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Linha Editorial

  • "Mídia Construtiva é também lançar o olhar crítico sobre problemas, apontar falhas, denunciar. Contribuindo para a corrente que tenta transformar o negativo em positivo."

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Taiza Brito

Taiza Brito

Critas_BrasileiraA Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a Cáritas Brasileira estão promovendo a Campanha SOS Chile para a arrecadação de donativos para os atingidos do terremoto que acometeu o país em 27 de fevereiro.

Embora o Chile já tenha experiência em atender sua população em caso de sismos como esse, a Igreja Católica brasileira se sente no dever de “expressar nossa solidariedade com gestos concretos, por pequenos que sejam, para socorrer nossos irmãos chilenos”.

Em carta divulgada, o presidente da CNBB, dom Geraldo Lyrio Rocha, e o presidente da Cáritas Brasileira, Dom Demétrio Valentim, conclamam que o espírito cristão norteie a sociedade brasileira neste momento.

“Mesmo sabendo da pronta adesão à campanha em favor do Haiti, ainda em andamento, fazemos um novo apelo à generosidade do povo brasileiro em favor das vítimas do terremoto no Chile”, diz o documento.

As doações em dinheiro podem ser feitas nas seguintes contas bancárias:

Banco do Brasil: Agência 3475-4 C/C: 24.129 – 6
Caixa Econômica Federal: Agência 1041, operação 003, C/C: 1108-9
Banco Bradesco: Agência 606. C/C: 177695-9
CNPJ da Cáritas Brasileira:  33.654.419/0001-16

Os recursos serão enviados à Cáritas chilena para custear ações de socorro imediato, reconstrução e recuperação das condições de vida do povo chileno.

Publicado pela Agência de Notícias dos Direitos da Infância (Andi)

cri2010Estão abertas as inscrições para a 5ª edição do prêmio “Educar para a Igualdade Racial”. A iniciativa visa apoiar práticas pedagógicas e de gestão escolar preocupadas com a valorização da diversidade, como estratégia para erradicação do racismo e do preconceito existentes na sociedade brasileira.

Os interessados devem se inscrever até o dia 7 de maio pelo site www.ceert.org.br ou pelos correios, enviando a ficha de inscrição para o Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades – CEERT (Rua Duarte de Azevedo, nº 737, bairro Santana, CEP 02036-022, São Paulo-SP). O prêmio tem abrangência nacional e é destinado a professoras, professores e representantes da gestão escolar, nas modalidades educação infantil, ensino fundamental e ensino médio.

O pacote da premiação inclui curso de formação e um acompanhamento de até doze meses das escolas selecionadas, além de um valor em dinheiro. A diretora executiva do CEERT, Cida Bento, afirma que o curso oferecido é uma oportunidade para aprofundar o tema e compartilhar experiências de sucesso. “Convidamos grandes especialistas para falar sobre conceitos, marcos legais e estatísticas ligadas à questão racial no Brasil”, enfatiza.

Desde 2002, um acervo de mais de mil práticas escolares foi desenvolvido nas cinco regiões do país e em cada um dos 27 estados da federação. Por isso, o prêmio é reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC) como uma das principais ações realizadas pela sociedade civil de promoção da igualdade étnico-racial. É também uma das principais ações de implementação da Lei 10.639/03, que alterou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), implementando o ensino da cultura africana.

O prêmio “Educar para a Igualdade Racial” é realizado bianualmente e aceita inscrições de práticas desenvolvidas até dois anos antes do ano de abertura do edital, sendo proibido concorrer práticas iniciadas ou que se iniciarão no ano de abertura. O evento é organizado pelo CEERT, em parceria com o Grupo Santander e a Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR).
 
 

LBVA cidade do Rio de Janeiro sedia nesta sexta (19) e sábado (20) o 7º Fórum Intersetorial Rede Sociedade Solidária — 4ª Feira de Inovações em Suporte à Revisão Ministerial Anual do Conselho Econômico e Social (Ecosoc), órgão da ONU.

O evento é organizado pela Legião da Boa Vontade (LBV), com o apoio do Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais da Organização das Nações Unidas (UN/Desa) e do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (Unic Rio).

Por orientação do Ecosoc, no qual a LBV possui estatus consultivo geral desde 1999, será focalizado o terceiro dos oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODMs), “promover a igualdade entre os sexos e a autonomia das mulheres”.

Os ODMs consistem em um conjunto de metas nas áreas social e ambiental que foram firmadas, em 2000, pelos 192 países membros da ONU e que devem ser alcançadas até 2015, a fim de melhorar a qualidade de vida da Humanidade e garantir a sustentabilidade do planeta.

Os encontros são voltados a representantes de organizações públicas, privadas, da sociedade civil e acadêmicas, que se reunirão para identificar e compartilhar práticas de sucesso que possam ser replicadas como novas tecnologias sociais.

Oito cidades da América Latina foram escolhidas para receber o evento. No Brasil, Salvador, São Paulo e Brasília já participaram do debate e na Argentina o evento aconteceu no último dia 16.  Ainda receberão o evento as cidades de Assunção, no Paraguai (19); La Paz, na Bolívia (24) e Montevidéu, no Uruguai (26). 
 
Pobreza - No Rio de Janeiro, o mote das discussões será a feminização da pobreza e da exclusão, por causa do aumento de meninas e mulheres em situação de vulnerabilidade social, conforme divulgado, em outubro de 2009, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O encontro terá a presença do diretor do Unic Rio, dr. Giancarlo Summa, e do chefe da seção de ONGs do UN/Desa, dr. Andrei Abramov, que esteve em São Paulo, Buenos Aires e Brasília, palestrando e acompanhando os debates.

Os resultados do fórum serão apresentados pela Legião da Boa Vontade, por meio de relatório, exposições culturais e fotográficas e vídeo, na Reunião do Alto Nível (High-Level Segment) do Ecosoc, que acontecerá de junho a julho de 2010, na sede da ONU em Nova Iorque, nos Estados Unidos.

Por Daniel Mello, da Agência Brasil

crackPara recuperar os usuários de crack é preciso oferecer alternativas ao prazer gerado pelo uso da droga. A opinião é do articulador nacional da Central Única de Favelas (Cufa), Preto Zezé, para quem essa é uma questão que deve ser levada em consideração, principalmente quando se trata de pessoas carentes.

“Vamos tirar o crack do morador de rua. Você vai chegar nele e dizer: o crack está te matando, e o cara gozando”, ironizou durante debate no 4º Encontro Anual do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Sem perspectivas, o usuário dificilmente abandonará a droga, ressaltou o coordenador do Conselho Municipal de Políticas Públicas de São Paulo (Comuda), Luís Alberto de Oliveira. “Se eu não der uma perspectiva de saúde, de qualidade de vida para essas pessoas, é mais fácil continuar fumando”, afirmou.

A falta de integração nas políticas públicas é outro problema apontado por Oliveira no combate ao crack. “Nós trabalhamos no varejo, em tudo, no tratamento, na prevenção, nas políticas públicas. Escolta [acompanha] uma coisinha aqui, outra coisinha lá. E, por uma questão até de cultura, dissociantes. Um não fala com o outro, não troca ideia, não soma energia”, considerou.

Ele também destacou a falta de coerência no enfrentamento do uso abusivo de drogas. “Nós somos convidados pela televisão a usar drogas”, ressaltou, referindo-se às propagandas de bebidas alcoólicas. O álcool, lembrou o médico, abre espaço para o uso de substâncias mais pesadas. “Começamos a usar pelo álcool, e daí o álcool se torna uma droga menor e eu quero uma coisa que me dê mais embalo”.

Além de mudar a maneira de encarar o álcool, Oliveira disse que a questão das drogas não deve ser tratada como um problema para ser resolvido apenas com ações policiais. “A descriminalização [das drogas], sem dúvida, é o caminho obrigatório. A droga não é [apenas] um problema da polícia, é também um problema de polícia”.

Preto Zezé defendeu mudanças na legislação em relação aos pequenos traficantes. Segundo ele, jovens negociando pequenas quantidades de droga acabam entrando ainda mais no mundo do crime se forem para o sistema carcerário. “Ao aplicar o crime hediondo no adolescente com 14 pedras de crack, eu pergunto: nós resolvemos um problema ou criamos um muito maior?”, questionou.

Uma proposta apoiada pelo governo federal para instituir penas alternativas a pequenos traficantes foi rejeitada pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado no fim do ano passado.

Quarta, 17 Março 2010 19:58

Porque estamos fazendo história...

Por Walter Eudes

Não há luta coletiva que não resulte em transformação social. No âmbito das lutas libertárias os esforços às vezes transpassam gerações até a conquista sublime, a vitória almejada. Do nosso Brasil, do nosso Pernambuco, este ano de 2010 nos lembra entre muitas e muitas pautas uma em destaque: nossa herança escravista. Este ano celebra-se o centenário de morte de quem talvez tenha sido o maior vulto abolicionista da história brasileira: Joaquim Nabuco.

Persona que se dedicou aguerridamente em causa libertária, por questão coletiva, a uma pauta tri-secular. Hoje, lembrar este político, reverenciar sua trajetória de vida é honrar a benéfica herança política pernambucana e brasileira, bem como combater a maléfica herança da escravidão que ecoa em seqüelas ainda hoje.

Façamos nossa parte, nós que dispomos de algum meio a reverenciar Nabuco, porque lembrar o passado em suas bonanças ou mazelas é também fazer história.

Vislumbremos a possibilidade de um futuro melhor à nossa coletividade através dos esforços no tempo presente com compreensão do passado. Reavivar a memória de Nabuco, bem como fazer leitura de sua luta na atualidade, especialmente interpretando os ecos da escravidão, reconhecendo as seqüelas da mesma, é nos pormos em contundentes e esperançosos esforços de um país, de uma gente liberta e respeitada em sua dignidade.

O próprio Nabuco percebeu que a causa abolicionista não parava na burocracia assinada pela Imperatriz Regente. Notou ele que se estenderia a escravidão em conceitos, em relações sociais, em falta de oportunidade no país, em todos os âmbitos, a escravos e descendentes destes.

Assinalou ainda que a única forma de reverter o percurso da escravidão seria como que re-conceitualizar todos os organismos sociais que estiveram a aplicá-la em suas estruturas, algumas por mais de três séculos.

Entramos no século XXI com este tabu histórico cada vez mais escondido e intocável e também com estruturas sociais, institucionais, políticas, econômicas e culturais em nosso país com resquícios de pensamentos escravocratas.

Rompemos há pouco mais de 100 anos os vergonhosos grilhões da escravidão. Quantos anos ainda nos faltam para rompermos outros grilhões, os da inconsciência? Salve Nabuco!

Walter Eudes é comunicador social em Limoeiro, no Agreste Pernambucano.

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Por Taíza Brito

“Nós, policiais militares, sob a proteção de Deus, estamos compromissados com a defesa da vida, da integridade física e da dignidade da pessoa humana”.

A frase acima, proferida pelo comandante de Policiamento da Capital de São Paulo, coronel Márcio Ananias Batista, em palestra sobre as estratégias de prevenção ao homicídio durante o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que começou segunda (15) e se encerra hoje (17), comoveu muito dos presentes no debate realizado na capital paulista. 

Sem dúvida, são valores como esses expressados na frase do coronel que devem nortear as polícias brasileiras no contexto contemporâneo de democracia e respeito aos direitos humanos.

Contudo, o Estado de São Paulo dá mau exemplo ao país ao não computar nas estatísticas oficiais de homicídios os casos de resistência seguida de morte, de civis mortos por policiais de folga e de policiais mortos em serviços, como é feito em Pernambuco. 
 
Ou seja, joga para debaixo do tapete um problema crescente enfrentado pelas forças policiais da capital paulista referentes à letalidade e mortalidade policial.

Todas essas mortes aumentaram 26% no Estado de São Paulo entre 2008 e 2009 (levantamento feito com base em dados divulgados no site da SSP/SP).

Para Philip Alston, relator das Nações Unidas sobre Execuções Arbitrárias, Sumárias ou Extrajudiciais, isso constitui um primeiro passo para a impunidade e não apuração dos casos de homicídios envolvendo policiais.
 
Um mecanismo eficaz e simples seria em agregar estes casos à estatística oficial de homicídios, de modo a dimensionar a magnitude do processo de violência que aquela sociedade atravessa.

Não para diluí-las na imensidão dos números, mas para incorporá-las como fatia de um problema de segurança pública de múltiplas facetas e que deve ser enfrentado de forma holística e sistêmica integrada pelo conjunto de instituições públicas, e em parceria com a academia e a sociedade civil organizada.

Desse modo, a letalidade e mortalidade policial passariam a ser enxergadas como problema de primeira ordem na pauta da política pública de segurança de São Paulo, em pé de igualdade com o resto de mortes violentas intencionais.

O que coadunaria com o compromisso externado pelo coronel Márcio Ananias em defesa da vida, da integridade física e da dignidade da pessoa humana.

krishnaO Recife sedia entre os dias 20 e 21 de março o VI Encontro Holístico de Pernambuco, com debates sobre esoterismo, terapias complementares e espiritualismo, no auditório da Livraria Cultura, no Paço da Alfândega.

A abertura acontece no sábado (20), a partir das 14h, com palestra de Denis Pinto com o tema Psicologia e Espiritualidade.

Na seqüência haverá apresentação de Zoraya Strobl sobre auto-desenvolvimento e evolução pessoal através do desenvolvimento da consciência.

A organização Brahma Kumaris em Pernambuco participa do evento com duas palestras. Uma sobre o tema Alimentação Sattva, tratado por Rosa Pimentel, que abordará como hábitos que moderam e modulam o comer e o beber podem lançar os alicerces para a vida espiritual. A outra discutirá o tema “Amando a mim mesmo a partir de dentro, desenvolvido por Eliane Martins Rangel, que se propõe a mostrar como é possível transformar a vida pelo auto-amor.

Ainda participarão do evento os palestrantes Antonio de La Maria (Os rosacruzes e as profecias para 2012), Ivanise de Almeida (Toque neuro cutâneo), Cleverson Montenegro (A semente, reflexões sobre nascimento, vida e mais vida), Milton Araujo Meiva Filho (As profecias apocalípticas).

Também haverá sorteio de atendimentos no Kannon Consultório de Terapia Holística Integradas e no local haverá consultas de Tarô e Runas e serviços de reflexologia podal, máscara facial de argila e numeroscópio, além da venda de florais de Bach.

Sexta, 12 Março 2010 22:00

Muro não resolve problemas sociais

Por Carol Bradley

Começou no Rio de Janeiro a instalação das chamadas “barrerias acústicas”, nas Linhas Vermelha e Amarela, consideradas as principais vias expressas da capital fluminense.

Na realidade, barreira acústica é só um nome mais “bonito” para tratar o muro de concreto de três metros de altura que a Prefeitura do Rio de Janeiro vai usar para isolar comunidades carentes, como o Complexo da Maré e Cidade de Deus.

A administração do município afirma que as barreiras protegerão os moradores das comunidades, do barulho dos carros e do risco de atropelamentos.

Ora, se a Prefeitura do Rio está tão preocupada com os moradores, por que não investir o recurso, previsto em R$ 20 milhões, em obras que de fato promovam uma melhoria na condição social destas pessoas?

Tapar a visão para as comunidades que se multiplicam nos morros da cidade não vai diminuir a violência urbana.

Porém, agir na raiz do problema, combatendo com severidade o tráfico de drogas, investindo em educação e programas sociais, e em capacitação e valorização dos policiais são ações muito mais efetivas.

Há pouco mais de 20 anos, o mundo comemorou a queda do Muro de Berlim, que separava a Alemanha Oriental e Ocidental, acabando com aquele monumento gerado pela guerra fria.

Levantar barreiras para segregar populações significa exclusão e retrocesso, impedindo a construção de um futuro mais justo.
 

 

Sexta, 12 Março 2010 21:48

Pacto pela Vida no caminho certo

Os números trazidos pelo Boletim Conjuntura Criminal, referente ao 4º trimestre 2009, mostram que as ações do Pacto pela Vida, implementado pelo Governo do Estado em maio de 2007 está no caminho certo.

Os dados foram divulgados hoje (12) pela Agência Condepe/ Fidem, que elabora o documento em parceria com a Secretaria de Defesa Social.

A seguir tópicos que ajudam a compreender os resultados divulgados:

• Em 2009, o número de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) em Pernambuco, foi de 4.016 vítimas, contabilizando 515 vidas salvas com relação a 2008, quando morreram violentamente 4.531 pessoas no Estado.

• A taxa de CVLI por 100 mil habitantes, reduziu 12,32%, atingindo a meta estabelecida pelo Pacto Pela Vida. Concretamente, a taxa de 2009 foi de 46,19 vítimas por 100mil habitantes, contra 52,68 em 2008.

• Os números de CVLI no 3º e 4º trimestre 2009, abaixo da linha de mil mortes/trimestre, foram os mais baixos da série histórica de 28 trimestres (desde 2003) que a SDS começou a contabilizar homicídios.

• Nove das 12 Regiões de Desenvolvimento (RDs) do Estado apresentam redução significativa entre 2008 e 2009, onde mora 88% da população do Estado. Apenas houve aumento dos CVLI em 3 RD (Araripe, Mata Norte, e Sertão Central), que concentram 12% da população.

• Na RD Metropolitana houve redução de 15% na taxa por 100 mil habitantes (335 mortes a menos). Em termos proporcionais, a redução record foi a do Sertão de Itaparica (-42% na taxa CVLI; 32 mortes a menos).

• O que demonstra o sucesso da Pacto Pela Vida, que combina critérios de universalização da política pública para todo o território pernambucano, com critérios de focalização das ações na gestão por resultados.

• Entre os 10 municípios acima de 100 mil habitantes do Estado, houve redução de 19% no seu conjunto. E, em todos eles, houve redução significativa, variando desde -50% em Garanhuns a -10% em Olinda. Recife, com queda de 17% na taxa, foi o campeão em números absolutos, com 161 vítimas fatais a menos, entre 2008 e 2009.

• Nos municípios entre 50 e 100 mil habitantes, a redução foi de 9% e nos de 20 a 50 mil habitantes, a redução foi de -2%. Apenas nos municípios com menos de 20 mil habitantes, observou-se aumento de 6%. Entretanto, estes representam apenas 13% do peso demográfico do Estado, contra 87% da população, que mora em municípios acima de 20 mil habitantes.

• Houve redução no número de mortes em todos os armamentos utilizados (arma de fogo, arma branca e outros objetos). Também reduziram os principais tipos penais (homicídios dolosos e latrocínios), o que demonstra o acerto do Pacto Pela Vida, ao integrar uma multiplicidade de estratégias e ações em uma mesma política pública (desarmamento, aumento das prisões em flagrante, aumento dos mandados de prisão cumpridos: redução da sensação de impunidade etc.).

• O número de vítimas de sexo feminino aumentou de 290 em 2008, para 299 em 2009, o que significa um aumento de 2% na taxa por cada grupo de 100 mil mulheres.
 

recife_e_olindaNo dia do aniversário de Recife e Olinda, que completam respectivamente 473 e 475 anos, a equipe do Blog Pernambuco reproduz os vesos do compositor Capiba, que traduz como ninguém o sentimento das cidades-irmãs.  

Recife, cidade lendária

Recife, cidade lendária
De pretos de engenho cheirando a bangüê
Recife dos velhos sobrados
Compridos, escuros, dá gosto de ver

Recife, teus lindos jardins
Recebem a brisa que vem do alto-mar
Recife, teu céu tão bonito
Tem noites de lua pra gente cantar

Recife dos cantadores
Vivendo de glórias em pleno terreiro
Recife dos maracatus
De tempos distantes de Pedro Primeiro

Responde o que eu vou perguntar:
O que é feito dos teus lampiões
Onde outrora o boêmio cantava
As mais lindas canções

 

Olinda, cidade heróica

Olinda, cidade heróica
Monumento secular da velha geração
Olinda, serás eterna
E eternamente viverás no meu coração

Quisera ver-te no passado, Olinda
Quando ainda eras cheia de ilusão
Para contemplar as tuas paisagens,
Para olhar teus mares e teus coqueirais

Pular na rua com a meninada
Brincar de roda e de cirandinha
Depois subir a ladeira do Mosteiro
Rezar a Ave-Maria ... e nada mais.

 

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