudanças climáticas, a perda da biodiversidade é o maior desafio para a humanidade atualmente. Por isso, durante este ano, serão promovidas atividades em todo o mundo para conscientizar a população.

“Estamos perdendo essa biodiversidade a uma taxa mil vezes maior do que a taxa normal na história da terra. Então, de acordo com as previsões dos cientistas, até 2030 poderemos estar com 75% das espécies animais e vegetais ameaçadas de extinção. Hoje esse número é de 36%.”

Hillel faz um alerta sobre a previsão de que 150 espécies sejam extintas todos os dias no mundo. E lembra que, dos objetivos traçados por vários países em 2002, durante lançamento da Convenção da Biodiversidade, poucos foram cumpridos.

“Um dos que foi cumprido e é bom, porque nos encoraja, é a proteção legal em unidades de conservação de 10% dos ecossistemas da terra. O Brasil, por exemplo, é um líder. Estamos hoje com 16% da nossa terra em todas as categorias de proteção, nas três esferas do governo. O mundo inteiro, em termos de ambiente terrestre, está por volta de 12%.”

O Diretor do Departamento de Conservação da Biodiversidade do Ministério do Meio Ambiente, Bráulio Dias, afirma que, no Brasil, um calendário de eventos deverá ser divulgado esta semana pelo ministério para debater o tema. “É importante neste ano ampliar a discussão com a sociedade pra refletir sobre a importância da biodiversidade.”

(Agência Brasil)

Sexta, 06 Novembro 2009 14:00

Resistência à violência

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foto
A foto acima, publicada no jornal A Crítica, de Manaus, em 10 de março de 2008, de autoria do fotografo Luiz Vasconcelos, foi publicada em veículos de comunicação de todo o mundo e premiada internacionalmente.  Na ocasião, a Polícia Militar do Estado foi chamada para expulsar um grupo de 200 sem-teto de uma faixa de terra privada na zona rural de Manaus. No grupo havia 105 indígenas, de sete etnias. A mulher indígena resiste à investida violenta da polícia.

No dia 16 de outubro, a organização não-governamental ActionAid, que trabalha em mais de 40 países no combate à pobreza, divulgou documento afirmando que o Brasil é o líder no combate à fome entre os países em desenvolvimento. Segundo o documento, lançado no Dia Mundial da Alimentação, o Brasil demonstra “o que pode ser atingido quando o Estado tem recursos e boa vontade para combater a fome”.

Para a ActionAid, o Brasil é exemplar no exercício do direito ao alimento. A entidade cita a Lei Orgânica de Segurança Alimentar e Nutricional (Losan 2006) e a criação do Ministério do Combate à Fome como medidas de que exemplificam que o direito à alimentação está sendo cada vez mais reconhecido como direito fundamental.

A crise econômica reduziu a ajuda estrangeira e o investimento em países mais pobres, além de diminuir o envio de dinheiro dos que trabalham em países mais ricos. Diante desse quadro, a FAO fez um apelo por um maior esforço internacional para diminuir a fome no mundo e também para garantir mais investimentos em agricultura e dispositivos de segurança para a economia em países mais pobres. Além disso, alerta para uma crise no preço dos alimentos, que se estabilizaram em um nível muito alto para muitas pessoas em países em desenvolvimento. Como solução para esses problemas, a entidade defende, entre outras medidas, dar mais poder para mais mulheres nos países em desenvolvimento, por meio de educação e mais acesso a empregos.

Bolsa Família aumenta escolaridade da população
Cerca de 500 mil jovens e adultos beneficiários do programa ou que estão no Cadastro Único foram alfabetizados em 2006 e 2007. O percentual de pessoas cadastradas atendidas por programas de alfabetização aumentou de 21,9%, em 2006, para 33,8% em 2007. A articulação do MDS com o Programa Brasil Alfabetizado (PBA), do Ministério da Educação, possibilitou que essas pessoas iniciassem os estudos ou voltassem às salas de aula. Dos 536.289 alfabetizados no período, 379.465 são atendidos pelo programa de transferência de renda.

A ligação do Bolsa Família com a educação faz parte do desenho institucional do programa. Os beneficiários precisam manter os filhos na escola e cumprir uma agenda básica de saúde. O objetivo é estimular acesso da população pobre aos serviços básicos de educação e saúde para melhorar as condições de vida desse público.

A comparação entre Estados mostra que Alagoas obteve o maior desempenho, com a alfabetização de 29% de pessoas atendidas pelo Bolsa Família. Ceará e Pernambuco vêm logo em seguida com 23% de beneficiários alfabetizados. Na região Sudeste, Minas Gerais responde por 70% dos beneficiários alfabetizados. No Norte, somando Pará, Amazonas e Acre, os três Estados alcançam 78% das pessoas atendidas pelo Bolsa Família na região.

(Carta Maior com agências internacionais)

Quarta, 28 Outubro 2009 20:36

Olhar positivo sobre o que acontece ao nosso redor

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O site Viva Pernambuco propõe-se a divulgar notícias positivas das mais diversas áreas: ação social, religião, música, cinema, artes, propaganda, política, ciência e tecnologia, saúde, meio ambiente, entre outros. A proposta da equipe é divulgar ações, acontecimentos, eventos e produções que disseminem mídia de paz numa sociedade acostumada a ser bombardeada com más notícias.

Não estamos de olhos fechados para a realidade. Pelo contrário, temos exata dimensão do que acontece ao nosso redor. E é exatamente por isso que tentamos colaborar para modificar o nosso entorno, inclusive dando espaço a denúncias de violações aos direitos humanos ou ao meio ambiente.

Junte-se a nós nesta caminhada.

Equipe Viva Pernambuco

thumb_8788525080002501880000Voluntários que fazem parte do projeto Mãos que Ajudam restauraram o Parque Camaragibe, uma praça pública com o mesmo nome da cidade que fica na Região Metropolitana do Recife. A reforma foi entregue em 12 de outubro, como presente à meninada no Dia das Crianças. O equipamento de lazer é o principal de Camaragibe e recebe diariamente cerca de 800 pessoas.

Voluntários de todas as idades ajudaram na restauração. Tômas Augusto de Lima, de apenas 8 anos, foi um deles. “A gente fez de tudo para ajeitar o parque porque ele é muito importante para as crianças”, explicou.

“Nossa proposta é que junto com as famílias, as crianças entendam a importância da preservação de um espaço como este cidade”, informou o coordenador do projeto, Orson Lemos. Os voluntários trabalharam na pintura, carpintaria e reparos do parque.

O projeto Mãos que Ajudam reúne vários voluntários, entre instituições religiosas, empresas privadas, órgãos governamentais e organizações assistenciais, que doam parte do tempo livre para ajudar na limpeza, reforma e manutenção de lugares públicos, como escolas e praças; na preservação do meio ambiente; no apoio a campanhas comunitárias e na participação de projetos que visem à conservação do bem coletivo.

Fonte:Pe360graus.com

Um projeto realizado por moradores de Maranguape 1, em Paulista, no Grande Recife, dá exemplo de que a união da comunidade pode mudar a vida das pessoas.  Através do projeto são ofertados vários cursos durante todo o ano com o objetivo de afastar os jovens da violência e das ruas.

Os cursos são ofertados à tarde na Associação dos Moradores. O resultado é uma convivência melhor com a família, com os vizinhos, os colegas e os professores, além de boas notas na escola. Um dos cursos oferecido é o de informática. As aulas estimulam a criatividade e o gosto pela escrita e leitura. O pequeno Rian Lopes, de apenas 7 anos, foi alfabetizado com a ajuda do curso. “Aprendi a digitar, pintar e escrever o nome”, disse.

Para desenvolver o raciocínio e a concentração são realizadas aulas de xadrez. Quem não gosta de ficar sentado participa da turma de dança. Há também o reforço escolar e aulas de cidadania e direitos da criança e do adolescente. As aulas de música são as mais disputadas.

O projeto foi criado em 2006 pela própria Associação de Moradores. Atende a 60 crianças e adolescentes de Maranguape 1. No bairro de Paratibe existe outro núcleo com mais 60 estudantes. O dinheiro para manutenção das salas, alimentação e compra de instrumentos e materiais para as aulas vem do Fundo Municipal da Criança e do Adolescente.

Os professores são voluntários. Como o projeto atende a meninos e meninas com idades de 7 a 12 anos, a preocupação dos coordenadores é com os que completam 13 anos. “O grande desafio é conseguir convencer os comerciantes, empresários, empresas, prefeitura, pessoas e instituições que possam comprar essa briga conosco”, disse a presidente da associação, Joana D´Arc Muniz.

Fonte: Pe360graus.com

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