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Linha Editorial

  • "Mídia Construtiva é também lançar o olhar crítico sobre problemas, apontar falhas, denunciar. Contribuindo para a corrente que tenta transformar o negativo em positivo."

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CMCO Encontro da Rede de Mulheres em Comunicação  2010, promovido pelo Centro das Mulheres do Cabo (CMC), vai reunir militantes do movimento de mulheres que atuam na difusão da informação em Pernambuco e no Brasil em três dias de debates realizados no Recife e em Maragogi (AL), de quinta-feira (21) a sábado (23).

O objetivo é discutir os desafios e perspectivas para o fortalecimento desta Rede através da construção de estratégias políticas e ações em advocacy voltadas à efetivação do direito humano à comunicação pelas mulheres.

O primeiro momento do encontro é aberto ao público e consta de um Painel sobre “Mulher & Mídia”, nesta quinta-feira (21), a partir das 14h, na Universidade Católica de Pernambuco (sala 510, bloco A), no Recife.

Após o debate, as participantes inscritas seguem para a Pousada Barra Velha, em Maragogi, dando continuidade a programação do Encontro nos dois dias seguintes. O evento conta com o apoio da Fundação Ford (Programa Rádio Mulher) e Fundo ODM3 (Projeto Mulheres & TIC’s).

Programação:

21/10 (Quinta feira) - Unicap – bloco A, Sala 510

14h – Painel I – Mulher & Mídia

Palestrantes:

Ana Veloso – “As mulheres nos meios de comunicação no Brasil”

Rep. Observatório Negro – “As mulheres negras na mídia” (a confirmar)

17h – Coquetel

18h – Saída do transporte para Maragogi – AL

22/10 (Sexta feira) - Pousada Barra Velha

8h30 – Acolhimento e dinâmica de abertura 

9h às 11h – Debate I “A experiência da Rede de Mulheres em Comunicação”

Palestrante: Denise Viola

10h30 às 10h45 – Intervalo

10h45 às 13h – Painel II “Experiências em comunicação colaborativa e debate”

Mídia advocacy e Blog EuDecido – Ana Veloso e Beth Amorim

Rádio Mulher – Cirlene Menezes e Eliane Nascimento

Site Ombudspe – Cátia Oliveira

Observatório Negro – (A confirmar)

Rede Mulheres de Educação – Vera Vieira

13h às 14h30 – Almoço

14h30 – Acolhimento

15h às 16h30 – Debate II “As mulheres nas Redes Sociais e TICs no Brasil”

Palestrante: Vera Vieira

16h30 às 16h45 – Intervalo

16h45 às 18h – GTs: Desafios e perspectivas para o trabalho em rede

18h às 19h - Apresentação dos grupos e discussões

* Noite livre (Programação Cultural)

23/10 (Sábado) - Pousada Barra Velha

9h30 – Dinâmica de bom dia “Dança Circular” (Cirlene Menezes)

10h às 11h30 – Debate III “Estratégias de sustentabilidade para o trabalho em rede”

Palestrante: Márcia Laranjeiras

11h30 às 13h – GTs: Construção de estratégias coletivas para o trabalho em rede

13h às 14h30 – Almoço e organização das malas

14h30 às 16h – Apresentação dos GTs e elaboração de Planejamento de Ação da Rede de Mulheres em Comunicação

16h – Avaliação

17h – Retorno para Recife

Publicado em Blog
Terça, 03 Agosto 2010 00:18

Basta à violência contra as mulheres

violenciaPor  Rebecca Tavares*

A comoção nacional gerada pelas investigações do desaparecimento de Eliza Samudio e do assassinato de Mércia Nakashima visibilizam a perversa realidade de milhares de mulheres brasileiras, cujas vidas são aniquiladas pela violência de gênero.

A desigualdade de gênero reduz a autonomia e o poder das mulheres sobre suas vidas e decisões, muitas vezes punindo fatalmente aquelas que ousam querer exercer o direito universal da igualdade. As causas e os efeitos da violência na vida das mulheres são questões de extrema preocupação e objeto do trabalho das Nações Unidas, que ganha mais força com a recém-criada ONU Mulheres - Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres.

Em 2007, o então secretário-geral da ONU Ban Ki-moon alçou o fim da violência contra as mulheres como uma das prioridades do seu mandato. Em 2008, lançou a campanha mundial Una-se pelo Fim da Violência contra as Mulheres”.

Essa é uma das estratégias da ONU até 2015 para a formulação e implementação de leis e planos nacionais para coibir a violência contra mulheres e meninas, a produção sistemática de dados confiáveis sobre violência e a conscientização e mobilização social.

O Brasil foi um dos primeiros países a responder ao chamamento e realizou a campanha Homens Unidos pelo Fim da Violência contra as Mulheres”, sob a liderança da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República.

Homens líderes e entidades importantes, como o ex-jogador de futebol Raí e o Corinthians, aportaram prestígio à campanha.

De acordo com a Cepal (Comissão Econômica para América Latina e Caribe), 45% das mulheres da região já foram ameaçadas de alguma forma por companheiros ou ex-companheiros.

Estão expostas a coações de agressores e vulneráveis à inoperância de mecanismos do Estado, insuficientes para atender com agilidade e rigor a denúncias e pedidos de proteção para que as vidas das mulheres sejam preservadas.

Eliza Samudio tinha pedido proteção judicial oito meses antes de desaparecer. Apesar das medidas judiciais estabelecidas pela Lei Maria da Penha, classificada pelo Unifem (Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher) como uma das três melhores legislações do mundo, a sua real aplicação é comprometida por um sistema que não consegue assegurar proteção às mulheres vítimas de violência.

Da denúncia ao desfecho do processo judicial, são muitos os relatos de mulheres cujo caráter e depoimentos são desqualificados para reduzir a gravidade do ato criminoso de violência, seja esta física, psicológica, moral ou patrimonial.

O “Mapa da Violência 2010″, feito pelo Instituto Sangari, registrou a média de dez assassinatos de mulheres por dia no país, entre 1997 e 2007, o que revela clara e urgente necessidade para que os esforços do Estado brasileiro, aos quais nos somamos, tragam melhores estratégias e resultados de prevenção e proteção, para dar um basta à violência contra as mulheres.

Conclamamos a sociedade brasileira para que o sentimento de estarrecimento desses casos seja revertido em ações práticas, individuais e coletivas de denúncia e apoio às vítimas de violência.

Unamos nossas forças, homens e mulheres, para o fim da violência e incorporemos a ideia de que a violência contra as mulheres é inaceitável, indesculpável e intolerável.

*Artigo publicado no jornal Folha de São Paulo (editoria Tendências/Debates) no dia 16 de julho. Rebecca Reichmann Tavares é doutora em educação pela Universidade Harvard, é representante do Unifem Brasil e Cone Sul (Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher, parte da ONU Mulheres).

Publicado em Artigos

mulher_trabalhando

Do site EcoDesenvolvimento

As mulheres latino-americanas continuam a enfrentar discriminação no mercado de trabalho, com salários menores do que os homens, carga horária maior e tempo gasto em atividades domésticas e sem remuneração. As conclusões estão no relatório intitulado Que tipo de Estado? Que tipo de igualdade?, apresentado na última terça-feira (13), em Brasília, na abertura da 11ª Sessão da Conferência Regional sobre Mulheres na América Latina e no Caribe.

O relatório da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal) revê as conquistas e os desafios enfrentados por governos da região na questão da igualdade de gênero. O estudo cita o Brasil, onde as mulheres trabalham um total de 56,6 horas por semana, em comparação com 52 horas dos homens. No México a diferença é ainda maior. Mulheres gastam mais de 76 horas no serviço e os homens, pouco mais de 58 horas.

Dados de 2008 mostram ainda que 31,6% das mulheres com mais de 15 anos de idade na região não tinham renda própria. O desemprego também é maior para quem é do sexo feminino, 8,3% em comparação com 5,7%.

Autonomia

Além disso, as mulheres ocupam a maioria das posições de baixa remuneração e recebem salários inferiores para trabalhos de valor igual.

O documento da Cepal enfatiza que o trabalho forma a base para a igualdade de gênero, por isso é essencial que as mulheres tenham autonomia econômica, física e política. O relatório ressalta ainda a importância de capacitação de mulheres para que exerçam o direito de escolha, participem em igualdade de condições no mercado e na tomada de decisões.

Segundo a Cepal, políticas públicas são necessárias para que exista um novo pacto social para a redistribuição de trabalho entre homens e mulheres.
 

Publicado em Viva Mundo
Sábado, 19 Junho 2010 03:54

Hierarquia freia mulher no Legislativo

No Brasil, presença feminina entre os legisladores diminui conforme cresce a importância da vaga, segundo o site Mais Mulheres no Poder

A presença feminina no Poder Legislativo brasileiro, responsável por elaborar leis e fiscalizar o governo em suas esferas federal, estadual e municipal, diminui conforme aumenta a hierarquia do cargo. É o que comprovam números do site especializado Mais Mulheres no Poder: elas ocupam 12,5% dos postos nas Câmaras Municipais, 11,6% das cadeiras nas Assembleias Legislativas estaduais e apenas 8,7% das vagas na Câmara dos Deputados (das 513 totais), que, junto com o Senado, compõe o Congresso Nacional.

No Senado, elas respondem por 12,3% dos cargos (dos 81 totais), mas a eleição para escolher os membros da Casa atende a critérios majoritários, e não proporcionais, ao contrário do que ocorre nas outras esferas legislativas do país. Os senadores representam cada uma das unidades da federação e o Distrito Federal, e não uma parcela da população diretamente.

Em levantamento global da União Interparlamentar, o Brasil aparece apenas na 102ª colocação quanto à presença de mulheres nas Câmaras Alta e Baixa nacionais. O órgão oferece dados sobre eleições, direitos humanos e a presença das mulheres nos cargos de tomada de decisão em cada país do mundo, com o objetivo de consolidar a democracia representativa.

No ranking, o país surge atrás de todos os sul-americanos, e também de nações africanas como Tanzânia, Lesoto e Eritreia. Para tentar mudar esse panorama, o Fórum Nacional de Instâncias de Mulheres de Partidos Políticos e do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher promoveu a criação do site Mais Mulheres no Poder, em 2008, para que ajudar a promover a campanha "Mais Mulheres no Poder: Eu assumo esse compromisso".

A iniciativa é apoiada pela Secretaria de Políticas para as Mulheres, pelo Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (Unifem) e pelo PNUD, que encabeça o "Projeto de Promoção da Participação Igualitária, Plural e Multirracial das Mulheres nos Espaços de Decisão".

Conquistando espaço

Aos poucos, a campanha procura conscientizar a população para a importância do papel das mulheres na tomada de decisões em todas as esferas da sociedade. "O objetivo do site é informar e estimular a discussão, a reflexão e o debate sobre a presença das mulheres nos espaços de poder e decisão no Executivo, no Legislativo, no Judiciário, nas empresas e na sociedade", explica a subsecretária de Articulação Institucional da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Sônia Malheiros.

Para isso, a página de internet disponibiliza dados, artigos, pesquisas, links, entrevistas e reportagens sobre o tema, acrescenta a subsecretária. E, mesmo que atualmente o percentual de mulheres nas Câmaras Alta e Baixa ainda esteja bem abaixo de países vizinhos, como Argentina (35,2% e 38,5%, respectivamente), o Brasil já evoluiu bastante, em comparação com dados do pós-redemocratização.

 Em 1986, por exemplo, foram eleitas 26 deputadas federais no país. Já em 2006, havia 35 ocupando as vagas. Para continuar reforçando o papel da mulher nas esferas legislativas, a Secretaria de Políticas para Mulheres participa da discussão da reforma política, e apoia a formação de candidatas e a realização de seminários sobre o tema.

"Trabalhamos em parceria com diferentes organizações dos movimentos feministas e de mulheres e com a Bancada Feminina no Congresso Nacional para a aprovação de legislações que alterem esse quadro", explica Sônia.

Um dos resultados dessa atuação é o projeto de lei que garante representação feminina mínima nas mesas diretoras da Câmara dos Deputados e do Senado.

Em ano eleitoral, a subsecretária faz questão de destacar que o site é "plural e suprapartidário", assim os órgãos que estão por trás dele: o Conselho Nacional dos Direitos da Mulher – formado por 21 organizações feministas e de mulheres de todo o Brasil - e o Fórum Nacional de Instâncias de Mulheres de Partidos Políticos.

Aproveitando as eleições em outubro, o fórum decidiu lançar a Plataforma Eleitoral 2010 pela igualdade de gênero, racial e étnica, que atualiza a versão anterior, de 2008, e recomenda aos candidatos de todos os partidos que adotem políticas públicas que promovam a igualdade de gênero no Brasil.

Publicado em Viva Brasil

MulheresPor Karol Assunção, da Adital

No Dia Internacional de Ação pela Saúde da Mulher quatro países da América Latina e do Caribe resolveram fazer diferente. Brasil, Guatemala, Haiti e Bolívia lançam nesta sexta-feira (28/5) a campanha “Ponto Final na Violência contra Mulheres e Meninas”. Mais do que incentivar a denúncia e a punição, a iniciativa busca promover a reflexão da sociedade para o problema e, assim, tentar preveni-lo.

De acordo com Maria Luisa Pereira de Oliveira, uma das coordenadoras da Campanha, a Ponto Final tem como “meta eliminar a aceitação social de todas as formas de violência contra mulheres e meninas”. Isso porque, apesar de já existirem legislações e tratados internacionais que discutem o tema, como, no Brasil, a Lei nº 11.340, de agosto de 2006 (Lei Maria da Penha), a violência contra as mulheres ainda está presente na sociedade.

“A violência contra a mulher é naturalizada, banalizada, não existe uma indignação social. A cultura ainda transmite e reproduz valores impregnados de hierarquia entre homens e mulheres, e as pessoas não refletem sobre o assunto”, comenta Maria Luisa.

A integrante da coordenação da Campanha ainda destaca outros aspectos presentes na sociedade que contribuem para o “não estranhamento” da violência contra mulheres, como o machismo, o racismo e a discriminação por classe social. “Ainda persiste na cultura que a violência é algo natural, comum, banal”, enfatiza.

E é justamente por causa disso que a “Ponto Final na Violência contra Mulheres e Meninas” pretende realizar ações de prevenção da violência a partir da reflexão do problema. “Queremos lançar um olhar crítico para essa situação e colaborar com a mudança na cultura”, revela.

Apesar de considerar importante a denúncia e a punição como parte do processo de combate à violência contra mulheres e meninas, Maria Luisa afirma que esse não é objetivo principal desta Campanha. “O nosso foco é na prevenção, e não na punição. A Campanha é uma tentativa de chamar as pessoas para a reflexão antes de a violência acontecer”, destaca.

A data de lançamento também não foi escolhida por acaso. Segundo a coordenadora, o dia 28 de maio - Dia Internacional de Ação pela Saúde da Mulher - é uma data “cara ao movimento de mulheres da América Latina”. De acordo com ela, as violências enfrentadas pelas mulheres provocam impactos negativos à saúde delas. “Estudos revelam que mulheres que sofreram abuso físico ou sexual na fase adulta desenvolvem mais problemas de saúde”, apresenta.

Ações no Brasil

De acordo com Maria Luisa, a Campanha no âmbito local do Brasil será realizada no Campo da Tuca, comunidade de alta vulnerabilidade social localizada no bairro Paternon, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Lá acontecerão rodas de conversas, oficinas, seminários e visitas domiciliares para sensibilizar a população - tanto mulheres quanto homens e jovens - sobre as questões que envolvem a violência contra mulheres e meninas.

A campanha “Ponto Final na Violência contra Mulheres e Meninas” tem como coordenação geral a Rede de Homens pela Equidade de Gênero (RHEG), Ações em Gênero, Cidadania e Desenvolvimento (Agende), e o Coletivo Feminino Plural. Também tem a Rede Feminista de Saúde na coordenação executiva, liderada na América Latina e no Caribe pela Rede de Saúde das Mulheres Latino-Americanas e do Caribe (RSMLAC).

Para mais informações acesse: www.redesaude.org.br/portal/pontofinal.

Publicado em Viva Brasil

africanas

Por Taíza Brito, com informações da Adital

A CIPSI, coordenação de 48 associações de solidariedade internacional, e a ChiAma África, surgida no Senegal, em Dakar, em 2008, lançaram uma campanha para que o Nobel da Paz de 2011 seja destinado às mulheres africanas.

A campanha, nascida na Itália, chama a atenção a luta e o crescente papel que as mulheres africanas desenvolvem, tanto nas aldeias, quanto nas grandes cidades, em busca de melhor condição de vida.

Trata-se de uma proposta diferente, já que esta não é uma campanha para atribuir o Nobel a uma pessoa singular ou a uma associação, mas sim, um Prêmio Coletivo, a todas essas guerreiras.

A ideia é lançar um manifesto assinado por milhões de pessoas, por personalidades reconhecidas internacionalmente e criar comitês nacionais e internacionais na África e em outros continentes. Além de recolher assinaturas, a campanha deve estimular também encontros organizados com mulheres africanas, convenções e iniciativas de movimento.

Os membros da campanha são todos aqueles que assinarem a petição online. E para fazê-lo é simples. Basta acessar o link: http://www.noppaw.net/?page_id=16. mais informações, contate a Campanha pelo endereço: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ou O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ou no site www.noppaw.org da África – São elas que sustentam a economia familiar realizando qualquer atividade, principalmente de maneira informal, que permite cada dia reproduzir o milagre da sobrevivência.

africanas2Motores do continente - Existem na África milhares de cooperativas que reúnem mulheres envolvidas na agricultura, no comércio, na formação, no processamento de produtos agrícolas.

Há décadas, elas também são protagonistas também na área de microfinanças, e foi graças ao microcrédito que surgiram milhares de pequenas empresas, beneficiando o desenvolvimento econômico e social, nas áreas mais remotas até as mais desenvolvidas do continente.

Com seu natural instinto materno e protetor, destacam-se pela defesa da saúde, principalmente, contra o HIV e a malária. São elas, as mulheres africanas, que promovem a educação sanitária nas aldeias. E, além de tudo, lutam para combater uma prática tão tradicional e cruel na região: a mutilação genital.

São milhares as organizações de mulheres comprometidas na política, nas problemáticas sociais, na construção da paz.

Na África varrida pelas guerras, as mulheres sofrem as penas dos pais, dos irmãos, dos maridos, dos filhos destinados ao massacre e sabem, ainda, acolher os pequenos que ficam órfãos.

“As mulheres africanas tecem a vida”, escreve a poetisa Elisa Kidané da Eritréia. “Sem o hoje das mulheres, não haveria nenhum amanhã para a África”, completa.

 

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A Organização Não-Governamental Centro das Mulheres do Cabo, que há mais de 30 anos milita no movimento feminista, vai promover caminhada para marcar os 100 anos do 8 de Março. 

O ato político cultural no Dia Internacional da Mulher já é tradição no município, onde a ONG realiza um belo trabalho de conscientização dos direitos das mulheres.

A concentração para a caminhada começa às 15h, em frente à Escola Municipal Marivaldo Burégio, que fica no final da avenida Avenida Historiador Pereira da Costa , no Centro do Cabo.

Serviço:
Centro das Mulheres do Cabo
Rua Padre Antônio Alves, 20, Centro, Cabo
Fone: 3524.9170
E-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.
 

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