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Linha Editorial

  • "Mídia Construtiva é também lançar o olhar crítico sobre problemas, apontar falhas, denunciar. Contribuindo para a corrente que tenta transformar o negativo em positivo."

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A ONG CRIANÇA SEGURA está lançando a campanha online “Elimine as armadilhas: saiba como tornar os ambientes mais seguros para as crianças”, desenvolvida em parceria com a agência F/Biz.

Criança dentro de casa pode ser sinal de perigo se o ambiente oferecer riscos de acidentes. Para mostrar como evitá-los,a campanha ensina de maneira divertida como proteger os pequenos dos riscos de afogamentos, sufocações, queimaduras, quedas, intoxicações e acidentes com armas de fogo. Ao acessar, o internauta clica em um dos seis tipos de acidentes. Para cada um, surgem ilustrações dos diversos riscos que podem resultar naquela lesão e as formas de prevenção.

Esvaziar a banheira após o banho do bebê, tirar objetos pequenos do alcance da criança e colocar redes de proteção nas janelas são algumas das medidas apresentadas. A própria família pode fazer essas adaptações na casa, a qualquer momento, pois são mudanças simples que significam mais saúde para a criança, evitando problemas graves que podem durar a vida inteira.

Com a iniciativa, a ONG espera impactar mais de 65 mil pessoas por meio de seus canais de comunicação com parceiros e multiplicadores da causa. De acordo com dados do Ministério da Saúde, 2.812 crianças morreram e 78.700 foram hospitalizadas vítimas destes acidentes em 2008.

Fonte: http://criancasegura.org.br/

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LobinhaUma dica de site para a criançada curtir: O Pequeno Leitor traz histórias super legais, com desenhos incríveis e alguns animados, como o da Lobinha Ruivinha, que faz uma releitura divertida da história de Chapeuzinho Vermelho. Também é possível enviar a sua própria história, colocar desenhos e deixar lá pra galera ler! Confiram.

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Do site Crinaça Segura

As festas de final de ano são sempre ótimas oportunidades para uma viagem divertida com a família e amigos. Mas pegar estrada, principalmente nesta época, exige muita cautela e a adoção de medidas importantes de segurança para evitar acidentes.

A segurança dos pequenos durante qualquer trajeto de automóvel é prioridade! Na cidade, em pequenas distâncias e principalmente nas rodovias, onde o fluxo de automóveis aumenta consideravelmente nesta época do ano, o uso da cadeirinha é essencial. Por isso, a criança deve sempre estar no banco de trás com o dispositivo de retenção mais adequado de acordo com sua altura e peso. Consulte o Guia da Cadeirinha.

Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2007, 2.134 crianças de até 14 anos morreram vítimas de acidentes de trânsito. Deste total, 669 morreram na condição de passageira de veículos. Estudos americanos mostram que cadeiras de segurança para crianças, quando instaladas e usadas corretamente, diminuem os riscos de morte em até 71% em caso de acidente.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal, alguns cuidados também podem contribuir para uma viagem mais segura como a verificação rigorosa do veículo e dos equipamentos obrigatórios, o respeito à sinalização, a ingestão de refeições leves e o não consumo de drogas e álcool antes de dirigir e outros.  O site da PRF também traz um Guia de Boa Viagem.

A CRIANÇA SEGURA lançou uma campanha para mostrar a importância do uso da cadeirinha e os diferentes modelos existentes. Ao acessar , o internauta passa a participar de um jogo de tabuleiro. No início do game, o jogador escolhe o carro equipado com o dispositivo de retenção adequado ao peso de seu filho (bebê conforto, cadeirinha, assento de elevação ou o próprio cinto de segurança do carro). Ao jogar o dado, o participante percorre o trajeto e recebe dicas e informações cada vez que pára em determinada casa do tabuleiro. As mensagens trazem orientações sobre certificação, instalação, o risco de se transportar a criança no colo e a importância de se utilizar o equipamento mesmo em passeios curtos.

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pedofiliaPor Ana Lúcia Caldas, da Agência Brasil*

O número de usuários da internet no Brasil, incluindo computadores públicos em cybercafes e escolas, é superior a 73 milhões, conforme levantamento feito no último mês de maio pela comScore,Inc (Nasdaq:Scor), que mede os acessos à rede. Crianças e adolescentes de 6 a 14 anos representam 12% desse total e passam a maior parte do tempo em sites de entretenimento, bate-papo ou nas redes sociais, como o Orkut e Facebook – um comportamento virtual que preocupa os pais, principalmente em relação aos crescentes casos de pedofilia.

Desenvolvida durante a Guerra Fria, quando os Estados Unidos e a União Soviética disputavam a hegemonia política, econômica e militar, hoje a internet é protagonista de uma outra guerra - contra a pedofilia, o abuso sexual e a pornografia. Segundo o diretor juridico da organização não governamental (ONG) SaferNet Brasil, Thiago Tavares, ao mesmo tempo em que amplifica o acesso a conteúdos ilegais, a internet também oferece os meios para descobrir e mapear as redes criminosas.

“A internet é a grande aliada para a investigação e descoberta das redes criminosas que veiculam pornografia infantil e desses agressores sexuais que se utilizam da rede para aliciar crianças”, disse Tavares.

Como os pais e educadores lidam com essa nova realidade virtual dos filhos? O uso da internet requer cuidados para garantir a proteção de crianças e adolescentes. O conselho básico que se recebia antigamente para não conversar com estranhos, não vale para o mundo virtual. O estranho está dentro dos lares, na lan house da esquina, na escola e até mesmo em uma simples ligação telefônica.

Com 11 anos, Laís Vieira diz que utiliza a internet para “entrar no Orkut e no Twitter”, hábito seguido por José Henrique Paranhos, que tem a mesma idade e também usa a rede “para ler e-mails e fazer pesquisas escolares”.

A mãe de Lais, Andréa Vieira, afirma que esse controle é dificil, porque os jovens passam muito tempo diante do computador. Ela diz que está sempre atenta sobre quem está na lista da filha nos sites de relacionamento, como o Orkut. “Se eu vejo que tem algum adulto desconhecido, mando deletar. Não quero nem saber quem é . Explico sempre o quanto é importante não conversar com gente desconhecida.”

O Orkut e os chats lideram a lista dos endereços mais perigosos da rede, de acordo com a SaferNet. A ONG possui uma Central Nacional de Denúncias de Crimes Cibernéticos em parceria com o Ministério Público Federal. A maioria delas são relacionadas ao Google.

A CPI da Pedofilia aprovou em 2008 a quebra de sigilo de mais de 3 mil álbuns de fotos publicados no Google. A empresa teve que repassar dados que ajudaram a identificar os responsáveis pelas páginas, por causa da suspeita de conteúdo com pornografia infantil. O Brasil foi pioneiro na quebra desse tipo de sigilo.

De acordo com Thiago Tavares, da SaferNet, não existe nenhuma política pública em vigor no país com foco no combate aos crimes cibernéticos. “Eu estive recentemente no Congresso Nacional a convite da Comissão Parlamentar de Inquérito das Crianças Desaparecidas. Os deputados se comprometeram a colocar essa discussão no âmbito da Lei de Diretrizes Orçamentárias. Resta saber se vão cumprir essa promessa ou não”, conclui.

* Essa reportagem faz parte do projeto da equipe do Radiojornalismo da EBC, vencedor do 5º Concurso Tim Lopes de Investigação Jornalística na Categoria Especial. Temática: “O Desafio do Enfrentamento à Violência Sexual Facilitada pelas Novas Tecnologias de Comunicação e Informação”. A série está disponível em áudio na Radioagência Nacional.

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O impacto da violência na saúde de crianças e adolescentes e quais as intervenções possíveis nesta realidade será tema de seminário no Instituto Materno Infantil de Pernambuco (IMIP). O evento acontece nos próximos dias 10 e 11 de junho, Auditório Alice Figueira, das 8h às 18h.

O tema será debatido por Yvonne Mello, do Instituto Uerê (RJ); Janaína Santos, do Instituto de Ação Social e Cidadania (IASC) da Prefeitura do Recife; Murilo Costa Lima, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); e os pesquisadores do IMIP, Gilliatt Falbo, Maria Arleide da Silva, Betinha Fernandes e Vicentina Barbosa, que pretendem promover reflexão sobre as implicações da violência na saúde infanto-puberal e as possibilidades de intervenções interdisciplinares.

O encontro é voltado para alunos de graduação e pós-graduação, profissionais da área de saúde, Ministério Público, Prefeitura do Recife, IASC, professores da Faculdade Pernambucana de Saúde, Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Universidade de Pernambuco (UPE) e conselhos tutelares. 

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas de hoje (26) até o dia 7 de junho, através do e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. . É necessário informar nome, endereço completo, telefone, e-mail, área de atuação e instituição/empresa.

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Instituto Alana

A Comissão de Seguridade Social e Família realizou, na última terça-feira, audiência pública para discutir os danos causados pela propaganda destinada ao público infanto-juvenil. A sessão ocorreu a pedido da deputada Aline Corrêa (PP/SP), relatora de três projetos de lei (PL) que abordam a regulamentação da comunicação mercadológica dirigida a este público. A expectativa da deputada é que até junho a Comissão vote um desses PLs.

O PL de autoria do deputado Paulo Rocha (PT/PA) estabelece que durante os horários de transmissão de programação infanto-juvenil em rádio e televisão, a emissora não pode veicular mensagens classificadas como impróprias aos pequenos. Já o texto de autoria do deputado Vinícius Carvalho (PT do B/RJ) aumenta a pena prevista no Código de Defesa do Consumidor em caso de divulgação de publicidade enganosa ou abusiva. A proposta de autoria de Celso Russomano (PP/SP) estabelece como abusiva a publicidade que possa induzir a criança a desrespeitar os valores éticos e sociais da pessoa e da família.

Os impactos da publicidade em excesso se refletem de diversas formas. Violência, obesidade, alcoolismo e materialismo são apontados por especialistas como os principais malefícios decorrentes da comunicação mercadológica destinada ao público infantil. Pesquisa do Instituto Sensus, de 2007, revela que 58,3% dos pais não sabem o que os filhos assistem.

Outra pesquisa, encomendada pelo Projeto Criança e Consumo ao Datafolha em São Paulo, revela que 73% dos pais entrevistados concordam com algum tipo de restrição à publicidade dirigida. Na Inglaterra, um estudo aponta que cerca de 70% das crianças com 3 anos de idade reconhecem o símbolo de redes de fast food como McDonal’ds, mas não sabem seu próprio sobrenome. Além disso, 40% delas tornam-se rebeldes quando os pais não compram os produtos que aparecem nos comerciais.

Participaram da audiência pública Isabella Henriques, coordenadora geral do Projeto Criança e Consumo; Edney Narchi, vice-presidente do Conselho de Autorregulamentação Publicitária (Conar); Stalimir Vieira, representante Associação Brasileira de Agências de Publicidade (Abap); Roseli Goffman, do Conselho Federal de Psicologia, e Marcus Macedo, coordenador do Grupo de Trabalho de Comunicação Social da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão.

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Quinta, 11 Março 2010 19:12

Música como propósito terapêutico

P3100103Por Ericka Melo

As atividades artísticas culturais desenvolvidas no Cervac enchem de vida os garotos e garotas atendidos pela entidade. Basta assistir a uma das apresentações da Banda Cervac Força Especial para se convencer disso.

O grupo, formado por 16 crianças e adolescentes, não se intimida diante da câmera e participa do ensaio mostrando que o universo da música também pertence a eles.

A animação dos componentes da banda é contagiante e as letras cantadas levam à reflexão. Na música “Sopa de Papelão”, o grupo mostra o paradoxo de convivermos em cidades com diferenças tão grandes entre os mais ricos e os mais pobres. “Cidade grande e bonita e seus arranha-céus/ enquanto os morros comem sopa de papel...”. P3100111

Já em “Desative seus preconceitos” os meninos e meninas do Cervac enfatizam que para mudar a realidade basta atitude “Acredite que vai dar certo, se você estiver por perto/dando amor, dando carinho, nunca vou estar sozinho...”, entoam.

Manoel Santana, um dosP3100106 fundadores da banda, diz que se sente muito feliz com o trabalho. “A música tem força de melhorar a qualidade de vida e estacionar algumas deficiências. O prazer com que eles se empenham a aprender é o estímulo da felicidade”, garante. O professor também se orgulha de estar junto com o grupo na busca por reconhecimento, igualdade e em minimizar o preconceito.

Além da banda, o Cervac também mantem o grupo de dança Arco Iris dos Sonhos, composto por 16 adolescentes, entre eles oito portadores de deficiência. 

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