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"Prêmio Funarte Nelson Brasil Rodrigues: 100 anos do Anjo Pornográfico/2012" tem inscrições abertas até 16 de março


Em homenagem ao centenário de nascimento de Nelson Rodrigues, a Fundação Nacional de Artes vai selecionar projetos de montagens das 17 obras do dramaturgo, a serem apresentadas, em agosto de 2012, nos Teatros Dulcina e Glauce Rocha, no Rio de Janeiro.

O edital foi publicado no último dia 31 de janeiro, no Diário Oficial da União. Podem concorrer artistas, produtores, companhias, grupos, associações, cooperativas ou empresas, com ou sem fins lucrativos, de natureza cultural.

As 17 obras dramáticas de Nelson Rodrigues, de que trata o edital, seguem a classificação do crítico Sábato Magaldi. São elas: Peças Psicológicas (A Mulher Sem Pecados/1941; Vestido de Noiva/ 1943; Valsa nº 6/1951; Viúva, Porém Honesta/1957; Anti-Nelson Rodrigues/1973); Peças Míticas (Álbum de Família/1945; Anjo Negro/1946; Dorotéia/1949; Senhora dos Afogados/1947); e Tragédias Cariocas (A Falecida/1953; Perdoa-me Por Me Traíres/ 1957; Os Sete Gatinhos/1958; Boca de Ouro/1959; Beijo no Asfalto/ 1961; Otto Lara Resende ou Bonitinha, Mas Ordinária/1962; Toda Nudez Será Castigada/1965; A Serpente/1978).

Será contemplado um espetáculo de cada texto. O investimento total é de R$ 1,36 milhão, distribuídos entre as 17 montagens selecionadas. Uma comissão de seleção vai analisar os projetos a partir da excelência artística de cada proposta; a qualificação dos profissionais envolvidos; e a representatividade das cinco regiões do país.

Acesse o edital e  a ficha de inscrição : http://www.funarte.gov.br.

 

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Divinas_6_Foto_de_Renata_PiresCom um vasto currículo no teatro, cinema e televisão, a atriz e diretora Lívia Falcão realiza neste final de semana, sábado (3) e domingo (4), das 14h30 às 18h30, no Sádhana Núcleo Cultural de Yoga, nas Graças, a oficina “No fundo tudo é teatro”. As vagas são para artistas ou não artistas, ou seja, para todas as pessoas interessadas em vivenciar de forma lúdica a linguagem do teatro e da brincadeira do improviso. A oficina traz como ponto de partida elementos dos treinamentos já experimentados por Lívia ao longo da sua carreira.

O trabalho será focado também em aprendizagens que envolvem os universos do clown e do brincante popular, mesclando vivências que despertam corpo e voz, através de improvisações, tanto individuais quanto coletivas e trabalhando não somente a partir da forma física que estes elementos propõem, mas, sobretudo, das diferentes qualidades corporais e estados emocionais que eles suscitam. Informações e inscrições pelo telefone 3077.3707.

Serviço:

No fundo é tudo Teatro - Oficina com Lívia Falcão

Quando: Sábado, 3, e domingo, 4 de dezembro

Horário: Das 14h30 as 18h30

Público: Pessoas interessadas na linguagem do teatro e na arte da brincadeira (artistas ou não)

Investimento: R$ 152,00

Onde:  Sádana Núcleo Cultural de Yoga, Rua das Graças, 178 – Graças

Inscrições: (81) 3077 3707       

Objetivos:

O objetivo estará centrado na atitude de fazer o corpo utilizar as diversas qualidades encontradas na brincadeira, tanto expandidas no espaço quanto bastante interiorizadas, em forma de impulsos, que vibram de maneira particular no corpo de cada um.

Vestir: Roupas leves e confortáveis para movimentar-se bem

Levar: Tapete de Yoga, uma pequena toalha para secar-se, bloco de anotações e caneta

Observação importante:

O lanche será oferecido pela produção da oficina (frutas, sucos...)

Realização: 

Teatro de Celebração, de Encantamento e Diversão www.duascompanhias.

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AfricasRecife terá o final de semana movimentado com muita arte! Nesta sexta-feira (18) tem encontro marcado para os espetáculos “Oxigênio” e “Áfricas” que  integram a programação do XIV Festival Recife do Teatro Nacional – FRTN. O primeiro, encenado pela Companhia Brasileira de Teatro (PR), pode ser visto no Teatro Hermilo Borba Filho, às 21h. Já o segundo é do Bando de Teatro Olodum (BA) e acontece no Teatro de Santa Isabel às 19h. O evento é uma realização da Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Cultura do Recife e Fundação de Cultura Cidade do Recife.

No sábado (19) o espetáculo: “Áfricas”, segue com novo horário: às 16h30, no Teatro de Santa Isabel. Já a peça Madleia + ou – Doida, da Companhia do Chiste PE, será às 21h Teatro Hermilo Borba Filho, que também segue no mesmo local e horário no domingo (20). O espetáculo Cachorro Morto, da Companhia Hiato (SP), terá apresentação no domingo (20) e segunda (21) no Teatro Apolo, às 19h. A peça Descartes com Lentes,  da companhia brasileira de teatro (PR) acontece na segunda (21) e terça-feira (22), às 17h, no Teatro Santa Isabel. Já o espetáculo Vida, também da Companhia Brasileira de Teatro (PR) será, às 21h, nos mesmos dias e no Santa Isabel.

Durante 13 dias, de 16 a 28 de novembro, o XIV Festival Recife do Teatro Nacional – FRTN - terá 16 espetáculos e 36 apresentações distribuídos nos teatros: Hermilo Borba Filho, Santa Isabel, Apolo, Luiz Mendonça, Marco Camarotti e Barreto Júnior. A coordenação do Festival é de Vavá Schön-Paulino e a curadoria é do jornalista Valmir Santos, que já foi avaliador e crítico do Festival em anos anteriores. A XIV edição traz como tema o Desafio Convivencial e presta uma homenagem ao grupo teatral Vivencial (1974-1983). Na programação do Festival, além dos espetáculos, haverá workshop, mesas de reflexão e lançamentos de livros.

Os ingressos para as peças serão vendidos a preço popular único no valor de R$ 5,00. Para todos os espetáculos, os bilhetes serão vendidos diariamente tanto na bilheteria central no Centro Apolo Hermilo, das 9h às 17h, como na bilheteria dos respectivos teatros. No Santa Isabel o atendimento é das 9h às 19h.

Serviço:

Teatro Hermilo Borba Filho

Av. Cais do Apolo, s\n,Bairro do Recife

Fone: (81) 3355.3318/3319/3321

Teatro de Santa Isabel

Praça da República, s\n, Bairro de Santo Antônio

Fone: (81) 3355.3323/3322

Teatro Apolo

Rua do Apolo, 121, Bairro do Recife

Fone: (81) 3355.3318/3319/3321

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A décima quarta edição do Festival Recife do Teatro Nacional só terá início no dia 16 de novembro, mas as inscrições para o workshop gratuito sobre Dramaturgia Cúmplice, promovido pelo evento, serão realizadas de 7 a 10 desse mês. O público-alvo é voltado para estudantes de teatro, dramaturgos, atores e críticos de teatro. Os interessados em participar devem enviar currículo para o e-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. .

As aulas serão realizadas entre os dias 17 e 20 de novembro, das 10 às 13h, na sala de Ensaio do Teatro de Santa Isabel, sob a supervisão do dramaturgo e diretor de teatro Leonardo Moreira e de atores da Cia. Hiato, de São Paulo. No workshop, serão compartilhados os procedimentos para a criação dos espetáculos: Cachorro Morto, Escuro e O Jardim. Além disso, haverá proposta de exercícios direcionados a uma "dramaturgia de paisagem", isto é, um suporte dramático que se aproprie das estruturas narrativas do cinema e de outras dramaturgias contemporâneas. Ao todo, 20 vagas estarão disponíveis. 
 
Entre as produções artísticas de destaque do monitor Leonardo Moreira, estão os espetáculos Escuro (2009-2010: Prêmio Estímulo Novos Textos de Dramaturgia para Teatro/Secretaria de Estado de Cultura/SP; Indicações ao Prêmio Shell 2010: Melhor Autor, Melhor Diretor, Melhor Atriz, Melhor Cenário, Melhor Figurino; Indicação ao Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro/CPT 2009, como Melhor Autor; Indicações ao Prêmio CPT 2010: Melhor Autor, Melhor Diretor, Melhor Espetáculo, Melhor Projeto Visual, Companhia Revelação); Cachorro Morto (2008-2010: Prêmio Primeiras Obras/Secretaria Municipal da Cidade de São Paulo; Indicações ao Prêmio FEMSA 2009: Melhor Cenário, Melhor Espetáculo Jovem; Prêmios de Melhor Direção, Diretor Revelação, Melhor Texto, Melhor Espetáculo/FENATA 2010/PR); Bagagem ou Memórias Extraviadas (seu primeiro texto, 2007, premiado pelo Projeto “Seleção Brasil em Cena – Novos Talentos da Dramaturgia Brasileira”/Centro Cultural Banco do Brasil/RJ).

O XIV Festival Recife do Teatro Nacional é promovido pela Prefeitura do Recife e acontece de 16 a 28 de novembro. A coordenação estará a cargo de Vavá Schön-Paulino, que é diretor do Centro Apolo-Hermilo. O tema desse ano é “O Desafio Convencional”. Diferente das edições anteriores que sempre homenageava uma personalidade ligada às artes cênicas, esse ano, a homenagem será para o Grupo de Teatro Vivencial, sob a direção de Guilherme Coelho. Na programação do festival, além dos espetáculos, haverá oficinas, mesas de reflexão e lançamentos de livros.
 
Serviço:

Workshop sobre Dramaturgia Cúmplice do XIV Festival Recife do Teatro Nacional

Quando: 7 a 10 de novembro.

Informações: 33553320 ou pelo e-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

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Divinas_6_Foto_de_Renata_PiresDepois de mais de um ano de preparação, incluindo a realização de dois ensaios abertos no  mês de maio, na programação do Palco Giratório, onde o público interagiu com as artistas, tecendo comentários e colaborando também com o processo de criação, o espetáculo teatral Divinas, nova produção da Duas Companhias, entra em cartaz com a sua primeira temporada, a partir do sábado, dia 1º de outubro, no Teatro Barreto Júnior.

A peça tem música ao vivo comandada pelo percussionista Luca Teixeira e trilha sonora assinada por Beto Lemos. No palco estarão Lívia Falcão, Fabiana Pirro e Odília Nunes, que se transformam nas palhaças Zanoia, Uruba e Bandeira. A preparação das atrizes na arte da palhaçaria para encarar o novo espetáculo foi feita pela palhaça e atriz Adelvane Néia, de Campinas (SP). Fazem parte da equipe de dramaturgia o professor, filósofo e poeta Marcelo Pelizzoli, o escritor e poeta Samarone Lima e a jornalista, poeta e dançarina Silvia Góes.

O trabalho de pesquisa para a encenação de Divinas começou em 2010, com a orientação de dramaturgia e direção do espanhol Moncho Rodriguez, que passou quinze dias no Recife num programa de imersão com a equipe e com a participação de Lívia Falcão, Fabiana Pirro e Luciano Pontes como atores-pesquisadores. Depois dos primeiros estudos e ensaios abertos, outros projetos da Duas Companhias foram a razão de um intervalo no trabalho. O retorno efetivo do processo se deu em abril de 2011 e para dar continuidade ao projeto, a Duas Companhias convidou a atriz Odília Nunes para dividir o palco com Lívia e Fabiana. A palhaça Adelvane Néia, de Campinas (SP), foi chamada para conduzir os improvisos e preparar as três palhaças em cena. O professor, filósofo e poeta Marcelo Pelizzoli, o escritor e poeta Samarone Lima e a jornalista, poeta e dançarina Silvia Góes, foram convidados para assinarem juntos a dramaturgia desta segunda fase de montagem da peça.

Desde o princípio a interação entre os artistas e o público guiou o projeto e já em 2010 foram realizados alguns ensaios abertos no Centro Apolo Hermilo. O convite para o Palco Giratório com a demonstração do processo na última fase de lapidação do espetáculo foi uma nova oportunidade de dialogar com o público e estudar as reações ao que vinha sendo proposto em cena. A recepção foi congratulante e muitos elementos foram mantidos, mas há várias novidades no texto e na performance das palhaças que só serão conhecidas nesta primeira temporada.

Divinas é uma celebração e apresenta em clima de brincadeira e poesia três figuras contadoras de histórias, na pele das palhaças Uruba (Fabiana Pirro), Bandeira (Odília Nunes) e Zanoia (Lívia Falcão), atravessando tempos e geografias diversas numa caminhada sobre a delicadeza e a força na busca dos sonhos. Tudo em diálogo com a música, a poesia popular, os bonecos e a arte do palhaço. A peça foi pensada para ser livre e poder ser encenada em qualquer espaço, no palco, nas praças, nas ruas, onde for.

A peça poderá ser vista durante três finais de semana: nos dias 1º e 2 (sábado e domingo); 7, 8 e 9 (sexta, sábado e domingo) ou nos dias 14, 15 e 16 (sexta, sábado e domingo), sempre às 20h, no Barreto Júnior. Ingressos por R$ 20,00 e R$ 10,00.

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A Cia Máscaras de Teatro fica em cartaz até o final de setembro com o seu novo espetáculo. O infantil “Valentim e o Boizinho de São João” conta, através da linguagem dos bonecos, o atrapalhado encontro de Valentim com o Bumba-meu-boi. Tentando desatar os nós de Mateus e Catirina, Valentim se mete no meio de uma grande confusão envolvendo muita gente: Santo, Babau, Doutor e Dona Maria-da-ema. A peça tem música ao vivo e conta com vários efeitos especiais. O espetáculo está em cartaz no Teatro Joaquim Cardozo, aos sábados e domingos, sempre às 16h30.

A realização é da Cia Máscaras de Teatro. O texto é de autoria de Ricardo Araujo e a direção da montagem é do ator, artesão, produtor e diretor Sebastião Simão Filho. A confecção dos bonecos é da equipe da Cia Máscaras de Teatro e a pintura foi de Lupércio Calabar. Os bonecos são todos de manipulação direta e por trás dos divertidos personagens estarão os atores-manipuladores Diego Lucena, Hellen Lailla, Renata Alves, o próprio Sebastião Simão Filho e Carlos da Cia Máscaras. A sonoplastia é assinada por Luiz Manuel e Diana.

 “Tem uma coisa que me apaixona no teatro infantil, é que é um momento de encontro familiar”, diz Sebastião, adiantando que a peça atinge todas as faixas etárias.

Foi no final de 2002 e comecinho de 2003 que os artistas da Cia Máscaras de Teatro arrumaram as malas e chegaram ao Recife, estimulados a encarar o desafio pelo diretor Sebastião Simão Filho, que na época tinha 38 anos. Nascido no ano 2000 em Petrolina, o grupo decidiu pegar a estrada com o sonho de viver da sua arte. Deu certo. É verdade que alguns integrantes desistiram, outros migraram para outros grupos, por alguns momentos o trabalho até parecia ter morrido, mas novos alunos entraram, se formaram, e a companhia continua viva até hoje. O paraibano Sebastião Simão Filho é um amante do teatro e da literatura desde a adolescência. Fez um curso na Europa com Eugenio Barba, ícone do teatro dos séculos XX e XXI, e determinou que levaria a sua arte para gente de todas as idades enquanto estivesse vivo. Atualmente realiza uma série de atividades na Cia Máscaras de Teatro, incluindo oficinas para atores, confecção de bonecos e outras atividades.

Serviço:

Valentim e o Boizinho de São João

Teatro Joaquim Cardozo

Sábados e domingos, às 16h30

Ingressos: R$ 10,00 e R$ 5,00

Informações: 8727.7093

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O espetáculo infantil “Perna de Pinto Perna de Pato”, que faz, através da linguagem dos bonecos, uma viagem pelo mundo das fábulas e seres misteriosos que cuidam das matas, dos bichos e dos rios, inicia temporada neste sábado, dia 9 de julho, no Teatro Hermilo Borba Filho, no Bairro do Recife, às 16h. A peça ficará em cartaz até o dia 31, todos os sábados e domingos, sempre no mesmo horário. A realização é da Cia Máscaras de Teatro e a criação é do ator, artesão, produtor e diretor Sebastião Simão Filho.

Num diálogo entre bonecos de luva e de vara, a Cia Máscaras de Teatro cria um novo conceito, dando um caráter cênico aos bonecos que tem inspirações também em outras representações teatrais da Europa e do Oriente, além dos tradicionais mamulengos do Nordeste, com uma dramaturgia diferente dos espetáculos conhecidos de fantoches.

Dida, Luci e Pituco estão investigando a existência ou não das lendas e dos seres misteriosos quando o avô de Pituco resolve se disfarçar e numa divertida brincadeira provar às crianças que essas criaturas existem. Então, lá do alto do Lendolimpo, o céu das lendas, a bruxa Cricri, o Saci Pula-pula, o extraterrestre Gosma Espacial, Mula-sem-cabeça e outros seres fabulosos decidem aparecer e a confusão está feita, até que São Jorge com seu Dragão entra na história para consertar tudo.

“Tem uma coisa que me apaixona no teatro infantil, é que é um momento de encontro familiar”, diz Sebastião, adiantando que a peça atinge todas as faixas etárias. “Fizemos uma temporada no Teatro Joaquim Cardozo e era maravilhoso ver os adultos se divertindo e se emocionando tanto quanto as crianças. Às vezes tem cinco adultos para uma criança assistindo, de uma mesma família”, comenta.

Foi no final de 2002 e comecinho de 2003 que os artistas da Cia Máscaras de Teatro arrumaram as malas e chegaram ao Recife, estimulados a encarar o desafio pelo diretor Sebastião Simão Filho, que na época tinha 38 anos. Nascido no ano 2000 em Petrolina, o grupo decidiu pegar a estrada com o sonho de viver da sua arte. Deu certo. É verdade que alguns integrantes desistiram, outros migraram para outros grupos, por alguns momentos o trabalho até parecia ter morrido, mas novos alunos entraram, se formaram, e a companhia continua viva até hoje.

O paraibano Sebastião Simão Filho é um amante do teatro e da literatura desde a adolescência. Fez um curso na Europa com Eugenio Barba, ícone do teatro dos séculos XX e XXI, e determinou que levaria a sua arte para gente de todas as idades enquanto estivesse vivo. Atualmente realiza uma série de atividades na Cia Máscaras de Teatro, incluindo oficinas para atores, confecção de bonecos e outras atividades.

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O programa “Que Comédia!” apresenta mais uma leitura teatral relembrando os grandes textos que marcaram a Commedia Dell´Arte. Será nesta segunda (27) e terça (28), no auditório do Centro Cultural Correios. Desta vez o autor escolhido pela Duas Companhias, autora do projeto, foi o italiano Flamínio Scala. As apresentações acontecem sempre às 20h e a entrada é gratuita.

Flamínio Scala foi ator, dramaturgo, perfumista e precursor do diretor teatral no século XVII. Foi também inventor do canovaccio, um tipo de roteiro sobre o qual se desenvolvia um espetáculo cômico e ele próprio entregou esses roteiros para impressão pela primeira vez, o que muito contribuiu para os estudos atuais sobre o teatro feito em sua época. Para dirigir a leitura da peça “O Marido”, um canovaccio de Flamínio Scala, a companhia convidou o ator e produtor Ésio Magalhães, um dos fundadores do Barracão Teatro, de Campinas (SP).

Ésio tem uma formação vasta na arte do clown, dança moderna, mímica, dramaturgia para teatro de rua e técnicas circenses. Fez curso de teatro popular com Antônio Nóbrega e de máscaras e Commedia Dell’Arte com Tiche Vianna, com quem se uniu para fundar o Barracão. Foi integrante do grupo de atores dos Doutores da Alegria. Em 2004 participou da XII Sessão da Universidade do Teatro Eurasiano – encontro internacional de pesquisadores de teatro de diversos países do mundo, sob coordenação de Eugenio Barba, Caulonia/Calábria – Itália, representando o Brasil. Também atuou com o palhaço Lerris Colombaioni, no espetáculo “Um giro nel cielo” e no “Circo Ercolino”, na Itália

A adaptação do texto de Scala que será levado à cena é de Tiche Vianna e no palco estarão os atores Anderson Machado, Cláudio Ferrario, Eduardo Rios, Fabiana Pirro, Lívia Falcão, Luíza Fontes, Márcio Carneiro, Marina Duarte, Odília Nunes e Olga Ferrario.

Depois do sucesso do projeto Que Absurdo!, com a realização até de algumas sessões extras por causa do público numeroso que disputava as leituras dramáticas no ano passado, todas resgatando peças do Teatro do Absurdo, a companhia teatral Duas Companhias decidiu trazer um novo ciclo ao palco, o “Que Comédia!”, com textos que marcaram a Commedia Dell´Arte. A temporada foi iniciada em abril com o texto “Arlequim, servidor de dois patrões”, do italiano Carlo Goldoni e o sucesso se repetiu. Depois veio Molière, em maio. O objetivo é trazer sempre a proposta de um novo texto, com elenco, direção e fôlego renovados, até o mês de julho.

A cada apresentação, diferentes atores e diretores são convidados para se integrar ao programa, uma fórmula encontrada pela Duas Companhias para trazer à luz vários talentos já consagrados e artistas iniciantes também. 

Serviço:

Que Comédia!

Ciclo de Leituras da Commedia Dell´Arte

Auditório do Centro Cultural Correios, às 20h

Avenida Marquês de Olinda, 262, Bairro do Recife

Entrada Gratuita

Dias 27 e 28 de junho

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Sábado, 28 Maio 2011 04:18

Molière no Centro Cultural Correios

O Centro Cultural Correios abre as portas para a segunda etapa do ciclo de leituras “Que Comédia!”, com textos que marcaram a Commedia Dell´Arte, um projeto da companhia teatral Duas Companhias. Nesta segunda (30) e terça (31), o programa “Que Comédia!” apresenta o texto “O Médico Volante”, do francês Molière. As apresentações acontecerão sempre às 20h, no auditório do Centro Cultural Correios. A direção desta vez será de Lívia Falcão e no palco estarão Anaíra Mahin, Andre Riccari, Cláudio Ferrario, Eduardo Japiassu, Helder Vasconcelos, João Augusto Lira e Natascha Falcão. A entrada é gratuita.

Depois do sucesso do projeto Que Absurdo!, com a realização até de algumas sessões extras por causa do público numeroso que disputava as leituras dramáticas no ano passado, todas resgatando peças do Teatro do Absurdo, a companhia teatral Duas Companhias decidiu trazer um novo ciclo ao palco, o “Que Comédia!”, com textos que marcaram a Commedia Dell´Arte. A temporada foi iniciada em abril com o texto “Arlequim, servidor de dois patrões”, do italiano Carlo Goldoni e o sucesso se repetiu. O objetivo é trazer sempre a proposta de um novo texto, com elenco, direção e fôlego renovados, até o mês de julho.

A cada apresentação, diferentes atores e diretores são convidados para se integrar ao programa, uma fórmula encontrada pela Duas Companhias para trazer à luz vários talentos já consagrados e artistas iniciantes também.

Serviço:

Que Comédia!

Ciclo de Leituras da Commedia Dell´Arte

Auditório do Centro Cultural Correios, às 20h

Avenida Marquês de Olinda, 262, Bairro do Recife

Entrada Gratuita

Dias 30 e 31 de maio 

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Foto: Daniela Nader
Espetáculo acontece no teatro Luiz Mendonça, no Parque Dona Lindu, e entrada é gratuita 

A comédia teatral Caetana, com Lívia Falcão e Fabiana Pirro, que estreou em julho de 2004 e passou três anos e meio seguidos em cartaz e depois teve apresentações esporádicas ao redor do mundo, reunindo mais 50 mil espectadores, volta ao palco nesta sexta (6), às 19h30, abrindo o Festival Palco Giratório 2011, no Teatro Luiz Mendonça, no Parque Dona Lindu, no Recife.

A última apresentação do premiado espetáculo no Recife foi em abril de 2010. A data é bem especial porque 6 de maio é exatamente o dia do aniversário do diretor da peça, o espanhol Moncho Rodriguez, que está morando atualmente em Portugal. A entrada é gratuita e os ingressos começam a ser distribuídos uma hora antes da apresentação.

“Para mim Caetana é sempre um desafio. Benta é a personagem que mais exige da atriz Lívia, em tudo, voz, corpo, interpretação. É o meu 100%.”, diz Lívia Falcão, que encarna a divertida rezadeira Benta, arrancando risos e lágrimas da platéia por onde passa.

LINGUAGEM - Tomando como base a pesquisa desenvolvida pelo encenador Moncho Rodriguez na procura de novas linguagens para um teatro de identidade nordestina, a peça trata do tema da moça Caetana, inspiração armorialista utilizada pelo dramaturgo Ariano Suassuna em suas obras e poemas.

Caetana é a identidade da morte, aqui interpretada por Fabiana Pirro. Lívia Falcão “encarna” Benta, uma rezadeira “encomendadora” de almas que, após indicar o caminho do além a tantas outras, vê-se diante do seu próprio encontro com a Caetana. As almas anteriormente encomendadas por Benta reaparecem para um divertido encontro em forma de bonecos, articulados e dublados por Fabiana.

Em 2005, Lívia Falcão e Fabiana Pirro receberam o Prêmio Apacepe de melhor atriz e atriz coadjuvante, respectivamente, no projeto “Janeiro de Grandes Espetáculos”. O prêmio também foi conferido às categorias figurino, maquiagem, produção e ainda o Especial do Júri em Dramaturgia para o encenador Moncho Rodriguez e o poeta Weydson Barros Leal. O espetáculo também foi indicado ao Prêmio Shell, o mais importante do teatro nacional, em três categorias: melhor atriz (Lívia Falcão), melhor texto (Weydson Barros Leal e Moncho Rodriguez) e melhor trilha sonora (Narciso Fernandes).

“A encenação resgata elementos do teatro das tradições populares e os transforma em linguagens renovadas de contemporaneidade. Um teatro de celebração, de encantamento e diversão”, destaca Moncho Rodriguez. Caetana aparece de forma poética, com muita música e celebrações presentes no imaginário popular do Nordeste.

A morte passa pelo memorial do imaginário nordestino deixando um rastro de histórias, mistérios, encantamentos e assombrações que despertam a curiosidade num universo de fábulas e crendices que terminaram se tornando íntimos do povo.

O circo, o desaparecimento, os desafios do amor e da vida, as diferentes formas de aparições dessa CAETANA estão presentes no espetáculo, escrito a quatro mãos por Moncho Rodriguez e pelo poeta Weydson Barros Leal, que marcou com Caetana a sua estreia na dramaturgia teatral.

De acordo com Moncho Rodriguez, que também assina a cenografia e o figurino, a cenografia do espetáculo propõe a autonomia de mobilidade levando a cena completa para qualquer lugar onde possa se realizar. Trata-se de uma “máquina teatral” circense, onde já se incrusta a própria iluminação, o som, os efeitos visuais. “Assim, resgatamos a praticidade dos antigos comediantes mambembes, que percorriam cidades e feiras levando seu teatro a todos os lugares”, explica.

O espetáculo também leva ao palco o diálogo entre atrizes e bonecos, sempre dublados por Fabiana Pirro, que encarna, além da própria Caetana em carne e osso, papéis complementares à trama. São esculturas volumétricas, utilizando materiais reciclados e alternativos, misturados com elementos puros da tecelagem usada no interior do Nordeste por artesãos e bordadeiras. O bêbado, que aparece num divertido diálogo com a velha encomendadora de almas Benta – personagem de Lívia Falcão – é representado por um cabo de vassoura na mão de Fabiana, relembrando uma brincadeira de infância comum no interior. 

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