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  • "Mídia Construtiva é também lançar o olhar crítico sobre problemas, apontar falhas, denunciar. Contribuindo para a corrente que tenta transformar o negativo em positivo."

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O Núcleo de Tecnologia, Comunicação e Idiomas, da Secretaria de Educação de Olinda (Nteci) está disponibilizando 75 vagas para curso básico de espanhol. As inscrições podem ser feitas até a próxima sexta-feira (22), no próprio Núcleo, Rua 15 de Novembro, nº 135, de 8h às 20h. As aulas iniciam na segunda (25/02).

O curso é gratuito e direcionado a pessoas com idade a partir de 16 anos. No ato da inscrição o interessado deve apresentar cópias e originais da identidade e do comprovante de residência. Estão sendo disponibilizadas 20 vagas para o horário da manhã, 40 para tarde e 15 para noite.  Outras informações podem ser obtidas pelo telefone: 3305.1072.

Da Assessoria de Imprensa do Coletivo Lugar Comum

 

Iiniciativa é do Coletivo Lugar Comum, com apoio do Funcultura, e trará para a cidade a artista Adriana Fernandes, musicista, pesquisadora e professora adjunta do Departamento de Artes Cênicas da Universidade Federal da Paraíba

 

Estão em curso as inscrições para a primeira oficina aberta dentro do projeto “A Voz e Movimento”. Os interessados precisam preencher a ficha de inscrição até o dia 25 de fevereiro. A seleção será feita a partir do currículo e carta de intenção. Mais informações podem ser obtidas no site do Lugar Comum: www.coletivolugarcomum.com ou pelo email O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. . A oficina, que é gratuita, acontece de 4 a 7 de março, das 19h às 22h, na sede do grupo artístico Coletivo Lugar Comum, na Rua Madre de Deus, 170, sala 202, no Recife Antigo.

O objetivo proposto pela professora Adriana Fernandes é estimular e sensibilizar bailarinos e atores para a relação corpo-voz-som-movimento, a partir de elementos como a respiração, audição, fonação e cinestesia. Esta é a primeira oficina aberta a ser realizada pelo Coletivo Lugar Comum em 2013 dentro da proposta do projeto, que trará ainda o ator-pesquisador Carlos Simioni, do LUME Teatro, em agosto.

A pesquisa “A Voz do Movimento”, iniciada em janeiro de 2013, aborda a improvisação como ferramenta para aperfeiçoamento da expressividade do corpo-artista, propondo a integração entre movimento e produção vocal. Ao todo, durante um ano, serão realizadas várias atividades práticas e teóricas sobre a criação em dança a partir da improvisação e da exploração da expressão vocal aliada ao movimento.

Além dos encontros semanais reunindo os integrantes do Lugar Comum, o projeto envolve os ensaios abertos e a realização de duas oficinas coletivas como espaços para troca de saberes entre profissionais de várias linguagens, abertas a participantes de outros grupos artísticos em atividade no estado de Pernambuco.

O acompanhamento permanente das atividades, através da produção de registros (textos, fotos, vídeos) pelos bailarinos-pesquisadores do Lugar Comum, pode ser feito pelo blog avozdomovimento.wordpress.com. Ao final da pesquisa será apresentada uma criação artística assinada pelos integrantes do Coletivo, desenvolvida ao longo do processo com base no tema trabalhado. A Voz do Movimento: da inquietude, do silêncio, da voz, do movimento, do corpo do agora, agora, momento e ato, som que dança, nasce a inspiração, criação, comunicação, troca, tudo se tocando, entrelaçado, artista e público, se existindo enquanto a arte da improvisação se desenha no inusitado espaço, permitindo outras percepções.  

Descrição dos elementos a serem trabalhados na oficina de Adriana Fernandes:

Respiração: compreensão biológica do processo; músculos, ossos e órgãos envolvidos; treinamento dos diversos tipos de respiração em acordo com os diversos estados emocionais e posições corporais;

Audição: compreensão de elementos básicos relacionados aos princípios sonoros: altura, duração, intensidade, timbre; compreensão de elementos básicos de composição sonora; relação corpo e som – paralelo, oposição, semi-oposicão (ou semi-paralelo);

Fonação: compreensão do processo de emissão vocal; utilizando-se dos elementos apreendidos em audição transpor para a voz o “cargo” de emissão sonora; composição vocal-corporal a partir de altura, duração, intensidade e timbre;  

Cinestesia: combinação dos elementos trabalhados anteriormente tendo como foco e origem da atividade o movimento corporal; exercícios de criação artística a partir de sugestões dadas pela professora.

 

Com informações da Assessoria de Imprensa da Cabra Fulô

 

Produções A Cabra Fulô Produções enviou 800 DVDs a 115 escolas públicas de Pernambuco e a 22 bibliotecas públicas do país contendo o e-book Loubo Amor, uma adaptação do conto Os Desastres de Sofia, de Clarice Lispector. Junto foi um convite para que alunos, orientados pelos professores, desenvolvam o seu próprio e-book.

O tema sugerido é “Mudar o mundo em 2013” e o produto final deverá ser um documento em formato .pdf (para o caso de um livro composto apenas de imagens e textos, sem interatividade) ou em formato .swf (para o caso de um livro interativo, como o próprio “Loubo Amor”).

O resultado desses laboratórios criativos em sala de aula deve ser enviado para o email da Cabra Fulô (O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ) para que este seja incluído em uma plataforma de distribuição de e-books. Dentro de um mês, a equipe entrará em contato com as instituições de ensino e pesquisa para avaliar o interesse no desenvolvimento da atividade proposta. A expectativa é que se desenvolvam pelo menos cinco ebooks em cinco escolas diferentes.

Loubo Amor é um e-book interativo, através do qual o leitor pode se divertir e compreender de forma lúdica como algo que fere pode ser também aquilo que conforta. O projeto tem incentivo da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e foi finalizado em 2012.

História - Loubo Amor conta a história de um lobo que vive um louco amor. Uma inspiração às avessas. O lobo-guará é o personagem que conduz a parábola sobre a pluralidade de sentimentos de um ser e os seus muitas vezes questionáveis métodos de aproximar e repelir. O lobo, que pouco se assemelha ao personagem malvado da história Chapeuzinho Vermelho, mostra que mesmo através da amargura, da feiura e da dureza é possível atingir sentimentos como a gentileza, a doçura, a beleza.  

Loubo Amor pode ser baixado gratuitamente aqui. .

Por Taíza Brito

O Índice de Vulnerabilidade Juvenil à Violência (IVJ-Violência), divulgado hoje (19/02) pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) traz números animadores para o Estado. Dos doze municípios pernambucanos elencados no estudo, nenhum foi classificado como detentor de vulnerabilidade alta em 2010, enquanto três foram classificados com vulnerabilidade média (25%), sete com vulnerabilidade média baixa (58,3%) e dois com vulnerabilidade baixa (16,7%).

No estudo pode se constatar que os municípios pernambucanos estão entre os que mais têm contribuído para a melhora do quadro nacional entre 2007 e 2010. Recife, por exemplo, recua (favoravelmente) 71 posições no ranking do IVJ-Violência,  passando do 14º pior lugar na lista, em 2007 (0,522), para o 85º, em 2010 (0,325). Uma redução de 38% no índice. A explicação para a queda no índice provavelmente está nos resultados obtidos em todo Estado pelo Pacto Pela Vida (PPV), programa do Governo estadual que visa à redução de Crimes Violentos Letais Intencionais, desde 2007.

Para mensurar a vulnerabilidade juvenil, o IVJ-Violência congrega num único indicador numérico a média ponderada de três dimensões: homicídios e acidentes de trânsito entre os jovens; freqüência à escola e situação de emprego; pobreza e desigualdade no município.

No período analisado, Jaboatão dos Guararapes passou do 16º lugar para o 90º, recuperando 74 posições (-38% no índice), enquanto Olinda passa do 15º para o 82º lugar (-37%). Mas o caso que mais chama atenção no Estado é o de Paulista, que passa do 71º pior lugar para o 165º (94 posições). O que equivale a uma redução de 40% em seu IVJ, a maior do Estado. Há ainda cidades que apesar de melhorarem seu índice, como Vitória de Santo Antão (-21%), Camaragibe (-20%) e Caruaru (-16%), perderam respectivamente, 11, 9 e 31 posições no ranking nacional. Isto se explica porque outras cidades do País melhoraram seu desempenho mais ainda.

Por outro lado, os municípios de São Lourenço da Mata e Igarassu entraram pela primeira vez no estudo porque só a partir do Censo IBGE-2010 é que superaram os 100 mil habitantes. Logo, não havia dados para esses municípios na edição anterior do estudo, realizada em 2009. Para os outros 10 municípios pernambucanos que entraram no estudo, todos experimentaram melhora no IJV, em proporções que variam de 16% a 40%.

Metodologia - Os 283 municípios do país com mais de 100 mil habitantes são classificados numa escala de 0 a 1 pontos, em que zero representa a situação de menor vulnerabilidade e 1, a de maior. A fórmula foi criada pela Fundação Seade, de São Paulo. E foram utilizados dados consolidados pelo Censo Demográfico/2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Fruto do Termo de Parceria firmado entre a Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP) e o FBSP, o IVJ-Violência demonstra um contexto nacional de melhora dos indicadores sociais entre os dois anos da série analisada e reforça a importância da segurança pública para o maior avanço das condições de vida da população jovem dos 283 municípios com mais de 100 mil habitantes em 2010.

Segundo Renato Sérgio de Lima, conselheiro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e supervisor técnico do indicador, "o IVJ não tem objetivo de isolar o impacto de programas e avaliá-los especificamente. O que há é uma evidência de que (...) para garantir avanços futuros, mecanismos de monitoramento e avaliação da política de segurança pública precisam ser estruturados."

Confira na tabela abaixo o a situação dos municípios pernambucanos:

                                                                  

 

O estudo completo está disponível em:

http://www2.forumseguranca.org.br/arquivos/ivj.pdf

 

Da Assessoria de Imprensa da Faculdade Guararapes

Bullying e violência escolar é tema de uma palestra gratuita, que acontece nesta quarta-feira (20), às 19 horas, na Faculdade dos Guararapes – integrante da rede internacional de universidades Laureate - em parceria com o Instituto Cervantes. O tema será abordado pela doutora em Psicologia, Fuensanta Cerezo Ramírez, que também é professora titular de Psicologia de La Educación de la Universidad de Murcia (Espanha), e tem várias publicações e projetos ligados ao tema.

Durante a palestra, a especialista discutirá o fenômeno bullying, quais fatores o facilitam e as formas de combate e controle de atitudes agressivas, que muitas vezes ocorrem na sala de aula e também no ambiente de trabalho. Também serão analisadas situações de aula na Espanha e no Brasil.

O evento é aberto ao público e os interessados podem se inscrever pelo site: www.faculdadeguararapes.edu.br/site/psicologia.

 

Mais informações pelo telefone: 3461.5555.

A Fundação Altino Ventura,em parceria com a Prefeitura de Abreu e Lima, no Grande Recife, está realizando atendimento em algumas Unidades da Saúde da Família do município até a próxima sexta-feira, dia 22. Estão sendo realizados exames dos Projetos Catarata e Glaucoma para pessoas acima de 50 anos. Para ter acesso aos projetos é preciso, além da idade citada, apresentar carteira de identidade, CPF e comprovante de residência nos postos onde os profissionais da Fundação fazem atendimento, das 8 às 14 horas.

O objetivo do atendimento é prevenir a cegueira e reabilitar a visão por catarata senil, tendo como público alvo pacientes com fatores de risco para glaucoma. São feitos testes de triagem visual para glaucoma e realizados o tratamento clínico e cirúrgico dos casos indicados. O público Alvo são pacientes com idade igual ou superior a 50 anos, com acuidade visual inferior a 20/60.

Mais informações podem ser obtidas com Adriana Cysneiros, coordenadora de Atenção Básica de Abreu e Lima (81) 8612-6505 e na Fundação Altino Ventura através do telefone (81) 3302-4300

Confira dias e locais de atendimento:

Dia 18/02  

USF Embriões (Caetés 1)  

Dia 19/02  

USF Caetés 1 A e B  

Dia 20/02  

USF Caetés 1 A e B  

Dia 21/02  

USF Caetés II  

Dia 22/02  

USF Caetés III Jaqueira  

 

É difícil manter uma dieta regrada em dias fora do nosso cotidiano normal. Porém passado os excessos e exageros do Carnaval, agora é hora de voltar para uma alimentação mais saudável. Não é necessário passar vontade ou deixar de saborear as diferentes preparações, desde que seja em pequenas quantidades, dando preferência para os alimentos mais leves e que já fazem parte do dia a dia.  

“O ideal é que os excessos sejam evitados, quando não, é indicado fazer refeições pequenas e leves nos próximos dias. Preferir os alimentos naturais como, frutas, legumes e verduras e abusar dos líquidos”, orienta a supervisora de Nutrição do Hospital e Maternidade São Cristóvão, Fátima Corradini.

“Sucos de fruta a base de água de coco são uma boa opção para desintoxicar, além de refrescantes, são nutritivos. Algumas receitas sugerem verduras como couve ou até mesmo beterraba ou cenoura, que misturados a diversas frutas, enriquecem, dão cor e sabor aos sucos. Mas o líquido é o ator principal na tarefa de desintoxicar, sem deixar de ingerir água, que é fundamental”, afirma a nutricionista.  

Para recuperar a forma e gastar as calorias não desejadas, basta voltar a ter uma alimentação balanceada, reduzir as quantidades e praticar exercícios físicos. O verão favorece o consumo de alimentos mais leves, digeridos facilmente e evitam desconfortos intestinais.   Já para quem extrapolou também na bebida alcoólica, é indicado evitar alimentos ricos em gorduras, que sobrecarregam o fígado, ocupado em metabolizar as toxinas ingeridas na alimentação pesada.  

Do CicloVivo

Estudo realizado pelo Instituto Totum e pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ), da Universidade de São Paulo em parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica, estima que cada árvore da Mata Atlântica absorve 163,14 kg de gás carbônico (CO2) equivalente ao longo de seus primeiros 20 anos.

O gás carbônico em excesso no ar é prejudicial, sendo uma das substâncias responsáveis por mudanças no clima. O estudo foi feito com base em análises de amostras do plantio de árvores nativas dos projetos Clickarvore e Florestas do Futuro, programas de restauração florestal da Fundação SOS Mata Atlântica.  

Para fazer a estimativa, foi considerado um plantio médio de 1.667 mudas por hectare. A amostra abrangeu árvores de idades entre 3 a 11 anos, sendo projetada uma expectativa para a idade de 20 anos. “Esta é a segunda etapa do monitoramento dos plantios. Iniciamos o acompanhamento em 2007 somente em quatro áreas do projeto Clickárvore as quais remedimos no ano passado, além de incluir mais quatro áreas do projeto Florestas do Futuro. Isso nos permitiu ajustar a curva de crescimento construída anteriormente, que na época apontava valor de 250kg de CO2e em 20 anos. Para chegar ao resultado da projeção, consideramos idades e espécies de árvores diferentes, no bioma, clima e diversidade da Mata Atlântica”, informa Fernando Lopes, diretor do Instituto Totum.

O estudo também estimou o sequestro de gás carbônico desde o início da implantação dos programas. Ao longo de 11 anos (de 2000 a 2011), o plantio de 23.354.266 árvores do Clickárvore retirou da atmosfera em torno de 1,05 milhão de toneladas de gás carbônico equivalente, ou seja, 7,27 kg de CO2 e por árvore plantada por ano. Já as 3.842.426 árvores do Florestas do Futuro sequestraram 194, 23 mil toneladas de CO2 equivalente, o que corresponde à remoção anual de 10,11 kg de CO2e por árvore, de 2003 a 2011. As diferenças de absorção de CO2e entre as áreas ocorrem devido a fatores diferentes, como espécie, clima e solo, que impactam o desenvolvimento das árvores em cada local avaliado.  

Para assegurar a restauração de uma área degradada com essências nativas, o plantio deve seguir normas, como selecionar espécies adequadas para a região, averiguar a qualidade de sementes e de mudas, preparar o solo para o plantio e cuidar da manutenção da área. Se as normas forem seguidas, os reflorestamentos serão mais eficientes na remoção de gases do efeito estufa da atmosfera, com reconhecimento da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (UNFCCC).  

A análise de ambos os programas de reflorestamento avaliou oito plantios nas regiões de Penápolis, Valparaíso, Ibaté, Andradina, Salesópolis, Itatiba e Itu, em São Paulo; e uma região no estado do Rio de Janeiro, em Pinheiral. Foram medidas e identificadas 2.496 árvores, de 128 espécies. Para o cálculo de biomassa e do carbono, o relatório considerou as árvores com Diâmetro à Altura do Peito (DAP) igual ou superior a cinco centímetros.  

Segundo Rafael Bitante, Coordenador de Restauração Florestal da SOS Mata Atlântica, o aquecimento global há alguns anos vem sendo pauta nos noticiários e a cada dia, o reflexo desse fenômeno é sentido de maneira mais frequente pela vida na Terra. Diante deste cenário, cada vez mais empresas e pessoas procuram compensar as emissões de CO2, apontado como um dos principais gases causadores do efeito estufa (GEE). “A parceria com o Instituto Totum e a Esalq são fundamentais para contribuir à ciência e subsidiar esforços na mitigação destes efeitos unindo a experiência da Fundação SOS Mata Atlântica na execução de projetos de restauração florestal para compensação ambiental”, destaca.

Quarta, 13 Fevereiro 2013 17:06

Economize energia nesse verão

Escrito por

Do EcoD

No verão, os ventiladores, ar condicionados e freezers são acionados para ajudar a aliviar o calor comum desta estação. O problema é que a utilização excessiva de todos eles pode ampliar significativamente o aumento de energia.  No intuito de te ajudar a economizar e ao mesmo tempo não sofrer com o calor, o EcoD separou algumas dicas simples listadas pelo Procel, que podem auxiliar na redução.

•Tome banho frio: aproveite para tomar banhos frios. Além de aliviar o calor, isso reduz o gasto comum de um chuveiro elétrico.

•Desligue o ar-condicionado quando possível: uma boa hora é meia hora antes do fim do expediente e na hora do almoço. E quando ele estiver ligado, evite deixar portas abertas e a penetração do sol no ambiente, fechando cortinas e persianas.

•Abra as janelas: aproveite a iluminação e ventilação natural.  •Evite abrir a geladeira toda hora: retire de uma só vez tudo o que precisa. Além disso, ela não deve ficar próxima de lugares quentes, como fogão ou janelas que batem sol.

•Nunca deixe seu aparelho “dormir” carregando: dê a carga necessária e retire-os da tomada. Para câmeras digitais que não usam pilhas, aplica-se a mesma regra do celular. Só carregue o tempo necessário especificado no manual.

•Quando não estiver usando, mantenha o computador desligado: dê preferência aos notebooks que consomem menos energia. Não deixe os acessórios do computador (impressora, scanners etc.) ligados sem necessidade.

•Opte por equipamentos mais eficientes: escolha aparelhos com classificação ‘A’ no  •Programa Brasileiro de Etiquetagem do Inmetro, quando for o caso, ou identificados com o Selo Procel, da Eletrobrás.

•Se possível, não use aparelhos elétricos durante o horário de pico: evite o horário de maior consumo de energia, entre 18h e 21h.

Quarta, 06 Fevereiro 2013 20:59

Carnaval e consumo consciente combinam! Quer ver?

Escrito por

Do Instituto Akatu

O Carnaval está chegando! Para os foliões, diversão garantida nos blocos de rua, desfiles e bailes. Para quem gosta de sossego, um feriadão para descansar ou passear. Mas será que é possível aproveitar a festa e contribuir para um mundo mais sustentável ao mesmo tempo? O Akatu preparou dez dicas de consumo consciente, que valem para os foliões de carteirinha e para quem vai curtir outra programação nesse período. São dicas simples e práticas para festejar a data sem culpa.   Confira!  

1. Mais luxo que lixo  

O aumento do turismo e o consumo de bebida e comida no Carnaval geram mais lixo que o normal. O aumento do lixo gera impactos na coleta (que fica sobrecarregada) e no armazenamento nos aterros. Mas o consumidor consciente sabe que um Carnaval bom mesmo tem menos desperdício de comida e de bebida, e tem uso de embalagens retornáveis… Enfim, tem mais luxo que lixo!  

2. E viva o lixo no lixo!

Os blocos e desfiles aumentam a concentração de pessoas nas ruas das cidades. Já imaginou o que acontece quando elas jogam seus papéis, copos, embalagens e tudo o mais na própria rua? O lixo acumulado entope os bueiros e aumenta o risco de enchentes. Nas estradas, os detritos jogados nos acostamentos agridem e colocam em risco o meio ambiente e os animais. Nas praias, o lixo se espalha pela orla, vai parar no fundo do mar e, além de contaminar a água e consequentemente fauna e flora que nela vivem, seu recolhimento é muito trabalhoso. O consumidor consciente pode evitar estes impactos se levar consigo um saquinho para guardar as sobras do que consumiu até encontrar uma lata de lixo.

3. Re-fantasie-se

As fantasias de Carnaval são usadas, em geral, apenas por um dia. Para chegar até o consumidor, uma fantasia utiliza matérias primas, água e energia em sua produção, distribuição e transporte. Que tal reutilizá-las, trocá-las com amigos ou reformá-las? Utilizando a mesma fantasia mais de uma vez, o consumidor consciente dilui ao longo do tempo os impactos negativos ocorridos na produção dos materiais que compõem a fantasia. Além disso, evita que ela seja jogada fora e, assim, aumente a quantidade de lixo produzido desnecessariamente.

4. Excesso?

Só de alegria   A combinação entre calor, comida comprada na rua, álcool e multidão pode ser indigesta. Também o consumo excessivo de bebidas é responsável pela maioria dos acidentes de automóvel e pelo início de diversas brigas de rua. O limite é definido por cada um. O consumidor consciente aproveita a festa protegendo a sua saúde e a de todos.

5. Pé e consciência na estrada  

O turismo aumenta muito nos feriados prolongados. As viagens de carro são bastante comuns e ampliam o tráfego nas estradas, o risco de acidentes e a emissão de poluentes. Mas o consumidor consciente pode se organizar para viajar com o maior número possível de pessoas no carro, diluindo os impactos da viagem. Pode também planejar sua viagem de modo a ter o motor regulado, reduzindo em até 5% o consumo de combustível e emitindo menos gases de efeito estufa. Além disso, pode programar a saída de casa em horários de menos trânsito, reduzindo desta forma o tempo em marcha lenta e emissão maior de carbono. O turismo também pode ter impactos positivos: respeitando os costumes dos lugares visitados e prestigiando a cultura e economia locais, o consumidor consciente contribui para o desenvolvimento da região visitada.

6. Pirataria só na fantasia

Quando o consumidor consciente compra artefatos de festa, CDs e DVDs, ele pode exigir dos fornecedores nota fiscal, evitando a sonegação de impostos e o estímulo à produção ilegal, que alimenta o crime organizado.

7. Desplugue-se  

Antes de viajar ou sair de casa por períodos prolongados para se distrair, o consumidor consciente pode tirar os aparelhos elétricos e eletrônicos da tomada, tais como televisão, DVD, micro-ondas, computador e carregador de bateria, a fim de economizar energia. O modo “stand by” – acionado quando o aparelho está desligado, mas conectado à rede elétrica pela tomada – faz com que o aparelho continue consumindo energia, podendo chegar a até 25% do que consumiria se o equipamento estivesse ligado.

8. Mergulhe na folia, mas deixe a água de fora  

O Carnaval é uma época em que as cidades turísticas enfrentam sérios problemas de abastecimento de água em função do consumo adicional das pessoas que elas recebem. O consumidor consciente pode evitar tais problemas redobrando os cuidados com a água: brincando sem gerar desperdícios, tomando banhos mais curtos e aproveitando o calor para desligar o chuveiro caso demore ao se ensaboar ou para aplicar cremes nos cabelos.

9. Eu quero sossego  

Aqueles que moram em cidades que não são destino de foliões e que não vão viajar podem aproveitar a tranquilidade e o tempo livre em atividades que valorizam o maior convívio com os amigos e com a família. Caminhadas, piqueniques, visitas a parques, museus e centros culturais são algumas sugestões que estimulam o bem-estar e podem ter menos impactos negativos no bolso e no meio ambiente!  

10. O bloco do consumo consciente  

O consumidor consciente também pode divulgar estas dicas para os amigos e familiares, convidando-os a fazerem parte de um movimento por um Carnaval mais sustentável. Espalhar os princípios que o Akatu apresenta aqui é como puxar um trio elétrico, atrás do qual só não vai quem ainda não entendeu que consumo consciente é o jeito mais fácil e acessível a cada um para fazer do mundo um lugar melhor para todos!

Terça, 05 Fevereiro 2013 17:31

LBV lança campanha Criança Nota 10

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A Legião da Boa Vontade (LBV) promove a edição 2013 de sua Campanha Criança Nota 10 — Sem Educação não há Futuro!. A iniciativa tem por objetivo levantar recursos para as escolas e programas da Instituição voltados a crianças e adolescentes em idade escolar, que contribuem diretamente para a melhora do desempenho deles no ensino e o fortalecimento da cidadania.

Os beneficiados são os estudantes da Legião da Boa Vontade e crianças e adolescentes de 6 a 17 anos que participam dos programas LBV — Criança: Futuro no Presente! e Espaço de Convivência promovidos nos Centros Comunitários de Assistência Social da LBV em dezenas de cidades de todo o Brasil. A campanha também beneficiará os alunos da LBV que estudam no programa Educação de Jovens e Adultos (São Paulo/SP) e no Projeto de Apoio a Ex-alunos, nas cidades de Curitiba/PR e Taguatinga/DF.

Com essa ação, a LBV complementa o trabalho realizado em suas unidades de atendimento — onde oferece o apoio necessário para que crianças e adolescentes possam efetivar o aprendizado com qualidade, longe das ruas ou do isolamento —, bem como ampara famílias em situação de vulnerabilidade social, ou seja, que sofrem em decorrência da pobreza, da violência, da discriminação e de outros problemas.

Ao final da campanha serão entregues 13.800 kits de material escolar e pedagógico, para despertar em crianças e adolescentes maior interesse pelos estudos, assim como ajudar os pais que não têm recursos para adquirir o material escolar.

Educar com Espiritualidade Ecumênica

A base e o diferencial de todas as ações socioeducacionais da Legião da Boa Vontade são a Pedagogia do Afeto e a Pedagogia do Cidadão Ecumênico, que compõem a inovadora linha pedagógica da Instituição, criada pelo educador Paiva Netto. Utilizada diariamente nas unidades de atendimento da LBV, essa proposta considera a formação intelectual de excelência, sem perder de vista o sentimento das pessoas. Essa abordagem se fundamenta no desenvolvimento integral do ser humano, porque o contempla em suas dimensões física, psicológica, social e espiritual — o que é fundamental para a construção de uma sociedade verdadeiramente solidária.

Para saber mais sobre o trabalho socioeducacional da LBV, basta ligar para o tel. (81) 3413.8600 ou acessar o site www.lbv.org/crianca.

Nesta quinta-feira, 7 de fevereiro, Dom Helder Câmara completaria 104 anos se vivo estivesse. Para comemorar a data acontecerá às 8h30, na Igreja das Fronteiras, uma missa festiva. O presente que deixaria o aniversariante feliz pode vir em forma de solidariedade. A sugestão do Comitê da Ação da Cidadania Pernambuco Solidário é que os participantes do ato doem alimentos não perecíveis para as famílias atingidas pela seca no Agreste e Sertão.

Ao final da missa, a festa continuará no clima da alegria carnavalesca, com os foliões do Bloco Brinque na Paz, composto por voluntários do Comitê, que contará com a participação especial de integrantes do Bloco Lírico Flabelo Encantado.

Dentre as homenagens a dom Helder, está o Coral da Santa Casa, que terá a regência do Maestro Eduardo Oliveira e, também, o relançamento do livro "Além das Ideias – Histórias de vida de Dom Hélder", do jornalista Félix Filho.

Terça, 05 Fevereiro 2013 14:43

Dez direitos que o consumidor não conhece

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É bastante natural que o consumidor se veja em alguma situação onde seus direitos estão sendo desrespeitados e não saiba como agir. Vale lembrar que, em muitos casos, é possível solucionar essas questões, sem precisar da ajuda de terceiros (órgãos de defesa do consumidor e Justiça). Indicamos uma lista de situações que podem suscitar violações aos direitos do consumidor com o objetivo de ajudá-lo a se proteger, vamos a elas:  

1. O nome do consumidor deve ser limpo até 5 dias após pagamento da dívida: Segundo decisão da 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou, que quando o consumidor realiza o pagamento de uma dívida atrasada, o nome deve ser retirado em no máximo cinco dias dos órgãos de proteção ao crédito. O prazo começa a ser contado da data de pagamento

2. A construtora deve pagar indenização por atraso em obra: Quando ocorre o atraso na entrega do imóvel a construtora deve indenizar o consumidor. O Ministério Público de São Paulo e o Secovi assinaram um acordo que prevê até mesmo a forma como a indenização deve ser realizada: em atrasos superiores há 180 dias, a construtora deve pagar uma multa equivalente a 2% do valor desembolsado pelo consumidor, mais 0,5% ao mês.  

3. Os bancos devem oferecer serviços gratuitos: Não é obrigado aos consumidores contratar um determinado pacote de serviços no banco. Pois os bancos são obrigados a oferecer gratuitamente uma quantidade mínima de serviços, como por exemplo: fornecer o cartão de débito, a realização sem custo quatro saques e duas transferências por mês e também até dois extratos e dez folhas de cheque por mês.

4. Não existe valor mínimo para compra com cartão: Nenhuma loja pode exigir um valor mínimo para se pagar a compra com cartão. Conforme o Idec e o PROCON, se a loja tem a opção de pagamento com o cartão, ela está obrigada aceitá-lo para em compras de qualquer valor desde que a VISTA. Fique atento pagamento com cartão de CRÉDITO, apenas quando não for parcelada, considerara-se pagamento à VISTA.

5. O consumidor pode desistir de compras feitas pela internet: O consumidor que faz compras pela internet e pelo telefone tem a opção de desistir da compra, indiferente do motivo, sem custo adicional, desde que seja feito em sete dias corridos. “A contagem do prazo inicia-se a partir do dia imediatamente posterior à contratação ou recebimento do produto”, segundo o PROCON de São Paulo. Conforme está no artigo 49 do Código de Defesa do Consumidor. A contagem não é interrompida nos finais de semana ou feriados.

6. O consumidor pode suspender serviços sem custo: É direito do consumidor suspender, uma vez por ano, serviços de telefone fixo e celular, de TV a cabo, água e luz sem custo adicional. No caso da TV e telefone, o prazo máximo de suspensão é de até 120 dias; já se tratando da água e da luz, não existe um prazo máximo, mas para a religação o consumidor precisará pagar.

7. A Cobrança indevida deve ser devolvida em dobro: Qualquer pessoa que for vitima de alguma cobrança indevida pode exigir que o valor pago devolvido em dobro e corrigido. Conforme consta do artigo 42 do Código de Defesa do Consumidor. Se a conta de telefone foi de R$ 150, por exemplo, mas o cliente percebeu que o correto seriam R$ 100, ele tem direito de receber de volta não só os R$ 50 pagos a mais, e sim R$ 100 (o dobro) corrigidos.

8. O consumidor não precisa contratar seguro de cartão de crédito: As administradoras de cartão de crédito sempre oferecem aos cientes um seguro que protege o consumidor contra perda e roubo. Órgãos de defesa do consumidor entendem que caso o cartão seja furtado e o cliente realizar o bloqueio, toda compra feita a partir deste momento será de responsabilidade da administradora, independente que ele tenha ou não o seguro.

9. Quem compra imóvel não precisa contratar assessoria: Quando se adquiri um imóvel ainda na planta, o comprador tende ser cobrado pelo Sati (Serviço de Assessoria Técnica Imobiliária), que se trata de uma assistência por advogados indicados pela imobiliária. Mas esta cobrança não é obrigatória. O contrato pode ser fechado sem a contratação da assessoria

10. Passagens de ônibus têm validade de um ano: As passagens de ônibus com data e horário marcados, têm validade de um ano, conforme a Lei nº 11.975, de 7/6/2009. Se o consumidor não conseguir fazer a viagem na data da passagem, deve comunicar a empresa com antecedência de até três horas. Depois, com isso o consumidor pode usar o bilhete para outra viagem, sem nenhum custo adicional (mesmo ocorrendo aumento de tarifa).  

... Mas deve ter atenção aos seus deveres  Vale um alerta: O consumidor deve exigir respeito aos direitos previstos no Código de Defesa do Consumidor, mas também deve cumprir algumas obrigações. Em certas questões, por mais que a culpa por algum problema seja do fabricante ou do revendedor, quem arcará com as consequências será aquele que não foi precavido antes de fazer uma aquisição.

• O primeiro passo importante, neste caso, é saber exatamente o que deseja adquirir. Embora pareça óbvio, este procedimento o proporciona uma compra mais segura, eliminando, por exemplo, a possibilidade de arrependimento pela aquisição.

• O consumidor só tem o direito de se arrepender da compra no caso de aquisições feitas por telefone ou outros meios de longa-distância. Isso pode ocorrer sete dias após a pessoa pedir o produto ou então sete dias depois da entrega, já que ele não teve antes a oportunidade de analisar as características da mercadoria.

• Outra dica importante: no momento da compra, o consumidor deve verificar se todos os componentes estão em ordem, como por exemplo o manual de instruções está em português? As características expressas na embalagem conferem?

• Após comprar um produto, a segunda orientação é a exigência da nota fiscal. Mas o documento em si não é sinônimo de proteção: cabe ao consumidor, verificar as informações contidas nele (discriminação do produto, modelo, cor, prazo de entrega). Se não tiver data, entende-se que a mercadoria foi entregue no ato. No caso dos móveis, por exemplo, também deve existir a data prevista e quem fará a montagem.

 • Outra orientação importante é evitar montar o produto sozinho. Neste caso, se algo der errado, o consumidor pode perder o direito à garantia.  

Segunda, 04 Fevereiro 2013 15:37

Guia de etiqueta sustentável para praia: movimente-se!

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A corrida na areia queima 1,6 mais calorias do que a feita em asfalto  / Foto: Thermodynamix

 

Verão, férias, sol, água de coco… Que tal utilizar um dos cenários mais cobiçados nesta época do ano, a praia, para entrar em forma ou não sair dela? Corrida, natação, frescobol, yoga e treino funcional são alguns exercícios que podem fazer a diferença.

Se você já está na praia, apreciando a beleza da paisagem e a poucos metros do mar, por que não experimentar uma corrida na areia? O exercício é considerado um dos melhores nos quesitos condicionamento e fortalecimento muscular.

Segundo o médico ortopedista Ricardo Cury, diretor do comitê de cirurgia do joelho da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (Sbot), a atividade também é um ótimo trabalho de recuperação e propriocepção (conscientização do corpo). “A corrida em areia fofa é muito mais eficiente para trabalhar o fortalecimento de músculos inferiores e do joelho do que um trote em terrenos duros”, explicou ao portal Contra Relógio.

Alguns cuidados são fundamentais, tais como: utilizar protetor solar; fugir das inclinações da areia, que muitas praias possuem; utilizar tênis, embora pareça estranho, a areia batida (mais próxima a água) aumenta as chances de inflamação, principalmente na “planta do pé”, devido o impacto; e não esquecer de se hidratar. É válido lembrar dos melhores horários para praticar a corrida: antes das 10h e após as 16h.

De acordo com estudos norte-americanos publicados no portal da revista Runner´s World, a corrida na areia queima 1,6 mais calorias do que a feita em asfalto. Portanto, aproveite o verão e corra na praia!

 

Outra opção é nadar no mar. Mas, não tente fazer isso em praias agitadas. Escolha uma mais tranquila e, quando a maré estiver baixa, converse com um salva-vidas, marque uma distância e inicie a atividade. É importante nadar sempre ao longo da praia e nunca em direção a alto-mar.

O exercício trabalha o corpo todo e auxilia no processo de emagrecimento. Além de fortalecer a musculatura, melhora o condicionamento cardiorrespiratório.

Frescobol queima cerca de 820 calorias por hora/ Foto: Mariana Coutinho

 

O frescobol já é um velho conhecido do verão nas cidades litoraneas do país. Além do exercício em si, ainda possibilita “tirar aquela ondinha” e paquerar. Tudo o que você precisa são raquetes de madeira e uma bola de borracha oca.

A atividade, que não rotula ganhadores e perdedores, pois o único objetivo é manter a bola no ar o maior tempo possível, queima cerca de 820 calorias por hora – não há restrição de idade, peso e nem altura. O praticante ainda desenvolve força, velocidade e coordenação motora de braços e pernas.

Yoga proporciona o alívio do estresse, aprimoramento da concentração, da memória e definição corporal / Foto: Andrew Kalat

 

Para quem faz yoga, nada melhor do que realizar a atividade de frente para o mar. A prática tem a ver com o auto-conhecimento – os níveis de consciência.

Ao praticá-la ao ar livre as pessoas alcançam uma consciência pouco trabalhada nos dias atuais, de acordo com o portal Yoga na Praia. “Estamos condicionados a ambientes fechados, ar condicionado, carro, escritório, shopping, até dentro de casa. O ser humano costumava ficar fora o tempo todo, hoje tocar uma árvore, uma folha, pisar na terra úmida do orvalho da madrugada é quase um luxo em muitos lugares do mundo”, afirmou o site.

Além do auto-conhecimento, o yoga proporciona o alívio do estresse, aprimoramento da concentração, da memória e definição corporal.

 

Para os que fazem parte da geração saúde e não têm problema em acordar cedo para praticar atividade física, a onda do momento é o treinamento funcional. A prática foi criada para exercitar o corpo por completo, buscando a superação do equilíbrio, força, flexibilidade, resistência, coordenação e velocidade.

Para o educador físico Igor Borges, a atividade não era tão explorada nas academias. “Fazendo o treinamento funcional na praia podemos diversificar e aumentar a intensidade dos exercícios, já que a areia contribui bastante para isso. Sem contar que, realizado ao ar livre, é muito mais divertido para quem pratica”, afirmou ao portal Sua Dieta.

O trabalho é baseado na corrida, por isso, exige muito dos membros inferiores, trabalhando panturrilha, glúteos e coxas. Os movimentos mais comuns são: agachar, avançar, puxar, empurrar, levantar e girar, com o auxílio de cones, elásticos, bolas, cordas, bambolês, cintos de tração, escadas e até paraquedas.

Não há desculpas para não praticar exercícios no verão. Então, cuide da saúde, movimente-se!

Da EcoD

Vida corrida, horário para chegar e para sair, vício do celular e redes sociais, TV ligada, buzinas e 1001 coisas para fazer. Que tal deixar tudo isso de lado e induzir o cérebro ao descanso, sonhar acordado e se desligar de tudo por algum tempinho? Embora não pareça, o tempo ocioso é fundamental para a revigoração do corpo e da mente.

Pesquisadores norte-americanos defendem que o tédio é uma maneira do cérebro comunicar que a pessoa deveria estar fazendo alguma coisa e, por isso, há mais chances de aprender como se divertir e ganhar auto-controle.  

O professor de neurociência Mark Fenske, da Universidade de Guelph, em Ontario, explicou ao jornal New York Times, que executar atividades conhecidas como um “sinal de tédio”, a exemplo de fazer rabiscos, pode fazer com que as pessoas fiquem fisicamente alertas. Ele também comentou que a inquietação das crianças com o tédio pode ajudá-las a intensificar os aprendizados e absorver mais informações.

De acordo com uma pesquisa, publicada no segundo semestre de 2012, no periódico Perspectives on Psychological Science, quando as pessoas estão descansando ou desligados das atividades cotidianas, o cérebro entra no chamado “modo padrão” ou “default”, que está relacionado aos componentes do funcionamento socioemocional, como autoconhecimento, julgamentos morais, desenvolvimento do raciocínio e construção de sentido do mundo que nos rodeia.

“O foco para dentro afeta a maneira como construímos memórias e sentidos e o modo como transferimos o que aprendemos para novos contextos. O equilíbrio é necessário entre a atenção exterior e interior, já que o tempo gasto com a mente vagando, refletindo e imaginando também pode melhorar a qualidade da atenção externa que as crianças podem sustentar”, explicou uma das autoras da pesquisa, a professora Mary Helen Immordino-Yang, da Universidade do Sul da Califórnia.

Segunda, 04 Fevereiro 2013 14:53

A crise do jornalismo e seu possível resgate

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Por Raúl Zibechi, do La Vaca

Caminhamos pelas ruas de Bogotá, onde Ignacio Ramonet assistiu ao décimo aniverśario da edição local de Le Monde Diplomatique, convidado, por Desdeabajo, coletivo editor de livros e jornais. Teve tempo, e ânimo, para fugir do turbulento centro e dedicar umas horas a percorrer o sul pobre da capital colombiana: Cidade Bolívar, onde se desenvolvem experiências de base notáveis. Não para de perguntar. Seu conhecimento de detalhes da história e da vida dos latinoamericanos permite assegurar que o colonialismo não é uma barreira intransponível.

Em certo momento, a conversa tornou-se mais sistemática, um pingue-pongue de perguntas e respostas que não tiveram nem começo nem fim.

La Vaca – Em A explosão do jornalismo você analisa a crise da imprensa e foca no novo poder adquirido por quem antes era leitor ou audiência passiva. É o que nós, jornalistas críticos, sempre havíamos sonhado, mas você vê, nesse papel ativo uma das causas da crise da mídia atual.  

Ignacio Ramonet – A grande transformação produzida pela internet na circulação de informação é que, onde antes dominava o que chamo de “mídia solar” — astros que enviavam seus raios de sol sobre toda a sociedade, impregnando-a com sua supremacia — acabou. Não há emissores puros, que tenham o monopólio da informação e receptores puros, que tenham de resignar-se com tal função de receptores. A revolução que vivemos é que cada receptor pode ser também emissor.   Pode fazer uma página na internet com os amigos, seu blog, facebook ou twitter. E os grandes veículos têm uma vitrine digital, onde se pode intervir fazendo comentários que contrapõem e complementam os artigos; o leitor pode indicar elementos a serem corrigidos do artigo inicial, além de fotos e vídeos. O que eu quero dizer é que a informação já não é algo limitado e fixo. A concepção da informação vem da imprensa, que é o meio que influenciou a rádio e a televisão, e sua origem é o trabalho da era industrial.

LV – O fordismo, onde havia uma clara divisão de trabalho.  

IR – Exato. No fordismo há um projeto, um plano, e na base disso se realiza um produto terminado, intocável. Isso já não funciona nem sequer na indústria, onde aconteceu a revolução do toyotismo, nos anos 80. Fabrica-se, por exemplo, o carro que o cliente quer. A decisão já não vem da empresa, mas de baixo. Agora sucede o mesmo na mídia. Pede-se ao jornalista um artigo com certas características, mas logo os leitores vão completando-o, reformando-o, transformando-o. Por consequência, é uma obra em processo. Isso é uma revolução muito importante.   Agora, como consequência das mudanças técnicas e culturais, o leitor, a audiência, têm um poder como nunca tiveram. Se a isto somamos a crise econômica, estamos diante de uma crise dos velhos monopólios da informação. Newsweek deixou sua edição em papel, The Guardian debate a possibilidade de dar este passo, El País despede um terço do seu pessoal.  

LV – Estamos diante de uma crise conjuntural ou diante de uma virada de larga duração?

IR – O que estamos vivendo no campo da comunicação só é comparável à invenção da prensa de tipos móveis, por Gutemberg, em 1440. Ela não transformou apenas a produção do texto escrito, a difusão do livro. Também produziu o humanismo como escola de pensamento, o Renascimento e a explosão das universidades e do saber, com tudo o que isso significa. O latim deixou de ser a língua comum e começou a ser substituída pelas línguas nacionais, que foram se desenvolvendo. Agora, acontece algo similar. Estamos diante de uma revolução que transborda o campo da comunicação para ser uma revolução social. Envolve o setor financeiro, o comércio, as relações sociais e a difusão da cultura. Uma revolução tecnológica transforma tudo.O jornalismo vive todos os efeitos deste processo. A estrutura da indústria da informação e a maneira de produzir informação estão sendo transformadas. E é preciso lembrar que estamos apenas no engatinhar inicial, no primeiro segundo da história da internet. Algumas das realizações mais espetaculares das transformações tecnológicas, como os tablets, facebook, o Iphone, não existiam há apenas cinco anos e não podemos imaginar o que acontecerá nos próximos cinco.

LV – E os monopólios?

IR – Os monopólios vão sofrer. Foram a resposta da indústria empresarial da informação aos avanços tecnológicos dos anos 1960 e 70. As tecnologias anteriores eram específicas para o som, a escrita e a imagem, mas neste período convergiram para uma mesma tecnologia, que é a tecnologia digital. A partir desse momento, não há diferença em como se constroi um texto, um som ou uma imagem. Constroem-se da mesma maneira, com as mesmas máquinas, os computadores.   A internet traduz uma nova forma de expressão. Os seres humanos usaram, desde o começo da humanidade, três sistemas de signos para comunicar-se: a palavra, o desenho e a escrita — a mais recente. Com a internet, aparece um quarto, que é a mescla dos três, mais uma dimensão complementar: a velocidade e extensibilidade, que permite alcançar o planeta num segundo. Depois de tudo isso, a paisagem da comunicação não pode permanecer como era.

LV – Ao que parece, a mídia mais afetada é a impressa, que, segundo você, está se extinguindo como os dinossauros.

IR – Porque a imprensa continua sendo pesada. Além de ser o meio mais antigo, é o mais marcado pela era industrial, com operários, máquinas e toda a lógica da produção fabril. Por isso, é tão afetada pelas mudanças.

LV – Estamos assistindo a uma ofensiva repressiva que busca controlar a internet e que se manifesta, entre outros fatos, no fechamento do Megaupload. Essa tentativa de controle pode triunfar, ou está destinada ao fracasso?

IR – O problema é que essa transformação radical não tem sistema econômico. O sistema anterior, que hoje tornou-se arcaico, tem muitos defeitos — mas é muito rentável. Todos os jornalistas do mundo que seguem empregados podem viver porque trabalham em meios tradicionais, mas os meios surgidos na era da internet têm enormes problemas para sobreviver, não estão acoplados a um meio tradicional ou multimídia importante. Como a cultura dominante na internet é a gratuidade, o problema é: de que viverão os criadores, autores e jornalistas? Haverá um declínio da criatividade? Isso é um problema real.  Com o controle e o fechamento dos veículos, busca-se frear a “pirataria”. Por um lado, há um movimento da sociedade para que a internet siga sendo gratuita. Por outro, surge o Wikileaks, que estabelece a mesma problemática, mas em outro terreno impensável fora da internet. Estamos diante de uma situação similar ao escândalo de Watergate ou aos Documentos do Pentágono [Pentagon Papers], em que um informante passa dados reservados a um veículo — Washington Post e The New York Times, respectivamente. Nesse sentido, nada mudou. Mas o que, sim, muda é a quantidade de inforrmação que se pode difundir agora, e a massividade é a mesma.   Toda a sociedade está se digitalizando e todos os arquivos, desde os da saúde até os das forças armadas, estão sendo digitalizados. Enquanto há alguns anos eram necessários caminhões para carregar toda essa informação, hoje com um click em um computador movimentam-se milhares e milhares de documentos desmaterializados, que podem se propagar para todo o planeta. O que o Wikileaks fez foi difundir dados que prejudicam pessoas com poder, e isso que criou a situação que converteu Julian Assange no inimigo público número um dos Estados Unidos.  

LV – Na América Latina temos um forte debate sobre o comum, em que se afirma que os bens comuns não devem pertencer a nehum proprietário privado. Você crê que a internet deve ser considerada um bem comum da humanidade?  

IR – É um debate que afeta a cultura, e o que dizemos é que a cultura deve circular sem travas, porque isso beneficia o ser humano. Na medida em que a internet é hoje o maior difusor de cultura, creio que deve circular gratuitamente como um bem comum. Agora, aparece outro problema: o que fazer com os direitos dos criadores? Hollywood diz que a produção criativa tornou-se mais difícil porque a pirataria tira-lhe 15% a 20% dos lucros. Os principais produtores musicais do mundo desapareceram. Quase não se vendem mais discos e o CD tornou-se defasado em apenas 15 anos, como acontece com tudo o que é material. É evidente que a música pode circular como um fluxo, e isso acontece com todas as demais produções. Por isso, há um dilema. Ou o Estado assume este tema da mesma forma que assume a produção e circulação de eletricidade, o tratamento e distribuição de água, ou será preciso encontrar uma fórmula mista, para que o preço seja acessível aos usuários e garanta, ao mesmo tempo, uma remuneração para os criadores. O problema é que mesclar Estado com cultura é algo muito delicado. Porque pode haver a tentação de favorecer alguns e prejudicar outros.  

LV – Mas o debate existe e está muito presente, como no caso da Ley de Medios, na Argentina. Você acredita que na América Latina estamos a caminho de solucionar esse debate?

IR – Em nenhum outro lugar do mundo este tema está sendo debatido como na América Latina, onde as discussões despertam, aliás, muita paixão. A informação era um monopólio do setor privado que fazia o que queria. Além disso abusava, como no caso da televisão, de um direito que não é do setor privado: as ondas radioelétricas são propriedade do Estado, que as concede e pode exigir do empresário que se comprometa com uma série de objetivos (como os culturais) e, quando o operador não os respeita, retira a licença. O que aconteceu na América Latina é que se manejou durante muito tempo a informação como um monopólio a mais do setor privado. Por isso falamos de “latifundios midiáticos”. A questão é como reduzir essa dominação, preservando a pluralidade — porque a sociedade se enriquece quando existem vários pontos de vista.   Em vários países, criou-se um serviço público da informação, como os existentes em toda a Europa. O melhor exemplo é a BBC inglesa, que tem uma estrutura de controle separada do Estado. O chamado “quarto poder” precisa ser organizado fora do governo, com suas próprias estruturas de controle, para que esteja ao serviço do público e não de um governo ou do setor privado. Creio que, na América Latina, o debate está tão acirrado porque estamos dando os primeiros passos, saindo de quase um século de imobilidade. Quando algo começa a se mover, os afetados colocam-se em uma situação de guerra, sobretudo porque também estão sendo afetados pelas mudanças tecnológicas e a revolução da internet. Essa confluência levou os donos dos veículos a uma postura muito intransigente.

LV – Que tipo de jornalistas deveriam surgir nessa nova realidade? Qual é agora a função do jornalista? Já não somos os que iluminamos o leitor ou uma audiência passiva. Além disso, está surgindo uma multiplicidade de veículos independentes criados e dirigidos por jornalistas que em muitos países possuem um papel muito importante.

IR – É o momento de nos repensarmos. Fazer bom jornalismo sempre foi e continua sendo difícil. Ter acesso a tecnologias que permitem fazer coisas impensáveis anos atrás, o fato de que da minha casa eu possa fazer uma televisão global, é muito importante. Mas essa revolução de ferramentas não soluciona a questão do conteúdo. O problema, portanto, é o mesmo de sempre. A principal mudança é a interatividade da qual estamos falando. É possível fazer um novo jornalismo do tipo Wikileaks, colocar na web as notícias e permitir que as pessoa interpretem e façam o que quiserem com essa informação. É possível fazer jornalismo cívico, como o que fazem algumas associações dos Estados Unidos, o chamado jornalismo sem fins lucrativos. Como a maioria das grande empresas estão em crise e já não têm recursos para financiar investigações sérias, o jornalismo está perdendo qualidade em escala mundial — e qualquer cidadão sabe que um jornalismo de qualidade é indispensável para ter uma democracia de qualidade.

LV – Aquela prática dos editores, de poupar dois ou três jornalistas do trabalho cotidiano, durante algumas semanas, para que investigassem um tema importante, já não acontece.

IR – Não há recursos para tanto, menos ainda para enviar uma equipe a outra parte do mundo para produzir notícias. Por isso, o jornalismo de investigação, que é um gênero nobre, está desaparecendo. Isso está ligado ao declínio da democracia atual. Porque a democracia só pode funcionar se surgem críticas e demandas da sociedade, que sempre foram transmitidas e refletidas pelo quarto poder. Quando este não cumpre sua função, a coisa pública começa a decair.   Por isso, algumas fundações criaram o jornalismo sem fins lucrativos. Uma fundação dos Estados Unidos propôs-se a funcionar como um comitê de redação. Pede aos jornalistas que lhe sugiram temas de investigação, isso seria inadmissíveis em seus jornais. Quando chegam as propostas, a fundação seleciona e financia investigações que considera mais adequadas e mais tarde as difunde, através dos meios. Existem somente há quatro anos e já ganharam dois premios Pulitzer. Quero dizer que a sociedade começa a produzir os elementos que compensam a decadência do jornalismo de mercado. Mas as velhas leis do jornalismo, como a checagem da informação e o rigor, continuam válidas.

LV – De que forma a proliferação das publicações de base, ou comunitários, como acontece na Argentina, pode contribuir?  

IR – Estive em encontros de rádios comunitárias, de blogueiros, de contrainformação. Têm a grande riqueza do que vem do terreno, onde palpita a vida cotidiana. São muito mais interessantes quando narram a vida que os outros não veem, do que quando editorializam. Essa riqueza extraordinária pode ir do local a uma escala mais ampla, porque há experiências que, ainda sejam locais, interessam a qualquer ser humano, em qualquer lugar.

LV – O bom jornalista não editorializa seus textos? Ou o faz através da voz dos outros?

IR – Acho que só se deve editorializar a partir de fatos concretos. Essa é a qualidade de um bom editorialista: estabelecer conexões entre fatos que, em princípio, não estão relacionados. A primeira função do jornalista é dar informação. A partir daí, deve-se construir cidadania, difundir materiais que vão permitir aos cidadãos como sujeitos, ser mais dignos.

LV – Apesar de um tom pessimista, em alguns de seus últimos trabalhos você assinala que o jornalismo do futuro é aquele que ajuda as pessoas a compreender o que acontece. A mente pensa com ideias, não com informação…

IR – Há vários estilos jornalísticos. Acredito que a reportagem é insubstituível e há excelentes repórteres com a qualidade de texto que este gênero requer. Além disso, há a investigação, a análise econômica e geopolítica; mas no fundo trata-se de ajudar a compreender uma realidade em mudanças. Tecido e texto têm a mesma raiz epistemológica, um texto é um tecido. Os jornalistas têm que tecer textos para propor uma visão que permita a cada cidadão situar-se dentro de um contexto e saber qual é a sua função no relato coletivo.  

LV – Você tem assegurado que publicações que apostem nesta fórmula terão êxito.

IR – É caso do jornal alemão Die Zeit: muito denso, com muita letra, textos difíceis, e ainda assim é o grande êxito da imprensa europeia dos últimos anos. Seguiu um pouco o caminho do Le Monde Diplomatique, porque é necessário recordar que vivemos nas sociedades mais educadas da história. Nunca houve tantos estudantes, tantos universitários, mas, ao mesmo tempo, a informação degradou-se e envelheceu, com uma enorme confusão entre informação e distração. Isso não pode satisfazer pessoas inquietas, que foram educadas e são exigentes, o que as leva a buscar informação de qualidade.

LV – O diário mexicano La Jornada também creceu por esses mesmos motivos. Compreender o caos atual motiva e mobiliza muita gente.

IR – Só encontraremos o fio de Ariadne para sair do caos atual refletindo em conjunto. Neste caminho, um jornalismo como o que mencionamos terá um papel relevante.  

LV – E é um contra-modelo, diante da mídia que coloca a informação nos espaços que a publicidade não ocupa…

IR – É muito triste comprovar que muitas publicações tornaram-se dependentes da publicidade, o que falsifica a informação oferecida. O jornalismo de qualidade deve preocupar-se com a autonomia financeira e para isso deve-se associar os leitores ao veículo.

LV – Estamos diante de um desafio geracional muito forte. No mundo da internet, surgem criadores de 12 e 13 anos que são capazes de fazer programas inovadores. O que te sugere a emergência dessas novas geracões?  

IR - É uma lição de humildade para os velhos jornalistas. Essas gerações são as que estão transformando as tecnologias e nos colocam diante de um desafio de escrever pensando em pessoas que não conheceram certas coisas. Devemos escrever pensando neles, recorrendo a referências que os atraiam. Não podemos fazer um jornalismo para entendidos, porque agora todos podem ser jornalistas e isso nos coloca em um lugar novo. Antes as observações só vinham de cima, agora qualquer leitor pode intervir e te questionar.

 

*Ignacio Ramonet é jornalista, editor do Le Monde Diplomatique, edição espanhola, e presidente da rede Memória das Lutas – Medelu.

Tradução: Bruna Bernacchio  

Sábado, 02 Fevereiro 2013 04:55

Dez segredos das pessoas que nunca adoecem

Escrito por

Do CicloVivo

Ter uma vida saudável traz benefícios visíveis, mas exige um esforço e dedicação que nem todos estão dispostos a enfrentar. Exaustivamente, o assunto é tema de livros, reportagens, palestras, cursos, uma vez que público não falta.  

A escritora norte-americana Geni Stone lançou o livro “Os segredos das pessoas que nunca ficam doentes”. Um ponto interessante da publicação é que ela menciona as populações que dificilmente ficavam doentes. Os cinco locais que abrigam povos mais saudáveis são: a Barbagia, na Itália; Okinawa, no Japão; a comunidade dos Adventistas do Sétimo Dia, na Califórnia; a Península de Nicoya, na Costa Rica; e a ilha grega de Ikaria.  

Ao longo do livro ela fala sobre técnicas que se mostraram eficientes na cura de doenças. Já o norte-americano Dan Buettner escreveu o livro “Blue Zones: lições de pessoas que viveram muito para quem quer viver mais”, que virou best-seller.  

Baseados neste livros, a Revista Viva Saúde reuniu as 50 dicas mais eficazes para evitar doenças. A seleção é comentada por 21 especialistas brasileiros. Veja abaixo dez destes segredos:

- Beber bastante água (mesmo se não tiver sede);

- Trocar o café pelo chá-verde;

- Eliminar os alimentos com gorduras trans e gorduras saturadas;

- Ir ao dentista regularmente (muitas doenças podem ser detectadas na consulta);

- Aproveitar o contato com a natureza;

- Reduzir o consumo de carnes vermelhas;

- Dormir bem;

- Ter tempo para família e brincar com crianças;

- Evitar o consumo de sal, condimentos, pratos prontos, embutidos e enlatados;

- Estudar sempre para exercitar o cérebro.  

 Para conhecer os outros segredos dos povos que nunca adoecem clique aqui.

Por Luana Costa, do Blog da Educação

“Uma criança que não lê está perdendo uma experiência inesquecível”, aponta o jornalista e cartunista Mauricio de Sousa. Desde pequeno, seus pais lhe entregavam gibis para que aprendesse a ler com mais facilidade. A estratégia deu tão certo que, hoje, Sousa é criador de mais de 15 quadrinhos, sendo Turma da Mônica a sua obra de maior prestígio – traduzida para 14 idiomas e distribuída em 40 países –, além de ser membro da Academia Paulista de Letras -APL. 

Para o cartunista, a leitura é a melhor forma de exercitar a criação, sendo a chave para o processo de alfabetização. “Ler livros é importante, mas acredito que as histórias em quadrinhos são, hoje, o maior ponto de partida para que alguém ainda se interesse pela leitura. Trabalhar a memória visual juntamente com a leitura é importante para desenvolver o processo criativo em uma criança que está começando a se alfabetizar”, disse.

No Dia Nacional da História em Quadrinhos, o Blog Educação entrevistou o cartunista. Confira!   Blog da Educação – Quais habilidades a história em quadrinhos pode trazer para quem está na primeira infância?

Maurício de Sousa – Em primeiro lugar, o divertimento por meio da leitura, que é a melhor forma de exercitar a criação. É uma ação participativa e educativa. Uma criança que não lê está perdendo uma experiência inesquecível.

Blog da Educação – O contato com os quadrinhos é importante para o processo de alfabetização?

M. S. – Aprendi a ler com os quadrinhos. Meus pais sempre traziam gibis. Depois, foi natural me interessar também por livros. Fui um leitor compulsivo e cheguei a ler um livro por dia nessa fase. A Turma da Mônica leva o leitor a uma identificação com os temas, além de ter a linguagem do humor, que é universal. Tanto, que publicamos na China as mesmas historinhas que publicamos por aqui, no Brasil.

Blog da Educação – A Turma da Mônica é muito utilizada pelos professores durante o processo de alfabetização. Você esperava este resultado?

M. S. – Fico orgulhoso de encontrar, a todo momento, pessoas que dizem que aprenderam a ler com a Turma da Mônica e que, hoje, estão comprando a revista para os filhos, que também começam a se interessar pela leitura pelos quadrinhos. Atualmente, os gibis são o maior ponto de partida para que alguém se interesse pela leitura. Isso é o mais importante.

Blog da Educação – Na sua opinião, qual a melhor forma de explorar os quadrinhos em sala de aula?

M. S. – O lúdico sempre foi fonte de interesse da criança e a linguagem dos quadrinhos é especial nesse caso, porque trabalha a memória visual juntamente com a de leitura. O resultado é alguém interessado em ler, apesar dos programas de TV, dos videogames, da internet e de outras diversões modernas que tiram o tempo de leitura. Sobre a utilização em sala de aula, muitos professores contam que fazem exercícios de Português, nos quais as crianças colocam seus próprios textos nos balões. Isso ajuda na criatividade, no desenvolvimento de histórias e na prática da língua a partir do diálogo. Os quadrinhos podem ser utilizados como ferramenta de ensino pelos educadores.

Sábado, 02 Fevereiro 2013 03:58

Mídia de paz no ar

Escrito por

Caros leitores do Blog Viva Pernambuco, por problemas técnicos estivemos sem fazer atualizações durante algumas semanas. Agora, com  tudo resolvido,voltamos a postar textos que possam ajudar a inspirar boas ideias e semear mídia de paz  Seguimos em frente!

 

Equipe do Blog Viva Pernambuco

 

Do CicloVivo  

O Natal é um período em que o consumismo fica em alta e o desperdício também. Diante disso, o CicloVivo separou 12 dicas de como fazer as festas do final de ano serem mais sustentáveis.

1. Ao comprar uma árvore de natal, escolha modelos que possam servir como vasos para decoração após as festividades. Além disso, opte por espécies nativas e locais, que terão menos impacto no transporte e serão adequadas às condições naturais da região.

2. Reduza a quantidade de resíduos gerados, principalmente pelos tradicionais catálogos de compras ou viagens disponibilizados no período de férias. Evite adquirir o conteúdo impresso e procure por informações on-line.

3. Reduza o desperdício das festas. Isso não está relacionado somente aos alimentos, mas principalmente das embalagens e recipientes. Portanto, dê preferência ao uso de materiais reutilizáveis, no lugar dos descartáveis. Quando isso não for possível, destine adequadamente os resíduos à reciclagem.  

4. Trocar presentes úteis ou até mesmo comestíveis, para evitar que os objetos acabem esquecidos em uma gaveta.  

5. Praticar ações sustentáveis. Uma das opções é ajudar a recolher o lixo jogado nas ruas de seu bairro ou de um parque próximo à sua residência. Trabalhos voluntários de todos os tipos também são sempre bem-vindos.

6. Reutilizar os papeis de embrulho dos presentes ou fazer embalagens personalizadas a partir de itens reaproveitados, jornais e coadores de café são ótimas matérias-primas para embalagens.

7. Se as luzes natalinas forem realmente necessárias, use os modelos de LED, que são mais duráveis e eficientes energeticamente.

8. Reaproveite os cartões antigos para criar novos. As mensagens podem ser recortadas e coladas em murais ou novos cartões mistos.  

9. Ao invés de trocar presentes com todas as pessoas da família e amigos, faça um amigo secreto. Assim é possível economizar e todos recebem presentes.  

10. Dê presentes caseiros ou feitos artesanalmente. Isso ajuda a desenvolver a economia local e valoriza o trabalho dos artesãos, dando um toque especial aos presentes.  

11. Faça uma lista de compras antes de sair de casa. Esse preparo evita o consumo excessivo e o desperdício. O mesmo planejamento pode ser aplicado às viagens de carro, para reduzir a quantidade de poluentes liberados pelos combustíveis e ajudar a otimizar o tempo.

12. Aproveite o feriado para curtir as opções que a sua cidade oferece. Parques, praças, museus e outros passeios que dificilmente podem ser feitos com a correria do dia-a-dia. Com informações da ONG Kokua Hawaii.

Promover um estilo de vida mais ativo e saudável estimulando a prática de atividades físicas regulares para desenvolver a melhoria nos padrões de saúde e qualidade de vida. Este é o objetivo do Viva Fitness, um programa de educação física e cultura corporal que será lançado com pioneirismo em todo o Estado, na próxima terça-feira (18), pela Viva Saúde. O lançamento acontecerá a partir das 6h30, no 1º Jardim, na avenida Beira Mar, em Boa Viagem, com uma aula inaugural de ginástica aberta ao público realizada numa parceria com os profissionais da Accel Personal Trainers.

Ainda no dia do lançamento como parte das atividades, a equipe de educadores físicos irá oferecer à população serviços gratuitos de medição de pressão arterial, freqüência cardíaca, além de uma anamnese, uma espécie de levantamento para avaliar a situação clínica de cada participante. “A prática de exercícios regulares consegue minimizar fatores de risco para doenças crônicas como diabetes, hipertensão e dislipidemias (colesterol e triglicerídeos elevados), além de proporcionar uma boa função cardiorrespiratória, controlar o peso e manter níveis adequados das gorduras no sangue”, ressalta o diretor de Atenção à Saúde e Qualidade de Vida da Viva Saúde, Marcelo Borges.

As atividades do Viva Fitness incluem treinamento funcional, caminhada orientada e alongamentos, oferecidas à toda a população, sobretudo, aos usuários integrantes do QualiViva - um programa de Prevenção e Promoção à Saúde que fornece orientações, acompanhamento clínico com equipe multidisciplinar em domicílio ou consultório e incentiva a aprendizagem do auto-cuidado e de práticas de bons hábitos alimentares e de saúde aos associados da operadora de planos de saúde. “O nosso objetivo é promover a melhoria na qualidade de vida dos usuários através de ações preventivas realizadas de forma integrada pelos profissionais que atuam no programa”, reitera Borges.

Os exercícios do Viva Fitness serão promovidos diariamente com acesso gratuito em dois locais distintos: às segundas, quartas e sextas-feiras, das 6h às 8h30 no 1º Jardim, em Boa Viagem; e às terças e quintas, no mesmo horário, na Avenida Beira Rio, na Torre. A iniciativa inédita é mais um dos diferenciais oferecidos pela Viva Saúde em todo o Estado como forma de promover o bem estar das pessoas. “Aqui na Viva, o nosso trabalho está pautado no slogan: Reinventando o envelhecimento. E isso nós estamos levando muito a sério”, finaliza Marcelo Borges.  

SERVIÇO:

O quê? Lançamento Programa Viva Fitness

Quando: 18 de dezembro

Onde: 1º Jardim, na Avenida Beira Mar em Boa Viagem

Horário: a partir das 6h30

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