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Linha Editorial

  • "Mídia Construtiva é também lançar o olhar crítico sobre problemas, apontar falhas, denunciar. Contribuindo para a corrente que tenta transformar o negativo em positivo."

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A bailarina Liana Gesteira, do Coletivo Lugar Comum, apresenta o seu solo “Topografias do Feminino” neste sábado (22), às 13h, na Estação Cultural Senador José Ermírio de Moraes, na beira-mar de Piedade. Na performance, Liana evoca o corpo feminino como um território saturado de significados, sensações e simbologias. Um território habitado por heranças e narrativas. Uma topografia constituída com vulcões em estado de erupção, e também por espaços inabitados como um deserto. Um território que ecoa o som mais profundo de um abismo, ou a melodia mais singela de um riacho driblando as pedras em seu caminho. Com colaboração artística de corpo das bailarinas Maria Agrelli, Renata Muniz e Síliva Góes; figurino de Maria Agrelli e trilha sonora assinada por Caio Lima e Hugo Medeiros (Rua), o solo une corpo e poesia, a partir de poemas de Viviane Mosé (retirados do livro Pensamento Chão).

A apresentação é gratuita e faz parte do programa de encerramento da Aldeia Yapoatan, evento promovido pelo SESC, que vem agitando culturalmente Piedade, Candeias, Barra de Jangada, Jaboatão Centro, Comporta, Muribeca e Prazeres desde o último dia 06 de outubro. A programação “Overdoze” deste sábado (22) começa às 10h e vai até 22h, 12 horas na Estação Cultural José Ermírio de Moraes, com atrações ininterruptas durante todo o dia. Haverá feira de artesanato, exibição de filmes, circo e muito mais.

 Veja a programação completa abaixo ou acesse:  http://sesc-http://www.sescpe.com.br/yapoatan

OVERDOZE | Estação Cultural Senador José Ermírio de Moraes | Classificação etária: livre

Entrada Gratuita

10h às 22h
12 horas de programação ininterrupta
Feira de Artesanato | Intervenções Circenses | Performances | Espetáculos de Teatro, Ilusionismo, Dança e Música

10h20
Exibição do filme: O Pequeno Nicolau

11h20
Remo Produções Artísticas (BR) e ENTREtanto Teatro (PT)
Espetáculo: Quem Tem, Tem Medo

Gênero: infantil
Duração: 45 minutos
Classificação etária: livre

13h
Liana Gesteira
Performance: Topografias do Feminino

14h
Espetáculo de Ilusionismo
Espetáculo: AbraCASAbra!

15h30
Grupo Totem
Performance: Nicho – Portal do Imaginarium

16h
Grupo Experimental
Espetáculo: ZAMBO
Gênero: Dança Contemporânea
Duração: 45 minutos
Classificação etária: livre

17h30
Trombomba

18h
Grupo Os Embromation
Espetáculo: Os Embromation – Jogos de Improviso

19h
Intervenções circenses com a Escola Pernambucana de Circo

19h30
Mojav Duo

20h
Intervenções circenses com a Escola Pernambucana de Circo

20h30
Karynna Spinelli
Show: MORRO DE SAMBA

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O Coletivo Lugar Comum apresenta um encontro de solos, nesta quarta-feira, 3 de agosto, no Espaço MUDA, no Recife, a partir das 20h, dentro da programação do Quarta Bela. Dança, música, iluminação, performance, a ideia é mergulhar em vários ambientes do espaço cultural, na Rua do Lima, entrelaçando as propostas artísticas de algumas das integrantes do Coletivo com o público presente.

A noite terá a apresentação das bailarinas Liana Gesteira, com o trabalho Topografias do Feminino; Maria Agrelli, com Pé de Saudade e Silvia Góes, com a performance OSSevaO.  Luciana Raposo será responsável pela iluminação das três performances. Haverá ainda um momento especial na programação com a participação da Cia. Etc., com o solo ROX, XOX, FOX, do coreógrafo José W. Júnior, também interpretado por Liana Gesteira e com música ao vivo executada por Marcelo Sena.

Coletivo Lugar Comum

O Coletivo Lugar Comum (PE) atua desde agosto de 2007, reunindo artistas de diferentes linguagens do Recife (dança, teatro, música, artes visuais, literatura). Inquietos com as dificuldades da produção em arte e suas necessidades de criação, aperfeiçoamento, troca com a sociedade, o grupo resolveu criar o Coletivo Lugar Comum. Hoje a iniciativa agrega 13 artistas, que se revezam, dando aulas uns para os outros, colaborando nas criações, na produção de projetos, na discussão de textos, entre outras atividades artístico-culturais.

Topografias do Feminino

Sinopse - A performance, criada pela bailarina Liana Gesteira em 2011, é uma investigação sobre gênero e identidade, que traz a tona uma reflexão da relação da mulher com o seu próprio corpo.

O corpo feminino como um território saturado de significados, sensações e simbologias. Um território habitado por heranças e narrativas. Uma topografia constituída com vulcões em estado de erupção, e também por espaços inabitados como um deserto. Um território que ecoa o som mais profundo de um abismo, ou a melodia mais singela de um riacho driblando as pedras em seu caminho. Constituído de carne e devires é o corpo-território feminino.

Pé de Saudade

Sinopse - Performance criada pela bailarina Maria Agrelli, que compartilha com o público a sensação da saudade, a memória que vira parte inextricável do próprio corpo. Um corpo-poesia, usando como metáfora uma árvore que deixa escorrer, doer, cair, respirar, em suas folhas-troncos-raízes, o movimento da vida. Deixar ir, desapegar, repartir, ficando enraizada a saudade, ela mesma o sentido de tudo. Um pé de saudade roxa se revelando aos poucos também dentro dos corpos que a tocam no caminho.

OSSevaO

Sinopse - Como libertar nosso corpo-palavra? Poetizar os sons, lapidar as letras até a rima primeira, indizível? Encontrar em meio aos garranchos acumulados no tempo aquele primeiro nome escrito antes da vida? Como reescrever outros textos livres nesse corpo já desertado, esvaziado, roubado de sua alma, desnudando sua densidade, textura, viscosidade, chegando ao outro como ele mesmo, arquétipo coletivo, totalmente despido e onde tudo cabe mais uma vez, exalando palavras invisíveis sem língua, liberando forças inconscientes que circulam à flor da pele? A performance proposta pela bailarina Silvia Góes é uma busca, um corpo que procura o seu avesso, proporcionando novas descobertas a cada contato, a cada encontro... Corpo não-eu, corpo tu, corpo nós, corpo sermos e não-sermos, gerundiando a lida.

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Terça, 08 Fevereiro 2011 18:51

Cia Artefolia seleciona bailarinos

ARTEFOLIA_0231A Cia de Dança Artefolia, que desde 1993 vem escrevendo parte da história da dança no Recife, realiza audição nesta sexta-feira (11) para escolher os bailarinos que passarão a integrar o elenco (principal e suplente) do grupo. Foram abertas seis vagas e as inscrições são gratuitas.

Os interessados devem ter experiência em dança popular e contemporânea e precisam enviar currículo artístico com foto para O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. . Está programada também a participação em uma aula prática para avaliação e ainda a apresentação de uma coreografia individual de frevo, com até dois minutos de duração. Outro ritmo popular será sorteado na ocasião para execução de movimentos livres, possibilitando que o desempenho de cada candidato seja melhor avaliado.

A audição acontecerá no Espaço Em Comum (antigo Espaço Experimental), situado à Rua Tomazina S/N – Recife Antigo, das 19h às 22h.

Para os selecionados, os ensaios terão início no dia 15 de fevereiro e os bailarinos do elenco principal participarão das apresentações da Cia de Dança Artefolia a partir de março.

Fundada em 1993, como um desdobramento da metodologia brasílica de dança, instituída pelo Balé Popular do Recife, a Cia Artefolia investe em ações contínuas de cruzamento de linguagens, desenvolvendo uma pesquisa que dialoga com a dança contemporânea, o teatro e o vídeo.

Aproveitando elementos das tradições populares, mas optando por uma cenificação contemporânea, a Cia de Dança Artefolia construiu um vocabulário próprio de dança popular, com linhas bem definidas e uma trajetória marcada por processos de criação que privilegiam o espaço do convívio multidisciplinar.

 

Informações: 81 | 32241482 | 87011746

www.artefolia.com | O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

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Sexta, 10 Dezembro 2010 15:54

A dança que inclui

O Núcleo de Formação em Dança, projeto do Grupo Experimental que oferece formação para bailarinos de Pernambuco desde 2004, mostra os resultados obtidos pelos alunos nesta sexta (10), às 14h, no Nascedouro de Peixinhos, em Olinda.

O projeto funciona a partir de uma parceria com a Secretaria da Juventude e Emprego. “Dos jovens que entraram no ano passado, 15 estão a caminho da profissionalização no centro do Espaço Experimental”, diz a bailarina e coreógrafa Mônica Lira, idealizadora do projeto. O objetivo é oferecer formação básica em dança contemporânea gratuita a adolescentes e jovens, focando no desenvolvimento técnico e humano.

Um dos professores do grupo é Fábio Alexandre Gomes, 26 anos, morador do bairro de Brasília Teimosa, no Recife. O sonho de ser baliarino começou aos 19 anos, mas como precisava ajudar nas contas de casa tinha que dividir o seu tempo entre o trabalho e as desejadas aulas. Mesmo assim insistiu. Era o seu primeiro contato com a dança e iniciou o ensaio dos primeiros passos no grupo evangélico da sua comunidade.

No ano passado, Fábio entrou no Núcleo de Formação em Dança oferecido pelo Grupo Experimental. Surpreendeu e rapidamente foi chamado para compor o elenco do Núcleo Experimental, o primeiro grupo profissional nascido do projeto social, que desde 2004 vem investindo na formação de novos talentos, oriundos das comunidades da periferia, utilizando a dança como instrumento de inclusão e alternativa de profissionalização. Atualmente Fábio vive da dança e contribui em casa, onde mora com a tia e dois primos, com os pagamentos recebidos pelas aulas e cachês das apresentações. Hoje ele é um dos professores do Núcleo de Formação nas Comunidades, que reúne 350 alunos em vários bairros da periferia.

“Para mim foi um grande presente. É bom dar aula para esses meninos e meninas falando da minha própria experiência. Cheio de verdade. Sinto que tenho a força de fazê-los acreditar que eles podem mais, usando o meu exemplo de vida”, diz Fábio. Ele tem 20 alunos, em Ponte dos Carvalhos e Arthur Lundgren. Além destas localidades, são beneficiadas pelo Núcleo de Formação nas Comunidades também jovens de Boa Viagem, Pina, Imbiribeira, Prazeres, duas turmas no Ibura de Cima, Jordão Alto, UR-6, Várzea, Nova Descoberta e Peixinhos, totalizando 13 turmas.

Os outros professores todos foram formados pelo projeto. Alguns deles já integram o Núcleo Experimental ao lado de Fábio, com histórias parecidas, que colocam a dança no foco de uma nova vida, são eles Anderson Noberto, Cleisson Barros, Fernando Bezerra, Gardênia Coleto, Inaê Silva, Joelma Tavares, Jorge Kildery, Julyanne Rocha, Marcela Felipe, Márcio Nascimento, Paulo Fernando, Rafaela Silva e Taíne Araújo. O Núcleo Experimental foi apresentado como grupo profissional a partir deste ano.

OUTRAS HISTÓRIAS - Os bailarinos Ramon Milanez, Jennyfer Caldas, Everton Gomes e Daniel Silva atualmente integram o Grupo Experimental, dividindo o palco com a própria Mônica Lira e outros profissionais experientes e todos foram “crias” do Núcleo de Formação. “Em 2004, 2005, 2006, 2007 e 2008, as atividades estavam focadas no Espaço Experimental, no Recife Antigo e chamávamos o projeto apenas de Núcleo de Formação em Dança. Em 2009 expandimos para várias localidades graças a uma parceria com a Secretaria da Juventude, através do edital do Governo Presente, e conseguimos reunir 200 alunos. Este ano foram 350”, comemora Mônica.

SERVIÇO:

Espetáculo do Núcleo de Formação nas Comunidades do Grupo Experimental

Quando: Sexta-feira (10)

No Nascedouro de Peixinhos, às 14h

Gratuito

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porto
A professora de dança e artes cênicas Aíla Machado dá aulas a crianças e jovens em oficinas promovidas pela Viva Rio Haiti (Marcello Casal Jr/ABr)

Por Vitor Abdala, da Agência Brasil

Em amplo terreno na localidade de Bel Air, na capital haitiana Porto Príncipe, funciona a sede da organização não governamental Viva Rio Haiti, uma espécie de subsidiária da ONG carioca, criada entre 2006 e 2007. Lá, o português é uma das línguas mais faladas.

Entre outras atividades oferecidas pela organização estão oficinas de capoeira e dança para crianças e jovens haitianos da região de Bel Air, considerada uma das mais perigosas de Porto Príncipe. Entre os alunos da oficina de dança está Eliana Brignol, de 11 anos, moradora de um acampamento desde que o terremoto de janeiro destruiu a casa onde vivia.

A menina conta que começou a frequentar a oficina porque não tinha nada para fazer depois da escola. “Aqui, pelo menos, eu danço e faço amigos. Meus pais me apoiam porque têm confiança de que esse projeto pode trazer alguma coisa boa para mim”, conta.

Bertine Role, de 23 anos, também participa das oficinas da ONG brasileira. Desde o terremoto de janeiro, ela não mora mais em Bel Air porque, depois da destruição de sua casa, teve que morar com parentes em outra cidade, próxima a Porto Príncipe. Mesmo assim, não deixa de retornar ao antigo bairro para participar da oficina de dança.

“Depois de passar por uma catástrofe como foi o terremoto, tive que encontrar algum lazer, alguma coisa para combater o estresse, por isso venho para a oficina da Viva Rio”, disse a haitiana.

Nazaire Katsu, de 32 anos, é um dos homens que participam da oficina. Ex-dançarino de hip hop, ele decidiu participar da atividade, que ensina danças tradicionais haitianas com um toque brasileiro. “Muita gente que eu conhecia perdeu a vida no terremoto. Fiquei muito triste. Então, achei importante fazer uma atividade como essa”, disse.

O haitiano mora em Bel Air com a mulher e o filho. Depois que sua casa foi destruída pelo terremoto, ele usou as habilidades de artesão para construir um novo lar, de madeira, para abrigar a família no acampamento onde vive.

Apesar do desastre que marcou sua vida e dos problemas do país, Nazaire diz que gosta do Haiti e que pretende continuar morando ali. “Essa é a minha terra natal. É aqui onde tenho minha vida. Acho que essas eleições poderiam nos dar um bom governo, que fosse capaz de ajudar todos os haitianos que precisam”, disse.

Bertine também diz que pretende continuar vivendo no Haiti, apesar de todas as dificuldades, e aposta suas fichas no novo governo. “Temos muitos problemas de segurança, de lixo e de falta de escolas, de hospitais e de universidades. Mas, para mim, o país é bom, porque nasci aqui. Precisamos de alguém que organize as coisas”.

A pequena Eliana Brignol não manifesta tanto otimismo quanto seus colegas mais velhos. “Não gosto de morar no Haiti porque aqui tem muitos criminosos, que atiram nas pessoas. As crianças não podem comer bem e há pais que não conseguem pagar uma escola para seus filhos”, diz a menina, acrescentando que gostaria de morar no Brasil, desejo compartilhado pela colega Wood-Line Joseph.

Publicado em Viva Mundo

A partir desta semana, artistas e produtores da área da dança e representantes dos poderes públicos e da sociedade civil estarão reunidos em uma série de seminários que passará por várias cidades de Pernambuco: Petrolina, Surubim, Garanhuns (Buíque), Bodocó, Camaragibe, Palmares, Jaboatão dos Guararapes, Triunfo, Caruaru, Limoeiro, Arcoverde e Tuparetama.

A programação da Plataforma Itinerante tem início pelo Vale do São Francisco, reunindo os representantes da linguagem artística da dança que atuam nos municípios da região em Petrolina, nesta segunda-feira (16) e na terça-feira (17), durante todo o dia, no SESC Petrolina.

Organizada pelo Movimento Dança Recife e pela OSCIP Organização Trajetória Mundial (OTM), com financiamento do Ministério da Cultura (Minc), a Plataforma Itinerante tem o objetivo levar a discussão sobre as políticas públicas às doze Regiões de Desenvolvimento do Estado de Pernambuco. E assim realizar um intercâmbio para um maior conhecimento dos editais, formas de acessar os financiamentos de projetos artísticos e de pesquisa; fortalecendo a área da dança e proporcionando um crescimento para atrair mais investimentos para o setor.

 A Plataforma de Dança já acontece desde 2005, mas este ano, pela primeira vez, ganha o caráter itinerante. Cada seminário terá 40 vagas. Em Petrolina já estão todas preenchidas, mas as inscrições estão abertas para as demais localidades. “A ideia é que com os resultados finais, documentos, mapeamento de formas de incentivo em cada macrorregião e entendimento e potencialização dos editais em âmbito nacional, estadual e municipal, possamos gerar uma publicação”, diz Marília Rameh, uma das coordenadoras do Movimento Dança Recife.

Todas as áreas da dança serão contempladas nas discussões e estão representadas no Movimento: dança popular, clássica, dança contemporânea, dança de salão, performance, Hip Hop etc.

Em seis anos de atuação, o Movimento Dança Recife vem colecionando algumas conquistas para o setor da dança. “Hoje já temos gestores específicos da área de dança ocupando cargos importantes no setor público, em alguns editais a rubrica em dança, independente, já está contemplada, conseguimos levar o curso de Dança para a Universidade Federal de Pernambuco com a mobilização de muita gente e é fato a mudança no cenário de produção da dança em Pernambuco, que hoje atingiu um grau de profissionalização já bem fortalecido”, enfatiza Marília Rameh.

O próximo encontro será nos dias 28 e 29 de agosto, em Surubim. Os demais estão programados entre setembro e novembro.

Mais informações e inscrições podem ser obtidas pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ou pelo telefone (81) 8704.1746.

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Com informações da Agência da Boa Notícia, em Fortaleza

Os companheiros da Agência da Boa Notícia, em Fortaleza (CE), realizam um trabalho assemelhado ao do Blog Viva Pernambuco, contribuindo para a propagação de notícias construtivas, dentro da perspectiva de mídia de paz.

Entre as notícias que apresentaram nesta semana que passou, uma delas destaca a vitória de Regilane Fabrício, de apenas 15 anos, do Grupo Bailarinos de Cristo e Amor (BCAD), que conquistou o “Grand Prix de Barcelona”.

Ela ficou em primeiro lugar na apresentação solo do concurso realizado na cidade de Girona. Regilane veio de família pobre na comunidade de Bela Vista, em fortaleza.  O pai é pintor e a mãe trabalha como dona de casa. Regilane viajou em turnê pela Europa com a CIA de Dança Janne Ruth e corpo de baile BCAD

História - Desde a infância Regilane já sonhava em ser bailarina. Aos 9 anos ficou sabendo do BCAD onde se destacou pela estrutura do seu corpo e pela dedicação à dança. Com os prêmios conquistados, veio a possibilidade de estagiar na CIA de dança Janne Ruth e a oportunidade para representar o Brasil pelo mundo.

“Essa viagem foi uma experiência única em minha vida, conheci a Suíça e a Espanha e ainda recebi o melhor prêmio de minha carreira, meus pais ficaram muito felizes e orgulhosos de mim”, comemora Regilane.

Segundo Janne Ruth, coreógrafa e fundadora do BCAD, Regilane tem o biotipo perfeito para a dança. “O corpo é peça fundamental para se destacar no balé e Regilane nasceu com os atributos necessários, antes mesmo de entrar no projeto ela já possuía uma boa elasticidade nas pernas, como ela tem poucas no Brasil”.

A companhia competiu no Gran Prix com nove coreografias em diversas modalidades. Além do clássico solo a CIA recebeu ainda o primeiro lugar no conjunto moderno “Pensando em ti” e um segundo lugar com o conjunto contemporâneo “Woodox”, ficando atrás apenas do conjunto de Cingapura. Países dos cinco continentes estavam presentes no evento.

A turnê pela Europa passou também pela Suíça onde o grupo realizou cinco apresentações no Teatro Municipal Grabenhalle e na Universidade de St. Gallen. Por volta de 500 pessoas puderam assistir o espetáculo “No Nordeste é assim”, que tem a direção geral da Janne Ruth, a direção artística de Graco Alves e conta com 12 bailarinos.

Ainda na Suíça, no povoado de Sulgen, mais de 250 crianças de uma escola municipal assistiram ao espetáculo “No Nordeste é assim” e o “Sambor”. “O resultado foi tão positivo, que no final tivemos um momento de interação com as crianças, todas subiram no palco para aprender a dançar o samba” diz Andres Perdomo, técnico e tradutor do BCAD.

O Projeto BCAD nasceu no ano de 1994 com o objetivo de transformar a realidade de crianças e adolescentes pobres por meio da dança. Hoje o projeto desenvolve quatro grandes programas, “Arte e construção da cidadania”, “Arte e movimento pela vida”, “Brincando, criando, dançando e aprendendo” e “Ação e cidadania”. Além da dança as crianças recebem reforço escolar, aula de teatro, música, e esportes. Já passaram pelo BCAD mais de 11 mil crianças sendo 440 por ano. O BCAD fica localizado no bairro da Bela Vista, em Fortaleza.

Contato:

Grupo Bailarinos de Cristo Amor e Doações (BCAD) - 85 3482 0510

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