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Linha Editorial

  • "Mídia Construtiva é também lançar o olhar crítico sobre problemas, apontar falhas, denunciar. Contribuindo para a corrente que tenta transformar o negativo em positivo."

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A partir desta semana, artistas e produtores da área da dança e representantes dos poderes públicos e da sociedade civil estarão reunidos em uma série de seminários que passará por várias cidades de Pernambuco: Petrolina, Surubim, Garanhuns (Buíque), Bodocó, Camaragibe, Palmares, Jaboatão dos Guararapes, Triunfo, Caruaru, Limoeiro, Arcoverde e Tuparetama.

A programação da Plataforma Itinerante tem início pelo Vale do São Francisco, reunindo os representantes da linguagem artística da dança que atuam nos municípios da região em Petrolina, nesta segunda-feira (16) e na terça-feira (17), durante todo o dia, no SESC Petrolina.

Organizada pelo Movimento Dança Recife e pela OSCIP Organização Trajetória Mundial (OTM), com financiamento do Ministério da Cultura (Minc), a Plataforma Itinerante tem o objetivo levar a discussão sobre as políticas públicas às doze Regiões de Desenvolvimento do Estado de Pernambuco. E assim realizar um intercâmbio para um maior conhecimento dos editais, formas de acessar os financiamentos de projetos artísticos e de pesquisa; fortalecendo a área da dança e proporcionando um crescimento para atrair mais investimentos para o setor.

 A Plataforma de Dança já acontece desde 2005, mas este ano, pela primeira vez, ganha o caráter itinerante. Cada seminário terá 40 vagas. Em Petrolina já estão todas preenchidas, mas as inscrições estão abertas para as demais localidades. “A ideia é que com os resultados finais, documentos, mapeamento de formas de incentivo em cada macrorregião e entendimento e potencialização dos editais em âmbito nacional, estadual e municipal, possamos gerar uma publicação”, diz Marília Rameh, uma das coordenadoras do Movimento Dança Recife.

Todas as áreas da dança serão contempladas nas discussões e estão representadas no Movimento: dança popular, clássica, dança contemporânea, dança de salão, performance, Hip Hop etc.

Em seis anos de atuação, o Movimento Dança Recife vem colecionando algumas conquistas para o setor da dança. “Hoje já temos gestores específicos da área de dança ocupando cargos importantes no setor público, em alguns editais a rubrica em dança, independente, já está contemplada, conseguimos levar o curso de Dança para a Universidade Federal de Pernambuco com a mobilização de muita gente e é fato a mudança no cenário de produção da dança em Pernambuco, que hoje atingiu um grau de profissionalização já bem fortalecido”, enfatiza Marília Rameh.

O próximo encontro será nos dias 28 e 29 de agosto, em Surubim. Os demais estão programados entre setembro e novembro.

Mais informações e inscrições podem ser obtidas pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ou pelo telefone (81) 8704.1746.

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ciganos-webO Ministério da Cultura, por meio da Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural (SID/MinC), publicou portaria, no último dia 9, no Diário Oficial da União (Seção 3, pag. 12) do Prêmio Culturas Ciganas 2010. Os interessados em participar do concurso, cujas candidaturas poderão ser efetivadas pelos Correios, por áudio, vídeo ou pela internet, terão, agora, até o dia 11 de agosto de 2010 para se inscreverem.

O Prêmio Culturas Ciganas 2010 está em sua segunda edição e premiará 30 iniciativas que envolvam trabalhos, individuais ou coletivos que fortaleçam as expressões culturais ciganas. O concurso premiará ações e projetos que contribuam ainda para a continuidade e manutenção das identidades dos diferentes clãs e povos presentes no Brasil que somam mais de meio milhão de pessoas. O Prêmio Culturas Ciganas distribuirá R$ 300 mil em prêmios, sendo R$ 10 mil para cada iniciativa premiada.

O Edital está sendo realizado em parceria com o Ministério da Saúde, por meio da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa (SGEP); com a Presidência da República, por meio da Subsecretaria de Políticas para Comunidades Tradicionais da Secretaria Especial de Promoção de Políticas para a Igualdade Racial (SEPPIR) e da Subsecretaria de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos da Secretaria Especial dos Direitos Humanos (SEDH);  e com a Pastoral dos Nômades do Brasil.

Mais informações poderão ser obtidas na página da SID/MinC www.cultura.gov.br/diversidade e pelo endereço eletrônico O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

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revelandoDa Agência Brasil

Moradores de municípios brasileiros com até 20 mil habitantes podem se inscrever na quarta edição do projeto Revelando os Brasis, desenvolvido em parceria pela Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura e o Instituto Marlin Azul. O objetivo é promover a inclusão audiovisual  da população do interior, por meio da  produção de vídeos que contem histórias reais ou de ficção, elaboradas pelos próprios habitantes dessas cidades.

A presidente do Instituto Marlin Azul, Beatriz Lindemberg, coordenadora do projeto, explicou que serão selecionadas 40 histórias, para serem transformadas posteriormente em vídeos de ficção ou documentários. Os autores  passam por uma oficina de capacitação na área de cinema, durante 12 dias, no Rio de Janeiro, onde terão aulas de roteiro, fotografia, edição, direção, produção e direção de arte.

“O projeto proporciona essa primeira experiência de produção audiovisual e seleciona uma pessoa de um município de até 20 mil habitantes. O escolhido vai ser um mobilizador daquela comunidade e vai envolver outras pessoas que também não têm experiência em audiovisual para participar da produção do vídeo”, disse Beatriz.

A equipe que dá continuidade, na prática, ao processo de produção dos vídeos tem a participação de dois profissionais do setor, para garantir qualidade técnica aos trabalhos. “O filme é feito por uma equipe mista, de iniciantes e profissionais, que estão ali para orientar o grupo. Dessa maneira, o projeto atinge o objetivo de dar o primeiro passo em direção à produção audiovisual nas pequenas cidades do interior”.

Ao fim do processo, os vídeos são exibidos em sessões abertas nas comunidades e transformados em DVDs, que incluem os bastidores das oficinas e das filmagens. A distribuição é gratuita para universidades, escolas de cinema, pontos de cultura, cineclubes, além dos próprios autores.

A média de inscrições recebidas anualmente pelo projeto é de 700 a 800. Uma comissão formada por profissionais da área do audiovisual e acadêmicos das cinco regiões do país se encarrega de fazer a seleção das histórias com potencial para serem transformadas em filmes.

Desde a primeira edição, em 2004, o projeto produziu 120 obras. Algumas delas foram levadas a festivais de cinema no Brasil e no exterior. Beatriz Lindemberg ressaltou que muita gente, a partir do Revelando os Brasis, acaba se interessando pela linguagem do audiovisual e, muitas vezes, se profissionalizando.

Foi o caso de Elano Ribeiro, morador de Mendes, no sul fluminense. Ele participou da terceira edição do projeto, em 2008. “Para mim, foi fantástico, porque enquanto estava participando das oficinas, a minha preocupação era que eu conseguisse dar sequência de alguma maneira ao projeto”, afirmou. Atualmente, Elano é um videomaker (realizador pleno de vídeos)  profissional. “O Revelando [os Brasis] mudou literalmente a minha vida. Abriu outra porta. Eu entrei de cabeça no universo audiovisual e não saí mais. Hoje, sou um apaixonado pelos trabalhos com vídeo”.

O projeto conta com o patrocínio da Petrobras. As inscrições poderão ser feitas até o dia 30 deste mês. Beatriz lembrou que o projeto revela um olhar peculiar sobre o Brasil. “São Brasis que o Brasil desconhece”, afirmou.

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O 4º Fórum Nacional de Museus (FNM) que será realizado em Brasília no período de 12 a 17 de julho, no Centro de Convenções Ulisses Guimarães, terá como tema Direito à Memória, Direito à Museus. As inscrições podem ser feitas pelo site www.4forumnacionaldemuseus.com.br, até o dia 5 de julho.

A reunião, que acontece a cada dois anos, tem como objetivo mobilizar, refletir, avaliar e estabelecer diretrizes para a Política Nacional de Museus, desenvolvendo e fortalecendo o campo museal brasileiro. Nesta edição, serão elaboradas e aprovadas as diretrizes do Plano Nacional Setorial de Museus que vai beneficiar as instituições museológicas a longo prazo.

Na página eletrônica do 4º FNM é possível acessar documentos importantes para o segmento museu e para a área cultural efetuar as inscrições on line, enviar trabalhos, conferir a programação e acompanhar todas as informações do evento, tais como:

  • Regimento Interno do 4° Fórum Nacional de Museus;
  • Projeto de Lei nº 6.835/2006, que institui o Plano Nacional de Cultura;
  • as propostas da II Conferência Nacional de Cultura; e
  • as estratégias eleitas na I Pré-Conferência de Museus e Memórias.

Leia o Boletim Especial do 4º FNM.

Saiba mais sobre o Fórum no site do Instituto Brasileiro de Museus: www.museus.gov.br.

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O Ministério da Cultura lançou esta semana a Consulta Pública para a Modernização da Lei do Direito Autoral, a Lei nº 9.610/98. O objetivo do processo democrático, que vai até 28 de julho, é estimular a participação da sociedade no aperfeiçoamento do texto.

“Nossa lei não é capaz de assegurar a plena realização do direito autoral no Brasil. Ela não cria nenhum mecanismo de harmonização entre o direito autoral e o direito de acesso à população. Não dá segurança jurídica aos investidores e falta transparência no sistema de arrecadação”, declarou o ministro da Cultura, Juca Ferreira, ao reconhecer a precariedade da legislação brasileira.

Para o ministro, é impossível criar uma Economia da Cultura no Brasil sem a modernização da lei. Segundo estudo realizado em 1998, pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), os setores impactados direta ou indiretamente pela criação das obras intelectuais representaram 6,7% do PIB do Brasil.

Segundo o levantamento, o desenvolvimento dessa economia exige a construção de um sistema equilibrado, que a lei vigente do Direito Autoral brasileira não foi capaz de criar.

A nova lei propõe a harmonia entre os direitos dos criadores, cidadãos, investidores e usuários e  incentiva a formação de novos arranjos produtivos. Isso dá maior controle do autor sobre sua criação, amplia o acesso à cultura e ao conhecimento, promove a diversidade da produção cultural e redistribui os ganhos relativos aos direitos autorais. Veja apresentação da nova lei.

Marcos Souza, coordenador da Diretoria de Direitos Intelectuais do MinC, afirmou que a Consulta Pública é uma continuação de debate público que ocorre desde 2007 por meio do Fórum do Direito Autoral. Ele explicou que a modernização garantirá mecanismos de transparência e controle social do sistema de arrecadação e distribuiçaõ do direitos autorais.

O que muda com a nova lei.

Também participaram da coletiva de imprensa o secretário executivo, Alfredo Manevy e o secretário de Políticas Culturais, José Luiz Herencia.

Participe da Consulta Pública e acesse a íntegra do anteprojeto.

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pretoA Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural (SID/MinC) criou um sistema FAQ (Frequently Asked Questions) para esclarecer as principais dúvidas dos interessados em participar do Prêmio Cultura Hip Hop 2010 - Edição Preto Ghóez. O Edital, cujas inscrições estarão abertas até o dia 12 de julho e é o primeiro realizado pelo Ministério da Cultura voltado para esse segmento cultural, premiará ações e experiências culturais que têm como objetivo o fortalecimento da cultura Hip Hop em todo o Brasil.

O Prêmio Cultura Hip Hop 2010 - Edição Preto Ghóez é uma realização das Secretarias da Identidade e da Diversidade Cultural (SID) e de Cidadania Cultural (SCC) do Ministério da Cultura, em parceria com o instituto Empreender e com a Ação Educativa. O concurso distribuirá R$ 1,7 milhão em prêmios contemplando 135 iniciativas de pessoas físicas, instituições e grupos informais nas seguintes categorias:Reconhecimento, Escola de Rua, Correria, Conhecimento (5º elemento) e Conexões.

Além do sistema de perguntas e respostas (FAQ) que auxiliará o processo de inscrição, os interessados poderão conferir no site da SID (www.cultura.gov.br/sid) uma série de matérias sobre as categorias a serem premiadas. Nesta edição, será abordada a categoria Reconhecimento que tem como objetivo premiar as personalidades que impulsionaram a história do movimento Hip Hop no Brasil.

As categorias

Reconhecimento: Os 10 prêmios (dois para cada macrorregião do país) para esta categoria serão destinados às personalidades, ou grupos, que desenvolveram ações importantes para o desenvolvimento da cultura Hip Hop. As inscrições, para essa categoria, poderão ser feitas por pessoas que conhecem alguma personalidade importante para o movimento e queira indicá-la para receber a premiação.

O Hip Hop surgiu no Brasil nas décadas de 70/80 reunindo os quatro segmentos centrais da arte: o Breaking (dança de rua), o Graffiti (artes plásticas), o MC (mestre de cerimônias, ou, rapper), e o DJ (Disck Joquei). Mas outras expressões como o Beat Box (músico que faz o som dos instrumentos com a boca) e até os esportes como o skate e, principalmente o basquete de rua, se incorporaram nessa cultura de rua.

O Prêmio Cultura Hip Hop 2010, pretende, com esta categoria reconhecer a importância dos precursores do movimento cultural no Brasil. Algumas pessoas, como o próprio homenageado Preto Ghóez (que será um dos premiados com a categoria Reconhecimento) trabalharam para que o Hip Hop fosse reconhecido como movimento cultural.

Além de Preto Ghóez, que fundou o Movimento Hip Hop Organizado Brasileiro (MHHOB), também se destacaram personalidades como Nelson Triunfo que no início dos anos 70 dançava soul nas ruas de São Paulo, os rappers MV Bill e Gog, as bandas como os Racionais MC’s e os grafiteiros Os Gêmeos ajudaram na projeção nacional do movimento cultural.

O Hip Hop não se limita as periferias das capitais brasileiras. Ele já chegou à zona rural e até nas aldeias indígenas. O grupo musical Brô MC’s da etnia Guarani Kaiowá, de Dourados/MS, gravaram seu primeiro CD, que já foi divulgado na rede de TV musical MTV, depois que os jovens, membros do grupo, participaram de uma oficina de Rap realizada em 2009, na aldeia Jaguapirú Bororó, onde vivem.

Mais informações no site do prêmio em www.premiohiphop.org.br.

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visualSerão investidos R$ 1 milhão em projetos de produção, difusão e distribuição de livro em formatos acessíveis. De acordo com dados do IBGE (Censo 2000), o Brasil tem 2,5 milhões de pessoas cegasou com deficiência visual severa 

O Ministério da Cultura publicou na segunda-feira (7), no Diário Oficial da União (Seção 3, páginas 9, 10 e 11), o Edital de Fomento à Produção, Difusão e Distribuição de Livros em Formato Acessível voltado para apoiar entidades privadas sem fins lucrativos. As inscrições encerram-se no dia 22 de julho.

Serão investidos R$ 1 milhão em projetos que fomentem a produção, difusão e distribuição de livros em formato acessível para pessoas com deficiência visual, ou seja, livros convertidos por meio de técnicas especializadas de adaptação, que proporcionem descrição ou narração das possíveis representações gráficas presentes na obra, nos formato Daisy, Braille, livro falado (voz humana ou sintetizada) ou outro formato que permita o acesso de todas as pessoas, prioritariamente aquelas com deficiência visual, ao seu conteúdo, excetuados os livros didáticos.

Pesquisa recente da Fundação Getúlio Vargas (FGV), encomendada pelo Ministério da Cultura, revelou que apenas 9% das bibliotecas públicas municipais possuem seção Braille. Aliado a isso, durante o ano passado, a Diretoria de Direitos Intelectuais da Secretaria de Políticas Culturais (SPC/MinC), juntamente com a Diretoria do Livro, Leitura e Literatura, da Secretaria de Articulação Institucional (SAI/MinC), realizou uma série de reuniões com associações que representam pessoas com deficiência visual e entidades que trabalham com a produção de livros acessíveis e constatou a carência de obras literárias em formatos acessíveis disponíveis para pessoas cegas ou com baixa visão.

“A democratização do acesso ao livro passa também pela necessidade de oferta de formatos acessíveis. Por isso que os editais do Ministério da Cultura, na área de livro e leitura, têm contemplado a exigência de livros nestes formatos”, afirma o diretor de Livro, Leitura e Literatura da SAI/MinC, Fabiano dos Santos Piúba. O diretor de Direitos Intelectuais da SPC/MinC, Marcos Alves de Souza, acrescenta que “não é possível aumentar a demanda sem que se invista também em estruturas de produção e distribuição destes livros, garantindo uma rede descentralizada e que considera as particularidades regionais”.

Categorias do edital

Na categoria I - Infraestrutura de produção de livros em formato acessível serão selecionadas, no mínimo, três propostas, de até R$ 160 mil cada uma. Os recursos poderão ser usados para a criação de um centro de produção de livros em formato acessível ou sua ampliação. Os livros deverão ser distribuídos exclusivamente a pessoas com deficiência visual ou entidades que lhes atendam (associações, bibliotecas, entre outras).

A segunda categoria, voltada à Produção e distribuição destes livros, contemplará projetos de adaptação e reprodução de livros que deverão ser distribuídos gratuitamente para o público atendido pela instituição. Serão selecionadas, no mínimo, duas propostas, no valor máximo de R$ 200 mil cada.

A terceira categoria do edital é destinada à Capacitação e difusão, sendo selecionadas, no mínimo, duas iniciativas, no valor máximo de R$ 60 mil cada. Os projetos poderão ser de capacitação (por meio de cursos, treinamentos e outras atividades visando a transcrição, adaptação operação de programas e equipamentos que envolvam a produção e reprodução de livros em formato acessível) e difusão (de informações sobre livros acessíveis, entidades produtoras, acervos existentes ou práticas bem sucedidas nessa esfera).

As inscrições deverão ser feitas por correio eletrônico e  toda a documentação deve ser enviada por correio postal. A seleção dos projetos será feita por uma comissão.  Após a divulgação dos resultados de cada etapa de seleção, o proponente terá prazo de cinco dias úteis para interpor recurso. O resultado será publicado no Diário Oficial da União e no site www.cultura.gov.br, sendo de total responsabilidade do proponente acompanhar a atualização de informações em ambos.

Outras iniciativas de apoio à acessibilidade

Até o próximo dia 15 de junho, o Ministério da Cultura está com o Edital Mais Cultura de Apoio a Bibliotecas aberto. Neste edital, além da exigência em todas as categorias  de um percentual mínimo de livro acessíveis, há uma categoria específica para o segmento, voltada para o apoio a bibliotecas acessíveis. Serão investidos R$ 85 mil para cada projeto, totalizando 30.  O valor poderá ser aplicado para a compra de acervo e de equipamentos e mobiliário destinados a pessoas com deficiência; capacitação de funcionários voltados para aperfeiçoar a gestão e o atendimento e serviços oferecidos aos usuários com deficiência; ampliação ou reforma física do espaço, adequando-o aos portadores de necessidades especiais, e a criação de programação sócio-cultural.

Junto com a Associação Nacional de Cegos do Rio Grande do Sul (Acergs), o MinC desenvolve o projeto piloto para uma Rede Nacional de Produção de Livros Acessíveis para pessoas com deficiência visual. O projeto prevê a estruturação do centro de produção de livros em formatos acessíveis e a qualificação de recursos humanos para trabalhar nesta produção. Junto com a Associação Brasileira de Assistência ao Deficiente Visual (Lamara), desenvolve o Projeto inclusão no mundo da cultura através do acesso à escrita e à leitura Braille, que prevê a compra e adaptação de máquinas de escrever Braille e a produção de material explicativo para possibilitar que 15 mil estudantes cegos tenham acesso ao mundo da leitura por meio do Braille.

Além disso, na regulamentação da Lei do Livro, a acessibilidade também está contemplada ao exigir que toda obra publicada em território nacional deva estar disponível pelas editoras para venda ao consumidor interessado, por meio de versões em formato acessível ou em arquivo em formato digital, bem como ao prever a expansão de bibliotecas acessíveis.

Veja o edital.

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Recife é a quinta cidade a sediar o encontro regional do Procultura, que visa aderir ao Projeto de Lei 6.722/2010, que institui o Programa Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura, novas propostas, sugestões e moções.  Na capital pernambucana, a reunião acontece, nesta próxima segunda-feira (10), logo mais às 14h, no auditório da Assembleia Legislativa.

A iniciativa faz parte de uma série de debates convocados pela Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados. Já foram realizadas reuniões públicas em São Paulo, Salvador, Curitiba e Porto Alegre.

O ministro da Cultura, Juca Ferreira,  ressalta que os investimentos da renúncia fiscal estão concentrados no eixo RJ-SP, e que, mesmo nesses estados, apenas 3% dos proponentes ficam com mais da metade dos recursos. “Não é possível aplicar dinheiro público de forma tão concentradora e privilegiada. A Lei Rouanet não tem critérios públicos, mas privados”, afirma o ministro, ao mencionar que a renúncia fiscal corresponde a 80% do total aplicado pelo Governo Federal em produção cultural.

Ainda neste mês também estão previstos os seguintes debates: Rio de Janeiro, no dia 11; Belém, dia 14; Belo Horizonte, dia 17; e em Brasília, dia 24. A programação completa, com horários e locais, será divulgada nos próximos dias.

Procultura - Dentre as principais mudanças na Lei Federal de Incentivo à Cultura estão a renovação do Fundo Nacional de Cultura (FNC), reforçado e dividido em nove fundos setoriais; a diversificação dos mecanismos de financiamento; o estabelecimento de critérios objetivos e transparentes para a avaliação das iniciativas que buscam apoio financeiro; o aprofundamento da parceria entre Estado e sociedade civil para a melhor destinação dos recursos públicos; e o estímulo à cooperação federativa, com repasses a fundos estaduais e municipais.

Estarão presentes na ocasião, o secretário de Fomento e Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura, Henilton Menezes; a secretária de Articulação Institucional do MinC, Silvana Meireles; o secretário de Políticas Culturais do MinC, José Luiz Herência;  o coordenador nacional do Sistema Nacional de Cultura do MinC, João Roberto Peixe; a chefe da Representação Regional Nordeste do MinC, Tarciana Portella; além dos deputados federais, Maurício Rands, Raul Henry, Paulo Rubem Santiago e Alice Portugal, relatora do Projeto de Lei. 

Confira íntegra do Procultura (PL nº 6722/2010). Acompanhe as notícias no blog

SERVIÇO
Encontro Regional (Procultura)
Data: segunda-feira, 10 de maio de 2010
Horário: 14h
Local: Auditório da Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco
Anexo I – 6º Andar – Rua da União, nº 439, Boa Vista 
Recife – PE

 

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O Ministério da Cultura vai investir R$ 30,6 milhões em 300 bibliotecas públicas brasileiras para a modernização dos equipamentos, a construção dos espaços em distritos, bairros periféricos ou zonas rurais e a adequação do local, acervo, programação e atendimento às pessoas portadoras de deficiência.

Prefeituras municipais e governos de Estados podem apresentar seus projetos, pleiteando uma verba que varia de R$ 85 mil a R$ 115 mil, por meio do Edital Mais Cultura de Apoio às Bibliotecas Públicas. As inscrições encerram-se em 15 de junho.

O edital é mais uma das ações do MinC visando a democratização do acesso ao livro e o fortalecimento do sistema de bibliotecas públicas do país. Entre 2003 e 2009, o MinC investiu mais de R$ 286 milhões em políticas públicas de incentivo à leitura e acesso ao livro.

O aporte de recursos no setor saltou de R$ 6 milhões, em 2003, para R$ 95 milhões em 2009, por meio do Mais Cultura – crescimento superior a 1.500%. Neste período, foram implantadas mais de 1.200 bibliotecas públicas municipais e modernizadas 509.

Desde o final de 2007, com a instituição do Programa, as ações de livro e leitura foram impulsionadas dentro do MinC. Apenas no período de 2009 e 2010 o programa está investindo R$ 156,6 milhões, mais a contrapartida dos estados e municípios de R$ 34 milhões, em ações para o livro e leitura.

Para este ano, além do Edital Mais Cultura de Apoio às Bibliotecas Públicas estão previstos R$ 21 milhões para a implantação de 420 bibliotecas e R$ 8,5 milhões para modernização de 250 bibliotecas em cidades com até 20 mil habitantes. Até o fim do ano serão investidos mais R$ 14,3 milhões em equipamentos de grande porte e bibliotecas onde funcionam as coordenações estaduais do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas (SNBP).

Estão contempladas neste recurso: a Biblioteca de Cruzeiro do Sul (2ª parcela); Biblioteca Digital Latinoamericana, no Pará; Biblioteca Pública de Santa Catarina; Biblioteca Pública do Rio Grande do Sul; Biblioteca Thiago de Mello (2ª etapa); Biblioteca de Referência de Canoas, no Rio Grande do Sul; e Biblioteca Pública do Rio de Janeiro.

As ações estão em consonância com o Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), que prevê como eixos principais a democratização do acesso ao livro e leitura, o fomento à leitura e formação de mediadores, a valorização da leitura e comunicação e o fomento da economia do livro.

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Por Alana Gandra, da Agência Brasil

O 1° Prêmio Nacional de Expressões Culturais Afro-Brasileiras será entregue hoje (27) aos 20 projetos vencedores de 14 estados brasileiros. A solenidade será no Museu Nacional do Conjunto Cultural da República, em Brasília.

Serão distribuídos, no total, R$ 1,1 milhão para produções culturais com estética negra nas categorias artes visuais, que receberão de R$ 20 mil a R$ 40 mil por projeto, e dança e teatro, cujos projetos vencedores serão contemplados com R$ 80 mil cada.

O prêmio é resultado de pedido feito ao Ministério da Cultura (Minc) pelos 160 grupos de artistas de teatro e dança que participaram do 2º Fórum de Performance Negra, realizado em Salvador (BA) em 2006. O lançamento do edital ocorreu em janeiro passado. O prêmio é uma iniciativa do Minc em parceria com a Fundação Cultural Palmares (FCP) e o Centro de Apoio ao Desenvolvimento Osvaldo dos Santos Neves (Cadon), com patrocínio da Petrobras.

A primeira edição do prêmio recebeu mil inscrições, das quais 412 conseguiram cumprir todos os requisitos solicitados, sendo 181 de artes visuais, 120 de dança e 111 de teatro. Desse total, saíram os 20 escolhidos. São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia concentraram o maior número de projetos concorrentes, alcançando, respectivamente, 143, 133 e 84 projetos.

A presidente do Cadon, Ruth Pinheiro, destacou, a importância da premiação para incentivar artistas que têm dificuldade de acessar recursos, bem como despertar o surgimento de novos talentos. “O prêmio saiu bem democrático, com representantes das cinco regiões brasileiras. E tem uma diversidade grande, tanto de artistas já veteranos, como de gente nova”.

O segundo edital da premiação já está sendo elaborado pelo Cadon em parceria com o Ministério da Cultura e a Fundação Palmares. 

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