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Linha Editorial

  • "Mídia Construtiva é também lançar o olhar crítico sobre problemas, apontar falhas, denunciar. Contribuindo para a corrente que tenta transformar o negativo em positivo."

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Taiza Brito

Taiza Brito

jocaNo site da Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (http://www.cprh.pe.gov.br) é possível baixar os arquivos das cartilhas da série Joca Descobre, que reúne oito publicações com foco na importância de se conhecer e preservar o meio ambiente.

Estão disponíveis na página as edições Joca Descobre a Água, Joca Descobre o Meio Ambiente, Joca Descobre o Ar, Joca Descobre o Lixo, Joca Descobre a Apa de Guadalupe, Joca Descobre a Mata Atlântica, Joca Descobre o Inventário de Resíduos Sólidos Industriais de Pernambuco e Joca Descobre Noronha.

A primeira cartilha da série de publicações, intitulada Joca Descobre, foi considerado o melhor trabalho de Educação Ambiental publicado no Brasil na avaliação do Instituto ECOAR (SP). Nela se integram informações técnicas, princípios de cidadania e principais questões ambientais a serem trabalhadas nos programas de educação ambiental desenvolvidos pela CPRH.  Material que vale apena conferir.

apossivelPor Carol Bradley

Muito já se falou na mídia sobre o filme “Um sonho possível”, estrelado por Sandra Bullock, cuja atuação lhe rendeu o Oscar de melhor atriz. Mesmo assim, vale apena recomendar a película.

Baseado em fatos reais, o filme mostra de que forma a solidariedade humana pode modificar a vida das pessoas. Diferente daquela boa ação que fazemos muitas vezes para aliviar a consciência, como dar uma esmola ou usar uma camisa do “bem”, “Um sonho possível” traz uma lição de vida ao mostrar o resultado da ação que vai além da superficialidade.

Leigh Anne (Bullock) e sua família decidem acolher o jovem Michael Oher, um rapaz negro que vem de uma família pobre e desestruturada, sem lar nem qualquer perspectiva de futuro.

O que seria apenas uma ajuda de uma noite transforma-se com o tempo em adoção legal, e Oher passa a fazer parte da família. Recebendo afeto, educação de qualidade e sentindo-se valorizado, o jovem supera todas as dificuldades e transforma-se em um grande jogador de futebol americano, com proposta de bolsa para estudar nas melhores universidades do país.

Quantas crianças e adolescentes poderiam ter outra perspectiva, se mais pessoas se dispusessem a ter atitudes como à retratada no filme, em que além de dinheiro, a família doa seu tempo, afeto e dedicação sendo recompensada na mesma moeda, com mais amor, felicidade e união. Há uma troca em que todos saem enriquecidos. É um filme que vale a pena ser visto e apreendido.

amonicaPor Carol Bradley, com informações do site Ecodesenvolvimento

Educação será o tema da década para Mônica, personagem dos quadrinhos o cartunista Maurício de Sousa, que é embaixadora no Brasil do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

Por conta disso, segundo Maurício de Sousa, um dos novos projetos da Turma da Mônica envolve viagens a diversos estados brasileiros. A proposta é de ensinar às crianças sobre os hábitos e a diversidade cultural do país.

Também na área educativa, acaba de ser lançado o livro 'A Reforma Ortográfica em Versinhos', onde os personagens detalham as novas regras da língua portuguesa.

Histórico - Mônica foi nomeada embaixadora da Cultura do Brasil no dia 26 de junho de 2009, durante evento do Ministério da Cultura, no Museu Brasileiro da Escultura, em São Paulo.

À época, a homenagem marcou o início das comemorações dos 50 anos de carreira de Maurício de Sousa.

Publicada em quadrinhos desde 1970, a personagem tem hoje mais de 1 bilhão de revistas publicadas e mantém a liderança nas vendas de histórias em quadrinhos no Brasil. As histórias da Turma da Mônica também foram editadas em 50 idiomas, em 126 países.

Publicado no site Envolverde, do Ministério do Meio Ambiente

asacoPreocupada com o impacto do consumo excessivo de sacolas plásticas no Brasil e no mundo, a atriz global Christiane Torloni aderiu à campanha Saco é um Saco, do Ministério do Meio Ambiente, lançada em junho de 2009.

Ela doou o cachê e gravou dois spots de rádio que serão veiculados nas principais emissoras do país. Na primeira gravação a atriz chama a atenção para a importância de se evitar o uso de sacolas plásticas em compras pequenas, já que as mercadorias podem ser levadas no bolso ou na bolsa: "Diga simplesmente 'não, obrigado'. A pessoa atrás de você vai seguir o seu exemplo".

A segunda mensagem fala das enchentes e de como o descarte incorreto de sacolas plásticas agrava a situação. As sacolas se amontoam nas bocas de lobo, dificultando o escoamento das águas das chuvas, causando danos a todos.

Christiane Torloni trabalha também para a preservação da Amazônia e sabe que novos hábitos são essenciais para criar um novo olhar sobre a responsabilidade trazida por cada ato de consumo nosso. Os móveis de madeira que escolhemos para nossa casa, a carne que compramos para nosso almoço - pode parecer que não, mas essas escolhas têm reflexo direto na preservação da Amazônia.

O mesmo raciocínio podemos usar ao recusar as sacolinhas. É uma mudança de comportamento que tem impacto direto no mundo novo que queremos construir.

E você, já faz a sua parte? Recuse sacolas plásticas sempre que possível e reutilize aquelas que teve que pegar. Novos hábitos são fundamentais. Faça como Christiane Torloni: entre você também nesta campanha!

Quarta, 24 Março 2010 14:20

Uso do direito

direitos3Por Cristovam Buarque 
 
O mundo moderno tem se concentrado na ampliação do direito das pessoas à propriedade, mas tem se esquecido do direito das pessoas ao uso. Consideramos um símbolo de modernidade o direito de cada pessoa à propriedade de um carro, mas não garantirmos o uso dos carros comprados, que estão eternamente paralisados em engarrafamentos quilométricos que aprisionam seus proprietários – impedidos de usar livremente o próprio tempo – e dificultam ainda o uso dos espaços urbanos, tomados pelos estacionamentos.

A modernidade construiu um mundo com tamanha ampliação da propriedade privada que provocou a redução na possibilidade do uso do espaço público. As ruas não podem mais ser usadas, por causa do risco de assaltos nas calçadas e de engarrafamentos nas vias. O uso dos passeios públicos desapareceu, o costume de caminhar do teatro ao restaurante caiu em desuso.

É preciso deixar claro que o direito à propriedade é um avanço da sociedade humana. Em uma sociedade que não respeita a propriedade, o cidadão perde o direito ao uso dos bens e serviços de que necessita. À medida que a sociedade avança, o direito à propriedade torna-se parte da liberdade individual, garantindo a cada cidadão o acesso aos seus pertences.

A ausência do direito à propriedade da terra ou da moradia ameaçaria o uso do solo para a agricultura ou da habitação para a vivência da família. Porém, quando o direito à propriedade aumenta de maneira desproporcional, a sociedade passa a sofrer ameaças ao direito de usar essas proprieda des.

A terra precisa ser apropriada para poder ser usada, e não ao contrário, como ocorre hoje: o uso do direito impedindo o direito ao uso. Ao longo dos séculos, os latifúndios improdutivos foram – e continuam sendo – exemplo do uso do direito para impedir o direito ao uso da terra por parte dos trabalhadores e de toda a sociedade, que precisa dela para aumentar a produção agrícola.

O Nordeste tem sido um exemplo de como a água escassa pode terminar apropriada por poucos, o que pode impedir seu uso por todos. A crise ambiental pode fazer com que essa realidade de escassez se espalhe por todo o mundo. A depredação do meio ambiente é um exemplo da importância que damos ao direito à propriedade, com a redução do direito ao uso dos recursos naturais do planeta.

O aumento do poder tecnológico chegou a tal ponto que a Terra foi apropriada e está sendo depredada. Isso impedirá seu uso, no futuro, pela humanidade. As gerações atuais agem como donas do planeta, e impedem o uso dos recursos da Terra pelas próximas gerações.

Um exemplo da privatização do direito ao uso está no alto custo das campanhas políticas, e no seu financiamento por grupos econômicos. A participação social fica restrita; o povo fica excluído; as decisões são tomadas por poucos; as informações são divulgadas por uma mídia que está, em grande parte, apropriada por grupos econômicos e até pelos governos. Os partidos se apropriam da atividade política, e a mídia escolhe os candidatos que serão prestigiados.

A realidade está mostrando que, quanto mais o direito à propriedade avança, mais recua o direito ao uso. Por isso, respeitando-se o princípio básico do direito à proprie dade, a sociedade precisa se dar conta de que tão importante quanto o uso do direito é o direito ao uso. E de que este é condição fundamental para garantir a eficiência, o exercício da democracia, a justiça social e o equilíbrio ecológico

Cristovam Buarque é  professor da Universidade de Brasília e senador pelo PDT/DF. 

drauzioPublicado no Pernambuco.com, com informações do Correio Braziliense

Poucos o conhecem pessoalmente, mas é possível dizer que, no Brasil, o doutor Drauzio Varella é o médico de quase todas as famílias. Afinal, o cancerologista de 67 anos, um dos pioneiros no tratamento da Aids no país, está na mídia há pelo menos duas décadas, quando começou a dar orientações sobre o vírus HIV em rádios de São Paulo. Autor de livros que viraram best sellers, como Carandiru, no qual retrata as mazelas do presídio onde trabalhou na década de 1980, Varella também teve um quadro fixo no programa Fantástico, da TV Globo, que o popularizou ainda mais.

A participação do médico na revista eletrônica terminou, mas ele não deixou de se comunicar com a população. Criou um site, o www.drauziovarella.com.br, no qual escreve artigos e entrevista colegas da área sobre doenças e atividades preventivas. O portal, que recebeu 600 mil acessos no ano passado em apenas um mês, está mais incrementado agora. Com uma plataforma multimídia, incorporou os serviços de TV e rádio online. Ontem, em entrevista coletiva transmitida pela internet para divulgar o novo site, o médico afirmou que um dos objetivos é oferecer informação de qualidade para leigos.

Além de falar sobre a novidade, Drauzio Varella comentou, durante a entrevista, diversos assuntos relacionados à saúde, do envelhecimento ao controle de natalidade. Ele lembrou que os brasileiros não devem se deixar levar por boatos sobre possíveis riscos da vacina contra o H1N1, alertou que não existe no país um controle eficaz de epidemias e criticou a falta de acesso às políticas de contracepção por parte da população carente: “O conjunto de fatores que leva à falta de planejamento familiar é uma violência absurda que a sociedade brasileira comete”.

O Projeto Paralelos - Somos todos humanos está promovendo durante esta semana a mostra intitulada “Cinema contra a intolerância”, no Teatro Apolo, no Recife Antigo, com a exibição de filmes especialmente escolhidos para promover o debate sobre a cultura da paz e tolerância às diferenças.

As sessões são gratuitas e incluem obras-primas do cinema como Brinquedo proibido (Jeux interdits, França, 1952), de René Clément e Noite e neblina (Nuit et Brouillard, França, 1955), em que Alain Resnais revisita os campos de concentração abandonados e inclui imagens de arquivo gravadas durante a atividade nazista.

Segundo o organizador da mostra, Germano Haiut, a intenção é discutir o fenômeno da intolerância na sociedade contemporânea, usando como estímulo à reflexão a temática do holocausto. "Os filmes são atemporais, pois dizem respeito às minorias. Queremos lembrar a intolerância como uma constante na nossa história, pois hoje há o holocausto no Sudão, na Palestina, em Santo Amaro", diz Haiut.

A seleção dos filmes foi feita por Haiut, em parceria com as produtoras Tatiana Braga e Sarah Hazin, de acordo com ele “uma representando os judeus e outra os árabes”. Hauit é de família judaica - seu pai, Josef Haiut, vivia na Romania (atual Moldávia) e foi naturalizado brasileiro em 1935.

A mostra de cinema inaugurou a terceira fase do Projeto Paralelos, que começou em janeiro com a exposição Anne Frank - uma história para hoje (citada no post anterior) e que já circulou em diversos países.

Outra exposição que faz parte do projeto é “Desenhos das crianças de Terezín”, com obras de meninos e meninas que viveram num campo de concentração da antiga Tchecoslováquia, em cartaz na Casa da Fundação Safra (Rua do Bom Jesus, 191).

"O holocausto não é só na câmara de gás. Nós vivemos num país com um dos maiores índices de desigualdade do mundo. As políticas sociais existem, mas quando vamos para qualquer bairro menos privilegiado, dá pra sentir que ainda falta muito", afirma Haiut.

Para os debates foram convidados representantes das polícias Civil e Militar, Corpo de Bombeiros, escolas públicas, universidades, ONGs e representantes ligados à defesa das minorias. Na semana que vem, o programa se repete, com novos debatedores.

Confira a programação da mostra de filme no Cine Teatro Apolo:

22 e 29 de março
14h30 Diário de Anne Frank
18h Arquitetura da Destruição

23 e 30 de março
14h30 Escritores da Liberdade
18h Noite e Neblina

24 e 31 de março
14h30 O menino de pijama listrado
18h Brinquedo Proibido

Serviço:
Cinema Apolo
Onde: rua  do Apolo, 124, Bairro do Recife. Fone: (81) 3232-2030

capa_dossieA Secretaria de Direitos Humanos da Prefeitura do Recife em parceria com o Projeto Paralelos - Somos todos humanos, criado pelo ator Germano Haiut, resolveram encerrar a exposição a exposição Anne Frank - uma história para hoje, em mostra na Galeria BNB/MinC Regional Nordeste, no Recife Antigo, com o lançamento do livro Dossiê Ditadura: Mortos e Desaparecidos Políticos no Brasil (1964-1985), no próximo dia 31 de março.

Com o lançamento do livro, compilado pela Comissão de Familiares de Mortos e Desaparecidos Políticos, os organizadores do evento pretendem suscitar a reflexão sobre o Holocausto na Europa e a Ditadura do Brasil. A data, incluive, foi escolhida por marcar o aniversário do Golpe Militar no país.

“Apesar de os dois episódios terem ocorrido em momentos históricos diferentes, ambos foram marcados pela intolerância e despeito aos direitos humanos”, explica Mariana Santa Cruz Oliveira, gerente de orientação e defesa dos direitos humanos da Secretaria de Direitos Humanos da PCR.

O Dossiê Ditadura: Mortos e Desaparecidos Políticos no Brasil (1964-1985) é uma versão ampliada de documento organizado em 1979 para apresentação no II Congresso pela Anistia, realizado em Salvador (BA), e que foi sendo ampliado a cada edição com documentos e relatos.

Na versão atual estão reunidas as informações coletadas durante as pesquisas, as conversas e a troca de correspondência com parentes, amigos e ex-presos políticos.

O lançamento do livro está previsto para às 19h de 31 de março, na Galeria BNB/MinC Regional Nordeste, que fica na Rua do Bom Jesus, Recife Antigo.

Serviço:

Dossiê Ditadura: Mortos e Desaparecidos Políticos no Brasil (1964-1985), Imprensa Oficial, R$ 60, organizado por Criméia de Almeida, Janaina de Almeida Teles, Suzana K. Lisboa e Maria Amélia Teles.

 

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Foto:Teresa Maia
Por Carlos Araújo, da Rádio ONU em Nova Iorque*

A água é fonte da vida e o elo que une os seres humanos no planeta. Ela está diretamente relacionada a todos os objetivos da ONU: melhoria da saúde materna e infantil, maior esperança de vida, capacitação da mulher, segurança alimentar, desenvolvimento sustentável e adaptação aos efeitos das mudanças climáticas.

A afirmação está na mensagem do Secretário-Geral, Ban Ki-moon, pelo Dia Mundial da Água, celebrado nesta segunda-feira (22).

Mundo Saudável - O tema das comemorações este ano é "água limpa para um mundo saudável" e ressalta que a qualidade e a quantidade dos recursos hídricos estão em perigo. Ban lembra que a água insalubre causa mais mortes do que todas as formas de violência, incluindo a guerra.

A especialista independente das Nações Unidas sobre água e saneamento, Catarina de Albuquerque, disse à Rádio ONU, de Coimbra, em Portugal, que o acesso à água potável é uma questão de direitos humanos com graves implicações para a saúde, educação e segurança pessoal das crianças.

Falta de Higiene - “O tema das comemorações deste ano do Dia Mundial da Água é a qualidade. E a qualidade tem um efeito negativo sobre a população em geral mas esse efeito é mais exacerbado nas crianças porque elas são mais vulneráveis”, afirmou.

Catarina de Albuquerque é uma das signatárias de um comunicado preparado por vários relatores das Nações Unidas para a área de direitos humanos sobre o Dia Mundial da Água.

Segundo dados da ONU, cerca de 1,5 milhão de crianças com menos de cinco anos morrem anualmente devido à falta de higiene e acesso à água potável.

Segunda, 22 Março 2010 14:14

Conserve água dentro de casa

Por Carol Bradley

No Dia Mundial da Água, o site ecodesenvolvimento traz dicas importantes para evitar o desperdício de água dentro de casa:

Seja nos banheiros, na cozinha ou no quintal, você pode mudar algumas atitudes simples e economizar muitos litros de água todos os meses. Você estará contribuindo com a preservação desse recurso valioso e ainda poderá economizar no final no mês.

Nos banheiros:

Tome banhos mais curtos;
Use um copo com água na hora de enxaguar a boca e use a torneira apenas para molhar a escova de dentes;
Evite dar descargas desnecessárias;
Prefira chuveiro, em vez de banheira;
Instale um arejador nos chuveiros e pias.
Na cozinha:

Use a máquina de lavar-louças com sua capacidade máxima;
Deixe os pratos e panelas de molho e retire os restos de comida antes de lavar;
Feche a torneira enquanto ensaboa a louça.
Na lavanderia, jardim e quintal:

Acumule as roupas sujas e lave todas de uma só vez;
Regue as plantas pela manhã e utilize um sistema de gotejamento;
Troque a mangueira pela vassoura e balde na hora de lavar o carro e a calçada;
Cubra a piscina quando não for utilizá-la para evitar a evaporação.

Outras dicas:

Aproveite a água da chuva;
Elimine todos os vazamentos;
Reaproveite a água de máquinas, chuveiros e torneiras em outros cantos da casa, como no jardim, na descarga ou no quintal.
 

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