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Publicado por Taiza Brito
Sex, 03 de Setembro de 2010 12:38 |
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Atendendo à solicitação do Blog Igor de Fato (http://igordefato.blogspost) publicamos o artigo abaixo. O caso, que já foi tema de artigo neste blog, servirá de reflexão durante muito tempo sobre o tratamento dado pelas autoridades a casos de violência contra a mulher:
Entre 1997 e 2007, cerca de 40 mil mulheres morreram vítimas de homicídio. São 10 mulheres por dia. Quantos casos ainda terão de nos chocar para que a situação mude?
Por Luciele Alves Fagundes A violência contra as mulheres acontece cotidianamente e nem sempre causa comoção social. O caso recente da modelo Eliza Samudio, cujo principal suspeito do desaparecimento e provável morte é o goleiro Bruno Fernandes, do Flamengo, de quem ela teria tido um filho, infelizmente é um exemplo famoso de crimes que se repetem em todo o território nacional.
Apesar da Lei Maria da Penha ter sido uma conquista, casos como esse revelam que não basta haver uma lei que proteja as mulheres se não houver capacitação dos agentes públicos que trabalham em delegacias e juizados especiais. Convém ressaltar que, já em outubro de 2009, Eliza Samudio registrou queixa contra Bruno na Delegacia de Atendimento à Mulher de Jacarepaguá, e com o conhecimento do Ministério Público do Rio de Janeiro. A acusação resultou na abertura de inquérito, e a polícia chegou a pedir à Justiça proteção a Eliza, mas nenhuma medida foi tomada até o desaparecimento dela no início de junho.
É importante refletir sobre a negligência da Justiça nesse caso. Oito meses separaram a queixa da modelo de seu desaparecimento. Isso revela um despreparo dos agentes públicos, que têm a tendência de subestimar a queixa das mulheres.
Outro ponto que chama atenção nesse caso é o profundo machismo que Bruno já havia demonstrado antes do desaparecimento vir à tona. Em declaração a imprensa sobre o fato de seu amigo, o atacante Adriano, do Flamengo, ter agredido sua noiva publicamente, Bruno disse que era normal que o homem batesse na sua mulher, e que ninguém deveria se meter nisso. Ainda persiste vivo o revoltante conceito de que o homem tem o "direito" de agredir sua mulher.
Entre 1997 e 2007, cerca de 40 mil mulheres morreram vítimas de homicídio. São 10 mulheres por dia. Os dados são do Mapa da Violência no Brasil 2010, do Instituto Sangari. O que mais choca nesse caso são os motivos das mortes. A pesquisadora da USP Wânia Izumino afirmou que boa parte dos assassinatos das mulheres são cometidos por "atuais ou antigos maridos, namorados ou companheiros, inconformados em perder o domínio sobre uma relação que acreditam ter o direito de controlar".
Quantos casos ainda terão de nos chocar para que a situação mude? Eliza Samudio, a advogada Mércia Nakashima, cujo assassino é um ex-namorado, a cabeleireira Maria Islaine de Morais, morta em janeiro diante das câmeras pelo ex-marido, alvo de oito denúncias. São símbolos de milhares de Elizas, Mércias e Marias que cobram de nossa sociedade justiça e mudança de atitudes.
* Luciele Alves Fagundes é mestranda em Geografia da Universidade Federal de Santa Maria (
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Publicado por Taiza Brito
Sex, 03 de Setembro de 2010 00:09 |
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Nesta sexta-feira, 3 de setembro, a cidade de Pesqueira, no Agreste Meridional de Pernambuco, recebe a caminhada da campanha Junte-se a Nós, Plante Mais Uma Árvore Para Um Mundo Melhor, que tem o objetivo de plantar um milhão de árvores em Pernambuco até junho de 2011. A caminhada é uma realização da Cáritas Diocesana/Diocese de Pesqueira e o Projeto Plante essa Idéia em parceria com outros atores locais.
Participarão cerca de 500 agricultores e agricultoras de 14 municípios do Agreste Meridional, além da sociedade da cidade de Pesqueira, representantes de igrejas e empresários locais. Além da caminhada haverá feira de artesanato e exposição e troca de diversos tipos de mudas, como hortaliças e fruteiras da região. A atividade também contará com apresentações culturais locais.
A concentração da caminhada acontecerá na Praça Dom José Lopes, centro de Pesqueira, e seguirá até a Praça Comendador José Didier (Praça da Rosa), onde acontecerão as apresentações culturais e a feira. Lá também acontecerá o lançamento da campanha na cidade.
Campanha - Na última terça-feira, dia 31 de agosto, o Governo do Estado de Pernambuco através da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente também aderiu a campanha, com o lançamento do Programa Pernambuco Verde. As 190 mil árvores previstas para serem plantadas pelo programa irão ser contabilizadas pela campanha.
Contador de árvores na internet – A campanha Junte-se a Nós, Plante Mais Uma Árvore Para Um Mundo Melhor, iniciada em junho de 2010, está com o contador de árvores plantadas na internet. Acessando a página eletrônica www.plantemaisarvores.wordpress.com qualquer pessoa pode fazer o cadastramento das árvores que já plantou em Pernambuco. A campanha também conta com um perfil no twitter: www.twitter.com/maisarvorespe onde os participantes da campanha podem interagir. |
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Qui, 02 de Setembro de 2010 23:39 |
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Por Taíza Brito
Quem lembra das letras da música Gentileza, escrita pela cantora Marisa Monte e que integra o CD Memórias, Crônicas e Declarações de Amor? Diz assim:
Apagaram tudo/Pintaram tudo de cinza/A palavra no muro/Ficou coberta de tinta/Nós que passamos apressados/Pelas ruas da cidade/Merecemos ler as letras/E as palavras de Gentileza/Por isso eu pergunto/A vocês no mundo/Se é mais inteligente/O livrou ou a sabedoria/O mundo é uma escola/A vida é o circo/Amor palavra que liberta/Já dizia o profeta.
Ouvi muitas vezes a canção de Marisa Monte, da qual gostei muito. Mas só tempos depois descobri que era uma homenagem da cantora a um homem chamado Gentileza, profeta que perambulava pelas ruas do Rio de Janeiro pregando a gentileza e deixando suas mensagens escritas em viadutos e vias públicas da capital carioca. E que a música da qual eu tanto godtava era um protesto contra o fato de terem apagado tudo que ele havia escrito
Fiquei indignada também. E porque relembrar disto agora? É que soube que criaram no Rio de Janeiro o site "Rio com gentileza" (http://www.riocomgentileza.com.br), movimento espontâneo criado por admiradores do Profeta Gentileza com o objetivo de preservar e salvaguardar a sua obra e mensagem, estimulando a adoção da gentileza nas relações sociais.
Que legal! Para saber mais acesse o site. E viaje nas idéias de quem aposta na gentileza para usufruir de uma vida melhor. |
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Publicado por Taiza Brito
Qui, 02 de Setembro de 2010 22:46 |
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A Fundação Joaquim Nabuco é a única instituição agraciada com o Prêmio Luiz Beltrão de Ciências da Comunicação, edição 2010, promovido pela Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares em Comunicação (Intercom). A Fundaj venceu na categoria "Instituição Paradigmática". Serão premiados também a pesquisadora Lúcia Santaella (PUC-SP), na categoria Maturidade Acadêmica; o jornalista e pesquisador Rogério Christofoletti (UFSC), na categoria Liderança Emergente; e o Grupo de Bauru (Unesp-SP), na categoria Grupo Inovador.
A cerimônia de premiação acontece no próximo dia 5 de setembro, no município gaúcho de Caxias do Sul. Na ocasião a Fundação Joaquim Nabuco será representada pelo assessor de Comunicação Marcelo Mário de Melo. "Esse prêmio é muito importante e sua divulgação merece o maior destaque possível", disse o jornalista.
O prêmio tem o apoio da Rede Globo, através do programa Globo Universidade, e na sua 13º edição será coordenado pela diretora cultural da entidade, Rosa Maria Dalla Costa e pela coordenadora local Tassiara Camatti.
A solenidade de entrega dos prêmios faz parte das atividades do XXXIII Congresso Nacional da Intercom que este ano será sediado na Universidade de Caxias do Sul e que reunirá mais de 3 mil pessoas, entre estudantes de jornalismo, professores, profissionais e pesquisadores.
Santaella recebe o Prêmio na modalidade Maturidade acadêmica; Christofoletti, na modalidade Liderança emergente; o Grupo de Bauru e a Fundação Joaquim Nabuco como Grupo Inovador e Instituição Paradigmática, respectivamente.
O Prêmio Luiz Beltrão de Ciências da Comunicação destina-se a reconhecer a qualidade do trabalho acadêmico realizado nas universidades ou nos centros/institutos de pesquisa, valorizando a atuação individual, grupal ou coletiva. Sua finalidade é identificar anualmente quais as pessoas, equipes ou instituições que apresentaram contribuições relevantes para o campo das ciências da comunicação, de modo a construir/consolidar a identidade da nossa comunidade acadêmica. Seu público alvo é formado por pesquisadores, professores, estudantes e demais interessados no trabalho acadêmico e nos rumos da pesquisa na área da Comunicação Social.
Foi instituído pela assembléia comemorativa dos 20 anos de fundação da Intercom, realizada em Santos (SP), em 1997. Sua finalidade é reconhecer a qualidade do trabalho acadêmico realizado nas universidades ou nos centros de pesquisa, valorizando a atuação individual, grupal e coletiva. Sua meta é sinalizar anualmente para as novas gerações quais as pessoas ou instituições que oferecem contribuições relevantes ao campo das ciências da comunicação. A intenção do Prêmio é também a de homenagear o pioneiro da pesquisa científica sobre os fenômenos comunicacionais na universidade brasileira, o Professor Luiz Beltrão. Ele foi o fundador do primeiro centro acadêmico nacional de estudos midiáticos, o Instituto de Ciências da Informação da Universidade Católica de Pernambuco (1963), editor da primeira revista brasileira de ciências da comunicação (Comunicações & Problemas, 1965) e ainda o primeiro Doutor em Ciências da Comunicação do Brasil (Universidade de Brasília, 1967). Sobre Luiz Beltrão: Pioneiro da pesquisa científica sobre os fenômenos comunicacionais na universidade brasileira, Luiz Beltrão foi fundador do Instituto de Ciências da Informação, primeiro centro acadêmico nacional de estudos midiáticos, e de Comunicações & Problemas, nossa primeira revista de ciências da comunicação (Universidade Católica de Pernambuco, 1963). Tornou-se também o primeiro Doutor em Comunicação do Brasil (Universidade de Brasília, 1967). Sua obra ganhou reconhecimento nacional e prestígio internacional, nos âmbitos do jornalismo e comunicação de massa. Foi ao mesmo tempo pesquisador, educador e divulgador científico. Produziu conhecimento midiático ancorado na vivência profissional. Formou toda uma geração de professores e pesquisadores da comunicação. E converteu os resultados das suas pesquisas em material didático, difundido na sala de aula ou estocado em livros destinados aos jovens estudantes e profissionais. Nascido em Olinda, Pernambuco, em 8 de agosto de 1918, Luiz Beltrão faleceu em Brasília em 1986. |
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Qui, 02 de Setembro de 2010 18:18 |
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O Projeto Semente Crioula – Resistência Quilombola: soberania alimentar na caatinga realiza, nos próximos dias 4 e 5 de setembro, a 2 ª Feira de Tecnologias e Saberes Crioulos na comunidade quilombola de Jatobá II, no município de Cabrobó, em Pernambuco.
A feira conta com uma programação de intercâmbio entre cinco comunidades quilombolas do Sertão pernambucano. São esperados cerca de 500 quilombolas das comunidades de Conceição das Crioulas, Contendas, Santana (Salgueiro), Jatobá II (Cabrobó) e Feijão (Mirandiba).
A produção agroecológica de hortaliças promete ser um dos destaques da feira que apresentará alguns dos resultados do projeto iniciado em 2009. A programação ainda é composta por oficinas, debates, palestras e atividades culturais. A feira mostrará em barracas temáticas a produção local das cinco comunidades e os saberes quilombolas no artesanato com barro e fibras vegetais e na medicina popular através das garrafadas, raizadas, lambedores e chás e ainda o trabalho das tradicionais rezadeiras.
Os direitos quilombolas também serão tema de uma barraca, onde as pessoas poderão se informar sobre a luta por políticas públicas que garantam seus direitos como população específica e diferenciada histórica e culturalmente e sobre a atuação da Comissão Estadual de Articulação das Comunidades Quilombolas de Pernambuco Quilombola e da Coordenação Nacional das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (CONAQ).
Entre os temas abordados nos debates, estão ainda a questão de gênero com discussão sobre o papel das mulheres nas comunidades quilombolas e as experiências e as expectativas do projeto Semente Crioula.
No domingo, 5 de agosto, os quilombolas inauguram o Banco de Sementes da Comunidade Quilombola de Jatobá II, onde serão cultivados, selecionados e armazenados os grãos tradicionais e de novas espécies de milho, feijão, arroz e algodão, entre outros produtos tradicionais das comunidades. Através do projeto Semente Crioula, também estão sendo implantados Bancos de Sementes nas outras quatro comunidades quilombolas que funcionarão ainda como sede de atividades de formação técnica.
SOBRE O PROJETO - O Projeto Semente Crioula trabalha na promoção de um sistema de segurança alimentar e nutricional sustentável a partir do resgate e enriquecimento do acervo de espécies cultivadas, consumidas e comercializadas nas cinco comunidades quilombolas envolvidas. Neste contexto, a feira busca proporcionar o intercâmbio de saberes e tecnologias entre as comunidades quilombolas, além de ser uma etapa da formação do projeto.
O projeto Semente Crioula, lançado em abril de 2009, é uma iniciativa da Secretaria Especial de Promoção de Políticas de Igualdade Racial (SEPPIR), com o apoio da Agência Canadense para o Desenvolvimento Internacional (CIDA). O projeto é desenvolvido através de parceria entre o Centro de Cultura Luiz Freire (CCLF), responsável pela coordenação executiva, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e as associações quilombolas das cinco comunidades envolvidas.
Programação:
Dia 4 de setembro
9h00 - Abertura
9h30 - Debate: Comunidades Quilombolas e Soberania Alimentar
12h - Almoço Cultural
14h30 - Oficinas de Técnicas e Saberes Crioulos
16h - Debate: A produção agroecológica em comunidades quilombolas
17h30 - Atividade Cultural
Dia 5 de setembro
8h30 - Debate: Mulheres na luta quilombola
11h - Oficinas de Sabores e Saberes Crioulos
12h30 - Almoço Cultural
14h30 - Debate: O Projeto Semente Crioula – expectativas e experiências
16h30 - Inauguração do Banco de Sementes da Comunidade Quilombola de Jatobá II
17h - Encerramento
17h30 - Atividades Culturais |
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Qui, 02 de Setembro de 2010 18:08 |
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Da PrimaPagina, no site do PNUD
A edição deste ano da iniciativa global Levante-se (Stand Up, em inglês), em favor dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), busca superar a adesão recorde de 2009, quando 173.045.325 pessoas em mais de 120 países participaram da ação. Na ocasião, o evento foi inscrito no livro Guinness dos recordes como sendo responsável pela maior mobilização popular da história por uma mesma causa.
A intenção do Levante-se, que, ao contrário dos anos anteriores, será realizado em setembro, entre os próximos dias 17 e 19, é incentivar ações e estimular pessoas a trabalharem pelos Objetivos do Milênio, por meio do ato simbólico de se levantar e fazer parte das manifestações de apoio ao cumprimento das metas.
Ao longo dos três dias de mobilização, qualquer pessoa pode integrar ou organizar um evento, com iniciativas relevantes para dar suporte à concretização dos ODM. Basta acessar o site oficial da iniciativa e inscrever a atividade, informando a quantidade de pessoas que pretendem se reunir, a programação e as ações envolvidas.
Nesse mesmo período, líderes mundiais estarão reunidos em Nova York debatendo as metas da ONU, com cumprimento fixado até 2015, na conferência MDG Review Summit (ODM+10).
No Brasil, diversos municípios participarão da iniciativa, entre eles a cidade de Londrina, no Paraná, que está organizando o 2º Abraço no Lago Igapó. O evento pretende reunir 2.400 pessoas, em 19 de setembro, e formar um grande cordão ao redor do lago da cidade, incentivando a paz e as relações sociais com mais tolerância e harmonia. A ação tem o apoio do Movimento Pela Paz e Não-Violência Londrina Pazeando.
Outras cidades paranaenses, como Curitiba, Irati e Capanema, realizarão atividades focadas na divulgação e no cumprimento do quinto ODM, que busca melhorias em saúde materna. As ações incluem círculo de diálogos sobre a gestante, concurso de redação sobre o tema e até mesmo a reunião do maior número possível de pessoas para cantar, visando uma a gestação mais tranquila.
Exemplos globais
Mais de 120 países devem novamente participar do Levante-se. Entre as ações mundiais, a cidade de Porto Príncipe, no Haiti, fará uma mobilização reunindo crianças e jovens em uma passeata, batendo panela com colheres, fazendo barulho e chamando a atenção da população para dizer não à pobreza, à fome e à miséria, pela igualdade.
Já as crianças do campo de refugiados de Jalozai, no Vale do Swat, no Paquistão, por exemplo, serão convidadas a participar de ações teatrais que remetem aos ODM.
O Levante-se é uma forma de lembrar os governos e os líderes mundiais de seus compromissos de atingir os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio e ajudar àqueles que ainda vivem na pobreza.
Durante a Cúpula do Milênio, em 2000, 189 chefes de estado aprovaram a Declaração do Milênio, um compromisso político que trazia oito grandes objetivos, denominados Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, a serem alcançados até 2015. |
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Publicado por Taiza Brito
Qui, 02 de Setembro de 2010 18:01 |
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O pôr-do-sol do próximo dia 8 de setembro terá um significado especial para a comunidade judaica, que ao surgimento da primeira estrela celebra o Rosh Hashaná, anunciando a chegada do ano 5771. Para marcar a data, a Federação Israelita de Pernambuco e o Arquivo Histórico Judaico de Pernambuco prepararam uma programação especial no Centro Israelita de Pernambuco e na Primeira Sinagoga das Américas.
O Arquivo Histórico Judaico de Pernambuco preparou uma mostra especial para os visitantes da Primeira Sinagoga das Américas, com uma mesa contendo toda a simbologia do Rosh Hashaná, nome hebraico para a festa de Ano Novo dos judeus, que significa “cabeça do ano”.
Haverá painéis explicativos e os monitores vão explicar os significados dos alimentos e objetos em exposição. “A gastronomia e a simbologia do judaísmo são inseparáveis. Nas datas mais importantes, aquilo que se come está intimamente ligado aos significados da data, à história cultural do povo e às tradições que se mantém ao longo de muitas caminhadas”, explica Beatriz Schvartz, vice-presidente e assessora de Cultura Judaica do Arquivo Histórico Judaico de Pernambuco. A mostra ficará em exposição até o dia 21 de setembro.
No Centro Israelita, na Torre, também no dia 8, a partir das 19h, haverá apresentação artística dos alunos do Colégio Israelita Moysés Chvarts; acendimento das velas e kidush, com suas respectivas “brachót” (bençãos); VT com algumas rezas recitadas em Rosh Hashaná; VT apresentando costumes de Rosh Hashaná; discurso do presidente da Federação Israelita de Pernambuco com enfoque nos costumes e tradições da festividade e no final uma grande Arkadá e lanche com comidas típicas. A programação do Centro Israelita é restrita aos membros da comunidade judaica.
O novo ano entre os judeus é recebido com uma celebração solene e também festiva. Famílias se reúnem no jantar e ingerem alimentos simbólicos: a maçã com mel carrega o desejo de um ano doce, a chalá (pronuncia-se rralá), um pão em formato espiralado, representa a continuidade e o anseio de um ano sem conflitos e a romã é um pedido que os méritos sejam numerosos como suas sementes. Além disso, costuma-se comer peixe, um animal que sempre nada para frente. Outra tradição ligada à alimentação é a de evitar temperos amargos, para que a amargura não se reflita no ano seguinte.
Nas sinagogas, as orações incluem o toque do Shofar, instrumento feito de chifre de carneiro. Rosh Hashaná marca o início dos “Dez dias de Arrependimento”, que se encerram com Yom Kipur. Esta data, que este ano, em nosso calendário, cairá no dia 18 de setembro, é considerada a mais sagrada do calendário judaico, pois é um momento de introspecção e perdão por pecados cometidos. O jejum de um dia é feito para que seja atingido tal grau de reflexão.
ROSH HASHANÁ
Quando se comemora
A comemoração de Rosh Hashaná se dá nos dias 01 e 02 do mês judaico de Tishrei que correspondem aos dias 09 e 10 do mês de setembro de 2010, a partir do surgimento da primeira estrela do dia 08.
Origem agrícola
Coincide com a estação do outono, que representa o fim do ano agrícola, enquanto Pessach (Páscoa) e Shavuot (Pentecostes) coincidem com a primavera, quando se dá o início da colheita.
Significado religioso
A colheita do outono inspirou os pensamentos em direção à formação de um sincretismo religioso, através do chamado à reflexão e à penitência.
Convencionou-se que o primeiro dia do mês Tishrei seria considerado o primeiro dia do ano judaico e seria anunciado pelo “toque das trombetas” (Levítico 23:24), que constitui a característica mais antiga do evento.
Somente em épocas pós-exílio passou a ser considerado como a anunciação de um novo ano e, a partir da literatura pós-bíblica, passou a ser chamado “ROSH HASHANÁ” (cabeça do ano).
Também é considerado o Dia do Juízo (Yom Hadin), quando o homem deve se postar diante de um duplo tribunal: o de Deus e o da sua própria consciência.
O tema principal de Rosh Hashaná é a Vida, quando Deus julga cada ser humano pelas boas e más ações praticadas durante o ano que passou, a fim de selar a sua sentença para o novo ano que se inicia.
Dez dias após o Rosh Hashaná acontece o Yom Kipur (Dia do Perdão) quando a sentença divina é selada.
Comemoração
Nas sinagogas, ocorre a ação litúrgica do evento, na véspera do primeiro dia e nos dois primeiros dias. Através da reflexão e da introspecção se procura evidenciar a intenção de reconhecer as faltas cometidas e, através do arrependimento sincero (teshuvá) conseguir o perdão divino a fim de ser inscrito no Livro da Vida. O toque do shofar faz parte dessa comemoração.
Nos lares, as famílias costumam se reunir, na noite que antecede o primeiro dia (érev=véspera) de Rosh Hashaná, em torno de uma mesa, na qual se encontram símbolos específicos, como a chalá redonda, o chifre de um carneiro (shofar), maçã, mel, além de outros, que fazem parte do Seder (ordem) comemorativo, quando são pronunciadas diversas bênçãos.
Culinária específica
Costuma-se servir bolo de mel, pão-de-ló e chocolates, traduzindo a intenção de que o ano que se inicia seja pleno de doçura.
Serviço:
Primeira Sinagoga das Américas - Rua do Bom Jesus, 197/203 – Bairro do Recife
Horário de visitação: de terça a sexta-feira das 9 às 17h e domingo das 14h às 18h.
Telefone: 81.3224.8351 |
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Publicado por Taiza Brito
Qui, 02 de Setembro de 2010 17:18 |
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O Centro das Mulheres do Cabo realiza, entre os dias 10 e 11 de setembro, O “Curso de Rádio, Gênero e Cobertura de Eleições 2010”, voltado para comunicadoras populares. O evento acontece das 8h às 17h, na sede do Sindicato dos Servidores Públicos Federais de Pernambuco (SINDSEP-PE), Rua João Fernandes Vieira, 67, Boa Vista, Recife. O Curso de Rádio tem o apoio da Fundação Ford e é uma ação para o empoderamento e participação política do movimento feminista e de mulheres. Tem como objetivo fortalecer a intervenção social e política através da comunicação e do veículo rádio.
Ao longo do processo, as participantes terão a oportunidade de vivenciar as etapas da produção e técnicas de um programa de rádio e receberão orientações para dar continuidade ao trabalho em suas comunidades, instituições e movimentos sociais. As vagas são limitradas.
Informações/Inscrições: Assessoria de Comunicação do Centro das Mulheres do Cabo Cirlene Menezes Fone: (81) 98296200 ou 88130445 | E-mail:
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Publicado por Carol Bradley
Qua, 01 de Setembro de 2010 16:09 |
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Do site EcoDesenvolvimento
Conhecido como "Hitler do Clima", o mais famoso cético do aquecimento global, o dinamarquês Bjorn Lomborg, anunciou ao jornal britânico The Guardian na terça-feira, 31 de agosto, que mudou de opinião, e agora lutará contra as mudanças climáticas. A notícia causou surpresa na comunidade científica, acostumada com o barulho causado pelo dinamarquês.
Lomborg lançará um livro em outubro no qual um grupo de economistas e ele destacam a necessidade de que os países desenvolvidos injetem US$ 100 bilhões por ano para que iniciativas como as energias renováveis tragam resultados.
Antes de "virar a casaca", o estatístico ficou mundialmente conhecido por meio da obra O Ambientalista Cético, além das entrevistas e palestras realizadas depois da publicação do livro. Lomborg sempre defendeu que o custo para combater o aquecimento era alto demais quando comparado com o benefício de ter um mundo "ligeiramente menos quente no futuro". A conta referente ao controle do superaquecimento do planeta não fechava, na concepção do matemático.
Segundo o discurso antigo de Lomborg, o ritmo do aquecimento e seus efeitos sobre as pessoas eram exagerados pelos cientistas "pró-clima" e pelo lobby dos que se beneficiariam com investimentos pesados em ações como limpar a matriz enérgica, por exemplo.
Mudança
Apesar da mudança brusca de bandeira, Lomborg negou no The Guardian que tenha feito uma reviravolta. Ele destacou que "sempre aceitou a existência do efeito humano no aquecimento global" e que o importante, agora, é ver onde se deve gastar dinheiro para combatê-lo.
O anúncio do dinamarquês foi feito um dia depois da divulgação da revisão do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, na sigla em inglês), feita por um grupo de 12 cientistas independentes a pedido da Organização das Nações Unidas (ONU).
De acordo com os cientistas do InterAcademy Council (IAC), o IPCC precisa passar por mudanças de gestão e na metodologia da coleta de informações. No último relatório produzido pelos climatologistas ligados ao painel, de 2007, constou que as geleiras do Himalaia desapareceriam até 2035, informação que a própria ONU admitiu ser imprecisa.
À época, Lomborg criticou severamente a projeção, ao argumentar que mesmo que o degelo ocorresse, o fenômeno seria benéfico, pois aumentaria a quantidade de água disponível no verão para China e Índia. Ao menos nesse ponto o ex-cético não mudou de opinião. Ele garantiu que pretende continuar criticando as contas do Himalaia, mas, sem desprezar as recomendações do IPCC.
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Publicado por Taiza Brito
Qua, 01 de Setembro de 2010 13:25 |
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Os seresteiros de Olinda, que há 21 anos desfilam pelas ruas da Cidade Alta encantando moradores e turistas lembram que na próxima sexta-feira (03) estarão mais uma vez levando musicalidade e romantismo aos amantes da boa música. O passeio, que começa a partir das 22h, se repete sempre às sextas-feiras.
Embalados pelos músicos que integram os grupos Luar de Olinda e Seresteiros de Olinda, as apresentações são bastante apreciadas pelo público. A concentração acontece na Praça João Alfredo, no Pátio da Igreja de São Pedro.
Local: Praça João Alfredo (concentração)
Data:
Todas as sextas-feiras, a partir das 22h
Informações: (81) 9178.6079
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Publicado por Taiza Brito
Qua, 01 de Setembro de 2010 13:05 |
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A partir desta quarta-feira, 1º de setembro, quem transportar crianças com menos de 7 anos e meio em veículos sem a cadeirinha vai ser multado. E dessa faixa etária até os 10 é obrigatório o cinto de segurança no banco traseiro. O motorista que desobedecer a lei, considerada uma infração gravíssima, perde 7 pontos na carteira de habilitação e terá que pagar R$ 191,54.
Ao contrário do que muitos pensam a cadeirinha não serve apenas para dar mais conforto às crianças, elas são dispositivos de segurança. Por isso é fundamental escolher um modelo compatível com a altura e o peso do seu filho.
Para garantir a eficiência do dispositivo é preciso seguir atentamente às instruções que o acompanham. O cinto de segurança da cadeirinha tem de ficar posicionado sobre os ombros e ossos da bacia da criança. Dessa forma a garotada estará mais segura caso ocorra uma freada brusca ou um acidente. A regra vale para uma longa viagem ou uma ida à esquina.
Estatísticas de órgãos como o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) mostram que cerca de 2 mil crianças e adolescentes com idade inferior a 17 anos anualmente morrem em acidentes automobilísticos no Brasil. Cerca de 37 mil sofrem lesões que muitas vezes trazem conseqüências para o resto da vida. O uso deste dispositivo, a partir de setembro obrigatório, pode reduzir em 70% o número dos casos.
Muitos pais têm a falsa impressão de que segurar a criança no colo, o abraço, evita lesões em casos de acidentes. Negativo. Já foi comprovado que durante o impacto, a velocidades pequenas, de 50 a 60 quilômetros, o indivíduo não tem força para sustentar a criança no colo. O adulto geralmente solta a criança e muitas vezes cai por cima dela. Ela é traumatizada duas vezes.
O médico Pedro Henrique Mendes, chefe do Centro de Ortopedia da Criança e do Adolescente do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (INTO) dá algumas dicas sobre o uso das cadeirinhas:
Maneira correta de instalação do dispositivo de segurança
Até um ano de idade crianças devem usar o dispositivo chamado de bebê conforto – fixado no centro do banco traseiro. Após a fixação e a colocação do cinto de segurança, é preciso certificar-se de que a cadeirinha está bem presa, de modo que não se mova para os lados mais de 2 cm. O bebê conforto funciona com uma concha protetora para a criança, desde que o pescoço, o tronco e a cabeça estejam alinhados.
Pais resistentes - Medo de lesões na coluna do bebê
Desde que seja adquirida uma cadeira em conformidade com as determinações do INMETRO, a criança pode e deve sair da maternidade no bebê conforto. Cabe aos pais protegerem a criança enquanto as transportam. No site do Ministério da Saúde e através de outras fontes, como a internet e as instruções do próprio produto, o pai pode encontrar os dados sobre como instalar o dispositivo e como posicionar adequadamente seu filho. Lembrando sempre que o importante é alinhar pescoço, cabeça e tronco.
Outros dispositivos: Crianças de 1 a 4 anos ficam na cadeirinha. De 4 a 7 anos e meio, crianças devem usar o assento de elevação, para que possam utilizar o próprio cinto do automóvel. |
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Publicado por Taiza Brito
Qua, 01 de Setembro de 2010 12:55 |
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O documentário Galo Preto, o menestrel do coco, do cineasta Wilson Freire, será exibido na edição da Mimo 2010, em Olinda, no próximo dia 5 de setembro, a partir das 18h, na Igreja do Seminário, com entrada gratuita.
O filme conta a história de Tomaz Aquino Leão, mais conhecido como Mestre Galo Preto, que é o último representante vivo da tradição do coco do Quilombo de Santa Isabel, localizado no município de Bom Conselho, Agreste de Pernambuco, e da cultura/imaginário de sua família.
Em “47” minutos está registrada a trajetória de um dos maiores artistas da tradição do coco, embolada e repente do Brasil. Com um roteiro surpreendente, são revelados segredos guardados há décadas por este pernambucano nascido em 1935 e que herdou da família a tradição do coco sertanejo, brejeiro e da poesia do repente e da embolada.
O documentário também traça uma linha do tempo do negro na mídia nacional, destacando a resistência do coco como elemento de auto-estima e referência da música pernambucana para a construção de novos rumos no mercado musical das décadas de 1960 a 1990. Registro que traz informações valiosas de pesquisa e das relações artísticas culturais entre os pernambucanos.
Serviço:
"Galo Preto, o Menestrel do Coco" na MIMO 2010
Local: Igreja do Siminário
Data: 05/09/2010
Horário:18h
Ficha técnica:
Roteiro e Direção: Wilson Freire
Pesquisa, produção, pós-produção e Still: Alexandre L’Omi L’Odò
Produção: Fernando Lucas
Produção Executiva: Hamilton Costa Filho
Fotografia: Hamilton Costa Filho, Marcelo Pedroso, Mariano Pickman, Mariano Maestre, Daniel Aragão e Léo
Assistentes: Andrenalina, Rafael Cabral e Pá
Som Direto: Rafael Travassos, Philipe Cabeça e Nicolau
Edição e Montagem: Herivelton Santos
Finalização: Pingo
Realização: Bode Espiatório Filmes e Cabra Quente Filmes, Candeeiro Filmes, Quilombo Cultural Malunguinho.
*Um projeto aprovado no SIC (Sistema de Incentivo à Cultura) do Recife 2008.
Visite:
www.myspace.com/mestregalopreto
http://www.mimo.art.br/programacao/filmes_view/20
http://www.nacaocultural.pe.gov.br/evento.php?cod=18359
www.mimo.art.br/cinema |
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Publicado por Taiza Brito
Ter, 31 de Agosto de 2010 02:35 |
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Ateliê da Casa realiza oficina gratuita para quem quiser aprender a fazer arte com papel reciclado e abre espaço para importância da reciclagem na saúde mental
O Ateliê da Casa, espaço que acolhe pacientes com transtornos psicóticos funcionando como centro de convivência e hospital-dia, onde as pessoas em tratamento produzem arte, cultura e educação na busca pela profissionalização, reabilitação e reinserção social, abre as portas para estudantes e profissionais da área de saúde mental, estudantes de arte e ao público em geral para a realização da oficina “A arte da reciclagem de papel no caminho da cura”. A inscrição é gratuita, mas é preciso reservar a vaga pelo telefone 3441.0433.
A oficina, que acontece no próximo dia 1 de setembro, das 9h às 12h, será coordenada por ex-pacientes do Núcleo de Atenção Psicossocial de Pernambuco (NAPPE), que também funciona como hospital-dia no tratamento de portadores de transtornos psicóticos crônicos e agudos no Recife.
“Eles se profissionalizaram na técnica de reciclagem durante o tratamento, há alguns anos, e depois passaram a coordenar cursos de reciclagem não só no Ateliê da Casa, mas também em outras instituições de saúde e em suas próprias comunidades. Os trabalhos realizados já foram expostos em escolas, teatros, festivais e feiras de artesanato da cidade e também em congressos de saúde mental em outros estados. O papel reciclado nas oficinas serve de matéria-prima para a confecção de luminárias e outros objetos de decoração, cadernos, blocos, caixas, máscaras, etc.”, explica o psiquiatra Marcos Noronha.
Um dos personagens dessa história com final feliz é Antônio Horácio da Silva. Ex-paciente do NAPPE, foi convidado, quando recebeu alta, para assumir a oficina de reciclagem de papel graças ao talento despertado durante o tratamento. Há mais de dez anos Antônio trabalha com reciclagem, produzindo e ensinando sua arte, inclusive no cuidado a pacientes que hoje estão em tratamento no Ateliê da Casa, em sua oficina realizada todas as quartas, e no NAPPE, todas as segundas. Ele utiliza principalmente papel reaproveitado de restos de material de escritório e revistas velhas e mantém também um ateliê em casa, onde cria sua produção pessoal.
É muito bom. Todo mundo gosta de mim aqui. É o meu passatempo e a minha arte”, diz com um sorriso tranquilo que mostra que os tempos difíceis ficaram para trás. Antônio mora no Alto José Bonifácio e conta que sua casinha está cheia de papel por todos os lados, pelo quarto, pela sala, mas que quando olha para aquele monte de coisas que muita gente poderia achar que é lixo, ele vê várias sementes para novas criações artísticas. Antes ele era operário e trabalhava em uma fábrica de laje, até que foi aposentado em 1996. Hoje Antônio não precisa mais do peso das pedras e criando novas formas e objetos da leveza do papel aprendeu uma outra vida.
A oficina de reciclagem de papel faz parte do projeto Casa Aberta, que acontece uma vez por mês e tem o objetivo principal de aproximar pacientes, familiares e a sociedade em geral na busca por um melhor entendimento geral sobre os distúrbios mentais e as possibilidades de melhoria da qualidade de vida a partir de uma melhor compreensão social e desenvolvimento das habilidades destes pacientes.
O Ateliê da Casa, inaugurado há dois anos, é coordenado pela equipe de psicólogos e psiquiatras do CAPS Casa Forte e realiza uma série de atividades, como oficinas de teatro, argila, música, culinária, interpretação de sonhos, cinema, capoeira, poesia e contação de histórias, entre outras.
Serviço:
CAPS Casa Forte
Rua Marechal Rondon, 256, Casa Forte
Telefone: 3441.0433
www.capscasaforte.com.br
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Publicado por Taiza Brito
Ter, 31 de Agosto de 2010 02:28 |
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Pela primeira vez a cidade de Petrolina, no Sertão do São Francisco, em Pernambuco, realizará a I Semana da Diversidade que culminará com a I Parada da Diversidade de Petrolina, que tem como tema: "Petrolina Além do Arco-Iris. Respeito SIM, Discriminação NÃO" A iniciativa é da Associação e Movimento da Parada da Diversidade de Petrolina, ONG que está se estruturando no município para lutar em favor da cidadania e dos direitos de LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) no Vale do São Francisco e conta com o apoio da Prefeitura de Petrolina e do Governo de Pernambuco. A I Semana da Diversidade de Petrolina acontecerá no período de 22 a 26 de setembro de 2010 e contará com atividades diversas: debates nas escolas e universidades, oficinas culturais, realização de testagem rápida para o HIV, rave da diversidade solidária e a I Parada da Diversidade de Petrolina. |
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Publicado por Taiza Brito
Ter, 31 de Agosto de 2010 02:11 |
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Por Fabio Reynol, da Agência Fapesp
Com índices de mortalidade por câncer e doenças cardiovasculares inferiores à média mundial e menor incidência de doenças como Parkinson e Alzheimer, os países da costa do mar Mediterrâneo têm muita coisa a ensinar sobre saúde aos demais.
A opinião é de Elliot Berry, professor do Departamento de Nutrição e Metabolismo da Escola de Medicina Hadassah da Universidade Hebraica de Jerusalém, Israel, que proferiu no último dia 27 de agosto palestra na 25ª Reunião da Federação de Sociedades de Biologia Experimental (FeSBE), em Águas de Lindoia (SP).
Segundo Berry, a boa saúde dos povos mediterrâneos se explica em parte pela alimentação. Mesmo culturalmente diferentes, os países da região partilham alguns ingredientes em comum, entre os quais sete se destacam: trigo, cevada, uva, figo, tâmara, romã e azeitona.
“São alimentos antigos e citados na Bíblia. Dois deles – romã e azeite de oliva – são especialmente bons para a saúde. O azeite reduz o risco de doenças cardíacas e a romã possui alto teor de antioxidantes e diminui riscos de aterosclerose na veia carótida”, disse.
Outro diferencial está no próprio modo de se alimentar, com pequenas porções, refeições bem distribuídas ao longo do dia e aproveitamento de alimentos da época e cultivados nas proximidades, o que garante frescor.
Para Berry, o Mediterrâneo ensina que a alimentação é um componente importante da qualidade de vida de cada país e deve ser quantificada. Pensando nisso, ele e mais dois colegas – Joshua Rosenbloom e Dorin Nitzan-Kaluski – elaboraram em 2008 o Índice de Nutrição Global (GNI, na sigla em inglês).
O GNI é formado por três itens com peso igual. O primeiro é a taxa de deficiência nutricional, que analisa a qualidade da alimentação e se há deficiência de nutrientes – esse número é calculado pela iniciativa Global Burden of Disease.
Outro componente é o excesso nutricional, que mede o porcentual de obesos com mais de 15 anos – dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). O terceiro indicador é o de segurança alimentar, que representa a porcentagem da população desnutrida – dados da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).
O GNI divide os países em desenvolvidos e em desenvolvimento. O Japão é quem está melhor na primeira lista, com índice de 0,930. Três países mediterrâneos estão entre os dez primeiros: França (2º), Itália (9º) e Espanha (10º).
Berry explica que há diferenças entre países ricos e em desenvolvimento ao abordar problemas nutricionais iguais. “A obesidade, por exemplo, é mais prevalente na população pobre dos países desenvolvidos, enquanto que nos países em desenvolvimento ela aparece mais nos estratos sociais mais altos”, disse.
O Brasil é o décimo entre os países em desenvolvimento, com um GNI de 0,834, próximo à Argentina (em 7º, com 0,849) e ao Chile (8º, com 0,848). A lista é liderada pela Coreia do Sul (0,930), seguida pelo Uruguai (0,892).
Altos e baixos
“Os dados ficam muito interessantes ao cruzarmos o GNI com o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH): verificamos que boa nutrição e desenvolvimento econômico não são necessariamente sinônimos”, destacou.
Ao sobrepor os rankings IDH-GNI, Berry encontrou resultados curiosos. Países com altos índices de desenvolvimento humano apresentaram índice nutricional baixo, como foi o caso dos Estados Unidos, Austrália e Canadá. Também houve exemplos reversos, como China e Indonésia, com bons GNIs e IDH abaixo da média mundial.
Por isso, Berry defende a incorporação do GNI ao IDH. “As duas informações juntas poderiam subsidiar políticas públicas que ajudariam inclusive os países ricos com problemas de nutrição”, afirmou.
No entanto, a nutrição somente não explica a boa saúde encontrada no Mediterrâneo. Berry apresentou uma pesquisa realizada durante dois anos e que acompanhou 811 pessoas, comparando a perda de peso por meio de diferentes dietas. Dietas ricas em gordura, proteínas e carboidratos foram comparadas a outras com baixos teores desses componentes.
“A nossa tendência é dizer que os que receberam baixos índices de gordura, proteínas e carboidratos emagreceram mais. Porém, o resultado foi indiferente, mostrando que para a perda de peso a quantidade de alimentos é mais importante do que a qualidade”, disse.
Além da alimentação, a qualidade de vida é um item importante a se destacar nos países do Mediterrâneo. “O horário das refeições, como você come e até com quem você come podem influenciar na saúde”, disse.
Berry também destacou a importância da prática de exercícios físicos. “Toda vez que pegamos um elevador em vez de usar escadas estamos perdendo uma oportunidade preciosa para queimar calorias”, disse.
Segundo o cientista, a quantidade de alimentos ingerida deve estar diretamente ligada ao nível de atividade física executada. “Somos como uma usina de energia, o combustível que consumimos deve ser compatível com o trabalho gerado”, apontou.
Os dez mandamentos do estilo de vida Mediterrâneo segundo Elliot Berry:
O que fazer: 1) Consumir mais óleo/azeite de oliva, abacate e amêndoas. 2) Consumir cinco porções diárias de frutas e vegetais. 3) Consumir peixe duas vezes por semana para adquirir ômega 3. 4) Fazer exercícios de 30 minutos pelo menos três vezes por semana. 5) Ter um dia de descanso com a família e os amigos.
O que não fazer: 1) Fumar. 2) Comer demais. 3) Adicionar sal à comida já preparada. 4) Exagerar no consumo do álcool (limite de 20 a 30 gramas por dia). 5) Dirigir em alta velocidade. |
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Publicado por Taiza Brito
Ter, 31 de Agosto de 2010 01:56 |
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Por Tatiana Félix, da Adital
No período entre os dias 28 de junho e 1° de julho, uma missão especial do Brasil, coordenada pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE), esteve em Zurique e Genebra, na Suíça, e em Amsterdã, para trocar informações com a comunidade brasileira e com os governos locais sobre a realidade do tráfico de pessoas nestas regiões.
“A demanda para essa missão surgiu do consulado brasileiro em Zurique, pois lá está muito visível a questão da exploração de mulheres”, explicou Clarissa Carvalho, assessora técnica da coordenação de acesso à Justiça e combate à violência, da Subsecretaria de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM).
Ela esclareceu que a iniciativa faz parte das prioridades do Governo Federal em estabelecer cooperação com os principais países de destino dos brasileiros e vítimas do tráfico de pessoas, para fortalecer as políticas de enfrentamento à este crime transnacional. O MRE aproveitou a proximidade dos outros dois consulados para incluí-los também nesta troca de experiências.
De acordo com ela, o primeiro passo da missão foi o de procurar conversar com a comunidade brasileira. “Como tem muitos brasileiros em Zurique que se encontram em uma associação, o Ministério procurou conversar com eles para saber qual o grau de conhecimento deles sobre a realidade do tráfico de pessoas”, disse.
Com este diálogo estabelecido, Clarissa disse que foi possível perceber que, apesar de a maioria das pessoas já ter ouvido falar saber de casos de tráfico de pessoas, elas desconhecem as políticas do governo brasileiro de repressão ao crime e assistência às vítimas.
“Há um conhecimento sobre tráfico de pessoas e rede de exploração sexual, tráfico para casamento servil, para exploração do trabalho doméstico, que acontece muito. Mas, as pessoas não sabem onde obter informações e pedir ajuda”, observou. Com base nisso, foi, então, esclarecido que o papel do Consulado não é apenas lidar com documentos, mas, também dar apoio aos brasileiros no exterior, mesmo aqueles que estão em situação ilegal.
Segundo ela, o passo seguinte da missão foi a troca de experiências entre os governos. “Apresentamos as políticas brasileiras, com a integração dos ministérios, os programas sociais e as redes de atendimento às vítimas no país”, informou.
Ela ressaltou que já existe uma parceria entre as polícias da Suíça e do Brasil, no sentido da repressão do crime. De acordo com ela, o governo brasileiro fez um pedido de cooperação para quando os países deportarem brasileiros vítimas do tráfico de pessoas, avisarem as polícias nacionais, para que, chegando aqui, a vítima possa ser recebida e encaminhada a um serviço de atendimento. Ela disse que desta maneira, será possível obter dados sobre o tráfico de pessoas envolvendo brasileiros.
Clarissa enfatizou que, embora nesta primeira missão não se tenha assinado nenhum acordo, há uma expectativa para avançar nessa questão. “Já temos um acordo assinado com Portugal e estamos caminhando para assinar também com a Espanha. Em Zurique, devemos voltar até o final do ano para continuar esse trabalho de cooperação e combate ao tráfico”, esclareceu. Ela adiantou ainda que uma missão semelhante à esta que aconteceu em Zurique acontecerá em setembro com a Espanha e Portugal. |
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Publicado por Ericka Melo
Seg, 30 de Agosto de 2010 22:06 |
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Nesta quarta-feira, 1º de setembro, a partir das 9h, o Centro Comunitário e Educacional da Legião da Boa Vontade (LBV) promoverá o Mutirão de Cidadania, como parte das comemorações dos seus 60 anos no Brasil e os 34 anos de atuação na capital pernambucana.
O mutirão oferecerá serviços gratuitos de corte de cabelo e escova, expedição da carteira do idoso e de livre acesso, inscrição no Bolsa Família, aferição da pressão arterial, palestras educativas e oficinas lúdicas. A Instituição conta com apoio de parceiros, como o Instituto Embelleze – unidade Caxangá, Distrito Sanitário I (PCR), Escola de Enfermagem Irmã Dulce (EID) e o Centro de Referência de Assistência Social – CRAS/RPA 1.
O trabalho é realizado em rede e o objetivo é promover uma melhor qualidade de vida às famílias que vivem em situação de vulnerabilidade social. As comunidades a serem beneficiadas serão os Coelhos, Coque, Joana Bezerra, Cabanga e São José.
Serviço:
Mutirão de Cidadania – Legião da Boa Vontade (LBV)
Data: 1º/09/2010, das 9h às 15h
Entrada Gratuita
Local: Sede da LBV – Rua dos Coelhos, 219 – Boa Vista
Informações: (81) 3413.8600 |
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Publicado por Ericka Melo
Seg, 30 de Agosto de 2010 18:22 |
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Por Revista Nova Escola
O bom educador sabe que exemplos consistentes educam. Uma estrutura que use com consciência os recursos naturais (como a água e a energia) e seja acessível (tanto em sua estrutura física quanto nas ações cotidianas) favorece a apreensão de conceitos socioambientais e a construção de novos valores e atitudes
Salas de aula com iluminação natural, painéis para a captação de energia solar, sistemas para a reutilização de água da chuva, área verde abundante. Essas características não são suficientes para uma escola promover o respeito à natureza (veja o infográfico de um edifício sustentável modelo na página 24.) Para chegar lá, é fundamental que alunos, funcionários e até mesmo a comunidade do entorno tenham oportunidades diárias de construir novos valores e atitudes. "É preciso iniciar esse processo desde cedo. Não basta falar, fazer atividades e ensinar com livros. É como aprender Matemática: requer prática", diz Lucia Legan, autora do livro A Escola Sustentável, pedagoga e diretora do Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado (Ecocentro Ipec), em Pirenópolis, a 120 quilômetros de Goiânia.
Ser ecologicamente sustentável significa apostar numa forma de desenvolvimento que não prejudique o planeta no presente e satisfaça às reais necessidades humanas das próximas gerações. Tal postura se enquadra em outro conceito, o de permacultura, criado em 1970. Segundo ele, o homem deve se integrar permanentemente à dinâmica da natureza, retirando do meio que o circunda apenas o que precisa e devolvendo o que ela própria requer para continuar viva.
Para implantar e manter essa postura dentro da escola, é preciso igualar o discurso à prática. Não adianta falar em classe sobre o combate ao desperdício de água e lavar o pátio com mangueiras ou debater fontes de energia renováveis e manter luzes acesas em locais banhados por luz natural. Essa coerência é a base do projeto ambiental da EE Comendador Joaquim Alves, em Pirenópolis. Ele foi desenvolvido pela diretora, Iolanda José Naves, e sua equipe com a ajuda dos profissionais do Ecocentro Ipec. Antes de abraçar atitudes sustentáveis, os alunos fizeram desenhos e maquetes de argila sobre como gostariam que a escola fosse em termos ambientais. Surgiram ideias que ainda não foram aplicadas, como coletores de chuva, mas também aspirações que já foram concretizadas com sucesso, como a ampliação das áreas verdes. Os alunos de 6º a 9º ano participaram ativamente da elaboração do projeto e da implantação da nova praça da escola, que tem até um banco de terra prensada - onde eles, de comum acordo, decidiram colocar um tabuleiro de damas.
Hoje, faz parte da rotina desses alunos auxiliar professores e funcionários a cuidar de uma horta, manter uma composteira de resíduos orgânicos e cultivar árvores. Iolanda enfatiza a importância de gestos pequenos, porém eficientes, ao contar que não tem estrutura para a captação de energia solar ou eólica, mas isso não impede que todos aprendam sobre energias renováveis. "E todos ficam atentos à questão do desperdício, mantendo luzes desligadas sempre que há a iluminação natural disponível", diz.
Implantar projetos sustentáveis eficientes exige planejamento Quando o assunto é aplicar ações sustentáveis na escola, um erro comum é tocar no assunto apenas em datas comemorativas. Campanhas de reciclagem também devem ser vistas com cautela, pois promover concursos que premiam quem mais reúne garrafas PET e latas de alumínio, longe de ser uma atitude sustentável, promove o consumo desnecessário. |
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Publicado por Ericka Melo
Seg, 30 de Agosto de 2010 18:11 |
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O mais novo protótipo de veículo ecológico da China, o YeZ, é totalmente movido a energias limpas: além de produzir energia solar e eólica, o carro absorve CO2 para gerar eletricidade e o devolve para o ar em forma de oxigênio
Uma montadora chinesa levou ao pé da letra o conceito de carro ecológico e criou este carro-folha. O veículo foi projetado para funcionar como uma planta, ou seja, ele absorve CO2 e libera oxigênio na atmosfera. A ideia é criar um veículo para 2030 que realize o mesmo trabalho que as plantas fazem durante a fotossíntese.
O veículo YeZ (palavra que em mandarim significa folha) seria movido a energias limpas: o teto absorveria energia solar e as rodas teriam pás para gerar energia eólica. Mas a grande sacada é que o veículo de dois lugares conseguiria remover dióxido de carbono do ar, grande vilão do aquecimento global, com uma liga mista (orgânica e metálica) capaz de absorver CO2 e água, transformando-os em eletricidade armazenada em uma bateria de lítio. Estamos esperando essa folha brotar. |
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Publicado por Ericka Melo
Seg, 30 de Agosto de 2010 14:52 |
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Primordial para a segurança de crianças, o uso da cadeirinha é agora obrigatória. A lei entra em vigor nesta quarta-feira (1). Depois desta data, a ausência do equipamento no carro será considerada infração gravíssima, com multa de R$191,54 e sete pontos na carteira de motorista.
A medida se originou da ideia de evitar riscos às crianças em caso de acidentes, já que a Organização Mundial da Saúde afirmou que a utilização correta da cadeirinha reduz em 70% a possibilidade de morte de um bebê em acidente. Quando forem até uma loja especializada, os pais devem procurar a cadeirinha de acordo com o peso da criança. O grupo O+ são para crianças de 0 a 9 kg; grupo I e II para crianças de 9 a 25 kg; grupo II e III para crianças de 15 a 36 kg. É importante que os dispositivos tenham selo de aprovação do Inmetro.
Outra medida que ajuda na escolha da cadeirinha apropriada é a classificação por idades. Até um ano, o pequeno deve utilizar o bebê conforto voltado para o vidro traseiro do carro. Crianças de um até quatro anos, a cadeira de segurança. Já as maiores, de quatro até sete anos e meio, terão sua segurança garantida por um assento de elevação com cinto de três pontos.
A lei promete bons resultados, pois, segundo o DataSensus - Ministério da Saúde - 1.200 crianças morrem por ano vítimas de acidente de automóvel e cerca de 10.000 crianças por ano sofrem lesões irreversíveis. "Testes comprovam que crianças usando cadeirinha de segurança tem até 71% de chance de sobreviver em um acidente de carro e o uso da cadeirinha reduz a necessidade de hospitalização de crianças até 4 anos em 69%", comprova Carlos Della Riva, supervisor de projetos da fábrica Burigotto, especializada em dispositivos de retenção.
De um ano para cá, só cadeirinhas certificadas pelo Inmetro podem ser vendidas nas lojas. Até a semana passada, havia 88 modelos, de 14 empresas, aprovados. No mercado de artigos infantis, existem modelos de cadeirinhas que variam de R$150 a mais de mil reais.
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