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Linha Editorial

  • "Mídia Construtiva é também lançar o olhar crítico sobre problemas, apontar falhas, denunciar. Contribuindo para a corrente que tenta transformar o negativo em positivo."

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consumo_consciente_c_500Do Instituto Akatu

1. Refletir: Lembre-se de que qualquer ato de consumo causa impactos do consumo na sua vida, na sociedade, no país e no planeta. Procure potencializar os impactos positivos e minimizar os negativos;

2. Reduzir: Exagere no carinho e no amor, mas evite desperdícios de produtos, serviços, água e energia;

3. Reutilizar: Use até o fim, não compre novo por impulso. Invente, inove, use de outra maneira. Talvez vire brinquedo, talvez um enfeite, talvez um adereço…

4. Reciclar: Mais de 800 mil famílias vivem da reciclagem hoje no Brasil. Quer fazer o bem? Separe em casa o lixo sujo do limpo. Só descarte na coleta comum o sujo. Entregue o limpo na reciclagem ou para o catador;

5. Respeitar: Você mesmo, o seu trabalho, as pessoas e o meio ambiente. As palavras mágicas sempre funcionam: “por favor” e “obrigado”;

6. Reparar: Quebrou? Conserte. Brigou? Peça desculpas e também desculpe;

7. Responsabilizar-se: Por você, pelos impactos bons e ruins de seus atos, pelas pessoas, por sua cidade;

8. Repassar: As informações que você tiver e que ajudam na prática do consumo consciente. Retuite, reenvie e-mails. 

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Quarta, 26 Outubro 2011 21:35

Para dar um retorno

garrafas_retornaveis_250Por Gisele Neus, da Página22

Muitos brasileiros trocaram suas lâmpadas incandescentes pelas fluorescentes durante e depois da intensa campanha por redução no consumo de energia depois do racionamento no início dos anos 2000. Mas a desejada economia veio acompanhada de uma complicação: recheadas de materiais como vapor de mercúrio, elas não deveriam ser jogadas no lixo, como vem ocorrendo. A logística reversa, solução para o problema, já está em curso nos Estados Unidos, na Europa e no Japão e foi adotada oficialmente pelo Brasil na Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), instituída em agosto de 2010 pela Lei no 12.305.

Na logística reversa, indústria, comércio e consumidores são corresponsáveis pelo recolhimento de produtos e equipamentos usados, que normalmente são descartados no lixo comum. Cabe ao consumidor devolver o material usado ao comércio. Daí os produtos são coletados pelas empresas que os fabricaram, sendo reaproveitados, reciclados ou remetidos a aterros seguros, quando se trata de materiais sem tecnologia de reúso ou reciclagem.

A cadeia de lâmpadas é uma das seis prioritárias, segundo a lei, e, também, uma das que mais avançaram na discussão dos grupos setoriais criados em maio pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), para definir como a logística reversa será implementada. Já existem diversas empresas de reciclagem e descontaminação de lâmpadas fluorescentes. O problema maior, no entanto, é o custo.

Por ser produto frágil, o serviço de logística reversa pode custar tanto ou mais do que a própria lâmpada. Segundo o diretor-técnico da Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abilux), Isac Roizenblatt, o custo final dependerá do desenho da estrutura de processamento e descarte que for aprovada no acordo setorial. A Abilux propõe esquema mais enxuto e centralizado, com a criação de uma única gestora de resíduos, independente e sem fins lucrativos, para gerenciar coleta, transbordo e reciclagem.

“O sucesso da logística reversa dependerá da criação de um único plano nacional setorial, ou seja, de que não haja diferentes legislações estaduais ou municipais, e que seja sustentável economicamente”, aponta Roizenblatt. A proposta do setor é aplicar a novidade primeiramente em cidades com mais de 1 milhão de habitantes e expandi-la gradualmente para as de menor porte.

Outra cadeia que apresenta avanços é a de óleos lubrificantes, cuja logística reversa é obrigatória desde 2005 por determinação de resolução daquele ano do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). Entretanto, a resolução não trata das embalagens, aspecto incluído na PNRS. Para estas, a estratégia centra-se na coleta em postos de combustíveis e concessionárias de veículos, com modelo inspirado no programa “Jogue Limpo”, desenvolvido voluntariamente no Sul e parte do Sudeste desde 2007 pelo Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindicom). As oficinas mecânicas, mercado muito capilarizado, ficarão de fora do acordo setorial em um primeiro momento.

O presidente do Sindicato Interestadual das Indústrias Misturadoras, Envasilhadoras de Produtos Derivados de Petróleo (Simepetro), Carlos Abud Ristum, diz que o custo com a coleta das embalagens será apurado caso a caso e dificilmente será repassado aos consumidores. “As empresas tentarão absorvê-lo, pois a forte concorrência não deixa espaço para aumento de preços.”

Mais quatro cadeias de produtos, incluindo suas embalagens, são prioritárias na PNRS: agrotóxicos, pilhas e baterias, eletrônicos e pneus. De todos, a cadeia dos agrotóxicos é a mais avançada, pois em 2000 a Lei no 9.974 tornou a indústria e o varejo responsáveis pela destinação das embalagens devolvidas pelos usuários.

A logística reversa de pilhas e baterias também já fora criada antes da PNRS, por resolução do Conama de 2008. Porém, o cenário dessa cadeia é mais complicado, devido ao alto volume de pilhas clandestinas no mercado. Hoje, as recicladoras de pilhas operam abaixo de sua capacidade, como mostramos em reportagem publicada em maio nesta seção, intitulada “Duas faces das pilhas”.

Segundo a gerente de Resíduos Perigosos do MMA, Zilda Veloso, as cadeias de produtos eletroeletrônicos e embalagens em geral são bem mais complexas. Por isso, assinala, as discussões nos Grupos de Trabalho dessas duas cadeias levarão mais tempo. Para destravar o trabalho, o grupo de eletrônicos o dividiu em famílias de equipamentos, uma vez que geladeiras e computadores, por exemplo, diferem tanto na estratégia de recolhimento quanto na tecnologia de reciclagem. O mesmo acontece com o de embalagens em geral, que está discutindo uma classificação em tipos para depois definir as estratégias específicas.

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lixo20eletronico20-20UNESCOPor Jéssica Lipinski, do Instituto CarbonoBrasil

O Comitê Ambiental do Parlamento Europeu aprovou, no último dia 4 de outubro, por 52 votos a um e cinco abstenções, reformas na Diretiva de Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrônicos (REEE), passando para 85% o índice de equipamentos eletroeletrônicos que precisarão ser reciclados ou reutilizados a partir de 2016.

A medida tem como objetivo aumentar as taxas de reciclagem de lixo eletrônico (e-lixo) e reprimir empresas de eletroeletrônicos e de resíduos que são acusadas de exportar equipamentos antigos ilegalmente para países em desenvolvimento.

Atualmente, as regras de REEE exigem que as empresas de eletrônicos custeiem a reciclagem de e-lixo a uma taxa fixa anual de quatro quilos por pessoa. No entanto, grupos ambientalistas alegam que essas regras, apesar de terem aumentado o índice de reciclagem de resíduos eletroeletrônicos, não impedem a exportação desse material para países em desenvolvimento como os da África e da Ásia.

Por isso, a União Europeia decidiu mudar as regras, baseando-as em uma porcentagem do total de lixo eletrônico produzido em um ano. As novas propostas devem incluir também metas para estimular a reutilização de computadores e celulares, além de medidas para que exportadores de eletrônicos provem que o material que enviam para fora da UE é reutilizável.

“Coletar e reciclar lixo eletrônico é bom para o meio ambiente e bom para a economia. As metas ambiciosas, mas atingíveis, do Parlamento ajudarão a recuperar matérias-primas valiosas e cortar o fluxo de lixo eletrônico para aterros, incineradores e países em desenvolvimento”, declarou Karl-Heinz Florenz, autor da nova proposta.

As reformas devem ir agora ao Parlamento para serem votadas no próximo ano, mas primeiro serão negociadas com o Conselho Europeu para finalização das mudanças nas diretrizes.

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consumo_250Do Instituto Akatu

Comece e passe esta ideia para frente. Ajude a fazer do mundo um lugar melhor!

- Refletir: Lembre-se de que qualquer ato de consumo causa impactos do consumo no planeta. Procure potencializar os impactos positivos e minimizar os negativos;

- Reduzir: Exagere no carinho e no amor, mas evite desperdícios de produtos, serviços, água e energia;

- Reutilizar: Use até o fim, não compre novo por impulso. Invente, inove, use de outra maneira. Talvez vire brinquedo, talvez um enfeite, talvez um adereço…

- Reciclar: Mais de 800 mil famílias vivem da reciclagem hoje no Brasil, quer fazer o bem? Separe em casa o lixo sujo do limpo. Só descarte na coleta comum o sujo. Entregue o limpo na reciclagem ou para o catador.

- Respeitar: A si mesmo, o seu trabalho, as pessoas e o meio ambiente. As palavras mágicas sempre funcionam: “por favor” e “obrigado”.

- Reparar: Quebrou? Conserte. Brigou? Peça desculpas e também desculpe.

- Responsabilizar-se: Por você, pelos impactos bons e ruins de seus atos, pelas pessoas, por sua cidade.

- Repassar: As informações que você tiver e que ajudam na prática do consumo consciente. Retuite, reenvie e-mails.

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reciclagem250Do Ministério do Meio Ambiente

A partir do segundo semestre de 2012, o Brasil vai poder experimentar uma nova forma de lidar com o descarte de cinco grupos de resíduos. Os brasileiros poderão ter regras fixas, determinadas pelo Governo Federal, para dispor de produtos como eletroeletrônicos; remédios; embalagens; resíduos e embalagens de óleos lubrificantes; e lâmpadas fluorescentes de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista.

É o início do processo para a instalação da logística reversa, o principal instrumento da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). Sua implementação vai garantir o aumento do percentual de reciclagem no Brasil. Atualmente, o País recicla muito pouco. Um percentual de resíduos secos que podia atingir a casa dos 30%, não passa hoje de cerca de 13%.

A lei definiu que na logística reversa, todos os fabricantes, importadores, distribuidores, comerciantes e o cidadãos têm responsabilidade compartilhada na correta destinação do produto adquirido. A ideia central é que a vida útil do produto não termina após ser consumido, mas volta a seu ciclo de vida, para reaproveitamento, ou para uma destinação ambientalmente adequada.

Outro caminho que vai garantir ao Brasil o aumento da reciclagem é o da coleta seletiva. Além de significar uma economia anual aos cofres da União da ordem de R$ 8 bilhões, o aumento da reciclagem terá também o condão de evitar que esses resíduos cheguem aos aterros sanitários.

Lançamento

No dia 5 de maio foram instalados cinco grupos de trabalho para implementar este tipo de logística. As cadeias que farão parte deste primeiro grupo são: eletroeletrônicos; lâmpadas de vapores mercuriais, sódio e mista; embalagens em geral; embalagens e resíduos de óleos lubrificantes; e o descarte de medicamento.

Na abertura dos trabalhos, o secretário-executivo do MMA, Francisco Gaetani, que representou a ministra Izabella Teixeira, disse que a aprovação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) não seria possível sem o engajamento de todos os setores envolvidos. “O Governo Federal tem o propósito de dialogar com todos esses setores. A PNRS é exemplar neste sentido, pois apostou no processo de discussão para que as políticas públicas fossem apropriadas”.

Segundo Gaetani, a aprovação da PNRS representa um debate nacional, que envolve qualidade de vida, novas práticas comerciais, novos padrões de comportamento.

A secretária de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental (Saic), Samyra Crespo, disse que a responsabilidade compartilhada é um exercício entre vários setores e o Governo que se encontraram para pactuar o consenso.

Esses grupos de trabalho vão debater e definir quais os tipos de produtos de cada cadeia e os tipos de resíduos que serão submetidos à logística reversa. Estão convidados a participar destes grupos todos os atores envolvidos dentro da cadeia de responsabilidade compartilhada, como importadores, fabricantes, distribuidores, comerciantes, o Movimento Nacional de Catadores de Material Reciclável, representantes dos estados e dos municípios.

Segundo Silvano Silvério, secretário de Ambiente Urbano e Recursos Hídricos do Ministério do Meio Ambiente, o que se quer com a logística reversa é definir uma fórmula, uma modelagem para ser apresentada à sociedade, orientando o cidadão sobre como ele fará a disposição de seu resíduo para que ele possa ser devolvido ao seu ciclo de vida.

“Hoje, o produto é fabricado, distribuído, comercializado e depois utilizado e o cidadão não sabe como dispor dele. Nossa pretensão é que exista uma regra em que esse cidadão, depois de utilizar determinado produto, saiba que pode levá-lo a um determinado lugar, onde haverá uma unidade para recepcionar o descarte. E que aquele produto devolvido seguirá para uma reciclagem, onde algumas peças serão reutilizadas na fabricação de um novo produto semelhante numa mesma cadeia ou em outros ciclos”, explica o secretário.

Num primeiro momento, a finalidade dos grupos de trabalho será a de definir essa modelagem, determinando, por exemplo, como será custeado todo o processo e quem vai arcar com ele. A segunda etapa será a elaboração de um estudo de viabilidade técnica-econômica para as cadeias e depois a definição de subsídios para elaboração de um edital onde o Governo Federal convoca um acordo setorial para cada uma das cadeias.

No edital estarão definidas quais as cadeias e quais os produtos da logística. “Estamos escutando todos os que participam de cada uma das cadeias, de tal forma que quando o edital for elaborado não ocorram surpresas quanto à apresentação dos acordos setoriais que vão colocar a logística de pé”, informa Silvério.

O processo começa com lançamento do edital e depois com realização dos acordos setoriais. Em seguida, o Governo Federal coloca as propostas definidas em consulta pública, quando e onde o cidadão terá oportunidade de opinar, de argumentar e dizer se concorda com os termos. O Governo então analisa a proposta e, estando de acordo com o edital, convoca as partes para ratificarem um acordo setorial. Um contrato é assinado, publicado e passa a valer para o País todo.

“Tudo isso será discutido nos grupos de trabalho. A ideia é definir a regra, a modelagem, a forma de a sociedade participar. E também como se dará a participação dos estados e dos municípios, de forma complementar com a coleta seletiva. O que queremos com esses grupos de trabalho é uma harmonização para a proposta de modelagem, para os subsídios para a confecção dos editais de lançamento dos acordos setoriais”.

Em seu artigo 33, a lei que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, diz que são obrigados a estruturar e implementar sistemas de logística reversa, mediante retorno dos produtos após o uso pelo consumidor, de forma independente do serviço público de limpeza urbana e de manejo de resíduos sólidos, os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de agrotóxicos, seus resíduos e embalagens; pilhas e baterias; pneus; óleos lubrificantes, seus resíduos e embalagens; lâmpadas fluorescentes, de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista; e produtos eletroeletrônicos e seus componentes.

Dos que são obrigatórios pela PNRS a fazer logística reversa, quatro já o fazem. São eles: agrotóxicos; pilhas e baterias; pneus e óleos lubrificantes.

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 akatu_mirim_imagem

Do Akatu

A partir de agora, os pequenos internautas poderão conhecer o ciclo da sacolinha plástica no Akatu Mirim. Por meio de um novo bloco de aplicativos, – animação, jogos e atividades – os visitantes vão entender os componentes que formam a sacola plástica até o seu descarte.

Este pacote de conteúdos chega para dialogar com a criançada sobre o produto em um momento em que diversos municípios brasileiros discutem leis para banir as sacolinhas do varejo. Inclusive, esta semana, a Câmara Municipal de São Paulo aprovou a lei que veta a distribuição e a venda de sacolinhas nos supermercados.

“O Akatu Mirim surge como uma ferramenta de conscientização sobre o consumo consciente para as crianças, despertando o interesse pelo tema por meio da diversão e aproveitando a curiosidade natural para saberem do que é feito o tênis que ela está usando, o caderno no qual ele escreve ou qualquer outro produto que está presente no seu dia-a-dia” explica Helio Mattar, diretor-presidente do Instituto Akatu.

Navegando no Akatu Mirim, as crianças descobrem que todo ato causa impacto em nós mesmos, na nossa cidade e no planeta e, de maneira divertida, percebem que alterações pontuais repetidas ao longo da vida e por muitas pessoas podem transformar o mundo inteiro.

Mattar reforça: “As crianças podem ser grandes mobilizadoras para a mudança de comportamento dos pais em casa e dos hábitos na escola, por isso é importante contar com elas!”.

Desenvolvido pela agência digital Tribo Interactive e patrocinado pelo refresco em pó Tang, da Kraft Foods Brasil, o Akatu Mirim foi lançado pelo Instituto Akatu no dia 28 de março com o petróleo como seu primeiro tema. Depois das sacolinhas plásticas, os próximos assuntos do portal serão a garrafa d’água, o celular e a bala, entre outros.

Interatividade

O jogo da Máquina do Tempo demonstrará para as crianças o tempo de decomposição de diversos produtos e, sobre cada um, haverá uma dica ou curiosidade para contribuir com o aprendizado.

Há também uma atividade para ser realizada fora do ambiente online, que convidará as crianças a fazerem sacos de papel jornal para serem utilizados no lixo do banheiro, substituindo a sacola plástica descartável.

O mural contará com a seguinte pergunta: “O que você imagina que os arqueólogos do futuro vão encontrar na Terra? Será que eles vão achar que a gente consumia sem consciência?”, para provocar as crianças a refletirem sobre o impacto do nosso consumo excessivo sobre a capacidade que o planeta tem de absorver os resíduos, principalmente quando esses resíduos demoram muito para se decompor, como é o caso do plástico.

Na seção para Pais e Educadores, serão lançadas novas dicas para os pais e planos de aula para os educadores sobre o uso da sacola plástica para que tenham a possibilidade de abordar o tema de uma maneira transversal dentro da escola.

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saco2O Ministério do Meio Ambiente lançou três cartilhas da campanha Saco é um Saco. A iniciativa criada em 2009, em parceria com a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), visa à redução do uso de sacolas plásticas por consumidores.

Cada cartilha é voltada a orientar diferentes públicos no processo de substituição das sacolas plásticas por material sustentável. A primeira busca orientar municípios sobre a campanha, a segunda procura mobilizar instituições públicas e privadas, e a terceira pretende mostrar aos consumidores que eles também podem colaborar com a redução das sacolas.

Com a campanha, o ministério quer reduzir o uso das sacolas até 2015. Daqui a quatro anos, o governo estima que o número de sacolas no comércio seja 40% menor do que em 2010. No ano passado, só os supermercados usaram 14 milhões de sacolas.

De acordo com o ministério, desde que a campanha foi lançada, cerca de 5 bilhões de sacolas plásticas deixaram de ser produzidas no país.

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pneusor Rogério Ferro, da equipe Akatu

Em 2010, o Brasil reciclou 311.554 toneladas de pneus – algo em torno de 62 milhões de unidades de carros de passeio – dos 67,3 milhões de toneladas de todos os tipos e tamanhos produzidos no mesmo período. Os dados são da Reciclanip, entidade responsável pela coleta e destinação ambientalmente correta de pneus, ligada à Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (Anip).

Vale lembrar que a nova Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), sancionada pelo ex-presidente Lula da Silva em dezembro de 2010, dispensa especial atenção à logística reversa. Ou seja, obriga fabricantes, importadores, distribuidores e vendedores de pneus, entre outros materiais, a recolherem e dar destinação correta a seus produtos após o descarte pelo consumidor final.

Para descartar seu pneu usado, clique aqui e consulte a lista dos 620 pontos de coleta de pneus espalhados pelo país.

“Representamos 70% do mercado de reposições, contra 30% de importados”, diz César Saccio, gerente geral da Reciclanip, que já conta com 620 pontos de coleta em todo o Brasil. Segundo ele, a previsão de investimento no setor para 2011 é de US$ 41 milhões, o que significa um aumento de 20% em relação à verba investida em 2010, que foi de US$ 33 milhões.

Quando descartado de forma incorreta, os pneus representam uma grave ameaça ao meio ambiente, já que demoram, em média, 600 anos para se decompor na natureza. Por isso, eles se acumulam em aterros sanitários, vias públicas, rios e lagos e obstruem galerias e bueiros, além de facilitar a proliferação de insetos.

Por outro lado, quando é dada destinação correta ao material, eles têm sua vida prolongada e são reaproveitados em diversos setores de atividade, já que composto basicamente de borracha sintética e aço, o pneu é um produto 100% reciclável. Eles podem ser reaproveitados em projetos de projetos de paisagismo e como fonte de energia para diversas indústrias, como a de cimento e de papel e celulose.

Segundo a Reciclanip, 64% do volume anual de pneus descartados seguem para as caldeiras das indústrias de cimento e de papel e celulose e os outros 36% são transformados em concreto ecológico, asfalto permeável, capachos para carro, sola de calçados e até mesmo em artefatos para paisagismo.

Para descartar seu pneu usado, clique aqui e consulte a lista dos 620 pontos de coleta de pneus espalhados pelo país.

“Representamos 70% do mercado de reposições, contra 30% de importados”, diz César Saccio, gerente geral da Reciclanip, que já conta com 620 pontos de coleta em todo o Brasil. Segundo ele, a previsão de investimento no setor para 2011 é de US$ 41 milhões, o que significa um aumento de 20% em relação à verba investida em 2010, que foi de US$ 33 milhões.

Quando descartado de forma incorreta, os pneus representam uma grave ameaça ao meio ambiente, já que demoram, em média, 600 anos para se decompor na natureza. Por isso, eles se acumulam em aterros sanitários, vias públicas, rios e lagos e obstruem galerias e bueiros, além de facilitar a proliferação de insetos.

Por outro lado, quando é dada destinação correta ao material, eles têm sua vida prolongada e são reaproveitados em diversos setores de atividade, já que composto basicamente de borracha sintética e aço, o pneu é um produto 100% reciclável. Eles podem ser reaproveitados em projetos de projetos de paisagismo e como fonte de energia para diversas indústrias, como a de cimento e de papel e celulose.

Segundo a Reciclanip, 64% do volume anual de pneus descartados seguem para as caldeiras das indústrias de cimento e de papel e celulose e os outros 36% são transformados em concreto ecológico, asfalto permeável, capachos para carro, sola de calçados e até mesmo em artefatos para paisagismo.

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almanaqueA segunda edição do almanaque, lançada no final de 2007 pelo Instituto Scioambiental (ISA), esgotou e agora está disponível para download no endereço www.socioambiental.org Em linguagem acessível, com fotos, imagens e gráficos, a publicação apresenta um panorama atualizado dos ambientes brasileiros e das grandes questões socioambientais da Terra. O aquecimento global e as mudanças climáticas são o destaque, e é a contribuição do ISA para aguçar a consciência planetária sobre os modelos insustentáveis de produção e consumo que estão por trás da atual crise ambiental em que vivemos.

Assim como em sua primeira edição, de 2005, traz um panorama atualizado dos ambientes brasileiros – Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga, Pantanal, Pampa e Zona Costeira -, aborda as grandes questões socioambientais contemporâneas, e tem capítulos específicos sobre Diversidade Socioambiental, Florestas, Cidades, Água, Terras, Recursos Energéticos e Minerais e Modelos de Desenvolvimento. Contém ainda um capítulo inteiro sobre Mudanças Climáticas.

 O tema permeia toda a publicação, que traz informações específicas sobre as ameaças que as alterações no clima representam para cada região do Brasil a partir de cenários pessimistas ou otimistas, seus efeitos sobre o planeta, a relação do Brasil com o aquecimento global, o papel das florestas na regulação do clima, e quais os desafios que se colocam daqui para frente, no Brasil e no mundo.

Cartões-postais brasileiros ameaçados revelando a situação de paisagens, regiões ou lugares do País que vêm sendo afetados por grandes obras, poluição, desmatamento ou descaso também integram a publicação. Os textos foram produzidos por 122 colaboradores, entre jornalistas, ativistas e especialistas das mais diferentes áreas. Um mapa-pôster destaca os efeitos da ação humana sobre o território brasileiro.

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sapucaiDa EcoD

Os temas sustentabilidade, reciclagem e mudanças climáticas já foram sambas-enredo de diversas escolas de samba do Rio de Janeiro e de São Paulo, mas nesse ano algumas ações em prol do meio ambiente serão colocadas em prática.

A Mocidade Independente de Padre Miguel, por exemplo, vai levar a sustentabilidade da agricultura para a avenida. Junto com o enredo “Parábola dos Divinos Semeadores”, a escola utilizará cerca de 800 litros de biocombustível para alimentar os carros alegóricos do desfile.

A iniciativa faz parte de um acordo da Mocidade com a União Brasileira de Biodiesel (Ubrabio), com apoio do Instituto Nacional da Tecnologia, a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e a Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro (Fetranspor).

Mas as ações pelo uso consciente do óleo não param por aí. A Mocidade também firmou parceria com a Secretaria Estadual do Meio Ambiente do Rio e o barracão da escola virou um de posto de coleta de óleo de cozinha usado para ser encaminhado ao programa de reciclagem da secretaria.

Outra escola preocupada com os resíduos que são criados com a festa do Carnaval é a Acadêmicos da Grande Rio. A organização do camarote informou que também adotará ações sustentáveis para este Carnaval, como o uso de papel reciclado, material de limpeza biodegradável e madeira recomendada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) nas estruturas das varandas. Além disso, para evitar o desperdício de papel, os convites serão enviados por e-mail.

Fora da Sapucaí

A sustentabilidade do Carnaval do Rio de Janeiro também estará presente fora da Sapucaí. O Circo Voador, casa de espetáculos da cidade, se comprometeu em dar atenção especial ao descarte do lixo com a campanha “Carnaval Sustentável”. A partir de 2011, todo o lixo produzido na casa será coletado para a reciclagem e entregue à Cooperativa de Catadores de Lixo do Centro (CoopCentro).

Outra parte do projeto é a conscientização dos foliões que participarem da festa. Com o tema “Vamos de sustentabilidade”, a casa de shows lançou um concurso musical em que “só letras verdes” concorrem. O samba vencedor será cantado nos quatro dias de festa do Circo - as inscrições terminam no dia 3 de março.

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