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Linha Editorial

  • "Mídia Construtiva é também lançar o olhar crítico sobre problemas, apontar falhas, denunciar. Contribuindo para a corrente que tenta transformar o negativo em positivo."

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felicidadePor Marcos Chagas, da Agência Brasil

O Brasil pode ser um dos países a seguir a orientação da ONU que reconhece a busca da felicidade como "um objetivo humano fundamental". A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 19, que tramita no Senado há cerca de um ano, pretende acrescentar a felicidade na lista dos direitos sociais previstos no Artigo 6º da Constituição. O texto já foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça e está pronto para ser votado no plenário da Casa. Se aprovado, segue para a Câmara.

Para o senador Cristovam Buarque (PDT-DF), autor da PEC, a inciativa não se resume a incluir a palavra à Constituição. Ele destaca que o Estado deve propiciar ao cidadão direitos sociais que lhe proporcionem bem-estar.

“Todo mundo tem que ter o direito de buscar a felicidade. Essa busca da felicidade é atrapalhada ou facilitada, pelo Estado, pelo governo”, ressaltou o parlamentar, à Agência Brasil. Segundo Cristovam, inflação alta, filas em hospitais e para conseguir vagas em escolas públicas, por exemplo, são fatores que atrapalham a felicidade do cidadão, cabendo ao governo e aos políticos darem uma solução para esses problemas.

De acordo com o senador, a proposta foi mal interpretada por parlamentares, o que impossibilitou a votação do texto no primeiro semestre. O pedetista destacou ainda ações governamentais, como o Plano Real e o Programa Bolsa Família, que ajudaram as pessoas “a caminhar em direção à felicidade”.

Na vida pessoal, Cristovam tem uma receita para conviver com a conturbada rotina político-partidária, marcada por intrigas, conchavos e acordos nem sempre transparentes. “Eu deixo as dificuldades no trabalho”, disse. Mas, salienta que não tem como deixar de se inconformar com a infelicidade de milhares de cidadãos brasileiros vítimas da violência, da pobreza e da desigualdade.

Recentemente, a Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou resolução que reconhece a busca da felicidade como "um objetivo humano fundamental". Mais do que um anseio individual, a ONU estabelece a importância de criação de políticas públicas com essa finalidade.

Há 25 anos no Parlamento, o presidente da Comissão de Direitos Humanos do Senado, Paulo Paim (PT-RS), considera importante o papel do legislador em contribuir com a população para a busca da felicidade.

“O Orçamento, por exemplo, deveria trazer mais investimentos em políticas para os idosos, tanto para o aposentado quanto para aquele que não é aposentado. O Orçamento poderia cada vez mais investir na política para a educação, no combate à violência e em segurança pública”, destacou o senador.

O peemedebista Pedro Simon (RS), também há décadas no Congresso, já se mostrou desiludido com o caminho que toma o cenário político quando reiterou por várias vezes sua determinação de abandonar a vida pública quando encerrar seu mandato de senador em 2015. Nesses momentos “de angústia”, ele busca na família o amparo necessário para lidar com as frustrações.

Simon disse que está satisfeito com o trabalho desempenhado no Senado, guardadas as devidas limitações a que é imposto. “Estamos vivendo uma época muito triste, uma época em que o Brasil é o país da impunidade, em que só ladrão de galinha vai para a cadeia, um país onde nenhum dos Três Poderes faz aquilo que tem que fazer e pouco está preocupado com isso.”

Sexta, 29 Julho 2011 12:37

Bichinhos de estimação fazem bem à saúde

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Por Carocinha Online

Um estudo da Universidade de Melbourne concluiu que crianças que convivem com animais de estimação tem menos chances de ter doenças respiratórias e alergias nasais no futuro.

Crianças com animais são mais saudáveis e ativas. Ter um bichinho é aprender a ter responsabilidades: é preciso limpar a sujeira, dá banho, sair para passear. É aprender a respeitar a natureza, brincar, dar carinho.

Veja as dicas do Carochinha Online, depois vá ao Petshop ouça com atenção as orientações dos veterinários de lá e escolha seu bichinho.

Hamsters, Chinchilas e Peixes

Ideiais para crianças menores (até 4 anos), pois elas não tem contatos direto com os bichinhos e pode ser muito divertido participar dos cuidados diários com eles.

Mais esses bichinhos são muito frágéis - é muito importatnte a ajuda de um adulto na hora de cuidar deles.


Cães, Gatos e Furões

Ótimas opções para crianças maiores de 5 anos!! Eles são muito divertidos, mas precisam de cuidados maiores!

Escolher bem a raça dos cães e gatos é muito importante!! Aí vão algumas dicas que conseguimos achar:

->Gatos persa - calmos, dóceis e chamam a atenção das crianças devido aos pêlos.

->Cães - poodles, labradores, beagles - são cachorros muito ativos e cheios de energia, eles adoram crianças!!

Da Agência Brasil

Pela primeira vez, um estudante brasileiro conquistou medalha de ouro na Olimpíada Internacional de Informática. Aluno da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), na Paraíba, Felipe Abella Cavalcante Mendonça de Souza terminou a competição, que este ano foi na Tailândia, como terceiro colocado geral, com 598 de 600 pontos possíveis.

Mais três brasileiros conquistaram medalhas na olimpíada, todas de bronze. No total de medalhas, o Brasil superou concorrentes como a Inglaterra, França, o Canadá e a Alemanha, equipes com tradição na competição, segundo a Sociedade Brasileira de Computação (SBC).

Os estudantes brasileiros foram selecionados durante a Olimpíada Brasileira de Informática, organizada pela SBC e pelo Instituto de Computação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A equipe do Brasil concorreu com mais de 300 estudantes, de cerca de 80 países.

Quinta, 28 Julho 2011 22:16

Por que Harvard quer brasileiros

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harvard_250Por Gilberto Dimenstein*

Desembarca no Brasil, no próximo mês, o professor Nitin Nohria, diretor da Escola de Negócios de Harvard, considerada, em vários rankings, a melhor do mundo. Ele me diz que seu objetivo é simples: quer levar mais talentos brasileiros para estudar em sua escola. E não é por causa da mensalidade, afinal candidatos não faltam. É uma questão de sobrevivência de sua instituição, responsável por formar parte da elite empresarial americana (o detalhamento da conversa está no www.catracalivre.com.br).

É uma aula sobre a excelência na educação. Para ele, o Brasil é um dos cinco países mais importantes para quem está preocupado em estudar os negócios – e o recorde de investimentos estrangeiros anunciado nesta semana reforça essa visão. Ficar centrado nos Estados Unidos é, segundo ele, o caminho do obsoletismo.

A força de sua escola está no fato de que tem atraído talentos que, depois, viram empreendedores. Quanto melhor o aluno, diz ele, melhor a escola. “Precisamos caçar os melhores para continuarmos na vanguarda. O que fazemos depois é apenas burilar esses talentos.”

A conversa dá uma lição de humildade: sentar no sucesso é o primeiro passo do fracasso. Por melhor que esteja, dá para ser muito melhor.

É uma boa lição para muitos de acadêmicos de universidades públicas que, por não terem muita competição e terem a verba garantida pelo governo, sentem-se o máximo mesmo na mediocridade.

Lembro que fui muito criticado aqui por que considerei uma vergonha (e não motivo de júbilo) que, apesar de a São Francisco, da USP, aparecer em primeiro lugar na lista dos exames da OAB, quase 40% dos seus alunos não foram aprovados.

* Gilberto Dimenstein é colunista e membro do Conselho Editorial da Folha de S.Paulo, comentarista da rádio CBN, e fundador da Associação Cidade Escola Aprendiz.

Dia-HepatitesPor Lucas Bonanno, da Agência Aids

Esta quinta-feira, 28 de julho, está marcada como o primeiro Dia Internacional de Combate as Hepatites apoiado pela Organização Mundial da Saúde.  A ideia é chamar a atenção dos países sobre a importância da conscientização e do entendimento da população acerca dessas doenças virais que provocam inflamação no fígado.

Estima-se que cerca de 300 milhões de pessoas em todo o mundo estão infectadas com o vírus da hepatite B, cuja transmissão também é sexual, e aproximadamente 170 milhões com hepatite C.

No Brasil, um inquérito feito nas capitais entre 2004 e 2008 apontou que o vírus B da hepatite foi encontrado em 0,6% das pessoas entre 20 a 69 anos e o C em 1,56%. A hepatite A foi observada em 39,5% das crianças e adolescentes entre cinco e 19 anos.

Para o Presidente da Sociedade Brasileira de Hepatologia (SBH), o baiano Raymundo Paraná, as hepatites virais são as maiores endemias mundiais. “Na maioria das vezes elas não têm sintomas, são silenciosas e de fácil contágio”, justiça.

A transmissão da hepatite A pode ocorrer por contato humano ou por ingestão de água e alimentos contaminados; a B em relações sexuais desprotegidas, da mãe para o bebê, em transfusão de sangue e até mesmo por compartilhamento de escovas de dente e alicates de unha; e a C principalmente por contato com sangue contaminado, como no compartilhamento de seringas, lâminas de barbear e outros objetos cortantes.

Dr. Paraná afirma que o sistema público de saúde ainda não está preparado para o enfrentamento dessas doenças. Segundo ele, o acesso ao diagnostico e ao tratamento é restrito e elitizado.

Na Bahia, por exemplo, uma pesquisa feita em 2010 mostrou que quase 30% das pessoas que se tratam de hepatite nos hospitais públicos têm plano privado de saúde. “Percebemos que esses pacientes são diagnosticados nos centros particulares e jogados para o SUS (Sistema Único de Saúde)”, comentou.

De acordo com o Ministério da Saúde, 11.660 pessoas recebem hoje tratamento contra a hepatite B e 11.862 contra a hepatite C no SUS.

O especialista diz ainda que faltam hepatologistas e centros de hepatologia no sistema público, mas ressalta que a doença ganhou mais visibilidade, em 2009, quando o Programa Nacional de DST e Aids do Ministério da Saúde se tornou Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais.

Marcelo de Freitas, gerente da Área de Cuidado e Melhoria de Vida do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, explica que as experiências obtidas no enfrentamento de uma doença foram usadas para outras. “Agora brincamos que ninguém tem mais o seu bicho de estimação. Não existe uma pessoa responsável só pela aids e outra só pelas hepatites. Ficou tudo integrado”, comenta.

Governo melhora tratamento e oferecerá teste rápido

No último dia 18, passou a valer uma nova diretriz terapêutica para o tratamento da hepatite C na rede pública. A iniciativa amplia o uso do remédio interferon peguilado e facilita o acesso ao tratamento em alguns casos que não necessitam de biópsia prévia.

O protocolo anterior, publicado em 2007, permitia a extensão do uso do interferon desde que houvesse aprovação do Comitê Estadual de Hepatites Virais. Agora, o médico que acompanha o paciente já pode prescrever a continuidade do tratamento, de acordo com os critérios estabelecidos no documento.

Com essa iniciativa, prevê-se a ampliação do uso do interferon peguilado para portadores de outros genótipos do vírus C para pelo menos mais 500 pacientes ainda este ano.

O uso desta formulação trará mais conforto aos pacientes, pois é utilizada apenas uma vez por semana – no caso do interferon convencional, são três doses a cada semana.

A partir de agosto, o SUS irá oferecer também testes rápidos de detecção das bepatites B e C. Os exames, cujos resultados ficarão prontos em 30 minutos, serão oferecidos inicialmente nos Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA) das capitais do país, para depois serem estendidos às unidades básicas de saúde.

“Queremos acolher os pacientes o mais rapidamente possível. Com o diagnóstico precoce, podemos orientá-los para evitar a transmissão da doença e iniciar a oferta do tratamento adequado, garantindo melhor resposta do organismo e mais qualidade de vida”, reforça o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

*publicado originalmente no site da Agência Aids.

ConsumoGramasDIAA parcela mais pobre da população brasileira é a que mantém uma dieta mais saudável, considerando os itens presentes na mesa dessas pessoas diariamente. De acordo com a análise de consumo alimentar da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta quinta-feira (28), no Rio de Janeiro, além de comer mais arroz e feijão do que as outras classes, as pessoas com renda de até R$ 296 comem o dobro de batata-doce e a metade de batata frita que os brasileiros com renda superior a R$ 1.089.

“Como [as pessoas de menor renda] não têm disponibilidade para comprar tanto, têm uma alimentação mais básica. E a alimentação mais básica tem melhor qualidade nutricional. Mas a diferença entre o consumo dos melhores e piores alimentos é muito pequena. Todo mundo consome os dois tipos de coisa”, avaliou André Martins, pesquisador da POF/ IBGE.

A pesquisa foi feita durante um ano por meio de formulários preenchidos individualmente por mais de 34 mil pessoas relatando o que comeram e beberam durante dois dias, não consecutivos. A análise mostrou que as pessoas com menor renda foram as que revelaram um consumo maior de peixe fresco e salgado e carne salgada. Essa parcela de brasileiros também se destaca por consumir menos doces, refrigerantes, pizzas e salgados fritos e assados. Refrigerante diet é um item praticamente inexistente na mesa dos mais pobres.

“Nos rendimentos mais baixos, você tem muita presença de carboidrato. Já tem também açúcar e gorduras, mas nem tanto quanto os de maior renda porque não tem disponibilidade para ficar comprando batatinha [industrializadas]. Mas mesmo na classe menos favorecida você já tem inadequação de gordura e açúcares”, disse Martins.

Se por um lado o consumo de refrigerante aumenta à medida que a renda melhora, os mais ricos são os que mais consomem frutas, verduras, leite desnatado e derivados do leite. “As classes menos favorecidas não têm consumo adequado de frutas, legumes e verduras. Quando vê as rendas mais altas, a participação desses produtos aumenta. Mas nenhuma delas consome a quantidade de energia que deveria vir das frutas, dos legumes e das verduras e isso acaba rebatendo nos micronutrientes, como cálcio e vitaminas”, avaliou o pesquisador.

O levantamento do IBGE mostra que quanto mais alta a renda, maior é o número de pessoas que fazem pelo menos uma refeição fora de casa por dia. “Os dois consomem coisas erradas [mais pobres e mais ricos]. Entra a disponibilidade de rendimento e a pessoa começa a comprar biscoito recheado, batata industrializada, já começa a consumir mais fora de casa e come pizza, toma refrigerante. Na classe de rendimento mais alta é absurdo o consumo de refrigerante”, disse André Martins.

Essa mesma comparação pode ser feita entre a população urbana e rural. A análise do consumo alimentar mostrou que as médias diárias de consumo per capita de itens como arroz, feijão, batata-doce, mandioca, farinha de mandioca, manga, tangerina, peixes e carnes foi muito maior na zona rural. Na área urbana os entrevistados revelaram um consumo maior de alimentos prontos ou processados, como pão de sal, biscoitos recheados, iogurtes, vitaminas, sanduíches, salgados, pizzas, refrigerantes, sucos e cervejas. 

Quinta, 28 Julho 2011 18:04

Luiz Gonzaga terá homenagem de rei na Sapucaí

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Logomarca_Oficial_Tijuca_2012A Escola de samba carioca Unidos da Tijuca divulgou a logomarca que simbolizará o desfile que realizará no Carnaval de 2012 em homenagem ao cantor Luiz Gonzaga. A marca foi divulgada nesta quinta-feira (28) pelo badalado carnavalesco Paulo Barros.

Em vez de sanfona e Gibão, Barros optou por apresentar um convite - baseado no casamento real inglês de Kate e William - convocando todos a participarem da coroação de Gonzaga em plena Sapucaí. O pernambucano vai virar rei em pleno templo de um dos maiores espetáculos carnavalescos do país, a Sapucaí.

1105358_internetDa RETS

A campanha “Consumidores contra o PL Azeredo” é uma iniciativa do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) contra o PL 84/99, proposto pelo deputado federal Eduardo Azeredo.

O PL Azeredo tramita em regime de urgência na Câmara dos Deputados e deve ser votado logo após o recesso parlamentar em agosto. Pelo texto em votação, há uma séria ameaça à privacidade dos consumidores na Internet, especialmente pela competência atribuída aos provedores de guarda dos dados pessoais, sem qualquer regulação anterior.

Além disso, com o pretexto de combater os cibercrimes, o PL criminaliza uma série de condutas corriqueiras dos consumidores na rede, interferindo diretamente na sua liberdade de navegação e de fruição dos serviços na internet.

A campanha “Consumidores contra o PL Azeredo” se junta ao Movimento Mega Não com uma petição específica, a ser enviada à Câmara, requerendo que o projeto seja discutido aberta e profundamente na Comissão de Defesa do Consumidor, para debatermos seus principais impactos antes de uma votação equivocada.

A petição dos consumidores contra o PL Azeredo pode ser assinada em www.idec.org.br/campanhas/pl_azeredo.

1805439242_0e887ba7c4As cidades que receberão os jogos da Copa do Mundo de 2014, entre elas o Recife, poderão obter financiamento para o desenvolvimento de projetos voltados para a mobilidade urbana ambientalmente sustentável. A partir de agosto, o Ministério da Saúde, por meio do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima, vai dispor R$ 200 milhões em empréstimos reembolsáveis.

A informação foi divulgada no último dia 26 de julho por Eduardo Assad, secretário nacional de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do ministério, durante o Seminário de Tecnologias Sustentáveis, no Rio de Janeiro.

Segundo Assad, a principal meta é iniciar uma renovação no sistema de transporte público feito por ônibus, principalmente na capital fluminense, que também sediará os Jogos Olímpicos de 2016. “Junto com as prefeituras, promoveremos não a mudança total da frota de ônibus, mas vamos começar a incentivar essa mudança, escolhendo para cada capital o que há de melhor”, explicou.

Empréstimo e tecnologia - O Fundo Nacional sobre Mudança do Clima, operado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), conta com R$ 230 milhões, dos quais R$ 30 milhões não são reembolsáveis e foram destinados a pesquisas e ao sistema de alerta contra catástrofes naturais.

Assad afirmou que o fundo vai financiar tecnologias “prontas”, como é o caso dos ônibus movidos a etanol. “É uma tecnologia que a indústria pode entregar e os preços estão bons.” O secretário não descartou a possibilidade do financiamento da tecnologia do ônibus a hidrogênio. “Desde que o preço seja atrativo”, ressaltou.

“Na hora que a tecnologia estiver pronta, temos linha de financiamento, desde que [o projeto] seja economicamente viável”, acrescentou o secretário ao se referir à lista dos ônibus híbridos (movidos a diesel e energia elétrica ou a diesel e etanol), que ainda estão sendo testados no país.

Investir em ônibus que utilizem cada vez menos combustíveis oriundos do petróleo é a principal alternativa para reduzir a emissão de gases do efeito estufa nas cidades.

“A principal vantagem é a redução de poluentes ambientais. A pessoa está na Avenida Rio Branco [principal via do centro do Rio] e está respirando aquele ar cheio de partículas. Imagine como fica o pulmão do guarda de trânsito e do gari, que passam o dia inteiro ali. Precisamos de alternativas”, assegurou Márcio D’Agosto, professor do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

De acordo com D’Agosto, o transporte é o maior responsável pelas emissões nas áreas urbanas. O pesquisador coordena testes do primeiro ônibus flex urbano movido a gás e diesel, cuja tecnologia foi desenvolvida pela Bosch e pela MAN Latin America.

Para acessar o dinheiro do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima, as prefeituras precisam associar-se às empresas do setor.

*publicado originalmente no site da EcoD.

plano_de_saudeA partir desta quinta-feira, 28 de julho, mais de 13 milhões de usuários de planos de saúde terão direito de mudar de operadora sem precisar cumprir novos prazos de carência. As operadoras tiveram 90 dias para se adaptar à nova regra estabelecida pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Esse prazo termina hoje (27).

Com a norma, quem se beneficia são os clientes de planos de saúde individual, familiar e coletivo por adesão (contratado por conselhos profissionais, entidades de classe, sindicatos e federações). Esse último grupo representa mais de 5 milhões de usuários. A ANS espera aumentar a concorrência no mercado e melhorar o atendimento ao consumidor.

Para fazer a portabilidade, o cliente precisa estar com o pagamento das mensalidades em dia. A nova regra permite que ele mude de um plano de abrangência municipal, por exemplo, para outro com cobertura em todo o estado ou nacional. O usuário terá quatro meses a partir do mês de aniversário do contrato para fazer a mudança, e não mais dois meses como era anteriormente.

A ANS criou também uma portabilidade especial para usuário de plano de saúde que está sob intervenção da agência ou em processo de falência e para quem perdeu direito ao plano por causa da morte do titular. Nesses casos, a portabilidade não está limitada ao mês de aniversário do contrato nem é exigida uma permanência mínima no plano para pedir a mudança.

A nova norma não vale para planos coletivos contratados por empresas para seus funcionários, os chamados planos empresariais.

 Antes mesmo de ser apresentado ao mundo, ainda no ventre da mãe, o bebê ouve histórias, canções e conversas que acontecem ao seu redor. Por isso, um dos sentidos mais importantes para o desenvolvimento completo da criança é a audição. Durante a gestação, aproximadamente no quinto mês de gravidez, os bebês começam a desenvolver a audição.

É através da audição e da experiência que as crianças têm com os sons ainda na barriga da mãe que se inicia o desenvolvimento da linguagem. É aqui que entra a importância do Teste da Orelhinha, procedimento obrigatório por lei, que ao contrário do que o nome sugere, não exige que seja feito nenhum furo na orelha da criança. Contudo, poucos pais realizam o exame, que é simples e pode ajudar na detecção precoce de algum problema auditivo.

Segundo o médico otorrino Sérgio Tadeu, esse exame deve ser realizado logo nos primeiros dias de vida do bebê. “O Teste consiste na colocação de um fone acoplado a um computador na orelha do bebê que emite sons de fraca intensidade e recolhe as respostas que a orelha interna do bebê produz”, explica.

Vale destacar esse alerta para mães e pais, especialmente, os de primeira viagem. O Teste, embora simples e obrigatório, é de extrema importância para o desenvolvimento completo da criança. A deficiência auditiva é a doença mais freqüente encontrada no período neonatal quando comparada a outras patologias. De acordo com o otorrino, a cada cinco mil crianças, uma apresenta problemas auditivos, sendo estes 40 vezes mais freqüentes do que o hipotireoidismo, por exemplo, doença mais detectada no exame do pezinho.

Alerta
O especialista alerta ainda que o grande problema é que: “a maioria dos diagnósticos de perda auditiva em crianças acontece muito tardiamente, com três ou quatro anos, quando o prejuízo no desenvolvimento emocional, cognitivo, social e de linguagem da criança está seriamente comprometido”, avisa.

Sem dor
O Teste da Orelhinha é fácil, rápido e sem dor. E para as mamães, o médico dá um recado: o exame é realizado com o bebê dormindo, em sono natural, é indolor e não machuca, não precisa de picadas ou sangue do bebê, não tem contra-indicações e dura em torno de 10 minutos.

salO Ministério da Saúde, por meio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) lançam hoje (26), em Brasília, a campanha Menos Sal. Sua Saúde Agradece!.

A proposta é conscientizar o consumidor sobre os problemas que o uso do sal em excesso pode causar à saúde. Segundo a Anvisa, estimativas indicam que a população brasileira consome cerca de 12 gramas de sal por dia, mais do que o dobro recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que é até 5 gramas diárias.

A campanha será lançada à tarde, durante a cerimônia oficial de abertura da 30ª Exposição e Encontro Centro-Oeste de Supermercados (ExpoEcos). A iniciativa começará com um projeto piloto nos supermercados de Brasília e de todo o Distrito Federal. Depois, deve ser estendida às demais unidades federativas.

Fonte: Agência Brasil

image_miniPor Jeane Freitas, da Adital

Garantir os direitos da população de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais (LGBT) será o objetivo do Estatuto da Diversidade Sexual que está sendo elaborado pela comissão da Diversidade Sexual do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

O estatuto, além de construir um microssistema, que amplie e assegure os direitos da população LGBT, servirá para garantir direitos básicos como livre orientação sexual, direito à igualdade e não discriminação, à constituição de família e direito ao próprio corpo, moradia, educação, políticas públicas, entre outros.

Para Maria Berenice Dias, Presidenta da Comissão da Diversidade Sexual do Conselho Federal da OAB, a criação do estatuto tem sido uma conquista da população LGBT. “Além de propor mudanças significativas fará a inserção da população no sistema legislativo brasileiro, que atualmente não possui nenhuma lei específica”, declara.

Berenice ainda salienta que o estatuto terá o propósito de dar ainda mais visibilidade aos casos de violência que a população vem enfrentando atualmente no país.

A comissão se reúne semanalmente para o estudo do estatuto, assim como para propor mudanças em algumas leis existentes no Código Brasileiro. O documento está chegando a sua fase final e a comissão quer contar com a participação popular solicitando sugestões para o mesmo através do email O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. . Várias sugestões já estão sendo enviadas por mais de 38 comissões da diversidade sexual organizadas em todo país.

Depois de finalizado pela da Diversidade Sexual, o Estatuto deverá ser submetido à discussão e aprovação pelo Pleno do Conselho Federal da OAB.

Conferências nacionais

A sugestão da criação do estatuto partiu da 1ª Conferência Nacional da População LGBT realizada em 2008, que aprovou mais de 500 propostas em três dias de encontro. A segunda conferência intitulada “Por um país livre da pobreza e da discriminação: promovendo a cidadania LGBT” já está agendada. Ela acontecerá entre os dias 15 e 18 de dezembro de 2011, em Brasília, região centro-oeste do Brasil. Antes, haverá as etapas municipais da conferência, que serão realizadas entre 1° de junho a 31 de agosto, e as estaduais, até 31 de outubro.

Dados da violência

Recentemente, um relatório apresentado pelo Grupo Gay da Bahia (GGB) mostrou que, no Brasil, um homossexual é morto a cada 36 horas e que esse tipo de crime aumentou 113% nos últimos cinco anos. A organização pretende denunciar o governo brasileiro à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da Organização dos Estados Americanos (OEA) e à Organização das Nações Unidas (ONU) por crime de prevaricação e lesa humanidade contra os homossexuais.

Por Isabela Vieira, da Agência Brasil

A mídia comercial não deve restringir a cobertura do cotidiano das favelas às páginas policiais ou aos programas populares de rádio e TV. O apelo foi feito durante a abertura do 1º Encontro Nacional de Correspondentes Comunitários do Viva Favela, no útimo dia 18 de julho, que se estenderá até esta sexta-feira (22), no Memorial Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro. Segundo os participantes do evento, a chamada grande imprensa vem reforçando, aos longos de décadas, preconceitos e esteriótipos em relação às comunidades pobres.

Além de debater a forma como a mídia comercial cobre os temas que envolvem as populações mais carentes, o evento tem outros dois objetivos: avaliar os dez anos do site criado pela organização não governamental Viva Rio e incentivar o jornalismo comunitário a produzir reportagens para as redes sociais.

De acordo com jornalistas que trabalham em veículos comunitários, há uma grande resistência da mídia comercial (jornais, site, rádios e TVs) em mostrar conteúdos positivos sobre a vida em suas comunidades ou reivindicações que pressionem governos por serviços públicos.

Da comunidade da Maré, na zona norte da cidade do Rio, a jornalista Rosilene Miliotti criticou a presença de equipes de reportagens nas comunidades pobres apenas para cobrir ações policiais violentas. “Quando é uma coisa legal, eles não vão dizendo que o local não é violento, não tem UPP [Unidade de Polícia Pacificadora]. Mas quando tem tiroteio, eles estão lá.”

A jornalista reclama também da pouca visibilidade ou da falta de acompanhamento por parte da imprensa de crimes ocorridos dentro das comunidades, como sequestros, assassinatos e roubos. Rosilene aproveitou para denunciar mais um arrombamento da sede do Movimento Enraizados, no Complexo do Alemão, na zona norte. Até agora, o crime não foi esclarecido.

Na periferia de Salvador, a situação é semelhante, conta o jornalista Ivan Luiz. Lá, relata, as equipes de reportagem acompanham ao vivo as operações policiais. “A imprensa invade a comunidade com a polícia, mas não faz reportagens sobre a nossa cultura ou nossos artistas. Temos uma classe média que cresce com a oferta de serviços e que ninguém descobriu.”.

Estar na grande imprensa é uma das formas de romper preconceitos, mas não é a única, segundo a jornalista Angelina Miranda, de Capão Redondo, em São Paulo. “Não estou certa de que as corporações por trás desse sistema querem mudá-lo. O melhor é que continuemos nós mesmos a produzir e republicar nosso conteúdo sem intermediários”.

A veiculação das colaborações para o site Viva Favela já rendeu prêmio a ONG Viva Rio e hoje constitui um acervo importante de memória das comunidade e de denúncia social, de acordo com o coordenador Rubem Cesar Fernandes. Segundo ele, o projeto continuará com foco na produção de textos, imagens e áudios, com a possibilidade de expandir a rede para outros países.

“O Viva Favela é um veículo de comunicação nacional, colaborativo, que vem da favela para fora, para o mundo. O site ajudou a quebrar o grandes mitos. E temos espaço para expansão. Um Viva Favela falando inglês, francês, espanhol, com outras favelas mundo afora.”

O evento inclui ainda oficinas, debates sobre políticas de comunicação e de cultura, além de shows.

exposicaomaesdocoracaoUm gesto pode mudar vidas. A exposição "Mães do Coração", que apresenta 13 fotografias de Iratuã Freitas, Paulinho Muniz e Rondineli Castelo, retrata como a adoção transforma o mundo de crianças abandonadas e até mesmo vítimas de maus-tratos. Em defesa dessas crianças, que hoje vivem temporariamente em abrigos, o jornal O Estado promove, gratuitamente, a exposição – em cartaz até o dia 31 de julho, em Fortaleza -no Via Sul Shopping, 4º piso, ao lado da bilheteria dos Cinemas Centerplex.

"Por trás de cada foto, há uma história de vida, de busca, de superação. A exposição reúne fotografias de mães que adotaram e tentam expressar seus sentimentos através de uma frase. É, também, uma mostra da realização do sonho de toda criança abandonada – que é o de ter uma mãe", afirma Soraya de Palhano, diretora do Jornal O Estado.

Segundo Soraya, a adoção é um gesto de extremo amor ao próximo. "É um amor incondicional. Reconhecemos que a vida pode ir muito além daquela que geramos, indiferente à DNA e sangue, pois o amor maternal e paternal não conhecem as fronteiras da gravidez para o parto da solidariedade", diz Soraya.

O jornal reconhece o valor da ação e desde 2008 tem assumido o papel de defensor da causa da adoção. Continuamente são realizadas campanhas, buscando pessoas, famílias e casais que se disponham a entender e assumir uma postura de reflexão sobre o problema.

Para Iratuã Freitas, o trabalho, além de sensível, oferece à sociedade a oportunidade de refletir e contribuir com a transformação na vida dessas crianças. "Participar de uma exposição com uma causa tão nobre, me engrandeceu, não só profissionalmente, mas também pessoalmente. Espero que os visitantes tenham seus corações tocados e que, de alguma forma, contribuam para a causa da adoção, lembrando das muitas crianças esquecidas em abrigos por esse Brasil afora", destacou o fotógrafo.Serviço

*Foto: Iratuã Freitas - faz parte do acervo da exposição

Fonte: Agência da Boa Notícia


Exposição "Mães do Coração"
Com fotos de Iratuã Freitas, Paulinho Muniz e Rondineli Castelo.
Local: – Shopping Via Sul - 4º Piso. Av. Washington Soares, 4335, Sapiranga -Fortaleza -Ceará
Data: Até 31 de julho
Mais informações: (85) 9662-0479 / 9662-0479
Email: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. .

Ações específicas de prevenção à exploração sexual de crianças e adolescentes nas cidades-sede da Copa do Mundo de 2014 e nas regiões onde serão construídas as hidrelétricas de Jirau (RO) e Belo Monte (PA) estão sendo preparadas pelo governo. O anúncio foi pela ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH), Maria do Rosário, na abertura de seminário promovido pelo Serviço Social da Indústria (Sesi) sobre os 21 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

“Nossa atitude é totalmente preventiva. Nós estamos planejando ações de fortalecimento dos conselhos tutelares, há uma operação já organizada para a região de Belo Monte e Jirau. Já temos parcerias com várias empresas e com a sociedade civil, e estamos atuando com as prefeituras para impedir que a exploração sexual se instale. Há um afluxo muito grande de homens nessas grandes obras e, por isso, temos essa preocupação”, disse a ministra.

O objetivo do seminário é discutir de que maneira o setor empresarial pode contribuir na prevenção do problema. O Sesi já desenvolve em 12 capitais um programa específico de recuperação de jovens que foram vítimas da exploração sexual. Eles recebem apoio de psicólogos e pedagogos, orientação jurídica e médica, além de participarem de cursos nas escolas do Sistema S para garantir a inserção no mercado de trabalho. Maria do Rosário disse que o projeto chamado Vira Vida poderia ser transformado em política pública para que seu alcance seja ampliado. Hoje o programa atende 1,8 mil jovens de 16 anos a 21 anos de idade.

“O setor empresarial tem uma importância vital no enfrentamento da exploração sexual de crianças e adolescentes. Muitas organizações já faziam alguma coisa em benefício desse público, mas precisava de um último elo, o mundo empresarial. Depois de recuperarmos a autoestima desse jovens e prepará-los para o trabalho, nós precisamo de emprego e quem tem isso são os empresários”, disse Jair Meneguelli, presidente do Conselho Nacional do Sesi.

Sobre o aniversário de 21 anos do ECA, os representantes da sociedade civil, governo e empresários reconheceram que a legislação permitiu importantes avanços na garantia de direitos de crianças e adolescentes, mas que ainda falta avançar na sua implantação.

“A prioridade absoluta assegurada pelo ECA a cada criança e adolescente ainda não está totalmente garantida. Os avanços conquistados não são realidade para todas as crianças. Para que o Brasil realmente chegue a universalização dos direitos com equidades, precisamos o engajamento de todos. E temos visto com muita satisfação como as empresas brasileiras vêm fortalecendo seu conceito sob a responsabilidade social que devem assumir”, declarou a representante do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) no Brasil, Marie-Pierre Poirier.

Da Agência Brasil

A Fundação do Câncer, principal parceira privada do Instituto Nacional de Câncer (Inca), do Ministério da Saúde, disponibilizou um novo programa de computador do Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome Net) para mais de 100 hemocentros e laboratórios do país que fazem cadastramento, coleta e exames de compatibilidade de doadores.

O coordenador do Redome, Luís Fernando Bouzas, disse na quinta-feira (14) que a nova ferramenta vai organizar, permitir melhores controles e fazer com que o cadastro seja mais confiável. “Lá na frente, acaba por facilitar na hora em que a gente precisa achar um doador.”

A ferramenta permite que, em tempo real, o hemocentro faça o cadastramento de um doador e entre com esses dados no sistema, facilitando o controle, para evitar duplicidade ou existência de homônimos. Bouzas destacou que o novo programa vai conferir mais agilidade e qualidade ao cadastro de doadores.

O programa também identificará os gargalos que surgirem, permitindo à Fundação do Câncer intervir para descobrir, por exemplo, por que um hemocentro está demorando para repassar as amostras de sangue aos laboratórios. O sistema proporcionará ainda maior controle sobre as campanhas de doação.

O cadastro de doadores de medula óssea cresce a cada ano. Atualmente, ele registra 2,3 milhões de voluntários, o que representa mais de 1% da população brasileira, com predominância nas regiões Sul e Sudeste. “É um cadastro jovem”, disse Bouzas. Segundo ele, 80% dos doadores estão na faixa etária dos 18 aos 45 anos e a maioria é mulheres (54%).

A busca por doadores ocorre simultaneamente no Brasil e nos bancos internacionais. O coordenador do Redome Net informou que se houver um doador no Brasil e também um no exterior, a preferência é completar a busca no território nacional primeiro.

Podem ser doadores de medula óssea pessoas entre 18 e 55 anos que não estejam doentes nem tenham nenhum tipo de doença transmissível pelo sangue, nem apresentem doenças relacionadas a câncer ou doença hematológica.

 

Com informações de Patrícia Benvenuti, da Brasil de Fato

Vejam que projeto interessante está sendo desenvolvido na cidade de São Paulo. Obras de arte que estão nas ruas, mas que passam despercebidas estão sendo mapeadas através do projeto multimídia Arte Fora do Museu, que traz um catálogo de pinturas, esculturas, construções arquitetônicas e grafites em espaços públicos paulistanos.

O projeto apresenta 103 obras, que vêm com uma sinopse detalhada junto do comentário de um especialista, transformando o site em uma visita guiada pela cidade.

O jornalista Felipe Lavignatti, idealizador do projeto, explica que a iniciativa surgiu em 2008, quando visitava uma exposição na Fundação Armando Alvares Penteado (Faap). Lá ele se deparou com cópias de obras de Aleijadinho, o que o deixou surpreso.

“Eu não sabia que tinha cópias do Aleijadinho em São Paulo e pensei que devia haver muitas obras que não estão catalogadas. No Masp [Museu de Arte de São Paulo] tem um catálogo das obras, mas como saber o que está na rua?”, questiona.

A ideia ressurgiu com força no ano passado, quando o projeto para mapear as obras ganhou a Bolsa Funarte de Reflexão Crítica e Produção Cultural para Internet.

A partir daí, com a ajuda de um crítico de arte e de um profissional voltado para turismo de arte, Lavignatti reuniu o material que já tinha e começou a pesquisar novas obras.

Entre os critérios para a catalogação das obras estão sua relevância reconhecida por especialistas; obras consideradas modernas ou contemporâneas; as proximidades do centro expandido da metrópole; e acesso gratuito e fácil ao pedestre (sem ingressos ou agendamentos).

Lavignatti também afirma que o levantamento pode ajudar na preservação e restauro das obras, já que muitas se encontram em situação precária. Como exemplo ele cita a Praça da Sé, onde, das três obras indicadas no projeto, duas sofrem com a deterioração. “Com esse trabalho os órgãos públicos podem abrir os olhos para isso”, diz.

O próximo passo será fazer uma versão em inglês do trabalho, que poderá servir, inclusive, para o turismo na cidade.

Bom exemplo para ser seguido em outras partes do nosso Brasil!

A Even Construtora e Incorporadora está veiculando uma campanha com o objetivo de promover a discussão de temas ligados a arquitetura, decoração, inovação e sustentabilidade.

A ação tem como base o site Mundo para Morar (www.mundoparamorar.com.br), criado pela AGE Isobar. Nele é possível encontrar diversos assuntos relacionados a viver bem. O conteúdo é produzido pela equipe do Update or Die, que para nós, do Coletivo Mídia Boom, é um dos melhores blogs do Brasil.

A campanha está sendo veiculada em mídia impressa, em sites de notícias e em redes sociais. Para o rádio, foram desenvolvidos boletins com dicas do site, que serão atualizados semanalmente.

De acordo com Amanda Pimenta Knijnik, gerente de marketing da Even, a proposta é ter um canal com informações interessantes e inovadoras sobre as rotinas, a decoração da casa, estilo de vida e comportamento. “A campanha vai abordar temas que vão desde a destinação do lixo e mudança de hábitos até imóveis marcantes do ponto de vista de arquitetura”, afirma. “O Mundo para Morar é uma plataforma digital de informações sobre viver bem, que podem ser replicadas em mídias sociais e até mesmo em outros canais, como o rádio”, completa Cezar Calligaris, gerente de e- business da Even.

Vale a visita, em: www.mundoparamorar.com.br

De 4 a 7 de julho, delegações dos países-membros da Organização das Nações Unidas (ONU) estiveram na sede do organismo em Genebra, na Suíça, para a Reunião de Alto Nível (High-Level Segment) do Conselho Econômico e Social (Ecosoc), na qual se enfocou o tema “Implementação das metas e compromissos acordados internacionalmente relacionados à Educação”.

A Legião da Boa Vontade (LBV), que possui status consultivo geral no conselho, recebeu convite para diversos eventos da programação, a fim de compartilhar sua experiência na área da educação. Ela apresentou a proposta e os resultados da Pedagogia do Afeto e da Pedagogia do Cidadão Ecumênico, linha educacional criada por seu diretor-presidente, o educador José de Paiva Netto, e aplicada com sucesso na rede de ensino e nos Centros Comunitários de Assistência Social da Instituição no Brasil e no exterior.

Uma das indicações foi para que a LBV participasse, representando o Terceiro Setor, em um debate ministerial promovido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) e pelo Banco Mundial. Em sessão reservada, ocorrida na terça-feira (5), da qual participaram também representantes de governos e do setor privado, discutiu-se sobre educação, juventude e mercado de trabalho. A mediação foi feita pela dra. Elizabeth King, diretora de Educação do Banco Mundial, que enalteceu a presença da LBV, assim como outras autoridades, todas interessadas em aprofundar-se no assunto por meio da publicação especial BOA VONTADE Educação (entregue no encontro nos idiomas espanhol, francês, inglês e português). Vale ressaltar que o dr. Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU; o sr. Nikhil Seth, diretor do UN/Desa; e a dra. Asha-Rose Migiro, vice-secretária-geral das Nações Unidas, também receberam exemplar da revista e dialogaram com representantes da Instituição.

Na manhã de quarta-feira (6), a Legião da Boa Vontade realizou o painel temático “Educação de qualidade e equitativa: um desafio intersetorial para atingir os ODMs” (Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, conjunto de metas sociais dos países-membros da ONU). Palestraram a embaixadora Maria Nazareth Farani Azevêdo, chefe da Missão Permanente do Brasil junto à ONU em Genebra; o dr. Andrei Abramov, chefe da Seção de ONGs do Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais da ONU (UN/Desa); e a pedagoga Suelí Periotto, supervisora da linha pedagógica da Instituição e diretora do Instituto de Educação da LBV, em São Paulo/SP.

Também na quarta-feira, 6, a Legião da Boa Vontade fez um pronunciamento na plenária principal do evento, apresentando-se diante de todas as autoridades internacionais presentes. O discurso com as recomendações fraternas da Instituição, feito por Danilo Parmegiani, do escritório da LBV para as Nações Unidas, em Nova York, foi traduzido para os seis idiomas oficiais da ONU (árabe, chinês, espanhol, francês, inglês e russo) e transmitido em tempo real pela ONU TV para todo o mundo.

 Educação por um mundo melhor

Durante a reunião, a Legião da Boa Vontade também expôs os resultados do 8º Fórum Intersetorial Rede Sociedade Solidária — 5ª Feira de Inovações em suporte à Revisão Ministerial Anual do Conselho Econômico e Social das Nações Unidas, uma série de encontros organizados por ela no Brasil, na Argentina, na Bolívia, no Paraguai, em Portugal e no Uruguai, com o suporte do UN/Desa e o apoio do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (Unic Rio). Esses encontros, que ocorreram de 22 de junho de 2010 a 1º de abril deste ano, congregaram representantes de organizações da sociedade civil, de empresas, de governos e de universidades em torno do tema “Educação para o desenvolvimento global: um olhar além do intelecto”.

Da Redação do pe360graus.com

DivulgaçãoFoto: Divulgação
O Sesi, em parceria com a Rede Globo, realiza, no próximo dia 23 de julho, a Caminhada Medida Certa, dando continuidade ao quadro exibido no programa Fantástico.

A apresentadora Renata Ceribelli acompanhará os participantes durante os quatro quilômetros de caminhada. O percurso tem início na pracinha de Boa Viagem, às 7h, seguirá até a Padaria Boa Viagem, e depois retornará à pracinha.

Durante o evento, será feita a Avaliação do Índice de Massa Corpórea (IMC) e Medição da Circunferência Abdominal dos participantes. Os dados coletados na pesquisa serão divulgados no Fantástico do domingo

Evento é uma parceria do Sesi e da Rede Globo e dá continuidade ao quadro exibido no programa Fantástico

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