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Quarta, 26 Outubro 2011 13:34

Latas de Coca trocam o vermelho pelo branco

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Embalagem promove a proteção aos ursos polares, mascote da companhia, e estará disponível nos EUA e Canadá

A Coca-Cola anunciou hoje que pela primeira vez em sua história usará o branco como principal cor de suas embalagens em lata. A novidade vale apenas para os mercados dos Estados Unidos e Canadá: entre os meses de novembro e fevereiro, a empresa colocará mais de 1,4 bilhão de latas brancas de Coca-Cola nos pontos de vendas.

A ousada ação de marketing da Coca tem um lastro sustentável. É a primeira vez que o tradicional vermelho é trocado por outra cor na embalagem para apoiar uma causa: a da proteção aos ursos polares, mascote da companhia desde 1922.

Toda lata branca de Coca-Cola conterá um código para que o consumidor, caso deseje, efetue uma doação voluntária de US$ 1. A empresa fez uma doação inicial de US$ 2 milhões a World Wide Fund (WWF) – a maior organização independente de proteção à natureza – e pode entregar até mais US$ 1 milhão à entidade, dependendo do sucesso das doações dos consumidores.

Em alinhamento com a promoção da causa, ursos polares estamparão a latinha branca da Coca-Cola.

A embalagem promocional faz parte de uma estratégia para incrementar as vendas no outono e inverno na América do Norte, quando as vendas alcançam o auge durante as festas de final de ano e depois caem vertiginosamente.

adocao_verticalPor Elaine Patricia Cruz, da Agência Brasil

O número de pessoas interessadas em adotar é cinco vezes maior do que o número de crianças e adolescentes à espera de nova família. Isso é o que mostrou o Cadastro Nacional de Adoção, que foi divulgado no último dia 13 de outubro pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O cadastro mostra que há 4,9 mil crianças e adolescentes registrados para adoção no país. O número de pretendentes inscritos, por sua vez, chega a 26.936.

Para o CNJ, três fatores têm dificultado a adoção de crianças e adolescentes. O primeiro deles é o perfil exigido pelos pretendentes: de acordo com o cadastro, 9.842 (36,54% do total) dos que pretendem adotar preferem crianças ou adolescentes brancos. No entanto, quase metade das crianças disponíveis para adoção – 2.272 no total – é parda. Crianças brancas somam 1.657, o que representa 33,82% do total.

Outro entrave, segundo o CNJ, refere-se à faixa etária. Mais da metade dos pretendentes (cerca de 59%) querem adotar crianças de até 3 anos de idade. O terceiro fator é a indisposição dos pretendentes em adotar grupos de irmãos. Segundo o cadastro, 22.341 pretendentes desejam adotar apenas uma criança. Das crianças e adolescentes disponíveis para adoção, 3.780 têm irmãos.

O desembargador Antônio Carlos Malheiros, coordenador da área de Infância e Juventude do Tribunal de Justiça de São Paulo, disse que outro problema que dificulta as adoções no país é a ausência de uma estrutura melhor e mais adequada nas varas de infância.

“O [Poder] Judiciário da Infância e da Juventude ainda não está suficientemente aparelhado para ser mais ágil. Segundo, ainda que estivéssemos aparelhados e bem estruturados para sermos mais rápidos, é preciso tomar uma série de cuidados ao colocarmos uma criança em uma família. Temos que saber quem é essa família”, disse o desembargador.

De acordo com o desembargador, hoje o tempo de espera para adoção caiu muito com a criação do Cadastro Nacional. “Com o Cadastro Nacional melhorou muito, está andando mais rapidamente. A diminuição das exigências também está fazendo andar mais rapidamente. A média hoje, depois que um casal é habilitado, é de uns dois anos. Já foi mais tempo”.

Para Malheiros, somente as campanhas de orientação e estímulo das adoções poderão reduzir o número de crianças e adolescentes em abrigos. “Não podemos parar com nossas campanhas. Temos que fazer uma atrás da outra”.

O Cadastro Nacional de Adoção foi criado em abril de 2008 como forma de consolidar os dados de todas as comarcas do país com relação a crianças e adolescentes disponíveis para adoção. O cadastro tem dados sobre o sistema e serve para acelerar a adoção no país.

Da Agência CNT de Notícias

De olho nos clientes e na boa imagem, alguns bancos estão oferecendo incentivos para compra de veículos menos poluentes.  Entre os benefícios, é possível financiar os veículos novos com taxas especiais, menores que a dos empréstimos convencionais.  A preocupação tem sentido. Dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apontam que o transporte individual é o principal responsável pela poluição atmosférica. Segundo a pesquisa, um usuário de veículo polui 36 vezes mais que o passageiro de metrô e nove vezes mais que os cidadãos que utilizam o serviço de ônibus.

O Crédito Auto Ecoeficiente da Caixa Econômica Federal, por exemplo, oferece taxas de juro a partir de 1,39% ao mês para a compra de veículos incluídos no Programa Nota Verde do Instituto Brasileiro do Meio Ambientes e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Segundo o banco, esta é mais uma inovação em prol da sustentabilidade.  O Banco do Brasil também tem a mesma linha de crédito para os veículos com baixa emissão de poluentes e que receberam nota máxima no ranking Nota Verde do Ibama.

 

acidentes_domesticos

A ONG CRIANÇA SEGURA está lançando a campanha online “Elimine as armadilhas: saiba como tornar os ambientes mais seguros para as crianças”, desenvolvida em parceria com a agência F/Biz.

Criança dentro de casa pode ser sinal de perigo se o ambiente oferecer riscos de acidentes. Para mostrar como evitá-los,a campanha ensina de maneira divertida como proteger os pequenos dos riscos de afogamentos, sufocações, queimaduras, quedas, intoxicações e acidentes com armas de fogo. Ao acessar, o internauta clica em um dos seis tipos de acidentes. Para cada um, surgem ilustrações dos diversos riscos que podem resultar naquela lesão e as formas de prevenção.

Esvaziar a banheira após o banho do bebê, tirar objetos pequenos do alcance da criança e colocar redes de proteção nas janelas são algumas das medidas apresentadas. A própria família pode fazer essas adaptações na casa, a qualquer momento, pois são mudanças simples que significam mais saúde para a criança, evitando problemas graves que podem durar a vida inteira.

Com a iniciativa, a ONG espera impactar mais de 65 mil pessoas por meio de seus canais de comunicação com parceiros e multiplicadores da causa. De acordo com dados do Ministério da Saúde, 2.812 crianças morreram e 78.700 foram hospitalizadas vítimas destes acidentes em 2008.

Fonte: http://criancasegura.org.br/

Sexta, 14 Outubro 2011 12:24

Seminário: Brasil, questões e desafios atuais

Escrito por
Seminário: Brasil, questões e desafios atuais
Por Rede de Educação Cidadã

Entre os dias 20 e 21 de outubro, a Rede de Educação Cidadã realizará o Seminário: Brasil, questões e desafios atuais. A pauta central do evento é o debate sobre as raízes históricas da miséria e sua relação com o modelo de desenvolvimento em curso no país, identificando desafios atuais para a organização popular e o fortalecimento do Projeto Popular.

 A metodologia do seminário segue inspiração freireana, organizada em duas “Rodas de Diálogo” e três “Círculos de Cultura” em torno dos eixos consensuados para o debate. “O desenvolvimento em curso no Brasil” é tema da grande roda de abertura. O primeiro círculo de cultura terá como eixo o “Brasil sem pobreza e miséria” contando com contribuições de Márcio Pochman (Ipea), João Pedro Stédile (MST) e Graciela Rodrigues (Rebrip e Instituto Equit). O segundo tratará do tema “A democracia e a reforma do sistema político”, com Nathalie Beghin (MDS) e Roberto Vizentin (MMA e Contag). O debate no terceiro círculo girará em torno do tema “Educação popular, movimentos sociais e políticas públicas”, com Pedro Pontual (Secretaria Geral da Presidência da República), Vera Dantas (Aneps), Vanderlúcia Simplício (Pronera) e Osvaldo Peralta Bonetti (Ministério da Saúde). A síntese do aprofundamento e proposições de cada círculo embasará a segunda grande roda de diálogo, quando todas as propostas serão discutidas e consolidadas para encaminhamento.

Visando o aprofundamento do diálogo, serão explorados temas como a noção de bem viver, o desenvolvimento humano e a questão ambiental; a reflexão sobre o modelo de reforma política proposto pelo Congresso Nacional e pela Plataforma do Movimentos Sociais; a relação das questões estruturais do modelo de desenvolvimento com as questões e problemas atuais; e o compartilhamento de experiências de movimentos e organizações na busca pela construção de articulações e processos educativos.

Participarão do seminário a Comissão Nacional e o Talher Nacional, educadores/as populares da Recid dos estados e DF e mais três lideranças dos movimentos: Via Campesina, Marcha Mundial de Mulheres, indígenas, quilombolas, população de rua, catadores, LGBT, estudantes, pastorais sociais, Aneps, Mops, Coletivo Intervozes, Fórum Brasileiro de Economia Solidária, Meb e Cáritas Brasileira, além de outros movimentos nacionais convidados.

O Seminário Brasil é uma realização da Recid, Instituto Paulo Freire, Secretaria Geral da Presidência da República e Secretaria Especial de Direitos Humanos. Acontecerá nos dias 20 e 21 de outubro, no Centro de Formação Vicente Cañas-CIMI, em Luziânia Goiás.

c60e3845c1590c54d286209cf56354f8.jpg O mundo encantado de Gigi será exibido no Cine Rosa e Silva

Foto: Divulgação

A etapa Recife da 9ª edição do Festival Internacional de Cinema Infantil (Fici) começa nesta quarta-feira (12), quando se comemora o Dia das Crianças. A programação inclui mais de 100 filmes que serão exibidos nos cinemas São Luiz, Rosa e Silva e da Fundação Joaquim Nabuco.

Em cartaz, títulos inéditos de mais de 20 países em versão dublada e exibição de clássicos infantis.No Programa Internacional, os destaques ficam para o longa holandês “Iep!”, vencedor de prêmios internacionais, como o recente Melhor Filme no Festival de Cinema Infantil de Montreal e para ‘Meu Amigo Storm’ (2009), de Giacomo Campeotto.

O festival segue até o dia 23 de outubro com ingressos ao preço de R$ 4 e R$ 2 (meia).

Programação da semana das Crianças

 
» Quarta-feira (12)

OS TRÊS LADRÕES
SÃO LUIZ | 10:00 | 16:00
FUNDAÇÃO JOAQUIM NABUCO | 14:00

O MUNDO ENCANTADO DE GIGI
CINE ROSA E SILVA | 14:00

POLI, O FUSQUINHA DE POLÍCIA
SÃO LUIZ | 14:00

IEP!
CINE ROSA E SILVA | 16:00

PONYO - UMA AMIZADE QUE VEIO DO MAR
FUNDAÇÃO JOAQUIM NABUCO | 16:00

» Quinta-feira (13)

OCEANOS (O Pequeno Cientista)
SÃO LUIZ | 10:00
FUNDAÇÃO JOAQUIM NABUCO | 14:00

AS AVENTURAS DE SAMMY
CINE ROSA E SILVA | 14:00

KOMANEKO, O GATINHO CURIOSO
SÃO LUIZ | 14:00

AFRICAN BAMBI
CINE ROSA E SILVA | 16:00

MEU AMIGO STORM
FUNDAÇÃO JOAQUIM NABUCO | 16:00

POLI, O FUSQUINHA DE POLÍCIA
SÃO LUIZ | 16:00

» Sexta-feira (14)

PONYO (O PEQUENO JORNALISTA)
SÃO LUIZ | 10:00
FUNDAÇÃO JOAQUIM NABUCO | 14:00

O MUNDO ENCANTADO DE GIGI
CINE ROSA E SILVA | 14:00

PONYO - UMA AMIZADE QUE VEIO DO MAR
SÃO LUIZ | 14:00

MEU AMIGO STORM
SÃO LUIZ | 16:00

OS TRÊS LADRÕES
FUNDAÇÃO JOAQUIM NABUCO | 16:00

UM PRESENTE PARA WINKY
CINE ROSA E SILVA | 16:00

» Sábado (15)

IEP!
SÃO LUIZ | 10:00
CINE ROSA E SILVA | 16:00

Curtas Internacionais - Pequenos que nem você
FUNDAÇÃO JOAQUIM NABUCO | 14:00

KOMANEKO, O GATINHO CURIOSO
CINE ROSA E SILVA | 14:00

POLI, O FUSQUINHA DE POLÍCIA
SÃO LUIZ | 14:00

Anima Mundi Para Crianças
FUNDAÇÃO JOAQUIM NABUCO | 16:00

OS SMURFS
SÃO LUIZ | 16:00

» Domingo (16)

SOPA DE SAPO
SÃO LUIZ | 10:00

AS GRANDES AVENTURAS DA ABELHA HUTCH
SÃO LUIZ | 14:00

MEU AMIGO STORM
FUNDAÇÃO JOAQUIM NABUCO | 14:00

UM PRESENTE PARA WINKY
CINE ROSA E SILVA | 14:00

AS AVENTURAS DE SAMMY
CINE ROSA E SILVA | 16:00

O GRANDE URSO
SÃO LUIZ | 16:00

POLI, O FUSQUINHA DE POLÍCIA
FUNDAÇÃO JOAQUIM NABUCO | 16:00

 

Serviço

9º Festival Internacional de Cinema Infantil (FICI)
Ingressos: R$ 4

Cinema São Luiz
Rua da Aurora, 175, Boa Vista - Recife (PE)

Cinema da Fundação - Fundação Joaquim Nabuco
Av. Dezessete de Agosto, 2187 - Casa Forte - Recife (PE)

Cine Rosa e Silva
Av. Rosa e Silva, 1460, Aflitos - Recife (PE)

 Por Rede Nossa São Paulo

O Brasil é o primeiro país do mundo a ganhar uma rede social focada em cidadania, o “Myfuncity-Cidades Sustentáveis”. A plataforma, lançada nesta quarta-feira,possibilitará gestão pública por meio da tecnologia digital das redes sociais, permitindo que os cidadãos avaliem a qualidade das cidades a partir de 12 indicadores relacionados ao trânsito, segurança, meio ambiente, bem-estar, saúde e educação. Depois do Brasil, o Myfuncity será lançado nos Estados Unidos e na Europa. Em todos os países, a ferramenta conta com o apoio do Facebook.

Qualquer cidadão poderá avaliar, basta ter acesso à internet, por meio do Facebook e Orkut, ou nas versões para Iphone e Ipad, baixando gratuitamente pela Apple App Store. No Facebook e no Orkut, o Myfuncity também permitirá interação entre os usuários, possibilitando convidar amigos, enviar mensagens e comentários, curtir e enviar fotos. Também será possível fazer check-ins, opinando sobre as regiões da cidade e, simultaneamente, ter acesso aos dados postados no Facebook, no Orkut e no Twitter. Em um segundo momento, serão disponibilizadas versões para Android, Blacberry e outros.

Para o presidente do Myfuncity, Mauro Motoryn, as redes sociais ampliam o poder de cada cidadão de colaborar com a transformação da sua cidade. “A internet tem um poder transformacional para as grandes e pequenas causas, pois conecta milhares de cidadãos que compartilham opiniões e sugestões e que querem contribuir eficazmente para mudar a cidade onde moram”, afirma Motoryn.

A Plataforma – Até o final do primeiro semestre de 2012, o Myfuncity pretende reunir cerca de 10 milhões de usuários no Brasil e 50 milhões de usuários no mundo. A nova rede social parte do conceito “civic engagement”, forma de participação política e cívica a partir de blogs, sites e redes sociais ou outros meios que a internet propicie. O “civic engagement” possibilita que um cidadão ativo participe na vida da comunidade, a fim de ajudar a moldar o futuro de determinada região. “É uma plataforma capaz de nortear, através da colaboração dos usuários, as ações para tornar a cidade um lugar melhor de se viver”, afirma Mauro Motoryn, presidente do Myfuncity.

Cada um dos indicadores do Myfuncity será classificado pelo usuário numa escala de 0 a 10. Um banco de dados abrigará essas opiniões, com um mapa preciso sobre a satisfação da população quanto aos serviços públicos que uma determinada cidade ou região oferece.

Parcerias – No Brasil, o “Myfuncity-Cidades Sustentáveis” já nasce com a parceria estratégica de mais de 700 entidades, por meio da Rede Nossa São Paulo, Rede Brasileira por Cidades Justas e Sustentáveis, Cidade Escola Aprendiz, Catraca Livre e Museu da Pessoa.

Apartidária e inter-religiosa, a Rede Nossa São Paulo, que reúne 700 organizações, tem por missão mobilizar diversos segmentos da sociedade para, em parceria com instituições públicas e privadas, construir e se comprometer com uma agenda e um conjunto de metas, articular e promover ações, visando a uma cidade de São Paulo justa e sustentável.

A parceria estratégica com a Rede Nossa São Paulo, por exemplo, vai permitir que os dados do “Myfuncity-Cidades Sustentáveis” sejam avaliados, processados e disponibilizados para os gestores públicos, a sociedade e a mídia a acompanharem, dia a dia, as sugestões e reclamações da população.

A Rede terá acesso aos dados do Myfuncity para incentivar os políticos a promoverem uma gestão pública voltada para o desenvolvimento justo e sustentável nas cidades. “Só teremos cidades sustentáveis com qualidade de vida para todos se tivermos a participação permanente dos cidadãos”, afirma Oded Grajew, coordenador geral da Rede Nossa São Paulo.

Myfuncity – A plataforma nasceu do Movimento Mais Feliz, um movimento apartidário, não governamental e não-assistencialista focado em comunicação e articulação de projetos sociais. A principal característica é que serão gerados relatórios de dados diferenciados para cada região, seja no Brasil ou em qualquer cidade do mundo que tenha suporte ao Google Maps.
O cidadão poderá conferir as avaliações em um raio de um quilômetro da região em que se encontra através de celulares e poderá conferir as avaliações de qualquer região do mundo na web, ou da região onde se encontra, por meio de um smartphone. O aplicativo reuniu todos os “features” já utilizados por redes sociais, mas com foco no interesse público. “Trabalharemos em API aberta, junto ao Creative Commons, possibilitando um constante aprimoramento tecnológico”, explica Mauro Motoryn.

Case Nova York – A prefeitura de Nova York aliou tecnologia e serviços públicos e criou o NYC311, projeto que faz todo o atendimento das questões relacionadas à cidade em uma grande rede social construída pela administração pública. Com ela é possível que a prefeitura escute, responda e dê dicas sobre qualquer tema relacionado à cidade, a seus moradores. O NYC311 está presente no Skype, no Twitter, em aplicativos para iPhone, pode ser acessado pelo computador, pelo telefone.

reserva_legal_250

Por Virginia Toledo, da Rede Brasil Atual

Um dos principais argumentos de setores agrícolas e da bancada ruralista do Congresso Nacional para defender mudanças no Código Florestal brasileiro, as reservas legais não são de exclusividade das propriedade privadas no Brasil. De acordo com estudo feito pela professora de direito ambiental da Universidade de São Paulo (USP), Ana Maria de Oliveira Nusdeo, em outros países ou estados, sobretudo os que têm vegetação e clima semelhantes aos do Brasil, a legislação também exige a preservação de uma porcentagem da área e, na maioria das vezes, com determinações mais rigorosas que as do Brasil, por não autorizar brechas para novos desmates.

A condição de reserva legal, no caso brasileiro, se define por uma área localizada em propriedade rural, necessária à conservação de fauna e flora nativas. É um dos principais mecanismos de preservação previstos no Código Florestal brasileiro – outro são as áreas de preservação permanente (APP), perto das margens de rios e encostas de morros.

Ana Maria explica que, no Brasil, o produtor que respeita a reserva legal e as APPs obtém direito à supressão, ou seja, tem carta branca para desmatar outras áreas da propriedade. Ela lembra que apenas na Mata Atlântica isso não é possível por existir leis que impedem novos desmatamentos no bioma.

“Descobriu-se que no Paraguai, por exemplo, uma porcentagem deve ser preservada em cada propriedade rural, independente de sua área. Mais comum do que ter uma área já preservada é ter um zoneamento que determina qual é a área que, obrigatoriamente, deve ser preservada. As pessoas não têm mais o direito de fazer novos desmatamentos, diferente do Brasil”, pontuou a pesquisadora.

No caso da legislação paraguaia, a parte preservada é de 25% do total da área, independentemente da região do país. Já nas determinações que referem-se à proibição relativa de desmatamento para uso alternativo do solo, no estado de New South Wales, na Austrália, por exemplo, se exige um plano de supressão da vegetação indicando a área que ficará preservada, com índices normalmente superiores a 20% do tamanho total da propriedade.

No estado da Califórnia, nos Estados Unidos, para se obter uma autorização de novos desmates, deve-se demonstrar que o propósito é de interesse público. Nesses casos, a obtenção de autorização de desmate será anulada caso as áreas sejam consideradas inadequadas.

No Brasil, a atual legislação obriga que a área de vegetação que deve ser poupada do corte raso em propriedades rurais seja de 80% na Amazônia, 35% no cerrado amazônico e 20% no restante do país. Entretanto, apesar de manter os mesmos índices de proteção, a proposta de um novo código florestal brasileiro contém itens que podem causar dúvidas na sua interpretação, como exemplo, a possibilidade de incluir no cômputo da reserva legal as áreas de preservação permanente (APPs), o que, no código atual, é proibido.

Ana Maria Nusdeo constata que a tendência de todas as legislações nos países e estados que foram pesquisados é de que a caminhada se direciona a um sentido de aumento da proteção ambiental, pois os países começaram a assumir obrigações internacionais e adquriram conscientização sobre o meio ambiente.

Segundo ela, caso o Brasil tome um rumo oposto ao da maioria dos países, haverá uma profunda insegurança jurídica quanto à inconstitucionalidade da mudança da legislação. “As demais legislações tendem a restringir progressivamente as possibilidade de conversão de novas áreas de exploração econômica. Exatamente o contrário do que o Brasil vem propondo (no atual debate de revisão do Código Florestal)”, finaliza a advogada.

Polêmicas e embates

A polêmica sobre as mudanças do Código Florestal Brasileiro começaram desde que foram propostas. A pressão dos ruralistas é pela revisão da Lei 4.771 de 1965, que define regras para preservação ambiental no país em propriedades rurais e áreas urbanas (embora o debate sobre as cidades tenha ficado de lado). Pela legislação em vigor, parcelas das propriedades rurais precisam permanecer livres de desmatamento.

Os ruralistas defendem a redução das áreas de preservação permanente (APPs), um dos principais mecanismos de controle de desmatamento. Perto de margens de rios, topos de morro e encostas, a vegetação original precisa ser mantida para evitar acelerar a erosão e desbarrancamentos, entre outros problemas ambientais. Eles criticam também outro instrumento do código, as reservas legais – parcela da mata nativa que precisa obrigatoriamente ser preservada dentro das propriedades rurais.

No discurso em defesa da revisão, há argumentos relacionados à necessidade de mais terra para produção de alimentos, e a posição do Brasil como grande exportador de commodities – matérias-primas de origem agrícola e mineral cotadas em mercados internacionais, como açúcar, soja etc.

A pressa ruralista decorre de um decreto assinado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e adiado por quatro vezes, que prevê multas e restrições a crédito no Banco do Brasil a agricultores que descumprirem a legislação em vigor.

Ambientalistas enxergam na investida uma forma de aumentar o desmatamento. Estudos da comunidade científica sustentam a visão e sugerem mais calma ao debate, para que se evitem equívocos que provoquem devastação irreversível.

Agencia20Brasil061011WDO_2751

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse nesta quinta-feira (6) que o país precisa ter ações mais integradas e efetivas para a redução da violência. Para ele, a impunidade é um dos principais aspectos a serem combatidos. O ministro destacou também a necessidade de se criar unidades específicas para a investigação de homicídios em cada estado, além de se agilizar processos judiciais.

Dados sobre homicídios, divulgados pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (Unodc), mostram que o Brasil tem a terceira maior taxa desses crimes na América do Sul, com 22,7 casos para cada 100 mil habitantes. O país fica atrás apenas da Venezuela (49) e da Colômbia (33,4).

“São grandes os desafios que todos aqueles que governam, seja no âmbito federal ou estadual, têm o dever de enfrentar de forma conjugada, superando entraves políticos e buscando soluções necessárias para a sociedade brasileira”, ressaltou após participar do programa Bom Dia, Ministro, produzido em parceria com a Secretaria de Comunicação da Presidência e com EBC Serviços.

O fornecimento de equipamentos que permitam ações periciais mais céleres é uma das medidas para acabar com a impunidade, segundo Cardozo.

piquenique_250Do Instituto Akatu

Em comemoração ao Dia do Consumo Consciente, o Instituto Akatu convida a população de todo o país para invadir praças e parques no domingo, dia 16 de outubro, e fazer piqueniques. O que o Akatu quer incentivar é a prática do bem estar, ao mesmo tempo em que desperta as pessoas para ações de consumo consciente, desde o planejamento do piquenique, para que ele ocorra do jeito mais sustentável possível, até o descarte dos resíduos.

E você, vai ficar de fora? Piquenique-se!!!

“Mais do que um evento para reunir as pessoas de quem gostamos, é um momento para lembrar que consumo consciente significa, sobretudo, mais qualidade de vida. Não é parar de consumir, mas consumir diferente, de uma maneira em que os bens, marcas e serviços deixem de ser um fim em nossas vidas e ocupem seu verdadeiro lugar: passem apenas a ser meios para vivermos mais e melhor, de maneira sustentável e solidária”, explica Camila Melo, gerente do programa de educação do Instituto Akatu.

“Consumir de forma consciente significa mais horas de lazer e menos no trânsito, significa economia de água, energia e recursos naturais, significa prestar atenção no que compramos e lembrar que cada produto tem uma história, não surge na prateleira. Essa história se chama cadeia produtiva, e os fornecedores e empresas nessa cadeia devem ser tão responsáveis quanto o consumidor. O consumidor consciente tem de cobrar por uma cadeia produtiva limpa, com produtos éticos e saudáveis, sem propaganda enganosa, sem poluição de água, sem desperdício de recursos naturais e energia, sem qualquer tipo de exploração no trabalho, sem pagamento de propina, seja pública ou privada, em qualquer etapa do processo produtivo ou lugar”, alerta Helio Mattar, diretor-presidente do Akatu.

Apesar do Dia do Consumo Consciente ser comemorado no dia 15, que, neste ano, cai em um sábado, as pessoas costumam se encontrar mais no domingo, por isso o convite do Akatu é para o dia 16. Afinal de contas, fazer um piquenique é uma oportunidade de redescobrir aspectos que a sociedade consumista em que vivemos esquece: reunião familiar e com amigos, troca de ideias, afeto, memória de infância – cheiros, cores e sabores –, conexão com o meio ambiente, brincadeiras e muitas outras coisas.

Por essas razões, o Akatu quer incentivar as pessoas em todo o Brasil a fazer piqueniques, como oportunidade de experimentar um estilo de vida feliz e sustentável e de descobrir ou aprofundar valores e práticas de consumo consciente.

Coloque na agenda:

O quê: Piquenique-se! pelo Dia do Consumo Consciente.
Onde: praças e parques pelo Brasil.
Quando: Domingo, dia 16 de outubro.

agua_reutilizacao_250Com infrmações da EcoD

Duas grandes cidades brasileiras, Niterói (RJ) e Guarulhos (SP), investem atualmente na reutilização da água para gerar economia e contribuir com o meio ambiente.No município carioca, a preservação do recurso natural está estabelecida na lei n° 2856, que desde setembro deste ano obriga os edifícios com mais de 500 metros quadrados e que tenham consumo igual ou superior a 20 metros cúbicos de água por dia, a instalarem projetos de sistemas de aproveitamento da água proveniente dos chuveiros, banheiras, tanques, máquinas de lavar e lavatórios de banheiros.

A água tratada pode ser usada para fins não potáveis, como rega de jardins, limpeza de áreas comuns e descargas sanitárias. Outro grande benefício é a economia, pois o valor da conta de água é reduzido na ordem de 30%.

Águas pluviais - Em Guarulhos, o Departamento de Transportes Internos (DTI) da prefeitura implantou, em 2010, um sistema de reuso de águas pluviais. A medida permite lavar 820 veículos da frota municipal semanalmente, gerando uma economia de até 10 mil litros de água potável por mês.

Para que o sistema entrasse em operação, o DTI fez algumas adaptações no prédio onde sua equipe está instalada. O telhado do departamento é hoje utilizado para a coleta da água das chuvas, que segue para um reservatório de 15 mil litros e depois é submetida a um processo de filtragem.

A água tratada termina em outros dois reservatórios, com capacidade de 30 mil litros. No total, a DTI tem condições de armazenar até 45 mil litros de água, suficientes para uma semana de uso.

Segundo o Gerente do DTI, Luiz Gonzaga Rael, nos próximos meses o sistema ganhará um novo equipamento, que vai separar a água do óleo, permitindo ao departamento elevar ainda mais essa economia.

“Nessa primeira fase de implantação, estamos coletando apenas a água das chuvas, cuja quantidade varia de acordo com a época do ano. No entanto, nosso objetivo agora é aprimorar o sistema para que possamos reutilizar o máximo possível da água consumida pelo DTI”, explicou Rael.

Com a aquisição desse novo filtro, o Departamento de Transportes Internos ampliará o sistema de reuso, inclusive com a reutilização da água da lavagem dos carros. “O equipamento permite separar o óleo e a graxa da água”, destacou Rael.

Segundo ele, o material coletado será entregue ao Fundo Social de Solidariedade, que venderá esse óleo as empresas que possuem certificados de destinação do material.

A implantação do sistema de reuso do DTI também contou com o apoio da Secretaria de Obras, do SAAE (Serviço Autônomo de Água e Esgoto) e da Proguaru (Progresso e Desenvolvimento de Guarulhos).

Do site do PNUD

Começa a ganhar forma no Brasil um projeto que prevê a construção de um sistema nacional de indicadores e informações capazes de ajudar o país a avançar nas políticas de fortalecimento e promoção dos direitos humanos.

Estão abertas até o dia 17 de outubro as inscrições para contratação dos consultores técnicos que desenvolverão indicadores em áreas específicas como direitos civis e políticos, seguridade social (previdência e assistência sociais), trabalho e geração de renda, saúde e educação com foco em direitos humanos (veja os detalhes sobre os editais à direita desta reportagem).

A iniciativa faz parte do projeto “Informações em Direitos Humanos: Identificando Potenciais e Construindo Indicadores”, desenvolvido pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH) em parceria com a Agência Brasileira de Cooperação (ABC), o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Com a construção desse sistema de informações, o governo federal busca criar um instrumento para apoiar a formulação de políticas e ações, utilizando dados que expressem a realidade social brasileira também pela perspectiva dos direitos humanos e não apenas do ponto de vista sociológico, geográfico ou econômico.

De acordo com a SDH, os dados de que o país dispõe para a construção de políticas, principalmente dos grupos mais vulneráveis, estão dispersos e não possuem a sensibilidade necessária para se trabalhar a questão. “A criação desse sistema nacional vai ajudar a aprofundar e qualificar as discussões relativas ao tema”, assinala o coordenador-geral de Informações e Indicadores em Direitos Humanos da secretaria, Jorge Teles.

Ele identifica três importantes utilidades do projeto: qualificar as políticas públicas que tratam dos direitos humanos, facilitar e ampliar a prestação de contas por parte do governo e possibilitar um maior controle social por parte da sociedade civil sobre o que é feito nessa área.

Existe atualmente no país um sistema estruturado de dados e indicadores que é usado na avaliação de desempenho das variáveis macroeconômicas e setoriais. Os indicadores sociais, publicados anualmente pelo IBGE, mostram situações de carências de grupos em condição de vulnerabilidade e são usados como medida aproximada do grau de satisfação de direitos fundamentais como trabalho, educação, saúde, entre outros.

No entanto, na avaliação da SDH, esses indicadores não refletem o caráter normativo dos direitos humanos e por isso representam medidas incompletas dos direitos individuais.

Outros exemplos de indicadores são o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do PNUD e o Índice de Desenvolvimento da Família (IDF) do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Também destacam-se os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) e seus indicadores como medidas complementares aos critérios de avaliação de direitos humanos.

Embora a discussão metodológica e conceitual tenha evoluído ao longo dos anos, são raras as iniciativas para criação de bancos de dados e de indicadores de direitos humanos entre os países-membros da ONU. Com este projeto o Brasil enfrenta o desafio de, partindo dos princípios contidos nos tratados internacionais, criar instrumentos capazes de medir os níveis de compromisso, a realização das etapas e os resultados alcançados na realização dos direitos civis, políticos, econômicos, sociais e culturais.

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Brasil terá cerca de 15 milhões de idosos até 2050/Foto: SEASDH - Secretaria de Assistência Social e Direi
 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que até 2050 o Brasil será o sexto do mundo com o maior número de idosos. O país deverá chegar a 2050 com cerca de 15 milhões de anciãos, dos quais 13,5 milhões com mais de 80 anos. A velocidade do envelhecimento tem superado a implementação de ações para oferecer melhores condições de vida à terceira idade.

“O processo é muito rápido, e as políticas públicas não têm acompanhado isso. Viver em uma sociedade com muito mais idosos do que crianças requer um planejamento intenso”, afirmou o médico geriatra Luiz Roberto Ramos, da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Atualmente o Brasil possui cerca de 20 milhões de idosos, o que corresponde a aproximadamente 10% da população do país, a maioria (6,5 milhões) tem entre 60 e 64 anos. Belo Horizonte, Salvador, São Paulo e Rio de Janeiro são as capitais com maior número de idosos - as informações são do Censo 2010, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“Apenas 0,8% dos idosos vive em asilos no Brasil”, comentou o geriatra Einstein de Camargos, do Hospital Universitário da Universidade de Brasília (UnB), ao se referir as famílias que estão cada vez menos preparadas para conviver com os idosos. “Quem dava apoio [aos idosos] era a família, mas essa estrutura se perdeu. Hoje, cada um está envolvido com a sua vida. Além disso, as cidades grandes não estão adaptadas para um idoso”, enfatizou.

Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgado em maio deste ano, mostra que o número de instituições públicas que abrigam os idosos não acompanha o crescimento da terceira idade. O Brasil tem 3.548 asilos, onde 218 são públicos.

De acordo com a psicóloga Vera Lúcia Coelho, professora do curso de psicologia clínica da UnB, o país precisa se preparar para o envelhecimento acelerado da população nos próximos anos. “Temos a ilusão de viver em um país de jovens. A propaganda de que a beleza jovem é a única possível e saudável está impregnada na gente”, ressaltou.

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O Dia do Idoso foi celebrado em 1º de outubro/Foto: SEASDH - Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos

Segundo a OMS, o envelhecimento da população tem reflexo direto no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. As doenças crônicas não transmissíveis, que afetam principalmente idosos, provocam impacto anual de 1% no PIB, de acordo com a estimativa da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).

Anualmente são gastos cerca de R$ 60 bilhões com doenças da típicas da terceira idade no Brasil, informou a Comissão para Estudo do Envelhecimento Mundial.

O Dia do Idoso foi celebrado em 1º de outubro, data a qual também é comemorada no Brasil o aniversário do Estatuto do Idoso.

"Tenho de trabalhar para sobreviver"

Aos 64 anos, Rita Simplícia da Silva ganha a vida vendendo balas em um semáforo na área central de Brasília. Moradora de Santo Antônio do Descoberto, município goiano localizado região do Entorno do Distrito Federal (DF), Rita tem cinco filhos, mas nenhum reside perto dela.

Segundo a comerciante, o trabalho a ampara. “Tenho de trabalhar para sobreviver. Trabalho porque não tenho família para me sustentar”, desabafou.

Vera Lúcia destacou que o envelhecimento requer mudança de papéis na família. Os filhos precisam cuidar da alimentação dos pais, além de ajudá-los em rotinas do cotidiano, como se vestir, e levá-lo com regularidade aos médicos.

Em 2012 a vendedora ambulante, que teve um derrame em 2006 e hoje caminha com o auxílio de muletas, começa a receber a aposentadoria e pretende cuidar da saúde.

Com informações da Agência Brasil.

Fonte: Portal Eco Desenvolvimento

AnfetaminasPor Carolina Pimentel, da Agência Brasil

A diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu nesta terça-feira (4) banir do mercado os remédios para emagrecer à base de anfetaminas e manter o uso dos derivados de sibutramina com restrições.

O diretor-presidente da Anvisa e relator do processo, Dirceu Barbano, propôs o banimento dos inibidores de apetite anfetamínicos (anfepramona, femproporex e mazindol) em todo o país com base em estudos internacionais que constataram a baixa eficácia desses medicamentos na perda de peso e riscos à segurança do paciente. Os outros três diretores acompanharam o relator.

Com a decisão, os anfetamínicos, usados há mais de 30 anos no Brasil, estão proibidos de serem prescritos pelos médicos, fabricados no país e os atuais registros serão cancelados. As farmácias e drogarias terão dois meses para retirá-los das prateleiras, conforme Barbano. “Para que os pacientes tenham tempo de readequar o tratamento”, disse o relator.

Quanto à sibutramina, o relator sugeriu que continua liberado o uso do medicamento para o tratamento de obesidade desde que o paciente apresente sobrepeso significativo e não sofra de problemas cardíacos. O paciente e o médico terão de assinar termo de responsabilidade sobre os riscos à saúde. O uso da sibutramina ficará sob o monitoramento da vigilância sanitária.

Barbano argumentou que dados mostram que o remédio ajuda a reduzir o peso e que é possível minimizar os prejuízos à saúde do paciente.

O diretor Agenor Álvares foi o único a discordar do relator. Ele defendeu também o veto à sibutramina. “Se vários países tiraram [do mercado] com base em evidências científicas, não podemos ignorar essas evidências. Se eles têm cuidado com as populações deles, temos também que ter com a nossa. Essa substâncias devem ser retiradas nos mesmos moldes das outras [anfetamínicos]”, disse o ex-ministro da Saúde, acrescentando que não existe protocolo clínico no mundo que recomende o uso do remédio.

A diretora Maria Cecília Brito propôs que a manutenção da sibutramina volte a ser analisada pela agência dentro de um ou dois anos.

Lançada em fevereiro deste ano, a proposta original da Anvisa era vetar os emagrecedores, tanto os feitos com anfetamina como aqueles à base de sibutramina, seguindo o exemplo dos Estados Unidos e da União Europeia. O principal argumento era que os riscos à saúde oferecidos por esses remédios, como problemas cardíacos e alterações no sistema nervoso central, superam o benefício da perda de peso.

Em nove meses de discussão, os técnicos da agência reguladora mudaram de opinião. No último relatório, os técnicos permaneceram com a posição de vetar os anfetamínicos, mas decidiram manter a sibutramina, pois há comprovação de que o último ajuda a reduzir o peso de 5% a 10% em um prazo de quatro semanas. A Câmara Técnica de Medicamentos (Cateme), formada por especialistas externos que prestam consultoria à Anvisa, sugeriu o banimento dos dois tipos de inibidores de apetite por não trazerem benefícios (redução do peso) ao paciente.

A maioria dos diretores seguiu a recomendação da equipe técnica.

A ideia de fechar o cerco a esses remédios foi alvo de reclamações de entidades médicas. A Anvisa promoveu dois grandes debates públicos, em que a proposta foi contestada pelos especialistas do setor. Para o Conselho Federal de Medicina (CFM), os remédios auxiliam no combate à obesidade e, se banidos, reduzem as possibilidades de tratamento para quem precisa perder peso.

A Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade (Abeso) e a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia lançaram um abaixo-assinado contra o banimento dos anorexígenos. Segundo as organizações, quando prescritos de forma correta, os remédios contribuem para a redução do peso. As entidades ressaltam que os médicos têm conhecimento das contraindicações.

A conscientização com relação à necessidade de endereçamento das questões sócio ambientais tem evoluído positivamente no século XXI particularmente com o objetivo de migração para um novo modelo econômico produtivo baseado no conceito de Desenvolvimento Sustentável.

Desenvolvimento Sustentável é um conceito sistêmico utilizado pela primeira vez em um relatório de 1987 elaborado pela Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento da Organização das Nações Unidas, o Relatório Brundtland.

Segundo o Relatório Brundtland, “Desenvolvimento Sustentável é um desenvolvimento que procura satisfazer as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de satisfazerem as suas próprias necessidades”.

Um dos principais instrumentos de evolução para um modelo de Desenvolvimento Sustentável é a implantação de políticas públicas de Gestão de Resíduos visando minimizar os impactos ambientais e econômicos decorrentes de seu descarte incorreto.

O Brasil produz 161.084 mil toneladas de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) por dia, segundo a última Pesquisa Nacional de Saneamento Básico (PNSB 2088) do IBGE. A Região Nordeste apresenta a situação mais crítica, com a maior geração diária de resíduos por habitante e 51% dos 1.688 lixões espalhados pelo País. A situação exige soluções para a destinação final dos resíduos no sentido de aumentar a reciclagem e diminuir o seu volume, ou seja, é preciso ter menos lixo e só enviar para os aterros os rejeitos.

Neste contexto, no dia 2 de agosto de 2010 o Governo Federal promulgou a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), Lei 12.305, através da qual espera-se reduzir o desperdício de materiais passíveis de serem reciclados e a indução do estabelecimento de um novo modelo tanto na cadeia produtiva como na de consumo. 

A Política Nacional de Resíduos, disciplina a coleta, o destino final e o tratamento de resíduos urbanos, perigosos e industriais, entre outros. O texto da lei estabelece diretrizes para reduzir a geração de lixo e combater a poluição e o desperdício de materiais descartados pelo comércio, pelas residências, pelas indústrias, por empresas e hospitais.

Baseado neste cenário bem como no das realidades locais, o Sindicato das Empresas de Reciclagem de Resíduos Sólidos Domésticos e Industriais no Estado do Ceará (Sindiverde), com o apoio da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) e do Instituto de Desenvolvimento Industrial (INDI), lançou em 2010 a iniciativa “RECICLA NORDESTE”.

Em sua primeira edição a “RECICLA NORDESTE” reuniu um público de 3.728 pessoas, 2.212 inscritos, gerou R$ 3,72 milhões em negócios realizados, R$ 2,72 milhões em negócios prospectados, e patrocinou a arrecadação de 1,2 toneladas de alimentos doados para a SOCRELP.

“Reciclando com sustentabilidade” é o tema da “RECICLA NORDESTE 2011”. Envolverá uma Mostra de Tecnologias Industriais e Sociais para a Gestão dos Resíduos, Salão de Boas Práticas e Indústria Modelo, Seminário Reciclagem e Meio Ambiente e Palestras Técnicas, Cursos, Workshop e Mostra de Ecoarte Cultura além de eventos paralelos de premiação de ações de Responsabilidade Sócio Ambiental devendo reunir 5000 pessoas no Centro de Convenções do Ceará de 3 a 5 de novembro de 2011.

Segunda, 03 Outubro 2011 18:32

Boa postura desde criança

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Por Revista Vida Simples
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Vícios de postura e carteiras inadequadas, tudo isso pode até prejudicar o aprendizado. Melhore a postura e evite problemas futuros para seu filho.
Repare no jeitão largado  do menino ao lado. Imagine se ele costuma estudar assim, todo torto, boa parte do dia. A musculatura tensionada fatalmente sobrecarregará a coluna . Talvez esteja aí a explicação para a queixa cada vez mais freqüente entre a garotada: dor nas costas.

 Embora até já existam carteiras ergonômicas, a maioria das escolas brasileiras não dispõe de móveis ajustáveis para acomodar desde o catatau até o grandalhão. Se a altura da criança não condiz com a faixa etária, a saída é fazer uma troca de cadeiras entre turmas diferentes. É que isso faz diferença até mesmo na disposição para aprender.

O ideal seria que todas as escolas e, claro, os pais ficassem igualmente atentos. Um estudo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) mostra que a meninada vive deixando o corpo relaxado até demais enquanto escreve no caderno ou lê a matéria no livro. E grande parte da culpa recai sobre a tal carteira inadequada. Dos 93 alunos com idade média de 11 anos, 54% reclamaram de dores na nuca. A inclinação errada do pescoço contrai os músculos locais, explica o educador físico Antônio Renato Pereira Moro, líder da pesquisa. Aí a criança fica procurando posições em busca de alívio e não pára quieta, o que prejudica sua concentração, relata. É como se o assento estivesse cheio de tachinhas.

outubro-rosaOutubro, finalmente chegou, este é o mês para chamar atenção para a doença que mata milhares de mulheres anualmente em todo o mundo: o câncer de mama. O movimento é mundial e tem o objetivo de dar visibilidade ao tema e estimular a participação da população e entidades na luta contra o câncer de mama, bem como sensibilizar o poder público sobre a importância de dar atenção adequada à doença.

O Outubro Rosa foi criado nos Estados Unidos, em 1997. O nome remete à cor do laço rosa que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama. Com o passar dos anos, vários países aderiram à causa. No Brasil, o movimento chegou em 2002.

A marca principal é a iluminação de monumentos históricos com a cor rosa. Em vários países, locais famosos recebem a cor da campanha, como a Torre de Pisa, na Itália, a Opera House, na Austrália, e o Arco do Triunfo, na França. No Brasil, monumentos de várias cidades já ficaram rosados em nome da causa. Veja a galeria com fotos em nosso Facebook e no Flickr.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), esse é o segundo tipo mais frequente da doença no mundo, sendo o mais comum entre as mulheres. A estimativa de novos casos para 2010 ficou em 49.240.

Se diagnosticado e tratado oportunamente, as perspectivas de cura são maiores.
Mulheres! É preciso cuidar da sua saúde, prestar atenção ao seu corpo e, principalmente, ter acompanhamento médico.

“A grande verdade é que nunca dá tempo de fazer o que a gente não quer fazer. Para a mamografia entrar de vez na rotina preventiva das mulheres, tem que virar prioridade. Não dá para disputar com o projeto que precisa ser entregue o mais rápido possível no trabalho, muito menos com o tempo junto ao marido ou ao filho. Se ela não tiver espaço na agenda, o diagnóstico do câncer de mama continuará sendo tardio. Se existe o dia de ir ao salão de beleza e o dia de sair com as amigas, tem que existir o dia de colocar a prevenção em primeiro plano!”

Manifesto ao Dia Rosa.

 

 

Quinta, 29 Setembro 2011 12:52

Cinema Silencioso, apartir de hoje no Cine São Luiz

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Alex Mono, músico e produtor cultural, foi quem idealizou a Mostra de Cinema Silencioso, que começa hoje e fica em cartaz até o dia 02 de outubro aqui na cidade. A ideia é trazer de volta o cinema mudo produzido nos anos 20 no Recife, que ficou conhecido depois como Ciclo do Recife.

Mostra de Cinema Silencioso trará de volta o Ciclo do Cinema dos anos 20 no São Luiz / Foto: Reprodução

 

As exibições acontecerão no Cinema São Luiz,e reproduzirão as sessões mudas, mas contando com a participação de músicos como Arrigo Barnabé para produzir a trilha sonora ao vivo. Além dele, também estão confirmados Lívio Tragtenberg, o Maestro Ademir Araújo e o próprio Alex Mono. A abertura acontece às 17h30 da tarde de hoje (29).

Quinta, 29 Setembro 2011 12:50

Jornalistas se preparam para a RIO+20

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congresso_jornalismo_ambiental1A Rio+20, a mais importante reunião sobre desenvolvimento sustentável do mundo, está chegando e os jornalistas e estudantes de comunicação já começam a se aquecer para a cobertura do evento. É que entre os dias 17 e 19 de novembro, a Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental realiza o IV Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental (IV CBJA), na cidade do Rio de Janeiro (RJ).

E para colaborar com o desafio que os profissionais da mídia irão enfrentar, o IV CBJA apresentará painéis, debates e oficinas focadas nos temas que envolvem a Rio+20: vão desde economia verde até o uso das redes sociais, passando por espiritualidade, resíduos sólidos e impactos das mudanças climáticas. A abertura da programação fica por conta do pensador Ignacy Sachs, ecossocioeconomista da École des Hautes Études en Sciences Sociales, de Paris.

As inscrições para o IV CCJA são gratuitas e podem ser feitas pelo site oficial do evento: www.jornalismoambiental.org.br.

Serviço:

IV Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental
Quando: 17, 18 e 19 de novembro
Onde: PUC-Rio – R. Marquês de São Vicente, 225 – Gávea, Rio de Janeiro-RJ

Mais informações com Ana Carolina Amaral (O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ), no telefone (11) 8639-3152 ou no site oficial do congresso (www.jornalismoambiental.org.br).

Quinta, 29 Setembro 2011 12:29

Eis que chegou o Bolsa Verde

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O programa Bolsa Ambiental, como falamos na semana passada, chegou. Mas veio com outro nome: Bolsa Verde.

A novidade, lançada ontem pela presidente Dilma Rousseff, atenderá a princípio 3.500 famílias de extrativistas da Amazônia.

Cada família receberá R$ 300,00, valor a ser repassado trimestralmente pelo governo federal. E, como no Bolsa Família, o dinheiro será entregue à mulher e não ao marido.

Para ter direito à Bolsa Verde, a família deve estar ligada a atividades de conservação.

O problema é como o governo fiscalizará.

O Ministério de Meio Ambiente garante ter condições de fiscalizar. Um dos caminhos seria o monitoramento das áreas ditas conservadas pelo Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam). Outro, visitando-se as famílias beneficiadas.

A meta do programa é atingir 18 mil famílias este ano, período em que Pernambuco fica de fora. Até 2014, pretende-se atender 75 mil famílias em todo o país.

Entre os critérios para receber o benefício, as famílias devem integrar o Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), ter uma renda familiar per capita de R$ 70 e exercer uma atividade de conservação.

 

Publicado no Blog Meio Ambiente & Sustentabilidade Por Jailson da Paz

De O Estadão

Em meio ao início das discussões no Senado sobre a reforma do Código Florestal, ambientalistas - contrários ao texto votado em maio pela Câmara - e parlamentares favoráveis à nova lei iniciaram nesta semana ofensivas para defender suas posições sobre a questão.

Enquanto três ONGs (Greenpeace, WWF e SOS Mata Atlântica) promoviam em Brasília um seminário com críticas ao Código, um grupo integrado pela senadora Kátia Abreu (sem partido-TO) e pelo deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP) defendia a nova legislação, na sede da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp).

Ambientalistas

No seminário de Brasília, o advogado Gustavo Trindade, do Instituto O Direito por um Planeta Verde, disse que o artigo 8º da proposta anula as funções das Áreas de Proteção Permanente (APPs) em propriedades rurais.

Hoje, a legislação veda a intervenção ou supressão de vegetação nas APPs (encostas de morros, áreas de nascentes, margem de rios, mangues e outras áreas consideradas de interesse ambiental), exceto nas hipóteses de utilidade pública, interesse social ou baixo impacto ambiental previstas em lei, e desde que não haja alternativas.

O novo texto, segundo Trindade, abriria o caminho para o uso das APPs também para atividades agrossilvopastoris (culturas agrícolas ou criação de animais) e tiraria do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente), um órgão federal, a atribuição de deliberar sobre intervenções nessas áreas.

"Na prática, significa que as APPs poderão ser usadas para atividades agrossilvopastoris independentemente da vontade do poder público", disse o advogado. 

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