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Linha Editorial

  • "Mídia Construtiva é também lançar o olhar crítico sobre problemas, apontar falhas, denunciar. Contribuindo para a corrente que tenta transformar o negativo em positivo."

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Com informações de Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU

O Rio de Janeiro continua lindo, como é exaltado por Gilberto Gil, e agora tornou-se Patrimônio Mundial. A decisão foi anuncida em São Petersburgo, na Rússia, durante a 36ª. sessão do Comitê do Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, Unesco. A escolha foi feita na categoria “paisagem natural urbana”.

A candidatura do Rio baseou-se na topografia da cidade com belezas naturais como a Floresta da Tijuca, o Pão de Açúcar, a Baía de Guanabara entre outros pontos que se tornaram cartões postais reconhecidos em todo o o mundo. A apresentação, em São Petersburgo, foi feita pela ministra da Cultura, Ana de Hollanda, e pelo presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, Iphan, Luiz Fernando de Almeida.

Ao se tornar Patrimônio Mundial, o Rio de Janeiro passa a receber apoio técnico da Unesco para a conservação também de pontos da sua paisagem como a Praia de Copacabana, o Jardim Botânico, o Morro do Corcovado, que abriga o Cristo Redentor, e o Aterro do Flamengo.

 

O Ministério das Comunicações divulgou nesta segunda-feira (2) a lista das 80 cidades que serão beneficiadas com o projeto piloto do Programa Cidades Digitais. Por meio dessa iniciativa, o governo federal pretende melhorar a gestão e os serviços dos municípios, além de oferecer pelo menos um ponto de acesso público à banda larga.

"Queremos contribuir para que o país tenha gestões públicas cada vez mais transparentes. Essa é uma forma de evitarmos inclusive a [prática de] corrupção. Ao mesmo tempo, ajudará na prestação de serviços públicos como marcação de consultas nas unidades públicas de saúde, acompanhamento escolar das crianças que estudam nas escolas públicas e pagamento do IPTU [Imposto Predial e Territorial Urbanao] via internet. Além disso, dará maior publicidade às licitações feitas pelas prefeituras", justificou a secretária de Inclusão Digital do ministério, Lygia Pupatto.

Para chegar às 80 cidades escolhidas, a partir de uma lista de 192 municípios, os critérios foram: municípios de até 50 mil habitantes, localizados preferencialmente nas regiões Norte e Nordeste e distantes até 50 quilômetros das redes centrais de internet (backbones), disposição das prefeituras em oferecer equipes para treinamento nas operações da rede, e cidades com menor índice de desenvolvimento.

“Esses critérios visam a diminuir as diferenças de inclusão digital no país”, disse a secretária. “Neste primeiro momento a cidade terá instalado um anel de fibra ótica ligando pelo menos quatro pontos destinados aos serviços públicos oferecidos pelo município e o ponto de acesso ao público”, acrescentou.

“Até julho os editais para contratação das empresas integradoras regionais estará concluído. As empresas [vencedoras] terão a responsabilidade de entregar pronto o anel de fibra ótica já instalado nas cidades. Terão também de treinar funcionários e dar garantia de três anos para os equipamentos adquiridos”, informou a secretária. Após três anos, a manutenção ficará a cargo das prefeituras.

A região com mais municípios beneficiados é a Nordeste (36). Na região Norte serão 13 cidades e nas regiões Sudeste e Sul serão 15 em cada. A Região Centro-Oeste foi contemplada com apenas uma localidade beneficiada: a Estrutural, uma das regiões administrativas mais pobres de Brasília.

A lista das 80 cidades selecionadas no projeto piloto Cidades Digitais está disponível no site do Ministério das Comunicações.

Um potente anti-inflamatório capaz de aliviar dores de difícil controle está sendo desenvolvido por pesquisadores do Instituto Butantan. Os primeiros testes em animais comprovaram a eficácia do medicamento, que usa uma proteína presente no sangue. De acordo Renata Giorgi, pesquisadora do Laboratório de Fisiopatologia do instituto, essa descoberta é um avanço em relação às drogas disponíveis no mercado, pois, além de ser mais potente, pode ser administrada por via oral.

“Descobrimos que algumas células dos glóbulos brancos contêm uma proteína capaz de inibir dor proveniente de processo inflamatório. Com a síntese de um pedacinho dessa proteína, a gente conseguiu que houvesse viabilidade de administração”, disse a pesquisadora. Segundo Giorgi, o tratamento de dores crônicas, de lesão de nervos, é difícil, pois algumas drogas, como morfina, perdem a efetividade com o tempo.

Ela destacou que o estudo é inovador ao sintetizar uma proteína, chamada ligante de cálcio S100A9, produzida pelo próprio organismo. “Isso demonstra que, em determinadas condições, o próprio organismo tem capacidade de controlar a dor”, disse. Para fabricação do medicamento, os cientistas identificaram que apenas um pequeno pedaço da proteína é suficiente, o que viabiliza os custos de produção. “Em termos de proporção de dose, essa droga é mais potente”, declarou Giorgi.

“Esses, no entanto, são apenas os experimentos básicos”, reforçou. A pesquisa parte agora para os testes de toxicidade. “Antes de qualquer coisa, tem que se realizado o estudo toxicológico. Estamos numa fase de programar o início desses estudos. Hoje em dia, leva algo em torno de 20 anos pra se comprovar a eficácia de uma droga e conseguir colocá-la no mercado como medicamento”, destacou Giorgi. Os estudos, que iniciaram há dez anos, continuam ainda com testes em animais.

Serão feitos ainda levantamentos sobre o nível de tolerância do medicamento. “O paciente que é submetido à droga que tem efeito analgésico pode, à medida que vai sendo administrada, ficar tolerante ao medicamento. Então, tem que ser aumentada a dose para que se tenha o efeito desejado. Nós ainda vamos fazer esses estudos”, informou a pesquisadora.

A declaração final da Cúpula dos Povos – sintetizada em um documento de quatro páginas e 20 parágrafos – ataca a mercantilização da vida e faz a defesa dos bens comuns e da justiça social e ambiental. A cúpula reuniu durante oito dias representantes da sociedade civil em atividades paralelas à Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, Rio+20.

O documento divulgado no últtimo dia 22 de junho critica as instituições financeiras multilaterais, as coalizações a serviço do sistema financeiro, como o G8 e G20, a captura corporativa das Nações Unidas e a maioria dos governos, “por demonstrarem irresponsabilidade com o futuro da humanidade e do planeta”.

A declaração ressalta que houve retrocessos na área dos direitos humanos em relação ao Fórum Global, que reuniu a sociedade civil também no Aterro do Flamengo, durante a Rio92.

“A Rio+20 repete o falido roteiro de falsas soluções defendidas pelos mesmos atores que provocaram a crise global. À medida que essa crise se aprofunda, mais as corporações avançam contra os direitos dos povos, a democracia e a natureza.”

A economia verde, tão festejada na Rio+20 por líderes mundiais e empresários, foi desqualificada pelos participantes da cúpula. “A dita economia verde é uma das expressões da atual fase financeira do capitalismo que também se utiliza de velhos e novos mecanismos, tais como o aprofundamento do endividamento público-privado, o super-estímulo ao consumo, a apropriação e concentração de novas tecnologias.”

O documento exige o reconhecimento do trabalho das mulheres e afirma o feminismo como instrumento da igualdade e a autonomia das mulheres sobre seus corpos. Também enfatiza o fortalecimento das economias locais como forma de garantir uma vida sustentável.

Ao final são destacados oito eixos de luta e termina com uma exortação à mobilização. “Voltaremos aos nossos territórios, regiões e países animados para construirmos as convergências necessárias para seguirmos em luta, resistindo e avançando contra os sistemas capitalista e suas velhas e renovadas formas de reprodução”.

A íntegra da declaração final pode ser acessada na página da Cúpula dos Povos na internet, no link: http://cupuladospovos.org.br/wp-content/uploads/2012/06/Carta-final_Cupula-dos-Povos.pdf.

A presidenta Dilma Rousseff disse que o grande desafio da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) é encontrar um modelo que combine desenvolvimento sustentável, crescimento econômico e inclusão social. A Rio+20 começou no último dia 13, no Rio de Janeiro, e vai até o dia 22, com a participação de delegações de governos de diversos países e de órgãos diversos da sociedades civil.

“É possível ter um um país que se desenvolva economicamente, que cresça e inclua sua população, que seja um desenvolvimento do ponto de vista social, com justiça, e que, ao mesmo tempo, respeite o meio ambiente. É esse o grande desafio dessa conferência Rio+20”, disse a presidenta, ao discursar em Belo Horizonte, durante cerimônia de reformulação e modernização do anel rodoviário da cidade.

Segundo Dilma, a discussão sobre o desenvolvimento sustentável está na “ordem do dia”, embora muitos apostem que a crise econômica internacional poderá tirar a atenção das questões suscitadas por tal modelo de desenvolvimento.

Quarta, 13 Junho 2012 21:00

Sociedade civil discute futuro do planeta

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Uma nova forma de viver no planeta será o foco das discussões de representantes da sociedade civil, de organizações e movimentos sociais durante a Cúpula dos Povos na Rio+20 por Justiça Social e Ambiental, a partir desta sexta-feira, 15, até 23 de junho. Os debates, no Aterro do Flamengo,no Rio deJaneiro, ocorrerão paralelamente à Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20.

Em 20 de junho será comemorado o Dia da Mobilização Internacional e estão programadas várias manifestações. A principal ocorrerá no Rio, mas há também protestos organizados em outras cidades. Na capital fluminense, a concentração será no centro da cidade.

No entanto, vários temas serão debatidos nas plenárias durante a Cúpula dos Povos, como os direitos por justiça social e ambiental, a defesa dos bens comuns contra a mercantilização da natureza, a soberania alimentar e a energia, as indústrias extrativas, outra economia e novos paradigmas para a sociedade.

Na Assembleia dos Povos, quando será definido o documento final da cúpula, os eixos são as causas estruturais da crise econômica internacional e as falsas soluções, soluções e novos paradigmas dos povos e a agenda de lutas e campanha. Ao longo dos oito dias de discussões na cúpula, haverá ainda uma série de eventos culturais. 

Terça, 05 Junho 2012 20:32

Agenda das governos locais na RIO+20

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A poucos dias da Rio+20, os municípios brasileiros se mobilizam para participarem e atuarem como protagonistas das propostas a serem lançadas e discutidas durante a Conferência das Nações Unidas pelo Desenvolvimento Sustentável RIO+20.
O papel dos governos locais na elaboração e execução das políticas públicas de Meio Ambiente é bastante claro, mas, às vésperas da Rio+20, a pergunta é: “qual o espaço reservado a eles para apresentarem seus desafios, suas ações e projetos ambientais no maior evento sobre o desenvolvimento sustentável do ano?”
De acordo com o secretário municipal de Meio Ambiente do Rio de Janeiro, Carlos Muniz, “as soluções para o meio ambiente no Brasil e no mundo passam, necessariamente, pelas prefeituras”, apontando a pesquisa da Organização das Nações Unidas (ONU), segundo a qual 80% da população do planeta hoje vive nas cidades.

Fábio Feldman, ex-secretário de Meio Ambiente de São Paulo, autor das principais leis ambientais do país e militante do movimento ambientalista no Brasil, reforçou essa ideia ressaltando que a agenda do século XXI deve incorporar outros mecanismos de representação com espaço para os governos locais.
“A palavra-chave da Rio+20 deve ser sinergia”, ressaltou Feldman, defendo a integração sinérgica entre os setores ambiental, social e econômico, por meio de políticas holísticas integradas."
As contribuições dos municípios para a elaboração do documento oficial que será entregue ao final do evento já estão sendo organizadas. Além disso, a marcha dos governos locais ganha cada dia mais força, com representantes de Norte a Sul do Brasil. Em Brasília, os diálogos federativos foram definidos e os palestrantes escolhidos para os eventos paralelos de representação dos municípios na Conferência.
Dentre eles, estará presente o representante da Anamma nos diálogos, Eduardo Jorge, que deu o recado em nome dos municípios para a Rio+20: “Hoje não temos papel oficial ou institucional significativo e as cidades não são reconhecidas nem pela ONU nem pelos governos nacionais como protagonistas importantes no combate à mudança do clima”, pontuou. “Temos que inverter este quadro e colocar o Meio Ambiente no seu lugar devido dentro da governança nacional e global.”

De 13 a 24 de junho, a SOS Mata Atlântica, em parceria com a ANAMMA, vai realizar a exposição itinerante “Viva a Mata”, que pretende levar mais informações sobre a importância do bioma Mata Atlântica e conservação dos ecossistemas marinhos, bem como a influência desses ambientes e a relação na vida das pessoas, estimulando a criação de novos agentes multiplicadores em defesa da causa ambiental. O local será próximo ao aterro do flamengo, em frente à estação de metrô Glória.
A UNESCO e Prefeitura do Rio, com apoio da ANAMMA, irá promover, nos dias 11 e 12 de junho, no Forte de Copacabana, o Seminário científico de Gestão Compartilhada das Praias. No espaço oficial da Rio+20, no Parque dos Atletas, ANAMMA e ABEMA vão realizar o Encontro de Secretários de Meio Ambiente dos Estados e Municípios no dia 18 de junho, das 11h30 às 19 horas.
Para fechar a programação e participação dos governos locais na Conferência, no dia 22 de junho, das 13 às 14h30, irá acontecer o side-event "Environmental Public Agencies Meeting at Rio+20", promovido também pela ANAMMA e ABEMA no RioCentro.
 

Outras informações: www.anamma.com.br

Muito se fala sobre a necessidade de uma relação mais amigável do ser humano com o meio ambiente. Mas como está a relação entre as pessoas? E a relação de cada um com seu ambiente interior? Relacionamentos verdadeiros começam com silêncio interior. A partir desse espaço de quietude é possível criar um relacionamento melhor consigo, com os outros  e com o Divino. A sustentabilidade nos relacionamentos depende do sustento que cada um dá a si mesmo.

Nesse contexto, Jayanti Kirpalani, diretora européia  da Brahma Kumaris e principal representante desta organização nas Nações Unidas em Genebra, ministrará a palestra “Relacionamentos Sustentáveis” no dia 10 de Junho, domingo, às 19h, no Hotel Intercontinental, Alameda Santos 1113, São Paulo (SP). O evento é gratuito e terá a participação especial de Leilane Neubarth, jornalista, Marcos Sorrentino, professor livre docente da ESALQ/USP e Rachel Biderman, advogada, doutora em gestão pública e especialista em sustentabilidade.

Com mais de 40 anos de experiência no ensino e na prática de valores espirituais,  Jayanti  já  percorreu mais de 90 países ministrando palestras e participando de conferências e projetos da ONU sobre desenvolvimento sustentável como COP 15, COP 16, COP 17 . Sister Jayanti – como é conhecida - é também especialista em meditação Raja Yoga e autora dos livros “O Poder da Cura de Deus”, Awaken Your Inner Wisdom.

A Brahma Kumaris é uma organização internacional que trabalha pela paz mundial através da transformação pessoal e desenvolve a iniciativa ambiental que visa despertar a consciência ambiental com base em quatro pilares principais: viver com simplicidade; comprar com compaixão; aprender continuamente e compartilhar generosamente.

 

Serviço:

Palestra Internacional “Relacionamentos Sustentáveis”

por Sister Jayanti Kirpalani

Data: 10 de Junho de 2012, Domingo às 19h

Local: Hotel Intercontinental, Auditório Di Cavalcanti

Endereço: Alameda Santos, 1113, Jardim Paulista, São Paulo, SP

Metro Trianon-MASP

Informações:  11-3864.3694  O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

Tradução consecutiva

Entrada franca – Aberto ao público

Capacidade: 500 pessoas

Não é necessário fazer inscrição

Do CicloVivo

A menos de um mês da Rio+20 a Organização das Nações Unidas (ONU) lançou o site “O futuro que nós queremos”. A proposta tem como intuito incentivar o debate e proporcionar ferramentas para que a sociedade possa expor ideias e sugerir soluções para as próximas décadas.

A campanha teve início na última quarta-feira (16) e através do site a população pode enviar vídeos ou mensagens em texto falando sobre as expectativas para o futuro. O diretor do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil e porta-voz adjunto da Rio+20, Giancarlo Summa falou sobre a importância desta proposta. “A discussão sobre o desenvolvimento sustentável só será um sucesso se a opinião pública em cada país, a nível global, se envolver e fizer uma certa pressão sobre os governos e as empresas”, informou Summa.

A iniciativa já foi aplicada também em outros países, e os vídeos com os desejos de pessoas de diferentes culturas estão disponíveis no site. Alguns brasileiros também se abriram para falar sobre seus desejos e anseios, entre eles estão personalidades famosas, como a modelo Gisele Bündchen, o ex-jogador de futebol Ronaldo, o artista plástico Vick Muniz, o escritor Paulo Coelho, o cantor MV Bill e o arquiteto Oscar Niemeyer.

Todas as celebridades participaram de maneira voluntária, sem cobrar cachê pela aparição. Além disso, o Grupo Ogilvy foi o responsável pela campanha “Eu sou nós”, feita sem custos para a ONU, conforme informado pelo jornal paulistano.

Qualquer pessoa pode participar do projeto, para isso basta acessar o site e enviar uma mensagem sobre o que espera para o futuro. Assim, a ONU pretende facilitar a integração e expandir a rede de pessoas que estão dispostas a lutar por um mundo melhor.

* Com informações da Folha.

Quinta, 17 Maio 2012 14:33

Ciência é tema do Festival do Minuto

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Por Karina Toledo, da Agência Fapesp

Estão abertas até o dia 27 de outubro as inscrições para o concurso do Festival do Minuto que tem como tema a ciência. A participação é aberta para todos os públicos e o desafio é condensar o que o participante sabe sobre um tema ou área do conhecimento em apenas 60 segundos.

“Esta é a primeira vez que a ciência é tema do Festival do Minuto e também a primeira vez que temos a Fapesp como um dos apoiadoores. Acredito que podem surgir vídeos fantásticos que depois poderão ser usados como material educativo nas escolas”, disse Marcelo Masagão, criador e curador chefe do festival.

Além dos estudantes e professores de primeiro e segundo grau, público tradicional do evento, a ideia é atrair a participação de universitários, pós-graduandos e também de cientistas interessados em divulgar suas pesquisas.

“Ciência sugere pessoas que entendam profundamente sobre um determinado assunto. O desafio é resumir esse conhecimento acumulado em um minuto e com imagens”, disse Masagão.

Para participar, basta enviar o vídeo para o site www.festivaldominuto.com.br, em qualquer formato. Vale até mesmo aquele feito com o celular e tablet ou animações.

Todos os vídeos serão publicados no site do festival e os seis melhores serão escolhidos por uma equipe que conta com representantes da Fapesp. Seis laptops são oferecidos, três deles para estudantes ou professores da rede pública de ensino. Os vencedores serão anunciados em novembro.

“A Fapesp decidiu patrocinar o concurso, pois, além de apoiar a geração de conhecimento, também é sua missão estimular a divulgação do conhecimento. Queremos levar a ciência a um público cada vez maior”, disse Celso Lafer, presidente da Fapesp.

Lafer também considera a participação dos cientistas importante. “O pesquisador mostra que está interessado em alcançar e estimular esse público mais jovem a encontrar caminhos e solução por meio da ciência”, disse.

O Festival do Minuto foi criado em 1991 e é hoje o principal festival de vídeos da América Latina, tendo inspirado iniciativas similares em outros 50 países. Desde 2007, tornou-se permanente e on-line, premiando os melhores trabalhos.

A organização também realiza exibições no Brasil e no exterior, exposições, mostras itinerantes, festivais em escolas e universidades, oficinas, entre outras atividades. Grande parte dos cineastas e profissionais de renome do audiovisual brasileiro já fez o seu filme do Festival do Minuto.

Mais informações: www.festivaldominuto.com.br

Por Marcos Chagas, da Agência Brasil

Os catadores de material reciclável poderão ser incluídos entre os segurados especiais da Previdência Social. O projeto de lei que prevê a medida foi aprovado na última quarta-feira (16), em caráter terminativo, pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado. Uma vez enquadrado como segurado especial, o catador de material reciclável terá a possibilidade de contribuir apenas com 2,3% de seu faturamento bruto anual.

Para entrar em vigor, no entanto, a matéria terá que ser aprovada pelos deputados, na Câmara, e receber a sanção da presidenta da República. Pela legislação, a pessoa que trabalha com coleta de lixo está enquadrada pela Previdência Social como contribuinte individual. Assim, tem que contribuir, se considerado o salário mínimo, com 11% do valor. Caso o salário de contribuição seja superior ao salário mínimo, o percentual passa para 20% de sua renda.

O autor da proposta, Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), disse que por volta de 500 mil brasileiros exercem essa atividade, na informalidade. Segundo ele, os catadores de lixo recebem por dia de trabalho entre R$ 2 e R$ 5. O senador defende que a redução da alíquota de contribuição para a categoria permitirá o aumento da inclusão previdenciária “e do exercício da cidadania por esses trabalhadores”.
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O cidadão brasileiro poderá exercitar plenamente o direito à informação pública com a entrada em vigor, desde a última quarta-feira, dia 16 de maio, da Lei de Acesso à Informação. Proposta pelo governo federal e aprovada pelo Congresso Nacional, a norma é considerada uma das mais abrangentes e avançadas do mundo. As regras valem para a administração direta e indireta de todos os Poderes e entes federativos e se apresentam como instrumento eficiente de participação da sociedade na gestão pública.


A Lei de Acesso à Informação faz do conceito de transparência um direito de fato do cidadão brasileiro, pois uma pessoa bem informada tem melhores condições de conhecer e acessar outros direitos essenciais como saúde, educação e benefícios sociais. Além disso, o acesso a esses dados constitui-se em um dos fundamentos para a consolidação da democracia, pois fortalece a capacidade dos indivíduos de participar de modo efetivo da tomada de decisões que os afeta. Esse direito garante a ampliação do acesso à prestação de contas públicas, possibilita o monitoramento sistemático da execução e resultados das políticas públicas e faz da participação social um exercício de cidadania e de garantia de uma gestão pública de qualidade.


Entre os avanços estão o fim do sigilo eterno de documentos oficiais e a obrigatoriedade de todos os órgãos públicos de prestar, em no máximo 30 dias, informações de interesse do cidadão, sem que esse necessite justificar o pedido. De maneira espontânea, os órgãos e entidades públicas devem divulgar, independentemente de solicitações, informações de interesse geral ou coletivo, por meio de todos os canais disponíveis e obrigatoriamente em sítios da internet.


Informações sobre contratos, licitações, gastos, repasses e transferências de recursos, por exemplo, devem ser fornecidas de forma clara, em linguagem simples e direta e com apoio de ferramentas de busca e pesquisa na internet. A lei determina também que nenhum documento, ato ou fato que se configure como ameaça aos direitos humanos pode ser tratado como sigiloso. A transparência passa a ser a regra e o sigilo, a exceção.


A nova lei se soma a outras iniciativas que já privilegiavam a transparência ativa, como o Portal da Transparência - que oferece informações sobre as ações do governo federal para que a sociedade acompanhe como o dinheiro público é gasto. Medidas como essa fizeram do Brasil o oitavo país mais transparente do mundo e o primeiro da América Latina, no Índice de Orçamento Aberto do International Budget Partnership (IBP).


Canais - O governo federal trabalhou nos últimos seis meses para implementar a nova lei. Todos os órgãos centrais já criaram canais exclusivos de interação com a sociedade, conhecidos como Serviço de Informações ao Cidadão (SIC). O atendimento é presencial, pela internet ou por telefone.


Desse modo, a opção do governo federal pela transparência se apresenta como um mecanismo de aprimoramento da qualidade do gasto público, redução de custos, racionalização de processos e transformação, para melhor, da vida do cidadão brasileiro.
Saiba mais:
Acesse o portal em www.cgu.gov.br

Dados divulgados nesta sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que a mortalidade infantil caiu quase pela metade entre 2000 e 2010.Os resultados gerais da Amostra do Censo 2010 constatam que o número de óbitos de crianças menores de 1 ano passou de 29,7 para 15,6 em cada mil nascidas vivas, uma queda de 47,6%.

Entre as regiões do país, o Nordeste registra a queda mais expressiva da mortalidade infantil. No período, o índice passou de 44,7 para 18,5 óbitos para cada mil crianças. Porém, ainda é o nível mais alto no país. O menor índice é o do Sul, de 12,6 mortes.

De acordo com a pesquisa, os principais fatores responsáveis pela queda do indicador são as políticas de medicina preventiva, curativa, saneamento básico, programas de saúde materna e infantil, além da valorização do salário mínimo e dos programas de transferência de renda.

O IBGE também destaca que a queda da mortalidade infantil está ligada ao aumento da escolaridade materna e à diminuição do número de filhos por mulher, observada desde a década de 1960. Entre 2000 e 2010, a taxa de fecundidade registrou queda e passou de 2,38 crianças por mãe para 1,9. A menor taxa é a do Sudeste (1,7 filho por mulher) e a maior, no Norte, 2,47.

Segundo o órgão, dessa forma, a taxa de fecundidade no Brasil está abaixo do chamado nível de reposição (2,1 filhos por mulher), que garante substituição das gerações na população.

O anúncio oficial do investimento será feito pelo Ministro Aloizio Mercadante, no próximo dia 2 de maio, às 17h30, no MEC, em Brasília

 

O British Council, organização internacional do Reino Unido para oportunidades educacionais e relações culturais, irá investir R$ 1.600.000,00 no programa Ciência sem Fronteiras, como parte da campanha GREAT. O anúncio oficial do investimento será feito pelo Ministro Aloizio Mercadante, no próximo dia 2 de maio, às 17h30, no MEC, em Brasília.

Aprender uma língua estrangeira, principalmente o inglês, tem sido o maior desafio para a execução do Ciência sem Fronteiras, já que os estudantes selecionados para o programa precisam apresentar uma pontuação mínima para ingressarem nas universidades estrangeiras.

Por meio do investimento, o British Council pretende aumentar as chances dos estudantes de baixa renda de todo o país, com foco prioritátio nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, de se beneficiarem do programa. A organização irá aplicar mais de 40 mil exames IELTS gratuitos para estudantes de baixa renda, doar livros preparatórios para bibliotecas públicas, oferecer aulas de treinamento e distribuir gratuitamente pela internet o material preparatório para o exame.

Para Claudio Anjos, Diretor de Exames do British Council no Brasil, o programa Ciência sem Fronteiras não estava funcionando como deveria para os candidatos de baixa renda, que possuem menos condições de se prepararem e mesmo para se inscreverem nos exames de proficiência em língua estrangeira. "Neste sentido, o British Council está alinhado com o governo brasileiro e estamos nos dedicando a criar oportunidades iguais aos estudantes, independente da condição financeira."

Representantes das Embaixadas de todos os países participantes do programa Ciência sem Fronteiras estarão presentes na cerimônia de lançamento oficial do investimento. "O British Council se disponibiliza a apoiar a todos os países que desejem se unir a esta mesma iniciativa de significativo caráter sócio-educacional para a sociedade brasileira", diz Claudio.

O investimento será feito dentro do prazo entre abril de 2012 a março de 2013 e a definição de "estudantes de baixa renda" será definida pelos programas do governo federal.

O British Council é a organização internacional do Reino Unido para oportunidadeseducacionais e relações culturais. Seu trabalho busca estabelecer a troca de experiências e laços que gerem benefícios mútuos entre o Reino Unido e os países onde está presente, por meio da atuação em quatro áreas: Educação, Língua Inglesa, Artes e Esportes. A Page 2 of 2 organização atua em 223 cidades, em 109 países, com parceiros como os governos federal, estadual e municipal, organizações não-governamentais e iniciativa privada. O British Council é uma organização apolítica que trabalha em conjunto com o governo britânico, promovendo oportunidades iguais a todas as pessoas. No Brasil, há escritórios em Brasília, Rio de Janeiro, Recife e São Paulo. Com informações do British Council/Rio de Janeiro.

Através do Prêmio Funarte de Composição Clássica 2012 serão selecinadas 30 composições inéditas para conjuntos orquestrais e camerísticos e para solistas, a serem executadas nos concertos da XX Bienal de Música Brasileira Contemporânea, no segundo semestre de 2013. A Bienal está em cartaz desde 1975 e é considerada a mais importante mostra de música erudita do Brasil.

Nesta edição, o Prêmio Funarte de Composição Clássica contemplará orquestras sinfônica, de sopro, de câmara e de cordas, conjuntos de câmara, podendo ser de seis a dez solistas, duos e trios, além de composições de música eletroacústica. Podem concorrer compositores brasileiros ou radicados no país há no mínimo três anos e as premiações variam de R$ 8 mil a R$ 30 mil. As inscrições podem ser feitas até o dia 28 de setembro, seguindo o disposto no regulamento, disponível no www.funarte.gov.br.

A análise dos trabalhos inscritos caberá a uma comissão externa, composta por integrantes de notório conhecimento sobre música clássica. Entre os critérios de avaliação estão a qualidade da obra e a viabilidade de sua execução. O investimento total da Funarte no Prêmio é de R$ 1.130.100,00.

Mais informações
O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.
(21) 2240-5158 / (21) 2279-8105

A lei que declara o educador Paulo Freire patrono da educação brasileira foi publicada no Diário Oficial da União no último dia 16 de abril. O projeto de lei foi aprovado no início de março pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado, em decisão terminativa, por unanimidade.

Paulo Reglus Neves Freire (1921-1997) foi educador e filósofo. Considerado um dos principais pensadores da história da pedagogia mundial, influenciou o movimento chamado pedagogia crítica. Sua prática didática fundamentava-se na crença de que o estudante assimilaria o objeto de análise fazendo ele próprio o caminho, e não seguindo um já previamente construído.

Freire ganhou 41 títulos de doutor honoris causa de universidades como Harvard, Cambridge e Oxford. Foi preso em 1964, exilou-se depois no Chile e percorreu diversos países, sempre levando seu modelo de alfabetização, antes de retornar ao Brasil em 1979, após a publicação da Lei da Anistia.

O Movimento Mais Feliz já tem um aplicativo, chamado Myfuncity, para fazer a medição da felicidade dos cidadãos em tempo real. A ferramenta foi desenvolvida no Brasil e divulgada em todo o mundo.

Segundo o criador do movimento, Mauro Motoryn, o aplicativo é mais sensível e atual do que aquele que resultou em recente pesquisa da Organização das Nações Unidas (ONU), porque consegue medir rua a rua, bairro a bairro. “Você consegue perceber onde deve colocar e priorizar o investimento público”.

Após seis meses de testes pilotos que terminaram na última sexta-feira (13), envolvendo cerca de 6 mil pessoas, o Movimento Mais Feliz está iniciando o processo de discussão do Myfuncity na próxima campanha de eleição para vereadores. “É participação popular, objetivando dar prioridade ao gestor público”.

Motoryn salientou a importância de se estabelecer critérios de medição da felicidade nos municípios. “É preciso jogar essa discussão já no processo eleitoral”, defendeu. A criação de parâmetros para medir o nível de bem-estar da população será debatida pelo Movimento Mais Feliz durante a Rio+20 tendo como objetivo inserir a felicidade como definidora de políticas públicas. “O que queremos é [ver] o conceito da felicidade permear as atividades da Rio+20”.

Os testes com o aplicativo revelaram que nas regiões onde existe educação e saúde de qualidade, o nível de bem-estar é maior. De acordo com o dirigente do movimento, a felicidade analisada pela ferramenta não é a subjetiva, isto é, percebida por cada pessoa, mas sim a felicidade objetiva, que resulta das ações do poder público.

Motoryn explicou que já existem muitos exemplos no país de política pública focadas na felicidade, dando como exemplos programas do governo federal como o Bolsa Escola, o Universidade para Todos (ProUni) e o Bolsa Família.

O Movimento Mais Feliz reúne atualmente cerca de 700 entidades que buscam difundir a felicidade como norteadora de políticas públicas, no âmbito de cidades sustentáveis. “Nós queremos cidades melhores e elas pressupõem uma atividade pública com participação popular e com sugestões da população para a elaboração de programas de governo”.

A base do movimento foi o indicador Felicidade Interna Bruta (FIB), criado no Butão, pequeno reino da Ásia, encravado na Cordilheira do Himalaia. Motoryn informou que em todo o mundo já existe o embrião de uma nova sociedade, cujo objetivo é a felicidade.

O coordenador do movimento destacou, ainda, que o desenvolvimento do conceito da felicidade como objetivo das políticas públicas tem relação com o resgate da utopia, em especial, entre os jovens. “Eles precisam ter uma bandeira que possa levá-los a participar de uma forma mais ativa da gestão das cidades, independente do partido político”.

Quarta, 18 Abril 2012 19:25

Pernambucano na Iª Bienal de Brasília

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O livro “A última volta do ponteiro”, do escritor e jornalista Adriano Portela, foi convidado para participar da I Bienal do Livro e da Leitura de Brasília. A obra será lançada às 20h do dia 21 de abril, na Esplanada dos Ministérios. "A última volta do ponteiro" chegou ao mercado literário no final do ano passado e já passou por eventos como: Bienal do Livro de Pernambucano, Fliporto e debates em livrarias, universidades e escolas.

O livro conta a história de jovem chamada Anne, que cresce em meio aos mistérios da sua família. O enredo de A Última Volta do Ponteiro é uma espécie de retorno, um retorno ao centro, à origem, à reintegração de um passado cheio de surpresas, de momentos reveladores. As horas se passam entre o Brasil e a Itália, entre Recife e Florença, criando um ambiente em que se veem inúmeras relações ítalo-brasileiras. As duas culturas, tão próximas desde muito tempo, estão refletidas nos personagens. Crime, traição, investigação, fantasia, poesia, teatro e romance fazem parte desta obra.

Adriano Portela é produtor da RedeTV!, professor universitário e cineasta premiado. O autor conta que para o trabalho literário, tem como exemplo, os escritores e amigos, também pernambucanos, Raimundo Carreiro e Ronaldo Correia de Brito.

A I Bienal do Livro e da Leitura de Brasília, que começou no último dia 14, segue até 23 de abril e faz homenagem a Ziraldo e ao nigeriano prêmio Nobel de Literatura de 1986, Wole Soyinka. Caetano Veloso, Nando Reis e Fernanda Takai são destaques do evento.

Do PNUD

Jovens estudantes e profissionais de todo o país interessados em trabalhar como voluntários durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável já podem se inscrever no processo seletivo. O primeiro edital do Programa Voluntariado Rio+20 receberá inscrições até o dia 19 de abril. São 400 vagas para universitários (graduação e pós-graduação) ou para profissionais formados que irão atuar como guias de visitas às comunidades e em atividades nas áreas de sustentabilidade, tecnologia da informação e orientação e apoio à sociedade civil, entre outras.

Além destas vagas, o programa abrirá inscrições para outros dois perfis: voluntários jovens e voluntários do ensino médio. Ao todo, serão selecionados 1,7 mil voluntários.

A iniciativa é parte do projeto de cooperação técnica “Parcerias para Realização da Rio+20″, desenvolvido pelo Comitê Nacional Organizador da Conferência (CNO) e pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Além do Programa Voluntário, o projeto contempla outras três ações sociais desenvolvidas para a Rio+20: os programas Comunidades Sustentáveis, Cultura+20 e Visitas às Comunidades do Rio de Janeiro.

Para Moema Freire, Oficial de Projetos do PNUD, esta é uma forma que os jovens têm de participar ativamente de eventos de grande porte como a Rio+20. “As comunidades vulneráveis, em particular, ficam afastadas desse tipo de atividade. Esse projeto, portanto, significa antes de tudo inclusão social”, avalia Moema. A iniciativa foi desenvolvida a partir de experiência semelhante realizada em 2007 para os Jogos Pan-Americanos.

Os voluntários selecionados passarão por um treinamento obrigatório, com carga horária de 20 horas/aula, envolvendo os seguintes temas: Voluntariado e formação cidadã; Histórico da Conferência Rio+20 e sustentabilidade; Direitos humanos, gênero e igualdade racial; e Voluntariado na Rio+20. A capacitação dos jovens será realizada no mês de maio pelo PNUD/CNO, pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (FIRJAN) e pela Secretaria de Educação do Estado do RJ, cada qual responsável por um perfil.

O conteúdo das oficinas será elaborado por consultores contratados, em consulta com o CNO, o PNUD, o programa de Voluntários das Nações Unidas (VNU) e parceiros, como a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, a Secretaria de Políticas para as Mulheres, o Ministério do Meio Ambiente e a Secretaria Nacional de Juventude.

Todos os voluntários participantes do programa receberão ajuda de custos no valor de R$ 25 por dia de treinamento e R$ 35 por dia de atuação.

Atuação durante a Conferência

Os voluntários atuarão por 4 horas diárias, por no mínimo 10 dias, no período de 5 a 30 de junho. As atividades executadas estão divididas em quatro grupos principais:

- Visitas às comunidades: Acompanhamento do público ao programa de visitação comunitária que será promovido pelo CNO e pelo governo do Estado. Número estimado de voluntários: 200 (sendo 100 residentes das 5 comunidades que receberão visitas e 100 estudantes universitários com fluência em inglês).

- Atividades na área de sustentabilidade: Acompanhamento de atividades indicadas pela Coordenação de Sustentabilidade do CNO. Número estimado de voluntários: 300.

- Atividades na área de tecnologia da informação (TI): Acompanhamento de atividades indicadas pela Coordenação de TI do CNO. Número estimado de voluntários: 100.

- Atividades de orientação e apoio à área de sociedade civil: Atividades de informação e orientação ao público da Conferência, especialmente nos eventos promovidos nos espaços da sociedade civil. Número estimado de voluntários: 1100.

Ao final do processo, os voluntários receberão certificado de atuação voluntária e serão cadastrados em um banco de dados que será oferecido a outras instituições organizadoras de grandes eventos no Rio de Janeiro, de forma a fomentar a continuidade da iniciativa.

Todo o processo de elaboração e implementação do programa de voluntariado para a Rio+20 será registrado e avaliado pelos consultores contratados. O documento final de registro e avaliação da iniciativa será entregue a instituições organizadoras de grandes eventos, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas, assim como à Secretaria de Direitos Humanos, como subsídio para a estruturação do Sistema Nacional de Voluntariado que está em fase de concepção.

Perfil dos voluntários

Voluntário jovem: Jovens de 18 a 29 anos provenientes de famílias de baixa renda do Rio de Janeiro, participantes ou ex-participantes de cursos profissionalizantes. Os jovens já deverão ter concluído ou estarem cursando o 9º ano do ensino fundamental.

Voluntário universitário e profissional: Estudantes universitários (cursos de graduação ou pós-graduação) ou profissionais formados de todo o Brasil. A idade mínima para inscrição é de 18 anos.

Voluntário do Ensino Médio: Estudantes de escolas públicas do Rio de Janeiro cursando o ensino médio, com idade mínima de 18 anos.

Acesse o edital com mais informações sobre a seleção de voluntários profissionais.

Acesse a ficha de inscrição para participar da seleção.

Escolas particulares de todo o país receberão orientações do Ministério da Saúde para oferecer alimentos mais saudáveis em suas cantinas. A medida tem início com a assinatura de acordo entre o ministério e a Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep), que multiplicará, entre os estabelecimentos de ensino básico, fundamental e médio, as diretrizes do manual “Cantinas escolares saudáveis: promovendo a alimentação saudável”.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou a relevância da assinatura do acordo, que aconteceu durante evento em alusão ao Dia Mundial da Saúde, na sede da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), em Brasília. “O hábito alimentar começa a se formar na infância e esse hábito não é formado apenas em casa. A escola tem papel fundamental nesta educação. Daí a importância na parceria entre o Ministério da Saúde e a Fenep”, disse o ministro. “Nosso esforço é para difundir os hábitos da alimentação saudável”, completou.

A partir do acordo, a Fenep e o Ministério da Saúde definirão formas de reconhecer escolas cujas cantinas ofertam alimentos mais saudáveis. “Criamos um selo de qualidade para as escolas que adotarem a alimentação saudável nas cantinas. É uma forma de os pais saberem que aquelas escolas se preocupam com a saúde dos estudantes e seguem as diretrizes do Ministério da Saúde”, explicou o ministro.

O foco do Ministério da Saúde na melhoria da qualidade da alimentação escolar visa a combater o avanço da obesidade infantil. Estimativas do ministério apontam que cerca de 525 mil crianças e 140 mil adolescentes têm obesidade mórbida no Brasil.

Segundo a Pesquisa de Orçamento Familiar (POF), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 34,8% das crianças com idade entre 5 e 9 anos está acima do peso recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Ministério da Saúde. Ainda de acordo com a OMS, um ambiente favorável às escolhas alimentares saudáveis para crianças é fundamental para redução da obesidade infantil.

Já na faixa de 10 a 19 anos, 21,7% dos brasileiros apresentam excesso de peso – em 1970, este índice estava em 3,7%. Neste grupo, o índice de massa corporal (IMC) - razão entre o peso e o quadrado da altura - deve ficar entre 13 e 17. A manutenção do peso adequado desde a infância é um dos principais fatores para a prevenção de doenças na fase adulta.

Os maus hábitos alimentares dos estudantes brasileiros também podem ser constatados nos resultados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar. A avaliação apontou que apenas um terço dos alunos matriculados no ensino fundamental da rede privada consomem frutas e hortaliças em cinco dias ou mais na semana. Já refrigerantes e frituras fazem parte da rotina alimentar de 40% dos alunos.

ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL – O Ministério da Saúde tem fechado parcerias com diversos segmentos da sociedade civil e do setor produtivo para tornar a alimentação do brasileiro mais saudável. Acordo com a indústria tem reduzido os níveis de sódio e gordura trans nos alimentos.
De acordo com dados do IBGE, os adolescentes brasileiros consomem mais salgadinhos (sete vezes maior), biscoitos recheados (quatro vezes maior), biscoitos doces (mais de 2,5 vezes maior) e biscoitos salgados (50% a mais) que os adultos.

DOENÇAS CRÔNICAS – O Plano de Enfrentamento das Doenças Crônicas, lançado pelo Ministério da Saúde em 2011, elenca um conjunto de medidas para reduzir os fatores de risco – obesidade, tabagismo e consumo de bebidas alcóolicas – para estas enfermidades.

Com execução até 2022, o plano tem como metas a redução de da obesidade infantil aos mesmos patamares de 1988: 8% entre os meninos e 5% entre as meninas, revertendo a curva atual. Já na faixa de 10 a 19 anos, o objetivo é diminuir as taxas de 5,9% para 3,2% entre os meninos e de 4% para 2,7% entre as meninas.

Segunda, 09 Abril 2012 18:21

Aoka promove jornada de conhecimento em São Paulo

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Por Planeta Sustentável

Entre os dias 17 e 19 de maio, a empresa de turismo sustentável Aoka* realizará uma jornada de conhecimento em São Paulo com o tema Sustentabilidade, uma visão sistêmica. A imersão de aprendizagem terá atividades teóricas e práticas, para que os participantes compreendam o conceito de sustentabilidade com especialistas da área e a partir de exemplos empresariais e de mobilização comunitária.

O curso prático contará com a participação do consultor Fabio Feldmann e de Monica Picavêa, que trouxe ao Brasil o projeto Transition Towns. Destina-se a novos líderes que buscam mudanças e que possam aplicar o conhecimento adquirido em sua vida, trabalho e na sociedade. A jornada também oferecerá uma sessão individual de coaching com Simone Ramounoulou, diretora no Brasil da TNS – The Natural Step.

 

A programação inclui visita a um empreendimento sustentável em Ibiúna; à Brasilândia, onde o projeto Transition Towns foi implementado pela primeira vez no Brasil, e workshops com especialistas.

 

As inscrições são sujeitas à aprovação.

 

*Aoka

Jornada de conhecimento Aoka – Sustentabilidade, visão sistêmica
Data: 17 a 19/05
Pré-reserva pelo email O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ou telefone (11) 2386 1320

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