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Publicado por Carol Bradley
Qua, 08 de Setembro de 2010 09:23 |
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Do G1
As autoridades iranianas suspenderam a sentença de morte por apedrejamento de Sakineh Mohammadi Ashtiani, condenada por adultério, disse nesta quarta-feira (8) o Ministério de Relações Exteriores do país.
"O veredicto sobre o caso extramarital foi suspenso e está sendo revisto, disse Ramin Mehmanparast, porta-voz da chancelaria, à TV estatal Press TV.
Na ´vespera, governo iraniano havia afirmado que países estrangeiros não devem interferir no sistema legal do país e deveriam parar de tentar converter o caso em "problema de direitos humanos".
O caso da mãe de dois filhos, de 43 anos, condenada à morte por ter feito sexo ilicitamente e acusada de envolvimento no assassinato de seu marido, provocou ultraje internacional.
O caso provocou uma onda de protestos internacionais e piorou ainda mais a relação do Irã com as potências ocidentais, já abalada pela questão nuclear.
O Brasil ofereceu asilo a ela, e o Vaticano se manifestou contra o castigo "brutal". Um porta-voz do governo chegou a dizer que o "furor" internacional era baseado em informações equivocadas sobre o caso.
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Publicado por Taiza Brito
Ter, 07 de Setembro de 2010 16:12 |
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Do site de O Globo
A onda do certificado internacional Leed (sigla em inglês para Leadership in Energy & Environmental Design, isto é, Liderança em Energia e Design Ambiental) para os prédios verdes, chegou definitivamente ao Brasil. Numa comparação entre os anos de 2007 e 2010, o número de empreendimentos em processo de certificação saltou de 47 para 180, alta de 304%. E a expectativa do Green Building Council Brasil (GBC), ONG que concede o Leed, é fechar o ano com 250 empreendimentos em processo de certificação. (Conheça os critérios estipulados pelo Leed para a aquisição do certificado de construção sustentável)
Nesses três anos, o GBC concedeu 19 certificações para empreendimentos construídos em território nacional, quantidade que coloca o país em 6º lugar no ranking quantitativo de empreendimentos sustentáveis, atrás apenas de EUA, Emirados Árabes, Índia, Canadá e China, respectivamente. Do total de empreendimentos certificados, 16 estão em São Paulo e o restante - apenas três - estão no Rio. São eles: Edifício Cidade Nova, Ventura Corporate Towers, e Torre Vargas 914, certificados em diferentes categorias.
As construtoras são, atualmente, responsáveis por até 40% das emissões globais de CO². No Brasil, segundo o GBC, as edificações consomem cerca de 21% de toda a água tratada, 42% da energia gerada e respondem por cerca de 60% dos resíduos produzidos. Entre 2005 e 2008, porém, o uso de soluções sustentáveis na construção civil cresceu 27% e deve se expandir ainda mais, para 53% em 2013.
Conheça os empreendimentos cariocas que já receberam a certificação Leed:
Torre Vargas 914
A Torre Vargas, localizada na região central da capital carioca, na Avenida Presidente Vargas, passou por um retrofit completo que transformou suas instalações, sistemas e potencial. O empreendimento tem 6.315,18 metros quadrados de área útil e teve consultoria ambiental da Cushman & Wakefield para adequar o projeto aos padrões de certificação Leed. Entre as mudanças no prédio, estão: novo sistema de iluminação de periferia, através de sensores de fachada; instalação de motores elétricos de alto rendimento; uso de medidor de consumo energético individual, possibilitando a rápida identificação de eventuais desvios de consumo (com agilidade); e inclusão de sanitários equipados com metais de pressão para evitar desperdício e esquecimento de torneiras abertas, vasos sanitários com duplo acionamento (3 e 6 litros) e mictórios com sensor de presença.
Ventura Corporate Towers
Composto por duas torres, o empreendimento comercial foi o primeiro conquistar a certificação Leed concedida pelo United States Green Building Council. Atualmente é ocupado pela Petrobras e pelo BNDES. Localizado na Cidade Nova, o prédio verde teve sua primeira torre inaugurada em 2008 e a segunda em agosto deste ano. O empreendimento comercial contou com diferentes diretrizes que reduzem o impacto sobre o meio ambiente tanto na obra como no dia a dia do empreendimento. Juntas, suas duas torres, com 36 andares cada uma, totalizam 170 mil metros quadrados de área construída, sendo 106 mil metros quadrados de área locável.
O prédio, inteligente, permite que a intensidade da luz seja avaliada através de sistemas de computador. Em dias nublados, por exemplo, a luz artificial é intensificada nos ambientes. Já em dias ensolarados, o computador reduz a intensidade luminosa. Vidros especiais também foram instalados para garantir a iluminação natural e o conforto térmico no interior do empreendimento. Além disso, há sistema de controle de descarte de entulho e reciclagem de lixo.
Edifício Cidade Nova
O projeto do prédio, ocupado pela Petrobras, deu prioridade a insumos reciclados e recicláveis, sendo os materiais novos de empresas que convertem suas emissões de gás carbônico em créditos de carbono. Nas fachadas, foram usados vidros isotérmicos e o sistema de dupla fachada - o grande pano de vidro externo protege a fachada interna, criando o efeito-chaminé (dirige o calor para o alto). A eficiência energética foi conseguida focando no principal consumidor de energia do prédio - o ar condicionado. O uso predominante da iluminação natural, visando à eficiência energética, foi obtido através de grandes planos de vidro e da existência de um grande átrio central coberto por uma claraboia de 900 metros quadrados. Já a racionalização do uso das águas se dá através da coleta das águas de chuva e de condensação do sistema de ar condicionado. Essa água é reutilizada em irrigação de jardins e nas descargas de vasos sanitários.
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Publicado por Taiza Brito
Seg, 06 de Setembro de 2010 18:09 |
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O livro “Viagem ao Crepúsculo”, do escritor cearense radicado em Pernambuco Samarone Lima, é o único pernambucano entre os dez finalistas na categoria Reportagem do 52º Prêmio Jabuti. Depois que recebeu a notícia, Samarone está providenciando a terceira edição do livro. A segunda edição já está praticamente esgotada, restando apenas alguns poucos exemplares nas livrarias Cultura, Poty e no Bar Mamulengo, no Recife.
Editado pela Casa das Musas, uma pequena editora de Brasília, “Viagem ao Crepúsculo” aparece ao lado de nove grandes editoras na categoria Reportagem do 52° Prêmio Jabuti. São gigantes como a Record, a Companhia das Letras e a Iluminuras.
“Quando vi o meu livrinho lá fiquei muito feliz pela grande vitória frente ao mercado editorial. É muito difícil uma editora nova e pequena como a Casa das Musas desbancar gigantes poderosas. A Objetiva, por exemplo, para quem mandei os originais antes da publicação e que se negou a editar o livro, nem chegou lá este ano”, comemora.
Os mil exemplares da primeira edição de “Viagem ao Crepúsculo” se esgotaram em cerca de três meses, logo após o lançamento. Na segunda edição foram impressos mais mil exemplares e já está praticamente esgotada. A terceira edição está sendo providenciada e deve chegar às livrarias até o final de setembro. O livro também será lançado este mês em formato digital, pela Novo Livro (www.novolivro.com).
Retrato de Cuba – “Viagem ao Crepúsculo”, lançado em 2009, quando a Revolução Cubana completou 50 anos, traça um retrato do cotidiano na ilha, a partir das conversas e vivências do autor durante quase um mês em Havana e no interior do país, no ano de 2007. De vendedores do Granma, jornal oficial do Partido Comunista a artistas, de aposentados a funcionários da saúde. Da esforçada vendedora do mercado negro de alimentos à máfia para a compra de passagens de trem e ônibus. Todos contaram suas histórias, registradas somente à noite, para não chamar a atenção do regime cubano.
A publicação, com 231 páginas, narra a preparação da viagem, a chegada a Havana, as descobertas e impasses, e leva o leitor a uma viagem pelas casas e ruas de Havana, seus labirintos e perigos, suas tristezas e esperanças, chegando até Camagüey, no interior do país. Um retrato fiel dos últimos dias de Cuba sob o comando de Fidel.
Mesmo sendo autor de dois livros-reportagem (“Zé”, Mazza Edições, 1998 e “Clamor”, Objetiva, 2003), Samarone preferiu abdicar das regras clássicas do jornalismo. Não agendou entrevistas, não procurou grupos pró ou contra a revolução, não se guiou por uma pauta prévia. Mais que isso, não fez perguntas aos cubanos. Preferiu escutar, observar e registrar. Cada dia em Cuba se tornou uma grande aventura. |
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Publicado por Taiza Brito
Seg, 06 de Setembro de 2010 10:32 |
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Por Paula Laboissière, da Agência Brasil
O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) publicou nesta segunda-feira (6) alterações nas regras para o transporte de crianças em veículos que possuem apenas o cinto abdominal ou de dois pontos no banco traseiro.
Nesses carros, o transporte de menores de 10 anos poderá ser feito no banco dianteiro, com o uso do dispositivo de retenção adequado para a idade da criança – o bebê-conforto para crianças de até 1 ano, a cadeirinha para crianças entre 1 e 4 anos ou o assento de elevação para crianças entre 4 e 7 anos.
Ainda segundo a publicação, crianças de 4 a 7 anos e meio de idade também poderão ser transportadas no banco traseiro utilizando o cinto de segurança de dois pontos sem o assento de elevação.
De acordo com o Contran, as alterações foram baseadas na atual indisponibilidade de equipamentos para transporte de crianças em veículos fabricados com o cinto de segurança de dois pontos. As mudanças entram em vigor a partir de hoje e a resolução não exige que os equipamentos utilizados no transporte de crianças tenham o selo do Inmetro.
Em veículos equipados com cinto de três pontos, as regras continuam as mesmas – todas as crianças devem usar os diferentes modelos de dispositivos de retenção no banco de trás.
No caso de a quantidade de crianças com idade inferior a 10 anos exceder a capacidade de lotação do banco traseiro, é permitido o transporte da criança de maior estatura no banco dianteiro, desde que utilizando o dispositivo de retenção.
Carros que possuem somente banco dianteiro também poderão fazer o transporte de crianças de até 10 anos de idade, desde que com o dispositivo de retenção adequado para a idade.
Para o transporte de crianças no banco dianteiro de veículos com airbag, o dispositivo de retenção não poderá ter bandejas ou acessórios equivalentes e o banco deverá ser ajustado na última posição de recuo – exceto no caso de indicação específica do fabricante do carro.
No caso de motocicletas, motonetas e ciclomotores, o Código de Trânsito Brasileiro estabelece que só poderão ser transportadas crianças a partir de 7 anos de idade e que possuam condições de cuidar de sua própria segurança.
Quem descumprir as normas referentes ao transporte de criança está sujeito a penalidade prevista no artigo 168 do Código de Trânsito Brasileiro, que considera a infração gravíssima e prevê multa de R$ 191,54, além de sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação e da retenção do veículo até que a irregularidade seja sanada. |
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Publicado por Taiza Brito
Seg, 06 de Setembro de 2010 10:10 |
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Por Francisco Frassales Cartaxo
A menina Bia está longe. Muito longe das drogas e de Cajazeiras. Encontra-se na Fazenda da Esperança Santa Rita de Cássia, em Garanhuns-Pernambuco. Com apenas 14 anos de idade, ela percorre o difícil caminho para recuperar-se dos efeitos perversos do crack, vício adquirido nas ruas de Cajazeiras. Beatriz Ferreira Cartaxo (Bia) é vítima de um dos braços do polvo. O terrível polvo que a sugou quando sua mãe já estava em avançado estágio de degradação moral e física.
Os pais não cuidaram da filha, também eles vítimas da disseminação das drogas, um problema que, até pouco tempo atrás, atormentava apenas grandes centros urbanos e hoje se espraia por todos os lugares, tornando-se grave questão de saúde pública.
Bia, coitada, na sua inocência adolescente, ignora o tamanho do monstro que a fisgou. Desconhece sua capacidade de corroer a sociedade, de infiltrar-se no poder por sub-reptícios processos de corrupção, dominando a alma e o corpo de pessoas e instituições. Nem imagina que o polvo é capaz de mudar até mesmo a geopolítica mundial. Disso, Bia sequer ouviu falar.
Bia não percebe que droga não anda só, que o mal é bem conectado, como a cabeça aos braços do polvo. Bia não sabe, porém, é tão vítima desse monstro gigantesco quanto o padre-deputado Luiz Couto, que o conhece profundamente. E o combate. A droga se espalha junto com a prostituição de crianças e adolescentes, os grupos de extermínio, a pistolagem, o roubo de carga, a lavagem de dinheiro sujo, a violência, enfim, o crime organizado que, em muitos lugares, já é mais forte do que o próprio Estado.
Luiz Couto vive sob proteção da Polícia Federal. Quando põe os pés na rua, lá está a viatura oficial com dois agentes federais, colocados à sua disposição pela Justiça e pelo presidente Lula, para garantir-lhe a vida. Aliás, uma vida preciosa. Por quê? Porque ao longo de dois mandatos de deputado federal, Luiz Couto enfrenta com destemor o crime organizado, braço violento do mesmo polvo que jogou na rua a menina Bia, minha parenta. No exercício do mandato popular, Luiz Couto cumpre perigosa missão, sem medo, sem ódio, correndo enorme risco de ser executado. Com isso, orgulha a Paraíba. Bem entendido, a Paraíba que possui capacidade de indignar-se.
A menina Bia está longe. Demoradas articulações entre Ministério Público, Conselho Tutelar, Igreja e Prefeitura de Cajazeiras levaram-na ao abrigo da Fazenda da Esperança, onde é querida, graças a sua cativante meiguice. E onde faz visíveis progressos até reunir condições para retornar à vida familiar e social. Bia deve ficar na Fazenda algum tempo ainda, monitorada à distância pela promotora pública, doutora Ilcléia de Souza Neves, da Curadoria da Infância e Adolescência.
E Luiz Couto? Quem lhe garante a permanência na Câmara dos Deputados?
* Francisco Frassales Cartaxo é escritor, filiado à União Brasileira de Escritores de Pernambuco (UBE/PE).
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Publicado por Taiza Brito
Dom, 05 de Setembro de 2010 15:39 |
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As apresentações fazem parte de programação da Mostra Internacional de Música de Olinda (Mimo), a partir das 16h30; a entrada é gratuita
Do pe360graus.com
Dois concertos e show de Tom Zé animam o Sítio Histórico de Olinda neste domingo (5). As apresentações fazem parte de programação da Mostra Internacional de Música de Olinda (Mimo). A entrada é gratuita.
O primeiro concerto é do Conjunto Cellos, às 16h30, na Igreja da Misericórdia. O Conjunto de Cellos da Universidade do Rio Grande do Norte (UFRN) chega para divulgar o instrumento, o repertório para a formação e peças de compositores brasileiros contemporâneos.
O grupo é formado por alunos dos cursos técnico, bacharelado e de extensão da EMUFRN, e a formação agrega alunos das mais distantes regiões do Brasil e Argentina. A direção artística é de Fábio Presgrave. Para a apresentação na Mimo, o conjunto terá como convidada a soprano Alzeny Nelo.
O segundo concerto é do Duo Milewski e Jorge Armando, às 18h, no Convento de São Francisco. O Duo Milewski, que na Mimo 2010 fará uma homenagem aos 200 anos do nascimento de Chopin, é formado pelo casal Jerzy Milewski e Aleida Schweitzer.
O violinista polonês e a pianista brasileira se conheceram quando Aleida foi a Varsóvia, aprofundar os conhecimentos que adquiriu no Conservatório de Música de Paraná durante a graduação. Antes de se naturalizar brasileiro e gravar com grandes nomes da MPB, Jerzy graduou-se e fez mestrado na Academia de Música de Varsóvia e foi solista da Orquestra de Câmara da Filarmônica Nacional da Polônia. Ele recebeu do governo polonês a medalha Henryk Wieniawski. Na MIMO, Jerzy e Aleida recebem como convidado especial o violoncelista Jorge Armando.
Antes do cantor brasileiro se apresentar, o pianista norte-americano ganhador de cinco Grammys, Mccoy Tyner, bem como seu conterrâneo o guitarrista Mike Stern, são os convidado especiais de Gary Bartz. Eles fazem show às 20h30, na Igreja da Sé.
A harpista brasileira Cristina Braga promove um encontro interessante com o guitarrista Dado Villa-Lobos, às 19h, no Seminário de Olinda.
Tom Zé (foto) fecha o fim de semana. Na ocasião, ele apresenta um show especial que conta com sua ópera pop ‘O Pirulito da Ciência’. A apresentação é na Praça do Carmo, em Olinda, às 22h.
PROGRAMAÇÃO
11h30 – Orquestra Sanhauá | Igreja da Sé (Olinda)
16h30 – Conjunto de Violoncelos da Univ. Federal do Rio Grande do Norte| Igreja da Misericórdia (Olinda)
18h - Duo Milewski e Jorge Armando |Convento de São Francisco (Olinda)
18h – Antonio Madureira e Sergio Ferraz | Igreja do Rosário dos Homens Pretos (Olinda)
18h30 – Carlos Malta | Capela Dourada (Recife)
19h – Cristina Braga e Dado Villa-Lobos |Seminário de Olinda (Olinda)
19h30 – Egberto Gismonti e Orquestra de Sopros da Pro Arte | Basílica de N. S. das Neves (João Pessoa/ PB)
20h30 – McCoy Tyner Trio, convidado especial Gary Bartz (EUA)| Igreja da Sé (Olinda)
21h – Paraibones | Basílica de N. S. das Neves (João Pessoa/ PB)
22h – Tom Zé |Praça do Carmo (Olinda)
INGRESSOS
Em Olinda, a programação das 18h, 18h30 e 19h tem distribuição de senhas de acesso a partir das 17h, no dia do concerto. Para as atrações das 20h30, as senhas começam a ser distribuídas às 18h, sempre na Biblioteca Municipal do município, localizada na Avenida Liberdade, s/m, no bairro do Carmo.
CINEMA
O Festival Mimo de Cinema também tem entrada franca e telões com transmissão simultânea serão instalados nas áreas externas do Seminário de Olinda e Igreja da Sé, para os concertos das 19h e 20h30.
Filmes
15h (Cinema Falado) Música e Cinema: os caminhos da composição e direção (Convidados: Walter Lima Junior e Wagner Tiso) | Mercado da Ribeira (Olinda)
17h30 - (Mostra Subterrânea) Pretinho Babylon 17 min/ Eu, o Vinil e o Resto do Mundo 72 min| Mercado da Ribeira (Olinda)
18h - (Sessão de Curtas) Galo Preto – Menestrel do Coco 50 min | Seminário de Olinda (Olinda)
19h - (Ciclo Cinema Mudo) Os Sete Amores 60 min| Igreja da Sé (Olinda)
20h - (Panorama Brasil) Tom Zé, Astronauta Libertado 90 min | Mercado da Ribeira (Olinda)
TRANSPORTE
Para facilitar o acesso ao Sítio Histórico, o festival disponibiliza duas vans que levarão o público até a Igreja da Sé. O ponto de embarque será da Praça do Carmo. O serviço será realizado até a terça-feira (7), quando o evento será encerrado.
TRÂNSITO
Fiscais e agentes de trânsito da Prefeitura de Olinda irão monitorar o tráfego na Cidade Alta, a partir das 14h. Será permitido estacionar nas ruas que dão acesso às igrejas (Rua de são Francisco, Luis Gomes, Bispo Coutinho e Ladeira da Sé), desde que a sinalização seja respeitada.
Quando não houver mais vagas, as vias serão bloqueadas para a passagem de visitantes. Apenas os moradores terão acesso, mediante apresentação de comprovante de residência, mesmo procedimento usado durante o Carnaval.
Os motoristas também poderão estacionar no Fortim de Olinda, Mosteiro de São Bento, Sítio dos Reis, Largo do Rosário e Academia Santa Gertrudes. Durante todos os dias do festival, será proibido o trânsito de veículos no trecho entre a Igreja da Sé e a Academia Santa Gertrudes. No local, haverá apenas a circulação de pedestres. Os condutores devem estar atentos a sinalização e não parar em locais proibidos. |
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Publicado por Taiza Brito
Sáb, 04 de Setembro de 2010 12:26 |
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Foto: Edvaldo Rodrigues/DP
Do Diario de Pernambuco, na edição de 04.09.10
Para compreender um pouco de agricultura familiar, o cultivo da terra por pequenos e médios produtores rurais com mão de obra essencialmente do núcleo familiar, nada como ver de perto quem são essas pessoas e o que extraem do solo para sua casa. A I Feira da Agricultura Familiar e Reforma Agrária de Pernambuco que acontece até o domingo, 5 de setembro, no Galpão 12 (Terminal Marítimo) do Marco Zero, é a chance para você se aproximar do tema, cada vez mais explorado e imprescindível para a manter a saúde em dia. O evento deve movimentar R$ 1,5 milhão e atrair 10 mil visitantes.
Na feira, você conhecerá Maurício Batista, 30, nascido e criado em Brejo da Madre de Deus, no Agreste, famosa pela produção de cenoura. E de morango! Como assim, morango? Para quem não sabe, a cidade produz a fruta em larga escala, grande parte em pequenos pedaços de terra com poucos hectares. De lá, viaja mundo afora. "Muita gente não tem ideia da importância da agricultura familiar e nem sabe que quase tudo que é consumido no Brasil vem de pequenos produtores", diz o agricultor. Dono de um lote com um hectare, produz uma tonelada e meia da fruta anualmente na metade da área e vende para várias cidades pernambucanas.
Maurício tem razão. Segundo o secretário nacional da agricultura familiar, Adoniran Peracci, 91% das propriedades rurais brasileiras pertencem a pequenos produtores. Em Pernambuco, 70% da produção de alimentos que chegam à mesa da população vêm deste gurpo. "Parece mentira, mas é a realidade. O objetivo da feira é aproximar os produtores com a sociedade e destacar o potencial agrícola de Pernambuco na vida de cada família", reforça. A secretaria é vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA).
Já pensou tomar um cafezinho produzido em Taquaritinga do Norte em plena praia de Copacabana, no Rio de Janeiro? Aposto que você nem acredita. O autor da proeza se chama Manoel Floriano do Nascimento, 57, responsável por plantar e colher de seis a dez sacas de café orgânico por hectare todos os anos na cidade Agrestina. Seu pedaço de terra tem quatro hectares. "Trabalhava com derivados de petróleo, me aposentei e investi na agricultura orgânica. Os adubos são as próprias folhas que caem do pé e se decompõem", conta. Uma empresa mineira compra a produção e revende para o Rio. O insumo também é exportado para a Alemanha, Chile e Suíça.
A feira inédita é realizada pelo Instituto Cidadania do Nordeste (ICN) em parceria com o MDA e também expõe hortaliças, mel, queijos, doces e artesanatos em palha, tecidos e conchas marinhas. Segundo Daniela Nunes, presidente do ICN, é preciso intensificar a divulgação do tema. "O MDA tem fortalecido cada vez mais o pequeno e médio produtor, além das famílias assentadas. É preciso intensificar a produção do meio rural na cidade", completa.
Serviço:
I Feira Estadual de Agricultura Familiar e Reforma Agrária de Pernambuco
Quando: de 3 a 5 de setembro
Onde: Galpão 12 (Terminal Marítimo do Marco Zero, no Recife Antigo)
Horário: 8h às 22h (sexta e sábado) / 8h às 19h (domingo)
Entrada: gratuita. |
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Publicado por Taiza Brito
Sex, 03 de Setembro de 2010 19:10 |
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Pela primeira vez a cidade de Petrolina realizará a I Semana da Diversidade que culminará com a I Parada da Diversidade de Petrolina, que tem como tema: "Petrolina Além do Arco-Iris. Respeito SIM, Discriminação NÃO" A iniciativa é da Associação e Movimento da Parada da Diversidade de Petrolina, ong que está se estruturando no município para lutar em favor da cidadania e dos direitos de LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) no Vale do São Francisco e conta com o apoio da Prefeitura de Petrolina e do Governo de Pernambuco. A I Semana da Diversidade de Petrolina acontecerá no período de 22 a 26 de setembro de 2010 e contará com atividades diversas: debates nas escolas e universidades, oficinas culturais, realização de testagem rápida para o HIV, rave da diversidade solidária e a I Parada da Diversidade de Petrolina.
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Publicado por Taiza Brito
Sex, 03 de Setembro de 2010 19:01 |
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Todas as revistas da Editora Globo estão reunidas num projeto que está revelando e repercutindo ações e exemplos de gente que faz e promove o bem no Brasil. É o Projeto Generosidade (http://www.projetogenerosidade.com.br/2010/), que este ano está na quarta edição.
No ano passado o projeto divulgou durante sete meses histórias inspiradoras e estabeleceu uma doação para a instituição escolhida como a mais relevante entre as ações solidárias divulgadas. O projeto foi tão bem-sucedido nas três edições anteriores que está sendo repetido este ano, com a parceria do Bradesco, Chevrolet e Ambev. Desde maio estão sendo publicadas nas revistas reportagens, depoimentos, colunas e artigos sobre pessoas e entidades que doam seu tempo, trabalho, dinheiro e amor para ajudar alguém. As publicações seguem até outubro e os leitores estão sendo convidados a participar enviando seus testemunhos e relatos por meio do site até 30 de setembro. São iniciativas generosas e corajosas, gestos que, estamos certos, devem inspirar mais gente a fazer o bem em nosso país.
Premiação - Todas as matérias do Projeto Generosidade publicadas pelas revistas da Editora Globo estarão na íntegra no site do projeto. Todas as histórias enviadas ao site e as publicadas nas revistas participarão da seleção do melhor projeto de ação social, que ficará a cargo de um júri que será formado por convidados e parceiros da Editora Globo. Ao final do Projeto Generosidade, o escolhido receberá um incentivo no valor de R$ 200.000,00 (duzentos mil reais), para ser integralmente investido na ação.
Como funciona - A escolha do melhor projeto será norteada pelos seguintes critérios: clareza e relevância dos objetivos, capacidade de realização, impacto comprovado sobre o público-alvo, capacidade de articulação com outros parceiros da sociedade e com o poder público e impacto da doação sobre a realização e a ampliação das metas do projeto. A equipe editorial da Editora Globo fará uma pré-seleção das melhores ações, que serão depois submetidas ao nosso júri. O projeto escolhido será divulgado em dezembro. |
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Publicado por Carol Bradley
Sex, 03 de Setembro de 2010 18:21 |
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 Por Zélia Leal Adghirni*
A tragédia dos mineiros do Chile provoca imediatamente uma alegoria com o filme de Billy Wilder, a "Montanha dos Sete Abutres" (1951). O filme conta a história de um índio entalado numa montanha. Charles Tatum (Kirk Douglas), repórter veterano e cafajeste, resolve manipular o fato para se promover. Corrompe as autoridades locais e decide deixar o sujeito enterrado mais tempo para fazer durar a notícia.
Enquanto isso, em volta da montanha concentram-se milhares de pessoas, arma-se um parque de diversões, o comércio floresce, os jornais aumentam as tiragens, o jornalista inescrupuloso aumenta o seu passe e comanda o espetáculo. Até que tudo termina em tragédia.
Nascia assim o primeiro Big Brother midiático, na pré-história da internet e da TV a cabo. A notícia-espetáculo. Já estava lá o olho mágico da mídia, onipresente, onisciente e onipotente, como os atributos de Deus. Para vigiar o indivíduo, dominá-lo ou fazer dele o protagonista de um espetáculo.
O termo big brother tem inspiração no Grande Irmão da obra de George Orwell, "1984", para criticar regimes totalitários em que pessoas eram vigidas por câmeras.
Na acepção atual, o termo tem mais a ver com a exposição consentida das pessoas em busca de celebridade.
Rompe-se o limite entre esfera pública e privada. Os franceses usam o termo "extimité", trazido de Lacan, segundo o qual todas as pessoas aspiram à exposição da intimidade. O que explicaria o sucesso dos programas de televisão tipo "big brother".
Como no filme de Wilder, o espetáculo está armado no Chile. Graças às novas tecnologias, milhões de espectadores podem seguir ao vivo o drama dos mineiros e suas famílias acampadas, transmitido pelos canais de televisão mais diversos, da CNN à Al Jazeera. As teletelas de Orwell são imagens em tempo real nas TVs, blogs, sites...
A mídia conhece cada um pelo nome: Mario, 63 anos, o líder; Vitor, o fumante bem humorado; Luiz, com torcida organizada, toca cumbia no lado de fora. É o segredo do jornalismo como entretenimento: interesse humano, apologia do sofrimento, estrutura seriada e eventual interferência do jornalista na construção da notícia.
O titulo original do filme era "Ace in the hole" ("Ás na manga"). Wilder talvez quisesse apostar na esperança de redenção. Mas a expressão também significa "o cara no buraco".
* Pesquisadora do CNPq e chefe do Departamento de Jornalismo da Universidade de Brasília |
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Publicado por Ericka Melo
Sex, 03 de Setembro de 2010 17:28 |
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Existem inúmeros modelos de cases para proteger seu iPhone ou iPhone Touch. Mas se você está buscando uma opção mais sustentável, chegou a Bioserie.
Esses cases são feitos de plástico biológico, criado a partir de plantas. Inclusive a embalagem e a tinta têm a mesma origem.
Com isso, não contêm derivados de petróleo, agente quimícos ou tóxicos, sendo assim o mesmo ecológico possível.
No momento estão disponíveis cases para iPhone 3G/3GS, iPhone 4, iPod Touch and iPod Nano. Versões para iPad serão lançadas em breve.
Cada case custa 34,95 dólares e pode ser comprado diretamente do site do fabricante. |
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Publicado por Ericka Melo
Sex, 03 de Setembro de 2010 17:16 |
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O blog Vivo Verde, lançou a revista virtual Vivo Verde, que visa contribuir para a divulgação das causas ambientais.
A revista chega para agregar valores que não se aplicam à blogagem, além de criar um meio de divulgação tanto para empresas, blogs, sites, agência, além de colaboradores.
O projeto vem como uma ferramenta de inclusão de conteúdo e divulgação de marcas que trabalham com a vertente ambiental, de forma profissional e responsável.
A primeira edição tem foco em três palavras: atitude, hábito e convivência. As atitudes em um meio geram hábitos que podem estar ligados a impactos positivos ou negativos na conviviência entre uma comunidade.
Não perca tempo e faça o download no site da Revista Vivo Verde. |
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Publicado por Ericka Melo
Sex, 03 de Setembro de 2010 17:12 |
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Você já deve ter bebido algum refrigerante de latinha e antes de jogá-lo no lixo resolveu pisar para que ele ficasse fininho, para ocupar menos espaço.
E provavelmente, em algumas ocasiões, não conseguiu fazer isso direito, deixando a latinha toda torta.
Parafraseando o programa global, seus problemas acabaram!
O Frog Can Crusher é um brinquedo amassador de latas. É só colocá-las no corpo do sapinho e pronto, totalmente amassadas, sem medo de errar.
Com o aumento da utilização de latas, é importante que sejam reduzidas de tamanho, para ajudar na coleta e também na própria reciclagem.
E é bom para que as crianças, desde cedo, percebam a importância da reciclagem.
O Frog Can Crusher custa 9,95 libras britânicas, cerca de 26 reais, e pode ser encomendada na Gadgets.co.uk. |
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Publicado por Taiza Brito
Sex, 03 de Setembro de 2010 17:12 |
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Infelizmente ainda há muita gente que insiste em extrair madeira de origem nativa, prática configurada como crime ambiental. Denúncias levaram os fiscais da Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) aos municípios de Lagoa de Itaenga, Belo Jardim e Gravatá, municípios do Agreste pernambucano, onde foram feitos flagrantes de extração ilegal e encontrados estabelecimentos sem licença de funcionamento.
Em Gravatá, a fiscalização encontrou uma serraria localizada num sítio na zona rural, onde estavam armazenados 154 toretes de madeira, de 1,20 metro cada. Os toretes eram provenientes da Mata Atlântica, das espécies Sambaquim, Munguba, Salgueiro e Sapucaia. Também havia cinco cômodas feitas com madeira da espécie Sucupira. Além de não ser licenciada, a serraria utilizava a madeira sem o Documento de Origem Florestal (DOF), que atesta a origem do produto. Pela infração ambiental, a multa pode chegar a até R$ 7 mil.
No mesmo município, os fiscais flagraram a comercialização de 265 estacas de madeira de espécies nativas da Caatinga, dentre elas Caatingueira, Jurema-Preta e Pau-Pereiro. As estacas estavam à venda em frente à residência do infrator, que estava acondicionamento o material em um caminhão no momento da chegada da equipe. Ele foi autuado e pode pagar multa de R$ 1 mil.
Já em Lagoa de Itaenga, denúncias levaram os fiscais à duas casas de farinha, na zona rural, que foram autuadas sem o licenciamento. Nos dois empreendimentos, havia um total de 20 estéres de lenha nativas da Caatinga, matéria-prima usada para aquecimento do forno. Nesse caso, as multas podem chegar a R$ 4,5 mil. Uma das casas de farinha é reincidente, uma vez que não acatou intimação feita em fiscalização realizada no mês de abril, podendo ter as atividades suspensas até a regularização junto à CPRH.
No centro de Belo Jardim, houve o flagrante do desmatamento de dois hectares de numa propriedade privada, que seria utilizada para plantio de maracujá. No local, estavam seis estéres de lenha nativa, provenientes tanto da Caatinga quanto da Mata Atlântica, já que a propriedade está localizada numa área de transição entre os dois biomas. Foram encontrados, ainda, 10 estéres de lenha, que seriam utilizados para produção de carvão em fornos do tipo trincheira. O valor da multa vai até R$ 5 mil.
No caminho de volta para o Recife, os fiscais apreenderam um caminhão no quilômetro 25 da BR-232, na altura do município de Moreno, que transportava 15 estéres de lenha sem DOF. O veículo seguia para uma fábrica de celulose localizada no próprio município. A carga foi apreendida e o proprietário pode pagar multa entre R$ 50 e R$ 2 mil.
Denúncia - Se você testemunhar práticas de crime ambiental denuncie ao CPRH, o que pode ser feito de forma anônima preenchendo um formulário no site www.cprh.pe.gov.br ou pelo telefone (81) 3182.8923. |
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Publicado por Taiza Brito
Sex, 03 de Setembro de 2010 16:35 |
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Por Cesar Vanucci*
“Meu Deus! O que foi que nós fizemos." (Robert Lewis, co-piloto da fortaleza voadora que lançou a bomba atômica sobre Hiroshima)
O mundo relembrou, em agosto passado, o apavorante episódio que, há 65 anos, fez de Hiroshima e Nagasaki cidades-símbolos do holocausto.
A colossal tragédia já foi analisada em livros, reportagens, tribunas, atos cívicos, exposições, por historiadores, dirigentes políticos, militares, educadores, cientistas, gente do povo, pessoas que ajudaram a apertar o botão fatídico naquela manhã de agosto de 1945 e, também, como não poderia deixar de ser, pelas vítimas.
São relembranças que carregam no bojo uma profusão de versões. Há a versão dos vencidos e a versão dos vencedores. A versão dos estrategistas. A de cientistas, que se ocupam com entusiasmo dos avanços tecnológicos da física e do ingresso da humanidade na era nuclear. E a dos humanistas, preocupados com os enfoques demasiadamente técnicos da questão. Existem, ainda, versões militar, jurídica, ética e moral. Todas escoradas numa superabundância de argumentos solidamente plantados nas mentes de seus defensores.
Alega-se de um lado que, se os Estados Unidos não tivessem optado pela bomba, a invasão do Japão teria custado o sacrifício de 500 mil vidas americanas. Reforça-se a alegação com o argumento de que havia uma nova arma para ser empregada e que o país chegou primeiro que os adversários na disputa pelo domínio nuclear.
Em contraposição, afiança-se que a estimativa de baixas na provável invasão foi ardilosamente exagerada, de modo a provocar comoção e justificar o lançamento do artefato. Os Estados Unidos bem que poderiam ter promovido, com a presença de observadores neutros e de representantes nipônicos, uma demonstração prévia do poder catastrófico da arma. O ato valeria como um ultimato e ao adversário, comprovadamente fragilizado àquela altura, não restaria outra alternativa que não capitular.
No extenso capítulo da condenação à atitude dos vencedores sustenta-se ainda que a bomba foi lançada menos com o intuito de levar o Japão à rendição e mais com o sentido de protocolar um recado claro e explícito à União Soviética. Uma espécie de carta de apresentação, com currículo e referências à mostra, para o pós-guerra.
Para a desgastante “guerra fria” que se estendeu, com muito sofrimento e angústia, até a perestroika, a glasnot, a derrubada do famigerado “muro de Berlim” e o conseqüente desmoronamento da estrutura comunista. Os anos de chumbo da “guerra fria” foram marcados, todos sabem, pela ampliação do clube atômico, que absorveu como novos associados a Rússia e outros países da antiga União Soviética, a Inglaterra, a França, a China, a Índia, o Paquistão, o Israel e, provavelmente, a África do Sul e sabe-se lá mais quem... Só que alguns dos arsenais constituídos fizeram dos modelos disparados contra alvos japoneses autênticas peças de museu.
Um outro argumento contestatório à posição estadunidense está contido na seguinte indagação: por que o repeteco, dias depois de Hiroshima, da bomba de Nagazaki? Uma única bomba não teria sido suficiente para dobrar a arrogância do Império do Sol Nascente?
Nessa hora em que afloram relembranças do histórico acontecimento, não há como esquecer a atuação dos cientistas engajados no projeto concebido em Los Alamos. Receosos de que Hitler chegasse primeiro à construção da bomba, eles fizeram um apelo a Roosevelt para que apressasse as pesquisas.
Depois dos eventos de Hiroshima e Nagazaki muitos deles, como no caso de Robert Oppenheimer, propuseram a abolição das armas atômicas, pagando um preço elevado pela ousadia. A questão já havia escapulido ao seu controle.
Volto ao assunto.
* Jornalista (
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Publicado por Ericka Melo
Sex, 03 de Setembro de 2010 16:19 |
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Por Agência Brasil
Os livros didáticos que serão distribuídos para as escolas públicas em 2011 custarão R$ 880,2 milhões. A compra de 135,6 milhões de exemplares foi feita pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia do Ministério da Educação (MEC), que é responsável pelo Programa Nacional do Livro Didático (PNLD). As obras começam a ser entregue nas escolas em outubro, pelos Correios.
Vinte e uma editoras tiveram livros escolhidos pelas escolas participantes do PNLD. Foram adquiridos 1.846 títulos diferentes a um preço médio de R$ 6,49 por exemplar. A partir deste ano, a distribuição foi condicionada à adesão ao programa. Mais de 200 municípios não firmaram o convênio e ficarão sem o livro didático que é distribuído gratuitamente.
Segundo o FNDE, a maior parte dos livros serão para alunos dos anos finais do ensino fundamental que receberão livros novos de português, matemática, história, geografia, ciências e língua estrangeira. Cada livro deve ser utilizado por três anos consecutivos, quando é substituído pelo fundo. Os alunos dos primeiros anos do ensino fundamental receberão títulos de reposição. Do total de obras, 118,4 milhões serão para estudantes do ensino fundamental e 17 milhões para o ensino médio. |
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Publicado por Taiza Brito
Sex, 03 de Setembro de 2010 12:38 |
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Atendendo à solicitação do Blog Igor de Fato (http://igordefato.blogspot.com/) publicamos o artigo abaixo. O caso, que já foi tema de artigo neste blog, servirá de reflexão durante muito tempo sobre o tratamento dado pelas autoridades a casos de violência contra a mulher:
Entre 1997 e 2007, cerca de 40 mil mulheres morreram vítimas de homicídio. São 10 mulheres por dia. Quantos casos ainda terão de nos chocar para que a situação mude?
Por Luciele Alves Fagundes A violência contra as mulheres acontece cotidianamente e nem sempre causa comoção social. O caso recente da modelo Eliza Samudio, cujo principal suspeito do desaparecimento e provável morte é o goleiro Bruno Fernandes, do Flamengo, de quem ela teria tido um filho, infelizmente é um exemplo famoso de crimes que se repetem em todo o território nacional.
Apesar da Lei Maria da Penha ter sido uma conquista, casos como esse revelam que não basta haver uma lei que proteja as mulheres se não houver capacitação dos agentes públicos que trabalham em delegacias e juizados especiais. Convém ressaltar que, já em outubro de 2009, Eliza Samudio registrou queixa contra Bruno na Delegacia de Atendimento à Mulher de Jacarepaguá, e com o conhecimento do Ministério Público do Rio de Janeiro. A acusação resultou na abertura de inquérito, e a polícia chegou a pedir à Justiça proteção a Eliza, mas nenhuma medida foi tomada até o desaparecimento dela no início de junho.
É importante refletir sobre a negligência da Justiça nesse caso. Oito meses separaram a queixa da modelo de seu desaparecimento. Isso revela um despreparo dos agentes públicos, que têm a tendência de subestimar a queixa das mulheres.
Outro ponto que chama atenção nesse caso é o profundo machismo que Bruno já havia demonstrado antes do desaparecimento vir à tona. Em declaração a imprensa sobre o fato de seu amigo, o atacante Adriano, do Flamengo, ter agredido sua noiva publicamente, Bruno disse que era normal que o homem batesse na sua mulher, e que ninguém deveria se meter nisso. Ainda persiste vivo o revoltante conceito de que o homem tem o "direito" de agredir sua mulher.
Entre 1997 e 2007, cerca de 40 mil mulheres morreram vítimas de homicídio. São 10 mulheres por dia. Os dados são do Mapa da Violência no Brasil 2010, do Instituto Sangari. O que mais choca nesse caso são os motivos das mortes. A pesquisadora da USP Wânia Izumino afirmou que boa parte dos assassinatos das mulheres são cometidos por "atuais ou antigos maridos, namorados ou companheiros, inconformados em perder o domínio sobre uma relação que acreditam ter o direito de controlar".
Quantos casos ainda terão de nos chocar para que a situação mude? Eliza Samudio, a advogada Mércia Nakashima, cujo assassino é um ex-namorado, a cabeleireira Maria Islaine de Morais, morta em janeiro diante das câmeras pelo ex-marido, alvo de oito denúncias. São símbolos de milhares de Elizas, Mércias e Marias que cobram de nossa sociedade justiça e mudança de atitudes.
* Luciele Alves Fagundes é mestranda em Geografia da Universidade Federal de Santa Maria (
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Publicado por Taiza Brito
Sex, 03 de Setembro de 2010 00:09 |
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Nesta sexta-feira, 3 de setembro, a cidade de Pesqueira, no Agreste Meridional de Pernambuco, recebe a caminhada da campanha Junte-se a Nós, Plante Mais Uma Árvore Para Um Mundo Melhor, que tem o objetivo de plantar um milhão de árvores em Pernambuco até junho de 2011. A caminhada é uma realização da Cáritas Diocesana/Diocese de Pesqueira e o Projeto Plante essa Idéia em parceria com outros atores locais.
Participarão cerca de 500 agricultores e agricultoras de 14 municípios do Agreste Meridional, além da sociedade da cidade de Pesqueira, representantes de igrejas e empresários locais. Além da caminhada haverá feira de artesanato e exposição e troca de diversos tipos de mudas, como hortaliças e fruteiras da região. A atividade também contará com apresentações culturais locais.
A concentração da caminhada acontecerá na Praça Dom José Lopes, centro de Pesqueira, e seguirá até a Praça Comendador José Didier (Praça da Rosa), onde acontecerão as apresentações culturais e a feira. Lá também acontecerá o lançamento da campanha na cidade.
Campanha - Na última terça-feira, dia 31 de agosto, o Governo do Estado de Pernambuco através da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente também aderiu a campanha, com o lançamento do Programa Pernambuco Verde. As 190 mil árvores previstas para serem plantadas pelo programa irão ser contabilizadas pela campanha.
Contador de árvores na internet – A campanha Junte-se a Nós, Plante Mais Uma Árvore Para Um Mundo Melhor, iniciada em junho de 2010, está com o contador de árvores plantadas na internet. Acessando a página eletrônica www.plantemaisarvores.wordpress.com qualquer pessoa pode fazer o cadastramento das árvores que já plantou em Pernambuco. A campanha também conta com um perfil no twitter: www.twitter.com/maisarvorespe onde os participantes da campanha podem interagir. |
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Publicado por Taiza Brito
Qui, 02 de Setembro de 2010 23:39 |
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Por Taíza Brito
Quem lembra das letras da música Gentileza, escrita pela cantora Marisa Monte e que integra o CD Memórias, Crônicas e Declarações de Amor? Diz assim:
Apagaram tudo/Pintaram tudo de cinza/A palavra no muro/Ficou coberta de tinta/Nós que passamos apressados/Pelas ruas da cidade/Merecemos ler as letras/E as palavras de Gentileza/Por isso eu pergunto/A vocês no mundo/Se é mais inteligente/O livrou ou a sabedoria/O mundo é uma escola/A vida é o circo/Amor palavra que liberta/Já dizia o profeta.
Ouvi muitas vezes a canção de Marisa Monte, da qual gostei muito. Mas só tempos depois descobri que era uma homenagem da cantora a um homem chamado Gentileza, profeta que perambulava pelas ruas do Rio de Janeiro pregando a gentileza e deixando suas mensagens escritas em viadutos e vias públicas da capital carioca. E que a música da qual eu tanto godtava era um protesto contra o fato de terem apagado tudo que ele havia escrito
Fiquei indignada também. E porque relembrar disto agora? É que soube que criaram no Rio de Janeiro o site "Rio com gentileza" (http://www.riocomgentileza.com.br), movimento espontâneo criado por admiradores do Profeta Gentileza com o objetivo de preservar e salvaguardar a sua obra e mensagem, estimulando a adoção da gentileza nas relações sociais.
Que legal! Para saber mais acesse o site. E viaje nas idéias de quem aposta na gentileza para usufruir de uma vida melhor. |
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Publicado por Taiza Brito
Qui, 02 de Setembro de 2010 22:46 |
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A Fundação Joaquim Nabuco é a única instituição agraciada com o Prêmio Luiz Beltrão de Ciências da Comunicação, edição 2010, promovido pela Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares em Comunicação (Intercom). A Fundaj venceu na categoria "Instituição Paradigmática". Serão premiados também a pesquisadora Lúcia Santaella (PUC-SP), na categoria Maturidade Acadêmica; o jornalista e pesquisador Rogério Christofoletti (UFSC), na categoria Liderança Emergente; e o Grupo de Bauru (Unesp-SP), na categoria Grupo Inovador.
A cerimônia de premiação acontece no próximo dia 5 de setembro, no município gaúcho de Caxias do Sul. Na ocasião a Fundação Joaquim Nabuco será representada pelo assessor de Comunicação Marcelo Mário de Melo. "Esse prêmio é muito importante e sua divulgação merece o maior destaque possível", disse o jornalista.
O prêmio tem o apoio da Rede Globo, através do programa Globo Universidade, e na sua 13º edição será coordenado pela diretora cultural da entidade, Rosa Maria Dalla Costa e pela coordenadora local Tassiara Camatti.
A solenidade de entrega dos prêmios faz parte das atividades do XXXIII Congresso Nacional da Intercom que este ano será sediado na Universidade de Caxias do Sul e que reunirá mais de 3 mil pessoas, entre estudantes de jornalismo, professores, profissionais e pesquisadores.
Santaella recebe o Prêmio na modalidade Maturidade acadêmica; Christofoletti, na modalidade Liderança emergente; o Grupo de Bauru e a Fundação Joaquim Nabuco como Grupo Inovador e Instituição Paradigmática, respectivamente.
O Prêmio Luiz Beltrão de Ciências da Comunicação destina-se a reconhecer a qualidade do trabalho acadêmico realizado nas universidades ou nos centros/institutos de pesquisa, valorizando a atuação individual, grupal ou coletiva. Sua finalidade é identificar anualmente quais as pessoas, equipes ou instituições que apresentaram contribuições relevantes para o campo das ciências da comunicação, de modo a construir/consolidar a identidade da nossa comunidade acadêmica. Seu público alvo é formado por pesquisadores, professores, estudantes e demais interessados no trabalho acadêmico e nos rumos da pesquisa na área da Comunicação Social.
Foi instituído pela assembléia comemorativa dos 20 anos de fundação da Intercom, realizada em Santos (SP), em 1997. Sua finalidade é reconhecer a qualidade do trabalho acadêmico realizado nas universidades ou nos centros de pesquisa, valorizando a atuação individual, grupal e coletiva. Sua meta é sinalizar anualmente para as novas gerações quais as pessoas ou instituições que oferecem contribuições relevantes ao campo das ciências da comunicação. A intenção do Prêmio é também a de homenagear o pioneiro da pesquisa científica sobre os fenômenos comunicacionais na universidade brasileira, o Professor Luiz Beltrão. Ele foi o fundador do primeiro centro acadêmico nacional de estudos midiáticos, o Instituto de Ciências da Informação da Universidade Católica de Pernambuco (1963), editor da primeira revista brasileira de ciências da comunicação (Comunicações & Problemas, 1965) e ainda o primeiro Doutor em Ciências da Comunicação do Brasil (Universidade de Brasília, 1967). Sobre Luiz Beltrão: Pioneiro da pesquisa científica sobre os fenômenos comunicacionais na universidade brasileira, Luiz Beltrão foi fundador do Instituto de Ciências da Informação, primeiro centro acadêmico nacional de estudos midiáticos, e de Comunicações & Problemas, nossa primeira revista de ciências da comunicação (Universidade Católica de Pernambuco, 1963). Tornou-se também o primeiro Doutor em Comunicação do Brasil (Universidade de Brasília, 1967). Sua obra ganhou reconhecimento nacional e prestígio internacional, nos âmbitos do jornalismo e comunicação de massa. Foi ao mesmo tempo pesquisador, educador e divulgador científico. Produziu conhecimento midiático ancorado na vivência profissional. Formou toda uma geração de professores e pesquisadores da comunicação. E converteu os resultados das suas pesquisas em material didático, difundido na sala de aula ou estocado em livros destinados aos jovens estudantes e profissionais. Nascido em Olinda, Pernambuco, em 8 de agosto de 1918, Luiz Beltrão faleceu em Brasília em 1986. |
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