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Segunda, 25 Junho 2012 20:37

Luminosidade ofuscante, não espessa treva

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Por Cesar Vanucci *

“Dá pra sentir que hoje em dia as mentiras e
ilusões são percebidas cada vez mais rapidamente?”
(De uma profecia atribuída ao guru indiano Sai Baba)

 

As profecias apocalípticas jorram.Quase todas, espantosas nos pormenores, precisam datas sobre o que está pra acontecer neste ano da graça de 2012. Inversão dos pólos magnéticos, deslocamento do eixo da Terra, colisão com asteróide de descomunal proporção, tsunamis e terremotos devastadores, elevação súbita do nível dos oceanos, bombardeio fulminante de raios solares, arrasador conflito nuclear, guerra cibernética: são hecatombes dos mais variados feitios acenando com a indesejável perspectiva, para breve, do final dos tempos. Em certos momentos, as informações de cientistas e místicos parecem coincidir. Muita gente garante perceber, solta no ar, uma sensação bem próxima de mudanças impactantes.

Em meio a esse turbilhão de adivinhações, topo, de repente, com uma teoria danada de instigante. De certo modo, a mais instigante de quantas já produzidas sobre o tema. É atribuída a um pensador indiano recentemente desaparecido, que estruturou em vida uma obra filosófica e educacional que continua atraindo grande contingente de adeptos, espalhados pelo mundo. Relatos interessantíssimos de prodígios no campo da parapsicologia compõem sua lendária biografia. Qual é mesmo o nome do personagem? Sai Baba.

O destino deste planeta azul, uma ilhota aparentemente insignificante perdida no meio de um oceano infindável composto de inexplicabilidades, como anota Huxley, é comentado de forma assaz original num depoimento, colhido via psicográfica ao que se afirma, e que vem sendo intensamente divulgado nas redes sociais. Baba fala de transformações profundas que já estariam acontecendo, afiançando não corresponder à realidade a predição de que o mundo vai acabar. A Terra – é acentuado também – entrou num processo de vibração energética tremendamente acelerado. Essa vibração afeta todos e ganha intensidade em emoções e pensamentos liberados pelas pessoas. Essa elevação vibratória – sublinha-se – pode parecer até um paradoxo, uma vez que ao nosso redor pululam o ódio e a miséria. Mas é assim mesmo que as coisas rolam no plano cósmico. “Estamos elevando a nossa consciência como jamais o fizemos”, assevera o pensador. “Mas, como assim; e essa escuridão que nos rodeia?” – pergunta-se. Resposta: dá, sim, pra ver a escuridão, mas as pessoas não devem temê-la ou com ela se identificarem. A escuridão não é uma força que obrigue ninguém a carregar ódio no coração. Não é uma força que se opõe à luz. É ausência da luz. Vem daí que as situações trevosas ou de penumbra enfrentadas pela humanidade, configuradas nas mazelas de todo tipo que nos espreitam e que tanto agridem a consciência social, estão sendo bombardeadas por uma claridade extremamente ofuscante gerada por esse novo estágio de conscientização. A luz emanada desse estado de espírito é mais copiosa do que em qualquer outro patamar da aventura do homem, assegura-se.

Uma comparação sugestiva trazida à nossa reflexão: a troca de uma lâmpada de 40w por outra de 100w no quarto de despejo leva a gente a enxergar no lugar sinais de desordem e de sujeira que, nem de leve imaginava pudessem existir. A luminosidade abundante de hoje em dia tem o condão de expandir nossa capacidade de percepção para mentiras, ilusões, engodos, mitos equivocados que não vinham sendo lançados no lixo, mas empurrados pra debaixo do tapete.

Este momento de irradiação energética poderosa convoca-nos a arrumar melhor o quarto de despejo. Arregaçar as mangas e promover limpezas que escorracem as imundícies. A mudança poderá trazer dores físicas, fruto de emoções negativas estocadas nas mentes e corações. A solução é assimilar em plenitude a vibração energética posta a circular. No fecho do depoimento atribuído a Sai Baba é dito que vivemos “a melhor época da humanidade desde todos os tempos.” Isso nos coloca no desfrute do privilegio de passar a ser testemunhas e agentes da maior transformação de consciência jamais imaginada.

* O jornalista Cesar Vanucci (O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ) escreve para o Blog Viva Pernambuco semanalmente.

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