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Linha Editorial

  • "Mídia Construtiva é também lançar o olhar crítico sobre problemas, apontar falhas, denunciar. Contribuindo para a corrente que tenta transformar o negativo em positivo."

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Da Agência Fapesp

A National Academies Press (NAP), editora das academias nacionais de ciência dos Estados Unidos, anunciou no dia 2 de junho que passou a oferecer seu catálogo completo para ser baixado e lido de graça pela internet.

São mais de 4 mil títulos, que podem ser baixados inteiros ou por capítulos, em arquivos pdf. A NAP publica mais de 200 livros por ano em diversas áreas do conhecimento, com destaque para publicações importantes em política científica e tecnológica.

Os livros podem ser copiados livremente a partir de qualquer computador conectado na internet e mostram o esforço da NAP em democratizar o acesso ao conteúdo produzido pelas academias norte-americanas. As academias, que atuam há mais de 100 anos, são: National Academy of Sciences, National Academy of Engineering, Institute of Medicine e National Research Council.

Os títulos em capa dura continuarão à venda no site da NAP. A opção de ler de graça parte de livros ou títulos inteiros começou a ser oferecida pelo site em 1994. A oferta de todo o catálogo de graça para ser baixado em pdf foi feita primeiro para os países em desenvolvimento.

Entre os títulos que podem ser baixados estão: On Being a Scientist: A Guide to Responsible Conduct in Research, Guide for the Care and Use of Laboratory Animals e Prudent Practices in the Laboratory: Handling and Management of Chemical Hazards.

Mais informações: www.nap.edu

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O PandaLabs, laboratório anti-malware da Panda Security - The Cloud Security Company - relatou o aparecimento recente de uma série de páginas da web distribuindo o antivírus falso, MySecurityEngine.

Todas estas páginas aparecem no topo nos resultados de pesquisas relacionados à Copa do Mundo da África do Sul 2010. De acordo com Ricardo Bachert, diretor geral de consumo da Panda Security Brasil, este tipo de armadilha encontra terreno ainda mais fértil em países como o Brasil e Argentina, onde o movimento de buscas por assuntos relativos à Copa é maior que a média mundial. Entre os sites identificados, o PandaLabs selecionou uma lista que aparece na imagem abaixo: Você pode ver a imagem em: http://www.flickr.com/photos/panda_security/4684251897/.

"Nos últimos dias foi identificado um aumento significativo no número de links maliciosos que utilizaram não só a Copa do Mundo, mas também a final de Roland Garros e as finais da NBA. Com a proximidade do Mundial de Futebol, prevemos um grande aumento de ataques como este ao longo dos próximos dias", concluiu Eduardo D'Antona, diretor geral corporativo e TI da Panda Security no Brasil.

Esta técnica, chamada de ataques Black Hat SEO (Search Engine Optimization), começou a ser utilizada há alguns anos. Desde então, tornou-se cada vez mais sofisticada, conseguindo colocar sites desonestos nas primeiras páginas de resultados das pesquisas.

O sistema é muito simples: Quando os usuários procuram informações sobre grandes eventos, os resultados levam às páginas ilícitas, profissionalmente indexadas para estarem em uma posição alta no ranking. Se os usuários clicarem nos links, eles serão convidados a baixar um arquivo, por exemplo: um codec. Com isso, eles estarão descuidadosamente instalando um antivírus falso.

"Aconselhamos os usuários a tomar todas as precauções necessárias quando visitarem páginas da web através de motores de busca. É importante certificar confiabilidade da fonte, sempre rejeitar todos os downloads e não abrir arquivos provenientes de fontes desconhecidas. Além disso, é recomendado ter uma proteção contra vírus e mantê-la sempre atualizada. Atualmente existem soluções gratuitas como o Panda Cloud Antivirus (www.cloudantivirus.com), que protegem os computadores contra este tipo de ameaça", assinala D'Antona.

Mais informações estão disponíveis no blog do PandaLabs: http://www.pandalabs.com. Como parte de sua política de Responsabilidade Social Corporativa, a Panda Security colabora com entidades como a Special Olympics, WWF e Invest for Children. Para mais informações, visite: http://www.pandasecurity.com/

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Quinta, 10 Junho 2010 22:08

Tecnopolítica

politicaPor Pedro Aquino*

Esta semana me dei conta do fato extraordinário de que a geração que tem agora entre vinte e trinta anos está vivenciando uma nova forma de fazer política. Diferente de quem presenciou guerras mundiais e inúmeros golpes de estado, os membros desta geração - que protagonizam a revolução tecnológica -, têm a oportunidade de influenciar decisões e difundir suas opiniões sobre os fatos da sociedade com uma liberdade e amplitude que não se via antes.

A vitória alcançada, recentemente, pelo Projeto Ficha Limpa, que proíbe a candidatura de políticos com antecedentes criminais nas eleições, reforça este fato. Um abaixo assinado pela internet angariando mais de dois milhões de assinaturas organizou o apoio da sociedade civil à campanha.

O Ficha Limpa mobilizou cidadãos que ultimamente evitavam qualquer assunto relativo à política. E não foram necessários mais do que alguns cliques no mouse para expressar descontentamento com a realidade política brasileira e o desejo de um cenário mais ético para a cidadania.

Embora ainda exista os que consideram a interação virtual algo supérfluo ou incipiente, o exemplo mostra que assumir uma opinião publicamente através de uma rede de contatos virtuais pode caracterizar um ato político e gerar resultado. Ainda melhor, é quando o usuário aproveita a enorme quantidade de informação disponível na rede para se informar melhor sobre suas preferências, aumentando a capacidade de defendê-las.

A caixa-preta da política - Ao longo do tempo, o termo política se tornou quase equivalente a corrupção, burocracia, abusos de poder, autopromoção indevida e falsas promessas. Assim surgiu o termo politicagem, que revela a descrença da sociedade na política, que na Grécia Antiga era praticada em praça pública, aberta a todo indivíduo que tivesse o status de cidadão. Hoje, contudo, todo mundo é cidadão por direito, mas o que era um diálogo aberto se parece mais com uma “caixa-preta”, que serve aos interesses de poucos.

No Brasil, particularmente, a nomeação de Brasília como a capital do país e transferência do Palácio do Planalto para uma região afastada, segundo muitos brasileiros, foi um dos fatores que contribuiu para o afastamento entre cidadãos e política. Neste contexto, o potencial da internet surge como uma solução, já que pode promover o acesso rápido e democrático à informação abrindo novo espaço para o exercício da cidadania.

Webcidadania - Há pouco tempo, um grupo de jovens ativistas confrontou a inacessibilidade desta “caixa-preta política” brasileira. Na ocasião de lançamento do blogue oficial do Palácio do Planalto, foi recebido com estranheza o fato de que esta ferramenta de comunicação com eleitores não aceita comentários de seus internautas – como qualquer outro weblog da internet teria, dado que a ferramenta está preparada para oferecer aos eleitores um espaço de críticas e sugestões aos governantes. Diante da contradição, este grupo criou uma versão idêntica ao Blog do Planalto só que garantindo o espaço de comentários a qualquer usuário.

Ainda na linha do estímulo à opinião pública, o portal Votenaweb.com.br criou uma maneira interessante de informar os eleitores sobre as leis que estão sendo votadas no Congresso Nacional. A ferramenta é muito simples e para cada projeto colocado em votação, o cidadão pode dizer sim ou não e também saber quais parlamentares fizeram escolhas iguais ou diferentes a sua. Todos os dados armazenados se transformam em infográficos que possibilitam enxergar as discrepâncias ou os consensos que existem entre as opções dos políticos e as opções do eleitorado.

Todas as plataformas interativas da chamada Web 2.0 têm uma característica bastante peculiar: quanto maior sua taxa de utilização, maior a sua utilidade. Quando esta ferramenta passa a servir à política, assume uma forma ainda mais interessante. A vantagem é toda do cidadão e, não é a toa que algumas plataformas disponíveis já estão formulando a noção de “webcidadania”.

Uma destas plataformas que se destacam por sua utilidade prática e cotidiana é o CidadeDemocrática.org.br. Este portal permite que cidadãos, organizações e até mesmo políticos interajam identificando problemas a serem solucionados ou propondo melhorias na realidade local. Através da intermediação desta ferramenta online, os usuários podem ter suas idéias apoiadas, discutidas e divulgadas, até que se chegue ao ponto de encontrar uma solução, entre as tantas possíveis.

Somente quando existe o canal adequado de comunicação é que o problema encontra sua solução. Tudo depende do empenho de quem participa e, quanto mais articulada à ferramenta, maiores as chances de serem encontradas as estratégias que irão dar conta da realidade. Neste novo contexto, a política ganha um novo palco, agora aberto para muitos protagonistas. As dificuldades continuam grandes, mas não se pode mais dizer que não há alternativas.

*Pedro Aquino é formado em Psicologia na PUC-SP, especializou-se em socionomia pela Sociedade de Psicodrama de Säo Paulo e, de volta à PUC, prepara seu mestrado em Psicologia Política e Movimentos Sociais. Participante do corpo diretivo do Instituto Ninhos, imagina transformaçöes possíveis e procura torná-las viáveis pela intersecçäo entre arte, tecnologia e educaçäo.

Publicado em Artigos

alogoDa Agência Brasil

Já está disponível para consulta pública uma versão preliminar do anteprojeto de lei sobre o Marco Civil da internet no Brasil. O projeto será um conjunto de regras para garantir direitos, determinar responsabilidades e orientar a atuação do Estado no ambiente virtual. O debate está sendo organizado pela Secretaria de Assuntos Legislativos (SAL) do Ministério da Justiça.

A participação do público se dará por meio de comentários no blog. É necessário preencher um cadastro prévio no Fórum da Cultura Digital, rede social mantida pelo Ministério da Cultura. A consulta pública permanecerá aberta por 45 dias.

De acordo com o Ministério da Justiça, as proposições do Marco Civil estão organizadas em pouco mais de 30 artigos a partir de três temas centrais: garantia às liberdades e proteção aos direitos dos usuários, responsabilidades dos atores que participam da internet e o papel do Estado no desenvolvimento da web como ferramenta social.

Depois da consulta pública, o texto será organizado pela SAL e pelo Centro de Tecnologia e Sociedade da Escola de Direito da Faculdade Getúlio Vargas (FGV). A intenção, segundo o MJ, é encaminhar o projeto de lei ao Congresso Nacional até junho.

Publicado em Viva Brasil

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