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Linha Editorial

  • "Mídia Construtiva é também lançar o olhar crítico sobre problemas, apontar falhas, denunciar. Contribuindo para a corrente que tenta transformar o negativo em positivo."

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agentejovem_mat01O Ministério da Cultura prorrogou até o dia 29 de fevereiro o prazo para os interessados se inscreverem no edital Prêmio Agente Jovem de Cultura: Diálogos e Ações Interculturais. Por meio da Secretaria de Cidadania Cultural, o MinC vai premiar 500 iniciativas de jovens entre 15 e 29 anos. As inscrições para a premiação foram abertas no dia 15 de dezembro de 2011.

O edital é uma parceria entre o MinC – que investirá R$ 2,9 milhões – e os ministérios da Saúde (R$ 1 milhão) e do Desenvolvimento Agrário (R$ 600 mil), além da Secretaria-Geral da Presidência da República/Secretaria Nacional de Juventude (R$ 500 mil).

Podem concorrer ao prêmio iniciativas existentes e já concluídas nas áreas de comunicação, tecnologia, pesquisa, formação cultural, produção artística, intercâmbio e sustentabilidade. Cada selecionado irá receber premiação no valor de R$ 9 mil. Os premiados poderão se inscrever de acordo com a faixa etária: serão 200 bolsas para jovens entre 25 e 29 anos, número igual para aqueles que têm entre 18 e 24 anos e outras 100 para os jovens de 15 a 17 anos. As inscrições poderão ser feitas pela internet, por meio do SalicWeb, ou pelos Correios. O MinC lembra aos interessados que as inscrições online só serão efetivadas depois que o inscrito clicar no botão “Enviar”.

O edital terá duas fases: habilitação das propostas (análise documental eliminatória) e seleção (eliminatória e classificatória). Os projetos serão avaliados a partir dos seguintes critérios: criatividade, inovação e boas práticas; impacto social da iniciativa; comprovação da qualidade e efetividade das estratégias de comunicação e de estratégias que promovam o empoderamento para o autocuidado; sustentabilidade valorização da cidadania e da diversidade cultural brasileira.

Para a secretária de Cidadania Cultural do MinC, Márcia Rollemberg, é importante identificar e valorizar o que vem sendo feito por jovens que trabalham com a cultura no Brasil. “Esse prêmio é o primeiro passo de um processo de ação mais ampla e permanente, que vai envolver trabalhos de fortalecimento da formação do agente jovem de cultura, incluindo bolsas de formação, com uma parceria, também, do Ministério da Educação (MEC)”, diz a secretária.

As informações sobre o edital estão disponíveis no www.cultura.gov.br/culturaviva.

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O Ministério da Cultura, por meio da Secretaria do Audiovisual, já divulgou, na edição do Diário Oficial da União desta segunda-feira (13), a lista dos projetos deferidos e indeferidos no Concurso de Apoio à Produção de Obras Cinematográficas Inéditas, de Micrometragem, do Gênero Animação, com a temática “Consumo Sustentável e Biodiversidade” – Cine Ambiente 

O edital – que vai apoiar a produção de dez obras cinematográficas, com orçamento individual no valor de até R$ 20 mil cada, com duração de um minuto – é uma iniciativa do Ministério da Cultura, por meio da Secretaria do Audiovisual, e o Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental.

A ideia é despertar na sociedade um olhar crítico, estimulando a busca de soluções e novos comportamentos sobre a questão socioambiental, contribuindo também para a produção de campanhas televisivas sobre a temática. A principal janela de exibição será no circuito Tela Verde do MMA e as TVs públicas.

Veja a lista publicada no DOU nos links I, II e III.

Fonte: MinC

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Série De Virada recebeu R$ 1 milhão do Ministério da Cultura e retrata a economia da cultura como instrumento de geração de trabalho e renda, especialmente para jovens de periferias

Retratar iniciativas que mostram o potencial da cultura como geradora de trabalho e renda e, assim, instrumento de transformação social e individual em regiões carentes. Esse é objetivo da série televisiva De Virada, uma produção do Ministério da Cultura, por meio do Programa Mais Cultura, realizada em parceria da Rede TAL – Televisão América Latina.

A série vai ser lançada nesta terça-feira (7), às 20h, pela secretária de Articulação Institucional do MinC e coordenadora do Mais Cultura, Silvana Meireles, no Museu do Estado de Pernambuco. O evento integra a programação do Encontro de TVs Públicas e Culturais da América Latina, que acontece no Recife até o próximo dia 8.

A produção custou pouco mais de R$ 1 milhão e será distribuída, mediante parcerias, a emissoras da América Latina e Europa, além de exibida via internet. São 10 episódios de 30 minutos que contam histórias como a do cineasta Lula Gonzaga de Recife. Ele organizou o Ponto de Cultura de Animação da Caatinga, a primeira iniciativa sociocultural responsável por formar jovens profissionais na arte da animação.

Outro projeto sociocultural retratado vem do Norte do país. O engenheiro eletrotécnico Miguel Chikaoka fundou a Associação Fotoativa em 1984, um programa de ensino, pesquisa e difusão de atividade fotográfica que levou Belém do Pará ser uma referência da fotografia brasileira contemporânea.

O De Virada é focado em jovens que residem em periferias de grandes centros urbanos de todo país e que, a partir de iniciativas socioculturais, conseguiram transformar a vida familiar e a comunidade. A série documenta casos nos mai diferentes segmentos culturais: design, audiovisual, artesanato, música, cultura hip-hop, dança, fotografia e moda.

Aproximação cultural – A TAL é uma rede de intercâmbio e divulgação de produções audiovisuais com o objetivo de promover maior aproximação cultural entre os países latino-americanos. Entre seus mais de 200 associados estão canais de TV, instituições culturais e produtores independentes que compartilham programas audiovisuais de forma colaborativa e solidária, em 21 países da América Latina e da Península Ibérica.

Serviço: Lançamento da série De Virada

Quando: Nesta terça-feira (7), às 20h

Onde: no Museu do Estado de Pernambuco, Rui Barbosa, 960 – Graças, Recife – PE

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Quarta, 24 Novembro 2010 19:51

Cine Ambiente tem inscrições prorrogadas

cie3As inscrições para o o Concurso de Apoio à Produção de Obras Cinematográficas Inéditas, de Micrometragem, do Gênero Animação, com a temática “Consumo Sustentável e Biodiversidade” – Cine Ambiente  foram prorrogas até o dia 26 de novembro deste ano.

O edital – que vai apoiar a produção de dez obras cinematográficas, com orçamento individual no valor de até R$ 20 mil cada, com duração de um minuto – é uma iniciativa do Ministério da Cultura, por meio da Secretaria do Audiovisual, e o Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental.

A ideia é despertar na sociedade um olhar crítico, estimulando a busca de soluções e novos comportamentos sobre a questão socioambiental, contribuindo também para a produção de campanhas televisivas sobre a temática. A principal janela de exibição será no circuito Tela Verde do MMA e as TVs públicas.

Confira a portaria http://www.in.gov.br/visualiza/index.jsp?data=23/11/2010&jornal=1&pagina=15&totalArquivos=120.

Para se inscrever, os concorrentes deverão apresentar suas propostas mediante a entrega de:

  *   Requerimento de Inscrição;

 *   Projeto Técnico de Curta-Metragem de Animação;

 *   Currículo do diretor;

 *   Autorização de Cessão de Direitos Autorais, quando o roteiro for desenvolvido a partir de obra de terceiro;

 *   Autorização de uso de arquivos de imagens e/ou sons, cujo titular de direitos patrimoniais não seja o proponente;

 O Requerimento de Inscrição deverá ser remetido impresso e assinado pelo diretor e/ou produtor concorrente, acompanhado dos documentos citados acima, e seis vias do Projeto Técnico de Micrometragem de Animação para o seguinte endereço:

CAIXA POSTAL Nº 09668

CONCURSO CINE AMBIENTE

BRASÍLIA – DF / CEP: 70040-976

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visita-ao-muncab-009Por Taíza Brito, com informações do Ministério da Cultura

Salvador estará em festa nesta segunda-feira, 22 de novembro. Dois dias após o Dia da Consciência Negra, o ministro da Cultura, Juca Ferreira, assinara na capital soteropolitana a liberação de R$ 3,8 milhões da primeira parcela do convênio que apoiará o Museu Nacional da Cultura Afrobrasileira (Muncab), no Centro Histórico de Salvador.

Estarão presentes à solenidade o governador da Bahia, Jaques Wagner, e o presidente da Sociedade Amigos da Cultura Afrobrasileira (Amafro), José Carlos Capinan. Ainda este ano, o museu receberá mais R$ 1,8 milhão e, para 2011, está prevista a liberação de outros R$ 4,3 milhões, num total de aproximadamente R$ 10 milhões.

A cerimônia começa com uma coletiva de imprensa às 16h, na sede do Muncab, antigo prédio do Tesouro. Logo depois será celebrado o convênio entre o MinC e a Amafro e, em seguida, apresentações musicais encerram a cerimônia. Haverá shows de Carlinhos Brown, Olodum, Ilê Ayiê, entre outros.

O Muncab ocupará também a antiga sede do Pronto-socorro Municipal. Os dois prédios estão sendo restaurados, numa ação que faz parte do processo de revitalização do Centro Histórico. A proposta de construir um museu afrobrasileiro no Estado com maior população negra do Brasil foi da Amafro e já há um planejamento de ações até 2020.

O museu deve funcionar como um centro de referências e articulação de memórias locais e nacionais. Diversas comunidades do entorno do Muncab já foram consultadas e acordaram em funcionar em rede com o museu, que divulgará as memórias preservadas por elas.

Os prédios do Tesouro do Estado e do antigo Pronto-socorro Municipal são imagens representativas da vida de Salvador. Os edifícios foram construídos na década de 20, durante o governo Seabra, com a mesma técnica, porém em estilos arquitetônicos diferentes. Ambos estão sendo restaurados com recursos do Ministério da Cultura.

O investimento na recuperação dos imóveis é de mais de R$ 2 milhões. Depois de restaurados e modernizados, os prédios deverão receber plenamente o Museu Nacional da Cultura Afrobrasileira (Muncab).

Mesmo em obras, já foi realizada uma exposição sobre as proximidades culturais entre Benin e Brasil, de novembro de 2009 a janeiro de 2010, intitulada “O Benin está vivo ainda lá”, com curadoria de Emanoel Araújo. O acervo do museu contará com obras vindas da Universidade Federal da Bahia (UFBA), do Centro de Estudos Afro-Orientais e da Fundação Pierre Verger.

Serviço:

Cerimônia de assinatura da ordem de empenho do apoio do MinC ao Muncab

Segunda-feira, 22 de novembro de 2010, 16h

Sede do Muncab: Rua do Tesouro, s/nº, Centro Histórico de Salvador (próximo ao Terminal da Rua Chile) – Bahia

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memorial2Documentos raros que remetem a diversos capítulos da história cultural brasileira podem a partir de agora ser consultados em todo o mundo via web. Os itens, que fazem parte do acervo do Centro de Documentação e Informação da Fundação Nacional de Artes (Cedoc/Funarte), começaram a ser difundidos graças ao projeto Brasil Memória das Artes. Os resultados desse trabalho foram apresentados nesta segunda-feira, 8 de novembro, no Centro de Convenções da Universidade Federal de Pernambuco, no Recife.

Criado pela Funarte e viabilizado com patrocínio da Petrobras, do Itaú Cultural e da CSN, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, o projeto permitiu que fotos, filmes, desenhos, publicações, partituras, arquivos sonoros e textos fossem higienizados, acondicionados, catalogados, digitalizados e, enfim, lançados na rede.

Entre as coleções que vêm sendo colocadas ao alcance dos internautas, merece destaque a que se refere ao teatro de revista brasileiro e seu principal representante, o produtor Walter Pinto. Com coreografias, cenários e figurinos grandiosos, coro e orquestra numerosos, os espetáculos da companhia de Walter Pinto fizeram sucesso entre os anos 1940 e 1960 e renovaram o gênero da revista. O acervo inclui programas, textos, partituras, fotos e propagandas de espetáculos.

O material está disponível em uma área exclusiva do Portal das Artes. O espaço, que recebeu o nome do Brasil Memória das Artes, guarda materiais diversos sobre outros grandes nomes das artes brasileiras, como Cartola, Nelson Rodrigues e Augusto Boal. O conteúdo, formado por itens das coleções Foto Carlos, João Ângelo Labanca, Projeto Pixinguinha e Série Depoimentos, entre muitas outras, está contextualizada por textos e vídeos inéditos, produzidos pela equipe do Portal.

A coleção do Cedoc é ampliada constantemente, com doações de novos itens. Muitas vezes, são os próprios artistas e pesquisadores, ou seus familiares, que confiam à Funarte a salvaguarda de acervos pessoais. Devido a essa dinâmica, o Brasil Memória das Artes foi criado como um projeto de ação continuada para difusão das artes brasileiras. Ao desvelar seu acervo, que até então só podia ser consultado em visitas à Biblioteca Edmundo Moniz, no Rio de Janeiro, a Funarte oferece a pesquisadores de todo o mundo um importante instrumento de trabalho.

Os arquivos do Cedoc vêm sendo digitalizados desde 2000, mas boa parte do material ainda é inédita na web. Exemplo disso são os áudios dos shows do Projeto Pixinguinha, gravados desde 1977 e agora disponibilizados na rede. A primeira iniciativa de difusão de acervo foi feita em 2006, quando a Funarte pôs na internet o Canal Virtual, que reunia acervo sonoro e fotográfico. O final do ano de 2009 foi marcado pelo lançamento do Portal das Artes, que ampliou o acesso aos conteúdos do Cedoc e integrou os ambientes on-line da Funarte.

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Terça, 26 Outubro 2010 15:48

Aberta seleção para Feira Música Brasil

feiraMais de 30 atrações serão selecionadas pela FMB, uma iniciativa do Ministério da Cultura. O evento terá cinco dias de shows gratuitos em Belo Horizonte e movimentará o mercado da música, em dezembro

Artistas e bandas brasileiras interessadas em tocar nos palcos Feira Música Brasil (FMB) este ano têm até às 23h59 do dia 5 de novembro para se inscreverem no edital, que se encontra disponível no site www.feiramusicabrasil.com.br.

A terceira edição da FMB selecionará mais de 30 atrações, entre música popular (artistas solo, bandas e DJs) e erudita (conjuntos de câmara), sendo 20% das vagas destinadas a artistas do Estado de Minas Gerais, sede do evento, que acontece de 8 a 12 de dezembro, na cidade de Belo Horizonte.

Somente serão aceitas as inscrições realizadas pela internet. Para se inscrever é preciso: três músicas em MP3, link para vídeo, release, uma foto, links das redes sociais, rider técnico e mapa de palco. A inscrição é gratuita e as apresentações dos selecionados também serão gratuitas, ou a preços populares, e abertas ao público. Além dos artistas editados, também irão tocar na FMB músicos convidados e homenageados.

Na edição de 2009, realizada na cidade do Recife, subiram aos palcos da FMB os artistas editados: A Trombonada, André Abujamra, Anna Ratto, Aurinha do Coco, Banda Naurêa, China, Cidadão Instigado, Daniel Migliavacca, DJ Dolores, Fabiana Cozza, Fino Coletivo, Josildo Sá, Júpiter Maçã, Kassin, Macaco Bong, Milocovik, Mundo Livre S/A, Murilo da Rós, Nina Becker, Orquestra Contemporânea de Olinda, Paula Morelenbaum, Samba de Rainha, Silvia Machete e Wilson das Neves.

Além de uma série de shows, a FMB 2010 levará à capital mineira palestras, painéis, estandes, mostras audiovisuais e de tecnologia, capacitações e encontros de negócios entre artistas, associações e profissionais do mercado nacional e internacional de música. O objetivo é abranger todos os ritmos e estilos nacionais, bem como todos os ramos do mercado musical.

Sobre a FMB -  A FMB é uma iniciativa do Ministério da Cultura realizada pelo Centro de Música da Funarte (CEMUS) com a parceria do Conselho Rede Música Brasil, formado por 15 associações nacionais que representam os diferentes elos da cadeia criativa e produtiva da música, e conta com os apoios da Prefeitura de Belo Horizonte e do Governo de Minas Gerais. Idealizada em 2006 e realizada, pela primeira vez, em fevereiro de 2007, na cidade do Recife, a FMB foi o primeiro evento realizado pelo Programa de Desenvolvimento da Economia da Cultura (Prodec), com o objetivo de impulsionar a economia da cultura no País, aprovado dentro do Plano Plurianual, do Governo Federal.

O Conselho Rede Música Brasil é formado, atualmente, pelas seguintes associações: Academia Brasileira de Música (ABM), Associação Brasileira da Música Independente (ABMI), Associação Brasileira de Educação Musical (ABEM), Associação Brasileira de Empresários de Artistas (ABEART), Associação Brasileira de Festivais Independentes (ABRAFIN), Associação Brasileira de Produtores de Discos (ABPD), Associação das Rádios Públicas (ARPUB), Brasil Música & Artes (BM&A), Casas Associadas, Central Única das Favelas (CUFA), Circuito Fora do Eixo (CFE), Federação das Cooperativas de Música do Brasil (FCMB), Federação Nacional dos Músicos Profissionais do Brasil (Fenamusi), Fórum Nacional da Música (FNM), Música Para Baixar (MPB) e União Brasileira das Editoras Musicais (UBEM).

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memorial2Documentos raros que remetem a diversos capítulos da história cultural brasileira podem a partir de agora ser consultados em todo o mundo via web (http://www.funarte.gov.br/brasilmemoriadasartes/). Os itens, que fazem parte do acervo do Centro de Documentação e Informação da Fundação Nacional de Artes (Cedoc/Funarte), começaram a ser difundidos graças ao projeto Brasil Memória das Artes. Os resultados desse trabalho serão apresentados em evento na Representação Nordeste do Ministério da Cultura, no Recife (PE), na próxima quarta-feira, 20 de outubro. A abertura acontece às 19h.

Criado pela Funarte e viabilizado com patrocínio da Petrobras, do Itaú Cultural e da CSN, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, o projeto permitiu que fotos, filmes, desenhos, publicações, partituras, arquivos sonoros e textos fossem higienizados, acondicionados, catalogados, digitalizados e, enfim, lançados na rede.

Entre as coleções que vêm sendo colocadas ao alcance dos internautas, merece destaque a que se refere ao teatro de revista brasileiro e seu principal representante, o produtor Walter Pinto. Com coreografias, cenários e figurinos grandiosos, coro e orquestra numerosos, os espetáculos da companhia de Walter Pinto fizeram sucesso entre os anos 1940 e 1960 e renovaram o gênero da revista. O acervo inclui programas, textos, partituras, fotos e propagandas de espetáculos.

O material está disponível em uma área exclusiva do Portal das Artes. O espaço, que recebeu o nome do Brasil Memória das Artes, guarda materiais diversos sobre outros grandes nomes das artes brasileiras, como Cartola, Nelson Rodrigues e Augusto Boal. O conteúdo, formado por itens das coleções Foto Carlos, João Ângelo Labanca, Projeto Pixinguinha e Série Depoimentos, entre muitas outras, está contextualizada por textos e vídeos inéditos, produzidos pela equipe do Portal.

A coleção do Cedoc é ampliada constantemente, com doações de novos itens. Muitas vezes, são os próprios artistas e pesquisadores, ou seus familiares, que confiam à Funarte a salvaguarda de acervos pessoais. Devido a essa dinâmica, o Brasil Memória das Artes foi criado como um projeto de ação continuada para difusão das artes brasileiras. Ao desvelar seu acervo, que até então só podia ser consultado em visitas à Biblioteca Edmundo Moniz, no Rio de Janeiro, a Funarte oferece a pesquisadores de todo o mundo um importante instrumento de trabalho.

Os arquivos do Cedoc vêm sendo digitalizados desde 2000, mas boa parte do material ainda é inédita na web. Exemplo disso são os áudios dos shows do Projeto Pixinguinha, gravados desde 1977 e agora disponibilizados na rede. A primeira iniciativa de difusão de acervo foi feita em 2006, quando a Funarte pôs na internet o Canal Virtual, que reunia acervo sonoro e fotográfico. O final do ano de 2009 foi marcado pelo lançamento do Portal das Artes, que ampliou o acesso aos conteúdos do Cedoc e integrou os ambientes on-line da Funarte.

O evento de apresentação dos primeiros resultados do Brasil Memória das Artes acontecerá também em São Paulo (21/10), no Rio de Janeiro (22/10), em Belo Horizonte (25/10) e em Brasília (26/10).

Serviço:

Brasil Memória das Artes no Recife
Data: 20 de outubro, quarta-feira, às 19h
Local: Representação Regional Nordeste do Ministério da Cultura
Rua do Bom Jesus, n° 237
Bairro do Recife - Recife/PE

 

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pretosnovos1Olha que notícia interessante trazida pela Agência Brasil: O Cemitério dos Pretos Novos, casa colonial localizada na zona portuária do Rio de Janeiro que guarda um rico acervo sobre a memória da escravidão do Brasil, vai receber nesta semana um prêmio do Ministério da Cultura, em Brasília. O reconhecimento é merecido e se deve ao trabalho realizado no centro cultural há 14 anos em contar a história da relação Brasil-África.

No local foram encontrados restos mortais de africanos escravizados no século 18, que não resistiram ao tráfico e foram ali enterrados, antes mesmo de serem vendidos no principal mercado de cativos do país, na mesma região.

Descoberto por acaso, o cemitério foi transformado em centro cultural em 2006. Reconhecido por suas oficinas de história para professores, estudantes e guias turísticos, o centro cultural atendeu, só neste ano, cerca de 400 alunos.

A descoberta do Cemitério dos Pretos Novos, como é conhecido o lugar, foi feita por Merced Guimarães e seu marido, há 14 anos, quando eles reformavam a casa em que moravam e que hoje é o centro cultural. O fato surpreendeu aos donos do imóvel e a historiadores, deu origem a inúmeras pesquisas e fez com que Merced e o marido transformassem o local num símbolo "do holocausto dos negros". Merced define assim o centro cultural numa referência à escravização de africanos que, no Brasil, resultou na morte de milhares deles.

"Encontramos o cemitério, que era tido como uma lenda. Representa um história rica, de relação com a África, marcada por um holocausto, um crime contra a humanidade", destacou Merced, que é diretora-presidente da instituição.

Agora, ela pretende investir o dinheiro do prêmio na melhoria da infraestrutura do  centro cultural, que passa por dificuldades financeiras. Segundo Merced, os recursos serão aplicados na organização da parte administrativa, na montagem de uma biblioteca e para o pagamento de parte das despesas. "Incentivamos a educação. O conhecimento do passado para o presente, mas temos que pagar contas", disse. A instituição cultural funciona como Ponto de Cultura, iniciativa cultural da sociedade civil que conta com recursos do governo federal em parceria com o governo estadual.

O Cemitério dos Pretos Novos está localizado entre os bairros da Saúde, Gamboa e Santo Cristo, correspondente ao entreposto conhecido como Valongo, por onde os historiadores estimam a passagem de cerca de 1 milhão de africanos escravizados. No local, os estudos indicam que os escravos eram enterrados em covas coletivas e muitos até mesmo vivos, por estarem doentes.

Até os dias atuais, a zona portuária é marcada pela história da escravidão. A região é chamada de Pequena África e abriga o monumento A Pedra do Sal, núcleo simbólico do trabalho dos estivadores, negros recém-libertos, e que também faz referência à origem do samba. No bairro, está ainda o Centro Cultural José Bonifácio, de referência à cultura afro-brasileira.

Sem dúvida uma boa opção de roteiro para quem visitar o Rio de Janeiro ou mora na capital fluminense e tem interesse no assunto.

 

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redes-sociais3Trair a namorada dá Aids? A vacina contra a gripe suína tem mercúrio? Imunizar grávidas pode levar à morte? Se você achou as perguntas acima um tanto quanto exageradas, acredite, elas são bastante comuns. E aparecem em um dos lugares mais ricos em quantidade de informações: a internet.

É justamente essa abundância de dados que faz com que a web seja um veículo de difusão de boatos e mentiras. Esse potencial de danos causou preocupação ao Ministério da Saúde, que mantém um software rodando 24 horas em busca de dúvidas dos internautas. Uma conduta cada vez mais comum em órgãos públicos no Brasil.

A maior parte do trabalho ocorre em redes sociais, que viraram uma espécie de canal de prestação de serviços. Assim que o computador do ministério identifica a dúvida, a equipe envia uma resposta ou orientação ao usuário. Se você digitar qualquer pergunta, ou falácia, sobre a transmissão da dengue em seu Twitter, por exemplo, isso provavelmente será respondido pela equipe da pasta, geralmente no prazo de um dia após a identificação da pergunta.

O software procura palavras-chave relacionadas às campanhas do ministério: combate à dengue, doação de sangue, doação de órgãos, medula óssea, Aids, influenza H1N1 (popularmente conhecida como gripe suína), hipertensão, diabetes, vacinação infantil e combate ao consumo de crack.

As dúvidas mais curiosas são sobre a influenza A. “Quando começamos a campanha de vacinação contra o H1N1, muitas pessoas receberam e-mails com notícias mentirosas. A atuação nas redes sociais foi essencial para a gente reverter esse quadro e conseguir imunizar a população”, afirma Marcier Trombiere, chefe da comunicação do Ministério da Saúde.

Na época, circulavam na internet uma série de mensagens sugerindo que a vacinação era uma tentativa de genocídio para reduzir o número de habitantes do planeta. “A vacina H1N1 contém mercúrio — a segunda substância mais perigosa do planeta, depois do urânio. O veneno de uma cascavel é menos perigoso que o mercúrio”, dizia um dos textos. Para combater o boato, o ministério fez cerca de 62 mil intervenções em redes sociais, explicando que o nível de mercúrio da vacina era mínimo e que não provocaria nenhum efeito colateral grave.

Outro assunto que mobiliza os internautas é a Aids. A equipe do ministério recebe muitas mensagens de pessoas que tiveram comportamento de risco e que estão preocupadas com a possibilidade de contaminação pelo vírus. O grupo de comunicação interativa também amplia o número de palavras-chave buscadas pelo software sobre esse assunto.

 “Na área de sexo seguro, é preciso ir um pouco além do trivial e buscar expressões mais populares”, explica Marcier Trombiere. A resposta, contudo, só é dada se houver dúvida em relação à saúde.

Marcier lembra que, no começo do projeto (1), os internautas duvidavam que o ministério estava mesmo usando as redes sociais para manter contato com o cidadão. Hoje, quase três anos depois, os perfis da pasta já são reconhecidos pelos usuários da rede de computadores. Em 50% dos casos, o contato é feito diretamente com a equipe do órgão via Twitter, blogs, Formspring, entre outros.

“O interessante é que qualquer intervenção nesse espaço ganha uma progressão geométrica. Se você der a informação para uma pessoa, em breve, ela pode chegar a 1 milhão”, afirma o chefe da comunicação do ministério.

Além do software que faz a varredura na web, a equipe de comunicação interativa usa os alertas do Google para acompanhar notícias sobre os temas de interesse do órgão. Os alertas são avisos mandados por e-mail quando há notícias publicadas sobre tópicos definidos pelo usuário. Quatro pessoas trabalham diretamente com a fiscalização do que circula nas mídias sociais, e outras 12 podem ser chamadas, conforme a necessidade.

Marcando presença
Assim como o Ministério da Saúde, outros órgãos governamentais estão se mobilizando e aparecendo para os internautas. O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), por exemplo, mantém uma comunidade no Orkut, uma página do Twitter e um blog. Camilla Valadares, coordenadora de mídias sociais da pasta, conta que a entrada na web começou pelo queridinho dos brasileiros. “Nós sabemos que o Orkut tem ampla penetração no país, inclusive em famílias da classe C, que usam muito os serviços do ministério”, aponta Camila. “Nós atendemos desde o trabalhador que quer tirar dúvidas sobre o seguro-desemprego até o empresário que precisa saber como funciona o sistema trabalhista”, diz.

No Ministério da Cultura — que tem blogs, página no Twitter e canal no YouTube —, a internet já serviu até como plataforma para consultas públicas. A última, encerrada em 31 de agosto, colheu 7,8 mil contribuições via blog sobre as mudanças na lei de direito autoral.

No começo deste ano, o órgão abriu uma conta no Flickr para compatilhar fotos do dia a dia do ministro. “Nós já temos mais de 1,5 mil imagens livres, que são usadas até mesmo pelos jornalistas do setor de comunicação do ministério”, explica Anderson Falcão, coordenador do núcleo de multimídia da Cultura.

Ainda mais surpreendente é a participação do Supremo Tribunal Federal (STF) nas mídias sociais. Desde outubro do ano passado, a Corte integra um seleto grupo de instituições que têm um canal oficial gratuito no YouTube. Para se ter uma ideia, estão na lista também a Casa Branca, o Vaticano e a família real inglesa. A página é abastecida com matérias e documentários produzidos pela TV Justiça e divididos por assunto.

Além disso, o Supremo criou, em dezembro de 2009, uma conta no Twitter. Na página, é possível acompanhar, voto a voto, o julgamento de temas polêmicos — como a ação movida pela Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) pedindo a liberação dos humoristas para fazer sátiras de políticos durante a campanha eleitoral.

O Twitter conquistou, ainda, órgãos públicos tradicionalmente mais fechados. O Ministério da Defesa lançou há um ano sua conta no microblog, onde divulga posicionamentos da pasta de forma mais rápida. O Twitter também é usado como canal de comunicação com públicos específicos do ministério, como militares e suas famílias.

A participação nas mídias sociais, porém, para por aí. “Quando possível, utilizamos twitter search, que identifica as menções ao endereço @defesagovbr nos dias anteriores. Mas a estrutura de comunicação é precária, por isso esclarecemos no cabeçalho de apresentação que perguntas individuais devem ser encaminhadas via Fale Conosco”, esclarece o operador do microblog, José Ramos.

Boataria
A ação do órgão nas redes sociais começou em 2007, quando o Brasil enfrentou um surto de rubéola. A campanha nacional de vacinação contra a doença foi alvo de uma teoria da conspiração: e-mails e posts afirmavam que a imunização iria, na verdade, esterilizar os brasileiros em idade reprodutiva. O trabalho na internet foi essencial para resolver o problema.

Fonte: Correiobraziliense.com.br

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